Relatório de 2026-04-30
A valorização da cota patrimonial para R$ 9,46 e a manutenção dos rendimentos mensais no teto do guidance marcam o desempenho do **ALZC11** em abril de 2026. O fundo imobiliário distribuiu R$ 0,10 por cota (dividend yield anualizado de 15,6% sobre a cota de mercado), sustentado de forma puramente ordinária pelo carrego de sua carteira de CRIs, que possui taxa média ponderada próxima a IPCA+12,0% a.a. A gestão seguiu ativa na reciclagem de ativos, realizando compras incrementais nos CRIs MERI (R$ 8,0 milhões) e Urbanes (R$ 6,1 milhões), compensadas pelas vendas definitivas de City (R$ 9,4 milhões) e Alphaville Betim (R$ 4,6 milhões). Com essas movimentações, a alocação em CRIs ajustou-se para 75% do patrimônio líquido, enquanto a reserva de lucros acumulada recuou ligeiramente para R$ 0,1448 por cota. No mercado secundário, o programa de recompra cancelou 170.000 cotas e a base de investidores expandiu para 10.774 cotistas, consolidando a atratividade do portfólio.
Relatório de 2026-03-31
A quitação bem-sucedida da primeira Nota Comercial estruturada pela gestão impulsionou o resultado extraordinário do **ALZC11** neste mês, permitindo uma elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota. Esse evento de liquidez, somado ao impacto do IPCA elevado de fevereiro, gerou R$ 0,0354/cota adicionais, fortalecendo a reserva de lucros que saltou expressivamente da marca anterior para R$ 0,1607/cota. Na alocação de portfólio, a participação em CRIs avançou de 75,0% para 76,1% do patrimônio líquido, reflexo de compras incrementais nos ativos MLPAR e MARI, contrapostas por vendas parciais em Braspark e OPY. A exposição a FIIs recuou marginalmente para 23%. O fundo também executou seu programa de recompra, cancelando 56.000 cotas adquiridas com desconto, o que otimiza o carrego para a base de investidores, que manteve sua trajetória de expansão e atingiu 10.712 cotistas. A taxa ponderada de aquisição da carteira de crédito voltou a superar IPCA+12% a.a., mantendo o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,09 e R$ 0,10 para o semestre, reforçando a previsibilidade das distribuições.
Relatório de 2026-03-31
O pagamento antecipado de uma Nota Comercial estruturada pela gestora e o repasse da inflação elevada de fevereiro impulsionaram os rendimentos mensais do **ALZC11**, que distribuiu R$ 0,10 por cota, superando o patamar anterior de R$ 0,0950. Esse evento não recorrente gerou R$ 0,0354/cota de resultado extraordinário, permitindo um salto expressivo na reserva de lucros, que passou de R$ 0,0559 para R$ 0,1607 por cota, garantindo maior previsibilidade para os próximos pagamentos. Na alocação de recursos, a participação direta em CRIs avançou para 76,1% do patrimônio líquido (ante 75,0% no mês anterior), reflexo de um rebalanceamento ativo que incluiu compras incrementais nos CRIs MLPAR e MARI, além de vendas parciais em Braspark e OPY. Essa movimentação elevou a taxa ponderada de aquisição da carteira de crédito para um patamar superior a IPCA+12% a.a. Paralelamente, o fundo executou seu programa de recompra, cancelando 56.000 cotas com desconto frente ao valor patrimonial, que se manteve estável em R$ 9,30. A base de investidores manteve a trajetória de expansão, alcançando 10.712 cotistas.
Relatório de 2026-02-27
Uma intensa reciclagem de portfólio marcou o mês do **ALZC11**, reduzindo a alocação direta em CRIs de 84,2% para 75,0% do patrimônio líquido, enquanto a exposição a FIIs saltou para 23,1%. Esse movimento estratégico incluiu a alocação de aproximadamente 9% na cota subordinada do fundo Alianza Crédito Renda Mais, buscando maior atratividade de rentabilidade, que entregou o equivalente a IPCA+ 12,88% a.a. O giro ativo, com vendas integrais de ativos como Barreiras e OPY, gerou um ganho extraordinário de R$ 0,0353 por cota, impulsionando a reserva de lucros acumulada de R$ 0,0354 para R$ 0,0559 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,0950, alinhado ao guidance do semestre. O valor patrimonial avançou para R$ 9,30 por cota, mas o P/VP recuou para 0,84x devido à desvalorização no mercado secundário. A base de investidores seguiu em expansão, atingindo 10.543 cotistas. No front de riscos, a inadimplência permaneceu restrita aos CRIs Fagnani e Casa & Vídeo, que juntos representam 1,7% do PL.
