Relatório de 2026-04-30
A convocação de uma nova emissão de cotas e o recuo no resultado total ditaram a dinâmica do **TVRI11** em abril de 2026. Comparado ao mês anterior, a geração de caixa do fundo recuou de R$ 1,13 para R$ 1,04 por cota, refletindo um menor volume de receitas não recorrentes. Apesar da retração, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota, estabilizando o saldo retido em R$ 0,67/cota. No valuation, a cota patrimonial registrou leve desvalorização, passando de R$ 104,19 para R$ 104,10, o que, aliado ao preço de tela de R$ 97,55, ajustou a relação P/VP para 0,94. A liquidez diária (ADTV) também apresentou contração, caindo para R$ 1,10 milhão. No carrego imobiliário, a vacância física permaneceu inalterada em 5,7%, com o aluguel médio estabilizado em R$ 61,6/m². Do lado dos riscos intrínsecos, a inadimplência do comprador da Agência Brás persistiu no trimestre, exigindo tratativas contínuas, embora a propriedade do ativo ainda esteja retida pelo fundo como garantia. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o relatório gerencial destaca a busca por diversificação e alongamento de contratos via nova captação, em meio ao atual ciclo de venda de ativos e reciclagem da carteira.
Relatório de 2026-03-31
A elevação do resultado total para R$ 1,13 por cota e o aumento no número de agências em aviso prévio de rescisão ditaram o ritmo operacional do **TVRI11** em março de 2026. Comparado ao mês anterior, o fundo apresentou uma recuperação na geração de caixa, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota e o incremento do saldo retido para R$ 0,67/cota. No valuation, o patrimônio sofreu leve desvalorização, com a cota patrimonial passando para R$ 104,19, o que ajustou a relação P/VP para 0,96. A liquidez diária (ADTV) recuou marginalmente para R$ 1,19 milhão. Do lado imobiliário, a vacância física permaneceu estável em 5,7%, mas o aluguel médio subiu para R$ 61,6/m². Contudo, os riscos de desocupações futuras se agravaram: com as novas notificações das agências Praça Rui Barbosa-Bauru e Belém-Centro, o portfólio passa a contabilizar sete ativos em período de aviso prévio. Além disso, a inadimplência nas parcelas de venda de ativos (Agência Brás) persistiu no trimestre, exigindo tratativas junto ao devedor. Estes dados de carrego e valuation são fundamentais para os investidores avaliarem se o ativo vale a pena no atual ciclo de reciclagem da carteira.
Relatório de 2026-02-27
A formalização da rescisão do Edifício CACEX e o aumento das notificações de devolução de agências bancárias marcaram a transição operacional do **TVRI11** em fevereiro. O resultado total recuou de R$ 1,44 para R$ 0,93 por cota, exigindo o consumo de reservas para manter o pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota. Com isso, o saldo retido caiu para R$ 0,60/cota. No valuation, o patrimônio teve leve ajuste, com a cota patrimonial fechando em R$ 104,24, e a relação P/VP recuou para 0,97. Em contrapartida, a liquidez diária (ADTV) apresentou melhora significativa, saltando para R$ 1,22 milhão. A gestão de portfólio enfrenta novos riscos com a inadimplência nas parcelas de venda de ativos (Agência Brás) e o acúmulo de cinco agências em aviso prévio, incluindo a recente notificação da Agência Praça XV de Novembro/BESC. Apesar das pressões na vacância física, que encerrou em 5,7%, o aluguel médio teve leve alta para R$ 60,3/m². Esses dados de carrego e valuation são essenciais para investidores avaliarem se o ativo vale a pena no atual contexto de reciclagem da carteira.
Relatório de 2026-02-03
Fundo **TVRI11** recebe notificação de rescisão antecipada de três contratos de locação pelo Banco do Brasil S.A., representando redução de 4,7% da receita atual do portfólio.
No dia 3 de fevereiro de 2026, a administradora do fundo imobiliário **TVRI11** informou que o locatário Banco do Brasil S.A. manifestou a intenção de rescindir antecipadamente os contratos de aluguel de três imóveis situados no Rio de Janeiro (RJ), São José do Rio Preto (SP) e Belo Horizonte (MG). O encerramento produzirá efeitos após o cumprimento de avisos prévios de 180 e 270 dias, com possibilidade de aplicação de multa contratual em favor do **TVRI11**.
