Relatório de 2026-04-30
A desvalorização da cota patrimonial em R$ 0,12 e a forte compressão da rentabilidade líquida para IPCA + 1,4% ao ano marcaram a dinâmica do **VGHF11** em abril de 2026. O nível de alocação do fundo subiu para 103,5% do patrimônio líquido (ante 102,7% em março), embora o montante total investido tenha recuado levemente para R$ 1.453,4 milhões. A estratégia de portfólio inverteu a tendência do mês anterior: a carteira VALOR reduziu sua participação para 52,5% após vendas líquidas de R$ 730 mil em cotas de FIIs líquidos, enquanto a carteira RENDA avançou para 47,5%, impulsionada por compras de R$ 23,0 milhões, com destaque para a aquisição de R$ 20,8 milhões no CRI Helbor 86E. A alavancagem via compromissadas reversas continuou em trajetória de queda, atingindo R$ 42,8 milhões (3,0% do PL) ao custo de CDI + 0,84% ao ano. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,07 por cota, mantendo o interesse de investidores que buscam avaliar o valuation e os rendimentos mensais para decidir se o ativo vale a pena. No aspecto de crédito, os CRIs Selina continuam marcados a zero, sem novos eventos de inadimplência registrados na carteira.
Relatório de 2026-03-31
A compressão da rentabilidade líquida para IPCA + 5,5% ao ano e a variação patrimonial negativa de R$ 0,08 por cota ditaram o ritmo do **VGHF11** em março de 2026. O nível de investimento do fundo recuou de 103,2% para 102,7% do patrimônio líquido, totalizando R$ 1.463,2 milhões alocados. A dinâmica de portfólio evidenciou a carteira VALOR passando a representar 53,0% dos ativos-alvo (ante 52,7% no mês anterior), impulsionada por vendas líquidas de R$ 5,4 milhões em cotas de FIIs líquidos. Em contrapartida, a carteira RENDA reduziu sua fatia para 47,0%, apesar de compras líquidas de R$ 4,1 milhões, com destaque para a aquisição de R$ 30,5 milhões no CRI João Dias. A alavancagem via compromissadas reversas apresentou leve queda, fechando em R$ 50,0 milhões (3,5% do PL) ao custo de CDI + 0,84% ao ano. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, o que atrai investidores buscando avaliar o valuation e se o ativo vale a pena, embora o carrego tenha sofrido compressão frente aos 6,8% reportados em fevereiro. No front de crédito, os CRIs Selina seguem marcados a zero, sem novos eventos de inadimplência, mantendo os rendimentos mensais protegidos de novos calotes.
Relatório de 2026-02-27
A leve redução na exposição a ações e cotas de FIIs marcou a dinâmica de alocação do **VGHF11** em fevereiro de 2026, com a carteira VALOR recuando para 52,7% dos ativos-alvo após vendas líquidas de R$ 2,9 milhões. Em contrapartida, a carteira RENDA subiu para 47,3% mediante compras líquidas de R$ 421 mil em CRIs. O nível total de investimento apresentou leve queda, passando de 103,7% no mês anterior para 103,2% do patrimônio líquido (R$ 1.483,8 milhões alocados em 138 ativos). A alavancagem via compromissadas reversas manteve-se estável em 3,6% do PL (R$ 51,6 milhões) a um custo de CDI + 0,84% ao ano. Para o investidor que avalia o valuation e pondera se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, o que representa uma rentabilidade líquida equivalente a IPCA + 6,8% ao ano, evidenciando uma compressão em relação aos 7,8% reportados anteriormente. No aspecto de crédito, a gestão reporta que os CRIs Selina continuam marcados a zero, sem novos eventos de inadimplência na carteira, mantendo a distribuição de rendimentos mensais blindada de novos calotes.
Relatório de 2026-01-30
A inversão de protagonismo entre as estratégias internas marcou a alocação do **VGHF11** neste início de ano, com a carteira VALOR assumindo a dianteira ao atingir 52,9% dos ativos-alvo. Esse movimento foi impulsionado por compras líquidas de R$ 46,3 milhões em ações de equity e cotas de FIIs. Em contrapartida, a carteira RENDA sofreu uma redução para 47,1%, reflexo da venda de ativos que somou R$ 61,3 milhões líquidos, destacando-se a liquidação total das posições nos CRIs Matarazzo 545S e Mabu 402S. Para o investidor que analisa o valuation e pondera se o ativo vale a pena, o carrego do mês entregou uma variação patrimonial positiva de R$ 0,07 por cota, tracionada pela alta de 2,25% do IFIX. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,07 por cota, o que traduz uma rentabilidade líquida de IPCA + 7,8% ao ano. O nível de investimento recuou levemente para 103,7% do patrimônio líquido (R$ 1.485,8 milhões), enquanto a alavancagem via compromissadas reversas manteve-se em 3,6% (R$ 51,6 milhões). No front de crédito, os rendimentos mensais seguem blindados contra novos calotes, mas os CRIs Selina continuam marcados a zero, exigindo monitoramento contínuo da saúde financeira dos devedores remanescentes.