Relatório de 2026-01-30
A inadimplência do CRI Casa & Vídeo, que entrou com medida cautelar para reestruturação, adicionou um novo componente de risco à carteira do **ALZC11** neste mês, somando-se ao já monitorado CRI Fagnani. Apesar desse revés, a gestão manteve a otimização do portfólio com a recompra e cancelamento de 31.000 cotas com 14,3% de desconto, além de realizar um giro ativo: quitou o CRI Bodytech, vendeu o Scopel Sênior e adquiriu os CRIs MLPAR e UNIQ. Esse movimento elevou a exposição em CRIs para 84,2% do patrimônio líquido, frente aos 82,1% do mês anterior. O pagamento de dividendos recuou para R$ 0,0950 por cota, alinhando-se ao novo guidance do semestre, enquanto a reserva de lucros apresentou leve recuperação para R$ 0,0354 por cota. O valor patrimonial cedeu para R$ 9,19, mas o P/VP avançou para 0,87x. A base de investidores manteve a trajetória ascendente, superando a marca de 10,3 mil cotistas.
Relatório de 2025-12-31
A implementação do primeiro Programa de Recompra de Cotas marcou a dinâmica do **ALZC11** no fechamento de 2025, gerando valor patrimonial direto aos investidores. A gestão adquiriu e cancelou 277.745 cotas com 17% de desconto frente ao valor patrimonial, o que contribuiu para o leve avanço da cota patrimonial para R$ 9,40. No âmbito da alocação, a rotação da carteira continuou com a venda de ativos totalizando R$ 10,7 milhões nos CRIs MLPAR e Scopel Sênior, contrapondo-se à aquisição de R$ 8,9 milhões no CRI São Benedito Vale dos Guimarães. Esse movimento ajustou a exposição em CRIs para 82,1% do patrimônio líquido e elevou o carrego ponderado para IPCA+12,9% a.a., enquanto o caixa subiu para 0,9%. O pagamento de dividendos atingiu R$ 0,1070 por cota, superando o teto do guidance anterior, impulsionado pelo resultado caixa, embora a reserva de lucros estratégica tenha sofrido uma redução expressiva para R$ 0,0322 por cota. O indicador P/VP recuou para 0,82x, refletindo uma marcação a mercado mais pressionada em IPCA+ 14,8%. A base de cotistas manteve o ritmo de crescimento, alcançando 9.946 investidores. O CRI Fragnani segue como o principal risco intrínseco, permanecendo em fase de negociação.
Relatório de 2025-11-28
A intensa rotação do portfólio de crédito ditou a dinâmica do **ALZC11** em novembro de 2025, com a gestão executando R$ 11,1 milhões em venda de ativos (CRIs Balaroti, Copagril e MLPar) e R$ 15,6 milhões em novas aquisições (CRIs Wimo IV, ONM Health e Terras Alpha Betim). Esse movimento estratégico elevou a exposição em CRIs para 83,0% do patrimônio líquido, comprimindo o caixa para um patamar residual de 0,1% e ajustando a parcela de FIIs para 16,9%. O carrego ponderado da carteira encerrou o período em IPCA + 12,8% ao ano. No âmbito da remuneração aos cotistas, o pagamento de dividendos atingiu o teto do guidance, fixado em R$ 0,1000 por cota, superando os R$ 0,0950 do mês anterior. Paralelamente, a reserva de lucros estratégica apresentou uma recomposição robusta, saltando de R$ 0,025 para R$ 0,095 por cota, conferindo maior resiliência para os próximos rendimentos mensais. O valuation do fundo refletiu ajustes mistos: a cota patrimonial recuou levemente para R$ 9,39, impactada por uma marcação a mercado de IPCA+ 14,6%, enquanto o indicador P/VP avançou para 0,85x. A base de investidores manteve o ritmo de expansão, registrando um incremento de 2,0% e totalizando 9.759 cotistas. No monitoramento de riscos, a carteira segue adimplente, com a exceção contínua do CRI Fragnani, que permanece em fase de renegociação.