Relatório de 2026-01-30
A venda da Agência Toledo e o salto no resultado total para R$ 1,44 por cota redefiniram a dinâmica financeira do **TVRI11** neste mês, permitindo a recomposição do saldo retido para R$ 0,71/cota. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota, mas a relação P/VP alcançou a marca de 1,00, impulsionada pela leve alta do patrimônio, com a cota patrimonial fechando em R$ 104,34. O volume de venda de ativos acumulado subiu para R$ 162,7 milhões (42% acima do laudo), gerando lucro não recorrente que sustenta os rendimentos mensais. O aluguel médio do portfólio avançou para R$ 60,2/m², reflexo direto da reciclagem da carteira. Por outro lado, a liquidez diária (ADTV) recuou para R$ 0,88 milhão. No radar de riscos, o término do aviso prévio do Edifício CACEX e novas notificações de rescisão antecipada de três agências bancárias exigem atenção, projetando pressões futuras na vacância. Esses dados de carrego e valuation são fundamentais para investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual ciclo de gestão ativa.
Relatório de 2026-01-15
O fundo **TVRI11** formalizou a venda do imóvel denominado Agência Toledo, localizado em Toledo/PR, pelo valor total de R$ 13.000.000,00. A transação deste ativo imobiliário foi realizada por meio de escritura pública com pacto adjeto de alienação fiduciária em garantia.
O recebimento dos recursos decorrentes da venda de ativos será parcelado, com a primeira parcela de R$ 4.550.000,00 paga na data de assinatura do documento. O saldo remanescente será liquidado em quatro parcelas semestrais de R$ 2.112.500,00 cada, não havendo estimativas publicadas neste documento sobre o impacto imediato no pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-12-31
A conclusão da aquisição de dois novos ativos com cap rate superior a 10% marcou a alocação de capital do **TVRI11** neste mês, impulsionando o aluguel médio do portfólio para R$ 59,8/m². O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota, mas o resultado total gerado recuou levemente para R$ 0,95/cota, o que exigiu novo consumo de reservas, reduzindo o saldo retido de R$ 0,43 para R$ 0,32/cota. No aspecto de valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 104,24, elevando a relação P/VP para 0,96, enquanto a liquidez diária (ADTV) apresentou queda, fechando em R$ 0,96 milhão. A estratégia de venda de ativos segue destravando valor, acumulando R$ 149,7 milhões em alienações (41% acima do laudo), gerando lucro não recorrente. A vacância física permaneceu inalterada em 3,2%, porém a gestão continua monitorando o risco de desocupação do CSL Curitiba e do Edifício CACEX, que juntos representam um impacto potencial de 6,66% nas receitas. Esses dados de carrego e rentabilidade são essenciais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual contexto de reciclagem de portfólio.
Relatório de 2025-12-19
O fundo de investimento imobiliário **TVRI11** anunciou a conclusão da escritura pública de compra e venda para a aquisição de um imóvel de varejo comercial destinado a hortifruti, localizado no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro/RJ. A propriedade possui uma área total de 2.880 m² e a operação foi acordada pelo montante total de R$ 25.000.000,00.
O pagamento do ativo pelo **TVRI11** será efetuado de forma parcelada, compreendendo um aporte inicial de R$ 13.200.000,00 quitado na data de assinatura do contrato, seguido de duas parcelas adicionais de R$ 5.900.000,00 cada, com vencimentos estabelecidos para os prazos de 6 e 12 meses após a formalização do negócio.
Relatório de 2025-12-11
O fundo de investimento imobiliário **TVRI11** comunicou a assinatura de um contrato de cessão onerosa de cotas para a aquisição de 100% das cotas de emissão do Bluerock One Fundo de Investimento Imobiliário Responsabilidade Limitada (FII Bluerock). A transação foi fechada pelo valor total de R$ 21.567.759,52.
A aquisição de ativos representa uma movimentação direta no portfólio do **TVRI11**, sendo que os detalhes adicionais sobre a operação foram disponibilizados pela gestão por meio de link externo de apoio.
Relatório de 2025-11-30
O reajuste inflacionário aplicado a 52 ativos impulsionou o aluguel médio do **TVRI11** para R$ 57,0/m², marcando uma evolução operacional no mês, enquanto a liquidez diária (ADTV) se recuperou para R$ 1,04 milhão. No aspecto de valuation, a cota patrimonial registrou leve recuo para R$ 103,91, ajustando a relação P/VP para 0,92. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota, o que demandou novamente o consumo de reservas acumuladas, visto que o resultado total gerado foi de R$ 0,97/cota. Com isso, o saldo retido caiu de R$ 0,51 para R$ 0,43/cota. A vacância física permaneceu estável em 3,2%, mas o fundo segue monitorando o impacto potencial de 6,66% nas receitas devido às futuras desocupações do CSL Curitiba e Edifício CACEX. Paralelamente, a assinatura de um aditivo no contrato da Agência Florianópolis estendeu o vencimento para 2032, reforçando as garantias de locação. Esses dados de carrego e rentabilidade são essenciais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual contexto de reciclagem de portfólio e venda de ativos.