Relatório de 2025-12-31
A expressiva valorização da cota patrimonial em R$ 0,12 protagonizou o encerramento do ano para o **VGHF11**, impulsionada pela alta de 3,14% do IFIX e consequente reprecificação da carteira de fundos imobiliários. Em contraste com o avanço tímido de R$ 0,02 do mês anterior, o retorno total de dezembro atingiu 27,7% ao ano sobre a cota patrimonial. O pagamento de dividendos manteve a estabilidade em R$ 0,07 por cota, entregando uma rentabilidade líquida de IPCA + 8,7% ao ano. Na alocação de capital, o nível de investimento subiu de 101,3% para 104,4% do patrimônio líquido (R$ 1.492,2 milhões), enquanto a alavancagem via compromissadas reversas recuou de 4,0% para 3,6% (R$ 51,8 milhões). A rotação de portfólio continuou ativa: a carteira VALOR recebeu R$ 15,3 milhões líquidos, com destaque para a aquisição do GARE11, passando a representar 48,9% dos ativos-alvo. Já a carteira RENDA teve compras líquidas de R$ 28,7 milhões, focadas no Valora CRI Pré FII, reduzindo marginalmente sua fatia relativa para 51,1% após dinâmicas de venda de ativos. Para o investidor que avalia o valuation e pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego exige atenção à inadimplência dos CRIs Selina, que seguem marcados a zero, embora a gestão reporte que os rendimentos mensais e o restante da carteira de crédito continuam saudáveis.
Relatório de 2025-11-28
A valorização da cota patrimonial em R$ 0,02, impulsionada pelo fechamento das taxas de juros das curvas NTN-B, marcou a recuperação de capital no mês, contrastando com a variação negativa observada no período anterior. O pagamento de dividendos do **VGHF11** manteve-se estável em R$ 0,07 por cota, refletindo uma rentabilidade líquida de 11,44% ao ano. Aprofundando a rotação estratégica iniciada nos meses prévios, a gestão intensificou o peso da carteira VALOR, que saltou de 46,6% para 48,8% dos ativos-alvo após aquisições líquidas de R$ 43,3 milhões, com destaque para aportes na SPE BM Varejo S.A. (Complexo Cidade Matarazzo). Em paralelo, a carteira RENDA registrou venda de ativos na ordem de R$ 4,6 milhões, reduzindo sua fatia para 51,2%. O nível de alocação total subiu levemente para 101,3% do patrimônio líquido, enquanto a alavancagem via operações compromissadas reversas recuou de 4,4% para 4,0% (R$ 56,2 milhões). Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o carrego de riscos ainda exige atenção à inadimplência intrínseca, visto que os CRIs Selina permanecem marcados a zero, embora o restante da carteira de crédito siga adimplente e os rendimentos mensais continuem consistentes.
Relatório de 2025-10-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,07 por cota e a variação patrimonial negativa de R$ 0,03 ditaram o ritmo do **VGHF11** em outubro de 2025. Aprofundando a rotação de portfólio iniciada no mês anterior, a gestão intensificou as compras na carteira VALOR, com aquisições líquidas de R$ 37,9 milhões (foco em SPEs como o Complexo Cidade Matarazzo e cotas de FIIs), elevando sua representatividade para 46,6% dos ativos-alvo. Em contrapartida, a carteira RENDA sofreu expressiva venda de ativos, totalizando saídas líquidas de R$ 76,5 milhões, predominantemente em CRIs, o que reduziu seu peso para 53,4%. O nível de alocação total recuou de 103,7% para 101,0% do patrimônio líquido, enquanto as operações compromissadas reversas subiram para R$ 62,2 milhões (4,4% do PL). Para os investidores que avaliam os fundamentos para decidir se o ativo vale a pena, o carrego de riscos permanece pressionado pela desvalorização da carteira de FIIs e pela manutenção da inadimplência nos CRIs Selina, além do travamento contínuo na alienação dos terrenos atrelados ao CRI Guaicurus.