Relatório de 2025-10-31
A elevação do carrego ponderado para IPCA + 13,2% ao ano e a liquidação de uma tranche de R$ 6 milhões do CRI Meri ditaram o ritmo do **ALZC11** em outubro de 2025. Comparado ao mês anterior, a gestão reduziu a posição de caixa para 1,4% do patrimônio líquido e ajustou a participação em FIIs para 17,6%, mantendo a alocação principal em CRIs no patamar de 81%. Na frente de alocação, houve a aquisição adicional de R$ 2 milhões no CRI ABmais. O pagamento de dividendos foi fixado em R$ 0,0950 por cota, recuando levemente em relação ao teto do guidance anterior (R$ 0,1000), mas ainda dentro da banda projetada para o semestre. A reserva de lucros estratégica sofreu nova retração, passando de R$ 0,034 para R$ 0,025 por cota, sendo utilizada para mitigar os impactos de um IPCA próximo a zero. O valuation da cota patrimonial apresentou leve alta para R$ 9,42, enquanto o indicador P/VP ajustou-se para 0,81x. A base de investidores manteve a trajetória de expansão, alcançando 9.566 cotistas (+0,9%). No aspecto de crédito, a carteira segue adimplente, com a exceção contínua do CRI Fragnani, que permanece em fase de negociação.
Relatório de 2025-09-30
A reestruturação tática da carteira e a venda integral da posição no fundo ARRI11 marcaram a dinâmica do **ALZC11** em setembro de 2025, impulsionando o carrego ponderado para IPCA + 13,0% ao ano. O fundo realizou movimentações ativas para garantir o enquadramento no mandato de crédito (mínimo de 80% em CRIs), liquidando cotas do ARRI11 — o que gerou um leve prejuízo contábil absorvido pela reserva de lucros, agora ajustada para R$ 0,034 por cota (ante R$ 0,0525 no mês anterior). O nível de caixa recuou de 5,22% para aproximadamente 2% do patrimônio líquido. Na frente de aquisições, a gestão alocou R$ 6 milhões no CRI ABmais e rebalanceou as posições nos CRIs Scopel e Copagril. O pagamento de dividendos foi fixado em R$ 0,1000 por cota, retornando ao teto do guidance semestral, enquanto o valuation da cota patrimonial sofreu leve retração para R$ 9,40 (P/VP de 0,83x). A base de investidores manteve o ritmo de expansão, crescendo 2,1% e totalizando 9.479 cotistas.
Relatório de 2025-08-31
O primeiro pagamento de juros do CRI Merí e a venda parcial do CRI MLPAR ditaram o ritmo do **ALZC11** em agosto, elevando a posição de caixa para 5,22% do patrimônio líquido (ante 2,7% no mês anterior). A gestão reduziu a exposição no CRI MLPAR em aproximadamente R$ 4 milhões, visando mitigar a concentração da carteira, e realizou um desembolso adicional de R$ 600 mil no CRI SANCAN. No âmbito dos rendimentos mensais, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,1050 por cota, patamar que segue acima do teto do guidance estipulado para o semestre (R$ 0,09 a R$ 0,10). O carrego da carteira permaneceu estável em IPCA + 12,9% ao ano, enquanto o valor patrimonial se manteve em R$ 9,44, com o indicador P/VP avançando levemente para 0,82x. A reserva de lucros sofreu um pequeno ajuste, passando de R$ 0,056 para R$ 0,0525 por cota, valor retido estrategicamente para linearizar as distribuições frente ao cenário de deflação recente do IPCA (-0,11% no mês). A base de investidores continuou em expansão, registrando um crescimento de 1,9% e alcançando 9.280 cotistas.