Relatório de 2025-10-31
A retração na liquidez diária e o consumo contínuo de reservas marcaram o mês do **TVRI11**, evidenciando os desafios de carrego no curto prazo. O volume médio de negociação (ADTV) recuou para R$ 0,85 milhão, revertendo a recuperação observada no mês anterior. No aspecto de valuation, o patrimônio do fundo sofreu um leve ajuste, com a cota patrimonial caindo para R$ 104,01 e pressionando a relação P/VP para 0,90. A distribuição de rendimentos mensais foi mantida em R$ 1,05 por cota, o que exigiu novamente o uso de lucros acumulados, visto que o resultado gerado permaneceu em R$ 0,96/cota. Consequentemente, o saldo retido caiu de R$ 0,61 para R$ 0,51/cota. Operacionalmente, a vacância física segue controlada em 3,2% e o aluguel médio estabilizado em R$ 56,3/m². Contudo, os riscos atrelados às desocupações futuras do CSL Curitiba e Edifício CACEX mantêm um impacto potencial de 6,66% nas receitas. A gestão segue focada na venda de ativos e na realocação dos espaços vagos para mitigar esses efeitos, fatores essenciais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no cenário atual.
Relatório de 2025-09-30
A notificação de devolução do imóvel CSL Curitiba alterou a dinâmica de risco de vacância do **TVRI11** neste mês, somando-se à desocupação prévia do Edifício CACEX para um impacto potencial de 6,66% nas receitas futuras. Apesar desse revés operacional, o pagamento de dividendos foi sustentado no patamar de R$ 1,05 por cota, exigindo o consumo de reservas acumuladas, visto que a geração de caixa total recuou de R$ 1,26 para R$ 0,96 por cota, deixando o saldo retido em R$ 0,61/cota. No aspecto de valuation, a cota patrimonial sofreu leve ajuste negativo para R$ 104,11, mas a relação P/VP avançou para 0,91 devido à valorização a mercado. Um ponto de alívio para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no curto prazo foi a recuperação da liquidez diária (ADTV), que saltou 26,3% em relação a agosto, retornando à marca de R$ 1,08 milhão. A tese de reciclagem de portfólio segue inalterada com as mesmas 7 vendas de ativos consolidadas, enquanto a gestão foca na realocação dos espaços vagos e no repasse de inflação, que já elevou o aluguel médio para R$ 56,3/m².
Relatório de 2025-08-31
A venda integral da Agência Paraíso por R$ 18,1 milhões marcou a dinâmica de agosto para o **TVRI11**, gerando um ganho de capital de R$ 0,28 por cota e sustentando o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,05 por cota. Em contraste com o mês anterior, onde o resultado total havia alcançado R$ 1,36/cota, a geração de caixa recuou para R$ 1,26/cota, com as receitas não recorrentes representando agora 22,4% do montante (ante 28% no período prévio). No aspecto de valuation e patrimônio, a cota patrimonial apresentou leve avanço, passando de R$ 103,93 para R$ 104,21, o que manteve a relação P/VP ancorada em 0,89. O principal ponto de alerta do mês recai sobre a liquidez diária (ADTV), que sofreu uma forte contração, despencando da faixa de R$ 1,83 milhão para R$ 0,85 milhão. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estável em 3,2%, e a gestão mitigou riscos ao estender o contrato da Agência Florianópolis até 2032, enquanto segue administrando o aviso prévio do Edifício CACEX. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no longo prazo, a tese de reciclagem segue como motor principal, acumulando 7 vendas e R$ 149,7 milhões com prêmio médio de 41% sobre os laudos.
Relatório de 2025-08-01
O fundo de investimento imobiliário **TVRI11** comunicou a conclusão da venda do imóvel denominado Agência Paraíso, localizado na cidade de São Paulo/SP. A operação de venda de ativos foi finalizada por meio da lavratura da escritura definitiva de compra e venda.
O valor total da transação foi de R$ 18.139.000,00, recebido integralmente na data de divulgação do comunicado pelo **TVRI11**. Detalhes sobre a destinação dos recursos ou impactos no pagamento de dividendos não foram especificados no documento.
Relatório de 2025-07-31
A forte contribuição de receitas não recorrentes oriundas da venda de ativos impulsionou o pagamento de dividendos do **TVRI11** neste mês, atingindo R$ 1,05 por cota. Esse movimento reflete a formalização da venda da Agência Maringá e o recebimento de parcelas de alienações anteriores, que representaram 28% do resultado mensal (R$ 1,36/cota gerado). Em contrapartida ao avanço na distribuição, a liquidez diária (ADTV) recuou para R$ 1,83 milhão, uma queda de 13,6% em relação ao pico do mês anterior, enquanto a cota patrimonial sofreu leve ajuste negativo para R$ 103,93, comprimindo a relação P/VP para 0,89. No âmbito operacional, a vacância física oscilou ligeiramente para cima, marcando 3,2%, em um cenário onde a gestão segue lidando com o aviso prévio de devolução do Edifício CACEX. Para investidores que pesquisam os fundamentos e avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo, a estratégia de reciclagem de portfólio continua sendo o principal motor de destravamento de valuation, acumulando R$ 149,7 milhões em vendas com prêmio médio de 41% sobre os laudos, reforçando a tese de gestão ativa na alocação de capital.