Relatório de 2025-09-30
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,08 por cota e a retomada de aquisições na carteira Valor marcaram a dinâmica do **VGHF11** em setembro de 2025. Revertendo o movimento de desinvestimento do mês anterior, a gestão realizou compras líquidas de R$ 10,8 milhões em ativos da estratégia Valor, com foco em SPEs residenciais em São Paulo e ações da You Inc. Essa movimentação elevou a representatividade dessa tese para 42,9% do total de ativos-alvo, enquanto a carteira Renda teve seu peso diluído para 57,1%. A alocação total do patrimônio subiu para 103,7%, e as operações compromissadas reversas oscilaram levemente para R$ 58,3 milhões (4,0% do PL). Os rendimentos mensais distribuídos representaram uma rentabilidade líquida anualizada de 11,3%, inferior ao patamar de 13,5% registrado em agosto. Na vertente de valuation, a cota patrimonial registrou um avanço de R$ 0,04, impulsionada pela remarcação de SPEs e valorização dos FIIs na esteira da alta do IFIX. Para os investidores que analisam os fundamentos para decidir se o ativo vale a pena, o carrego de riscos permanece inalterado: os CRIs Selina continuam inadimplentes e marcados a zero, e a venda de ativos atrelados ao CRI Guaicurus segue travada por diligências jurídicas pendentes.
Relatório de 2025-08-29
A realização de ganhos de capital na carteira Valor e a variação patrimonial positiva ditaram o ritmo do **VGHF11** em agosto de 2025. Revertendo a tendência do mês anterior, a gestão executou uma venda líquida de R$ 24,0 milhões em FIIs e ações, reduzindo a representatividade da estratégia Valor para 42,0% dos ativos-alvo. Em contrapartida, a carteira Renda absorveu aquisições líquidas de R$ 7,8 milhões, elevando seu peso para 58,0%. A alocação total recuou para 103,2% do patrimônio líquido, enquanto as operações compromissadas reversas mantiveram-se estáveis em R$ 57,5 milhões (4,1% do PL). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, entregando uma rentabilidade líquida anualizada de 13,5%. Diferente de julho, a cota patrimonial registrou um avanço de R$ 0,03, beneficiada pelo fechamento das taxas das NTN-Bs na marcação a mercado dos CRIs atrelados ao IPCA. Para investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena, o carrego de riscos intrínsecos exige atenção: os CRIs Selina permanecem inadimplentes e marcados a zero, e a monetização do CRI Guaicurus segue travada por diligências jurídicas pendentes.
Relatório de 2025-07-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,09 por cota e a inversão de fluxo entre as estratégias marcaram o mês de julho de 2025 para o **VGHF11**. A alocação total subiu para 104,9% do patrimônio líquido, enquanto as operações compromissadas reversas recuaram levemente para R$ 56,8 milhões (4,1% do PL). Diferente do mês anterior, a carteira Valor voltou a ganhar peso, passando a representar 43,5% dos ativos-alvo (ante 40,9%), impulsionada por aquisições líquidas de R$ 45,0 milhões, com destaque para o aporte de R$ 52,5 milhões no FII Valora FOF e R$ 34,1 milhões em SPEs residenciais. Em contrapartida, a carteira Renda sofreu vendas líquidas de R$ 27,2 milhões, caindo para 56,5%. A rentabilidade líquida anualizada recuou para 12,1%, e a variação patrimonial foi negativa em R$ 0,07 por cota, pressionada pela queda do IFIX e abertura das taxas das NTN-Bs. No monitoramento de riscos, a inadimplência dos CRIs Selina e os entraves jurídicos na venda de ativos do CRI Guaicurus permanecem inalterados. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a dinâmica de alocação tática e a marcação a mercado são fatores centrais de valuation.