Relatório de 2025-07-31
A reciclagem do portfólio com a venda do CRI Assaí e a aquisição do CRI Merí impulsionou o carrego da carteira do **ALZC11** para IPCA + 12,9% ao ano neste mês. O valor patrimonial da cota apresentou recuperação, passando de R$ 9,36 para R$ 9,44, enquanto o indicador P/VP comprimiu para 0,80x. No âmbito dos rendimentos mensais, o fundo deliberou o pagamento de dividendos de R$ 0,1050 por cota, superando o teto do guidance estipulado para o semestre (R$ 0,09 a R$ 0,10). Esse incremento na distribuição foi viabilizado por ganhos de capital relevantes na venda de ativos, o que também permitiu a constituição de uma reserva de lucros robusta de R$ 0,056 por cota, revertendo o consumo observado no mês anterior. A base de investidores manteve a trajetória de alta, alcançando 9.104 cotistas (+2,9%). A alocação atual reflete 77,6% em CRIs, 19,7% em FIIs e uma redução do caixa para 2,7%, evidenciando a rápida implantação de capital nas novas operações estruturadas.
Relatório de 2025-06-30
A finalização do ajuste contábil do CRI Fragnani e o impacto da desinflação nos rendimentos mensais ditaram a dinâmica do **ALZC11** neste fechamento de semestre. O valor patrimonial da cota recuou de R$ 9,44 para R$ 9,36, refletindo a consolidação da remarcação do ativo em Recuperação Judicial para 20% do saldo devedor e a provisão para o pagamento da taxa de performance do período. No front de proventos, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,1019 por cota, exigindo o consumo de R$ 0,0325 de reservas acumuladas para mitigar a queda do IPCA. Diante do cenário macroeconômico, a gestão emitiu um novo guidance projetando distribuições entre R$ 0,09 e R$ 0,10 para o segundo semestre. A carteira de crédito apresentou leve alta no carrego, passando para IPCA + 12,6% ao ano, enquanto as amortizações regulares elevaram o caixa para R$ 7,5 milhões (3,9% do PL), montante já direcionado para a estruturação de um novo CRI. A base de investidores manteve o ritmo de expansão, crescendo 3,6% e totalizando 8.845 cotistas, com o P/VP atual comprimido a 0,88.
Relatório de 2025-05-31
A reavaliação do CRI Fragnani e a expansão da base de cotistas ditaram o ritmo do **ALZC11** neste mês. O fundo registrou um aumento expressivo de 8,9% no número de investidores após o primeiro mês completo de negociação desdobrada (base 10). No lado da alocação, a gestão seguiu com a venda de ativos, reduzindo a exposição em fundos imobiliários de 20,7% para 19,2%, com destaque para a troca de posições do AURB pelo GGRC para otimizar a geração de resultados. A carteira de crédito agora apresenta um carrego de IPCA + 12,5% ao ano, impulsionada pela nova aquisição de R$ 1 milhão em Notas Comerciais do projeto Jardim Calixto. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,1150 por cota, consumindo parte da reserva de lucros, que recuou para R$ 0,032/cota diante da desaceleração inflacionária. No valuation, o valor patrimonial sofreu leve impacto, caindo para R$ 9,44, refletindo a remarcação do CRI Fragnani para 20% do saldo devedor original devido à sua Recuperação Judicial. O P/VP atual situa-se em 0,92.
Relatório de 2025-04-30
A aprovação do desdobramento de cotas na proporção de 1 para 10 e a alocação de R$ 11,5 milhões em novos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) reconfiguraram a dinâmica do **ALZC11** neste mês. Com a movimentação do caixa, que recuou de 8,6% para 3,9% do patrimônio líquido, o fundo adicionou os CRIs Pereda e Bodytech ao portfólio, ajustando o carrego médio ponderado da carteira de crédito para IPCA + 12,3% ao ano (ante 12,6% no mês anterior). A estratégia de venda de ativos herdados continuou, reduzindo a exposição em fundos imobiliários para 20,7%. O impacto positivo do IPCA de fevereiro impulsionou a geração de caixa, permitindo o pagamento de dividendos de R$ 0,115 por cota (já na nova base 10), superando o guidance da gestão e elevando a reserva de lucros para R$ 0,050 por cota. No valuation atual, o fundo negocia com um P/VP de 0,91 e cota patrimonial de R$ 9,72. Do lado dos riscos intrínsecos, o CRI Fragnani (1,7% do PL) permanece inadimplente e entrou em fase de deliberação em assembleia para definição das próximas medidas legais.