Relatório de 2025-06-30
O aumento da distribuição para R$ 0,10 por cota e a reclassificação estratégica de ativos reconfiguraram o balanço do **VGHF11** em junho de 2025. A alocação total avançou para 103,9% do patrimônio líquido, impulsionada pelo crescimento das operações compromissadas reversas, que saltaram de R$ 46,4 milhões para R$ 58,5 milhões (4,1% do PL). Diferente do mês anterior, o fluxo entre as carteiras inverteu-se novamente: a carteira Renda subiu para 59,1% dos ativos-alvo (ante 55,7%), motivada por aquisições líquidas de R$ 9,7 milhões e pela reclassificação do fundo 'Aquisição de Unidades FII'. Consequentemente, a carteira Valor recuou para 40,9%, mesmo com R$ 20,7 milhões em novas aquisições. O pagamento de dividendos mensais subiu, refletindo uma rentabilidade líquida anualizada de 15,8% sobre a cota patrimonial. A variação patrimonial dobrou em relação a maio, registrando +R$ 0,02 por cota, ancorada na valorização dos FIIs investidos. No monitoramento de riscos, o cenário permanece inalterado: os CRIs Selina continuam inadimplentes e marcados a zero, e a venda de ativos atrelados ao CRI Guaicurus segue travada por diligências. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atualizado e o aumento da alavancagem são métricas essenciais de valuation.
Relatório de 2025-05-30
O aumento da alavancagem via compromissadas reversas para R$ 46,4 milhões e a inversão de fluxo entre as carteiras Valor e Renda ditaram a dinâmica do **VGHF11** em maio de 2025. A alocação total subiu para 103,0% do patrimônio líquido, com a carteira Valor passando a representar 44,3% dos ativos-alvo após aquisições líquidas de R$ 6,3 milhões, destacando-se aportes em SPEs. Em contrapartida, a carteira Renda recuou para 55,7% mediante a venda de ativos líquidos no montante de R$ 1,7 milhão em CRIs e FIIs. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, refletindo uma rentabilidade líquida anualizada de 13,4% sobre a cota patrimonial, inferior aos 14,3% do mês anterior. A variação patrimonial foi de R$ 0,01 por cota, sustentada pela marcação a mercado positiva dos FIIs. No campo dos riscos intrínsecos, os CRIs Selina seguem inadimplentes e marcados a zero, enquanto a venda dos terrenos atrelados ao CRI Guaicurus permanece travada por diligências jurídicas. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atual, o nível de endividamento e a gestão ativa de portfólio continuam como os principais balizadores de valuation.
Relatório de 2025-04-30
O avanço da alocação para 102,7% do patrimônio líquido e o aumento das operações compromissadas reversas para R$ 35,3 milhões ditaram o ritmo operacional do **VGHF11** em abril de 2025. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, entregando uma rentabilidade líquida anualizada de 14,3% sobre a cota patrimonial, levemente inferior aos 15,2% do ciclo anterior. O mês registrou uma variação patrimonial positiva ampliada de R$ 0,10 por cota, impulsionada pela marcação a mercado favorável na carteira de FIIs e pelo fechamento das taxas das NTN-Bs, que beneficiou os CRIs atrelados à inflação. Na dinâmica de portfólio, a carteira Renda subiu para 56,0% dos ativos-alvo após a aquisição líquida de R$ 29,8 milhões em CRIs indexados ao IPCA (taxa média de IPCA + 10,4%), com destaque para os CRIs Realiza e VFDL. Em paralelo, a carteira Valor recuou para 44,0%, mesmo com aportes de R$ 10,5 milhões em SPEs, como a Gamaro Maracatins. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego atual, o nível de alavancagem e a persistência de inadimplências específicas (como o caso Selina) continuam como os principais balizadores de valuation.
Relatório de 2025-03-31
A alocação integral do patrimônio líquido, que atingiu a marca de 100,0% (R$ 1,39 bilhão), e a variação patrimonial positiva de R$ 0,06 por cota ditaram o ritmo operacional neste mês. O **VGHF11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, o que elevou a rentabilidade líquida anualizada para 15,2% sobre a cota patrimonial, superando os 14,4% do ciclo anterior. A dinâmica de portfólio evidenciou uma leve inversão de pesos: a carteira Renda passou a representar 55,9% dos ativos-alvo, impulsionada pela aquisição de R$ 30,0 milhões no CRI Helbor 86E (CDI + 3,00%), enquanto a carteira Valor recuou para 44,1%, mesmo beneficiada pela alta de 6,15% do IFIX que valorizou as posições em fundos imobiliários. No campo dos riscos, a inadimplência dos CRIs Selina persiste com marcação a zero e sem prazo de resolução, enquanto a venda atrelada ao CRI Guaicurus segue pendente de diligência ambiental. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego atual, o nível de alavancagem via compromissadas reversas (R$ 20,7 milhões) e o desfecho das garantias continuam sendo os principais balizadores de valuation.