Relatório de 2025-07-03
O fundo de investimento imobiliário **TVRI11** comunicou a conclusão da promessa de compra e venda do imóvel conhecido como Agência Maringá, localizado em Maringá/PR. Esta importante venda de ativos foi fechada pelo valor total de R$ 24.000.000,00, estruturada em um cronograma de pagamentos parcelados ao longo de 24 meses.
O recebimento dos recursos pela alienação do ativo do **TVRI11** foi iniciado com uma primeira parcela de R$ 5.000.000,00 paga na data de assinatura do instrumento. O saldo restante de R$ 19.000.000,00 será liquidado pelo comprador em quatro parcelas semestrais consecutivas de R$ 4.750.000,00 cada, reforçando a liquidez de caixa do fundo.
Relatório de 2025-06-30
A reavaliação patrimonial positiva e o salto expressivo na liquidez diária redefiniram o fechamento do semestre para o **TVRI11**. Em contraste com o recuo observado no mês anterior, o volume médio de negociação diária (ADTV) disparou 162%, atingindo R$ 2,12 milhões. O valuation do fundo foi diretamente impactado pela nova avaliação da Cushman & Wakefield, que elevou o valor contábil dos imóveis em 2,76%, resultando em um avanço de 2,50% na cota patrimonial, agora cotada a R$ 104,05. A relação P/VP manteve-se estável em 0,91, assim como a vacância física, cravada em 3,1%. No âmbito operacional, o resultado total subiu para R$ 0,96 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,03 por cota (dividend yield anualizado de 13,12%). Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena no longo prazo, a gestão ativa trouxe novidades mistas: por um lado, mitigou levemente o risco de vencimento em bloco ao estender o contrato da Agência Florianópolis até 2032; por outro, recebeu aviso de devolução do Edifício CACEX, que responde por 2,4% das receitas. Além disso, a estratégia de reciclagem avançou com a venda de ativos, destacando-se a alienação da Agência Maringá por R$ 24 milhões, com prêmio de 37% sobre o laudo, reforçando a tese de destravamento de valor do portfólio.
Relatório de 2025-05-30
A redução da vacância física para 3,1% e o aumento do aluguel médio por metro quadrado marcaram a dinâmica operacional do **TVRI11** em maio de 2025, refletindo os primeiros efeitos práticos da alienação de ativos defasados. Em comparação ao mês anterior, o fundo apresentou uma retração na liquidez média diária, que recuou de R$ 1,22 milhão para R$ 0,81 milhão, enquanto a relação P/VP registrou leve avanço, passando de 0,88 para 0,91. No aspecto de resultados, o lucro total gerado foi de R$ 0,93 por cota, impactado por um efeito não recorrente negativo de R$ 0,03 por cota referente ao descasamento de caixa no pagamento de custos das vendas de abril. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,03 por cota, a gestão utilizou parte de sua reserva de lucros, que caiu de R$ 0,57 para R$ 0,47 por cota. Investidores que monitoram o carrego de longo prazo e avaliam se o ativo vale a pena devem observar atentamente o risco intrínseco de concentração: 100% das receitas provêm de contratos típicos com o Banco do Brasil, todos com vencimento programado para 2027, o que exige sucesso contínuo na atual estratégia de reciclagem e diversificação do portfólio.
Relatório de 2025-05-15
O fundo de investimento imobiliário **TVRI11** comunicou a contratação da XP Investimentos para atuar na função de formador de mercado no âmbito da B3. Essa contratação visa fomentar a liquidez das cotas do fundo no mercado secundário.
A prestação de serviços foi estabelecida por prazo indeterminado, contando com um período de vigência mínima de 1 (um) ano, em conformidade com as regras da Resolução CVM nº 133.
Relatório de 2025-04-30
A concretização da venda de duas agências bancárias impulsionou a liquidez diária do **TVRI11** para R$ 1,22 milhão (+24% MoM) e gerou um lucro extraordinário de R$ 0,078 por cota em abril de 2025. O fundo registrou um resultado total de R$ 1,07 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,03 por cota e a recomposição de sua reserva de lucros, que saltou de R$ 0,52 para R$ 0,57 por cota. Com a alienação dos ativos de Ponta Grossa e Sorocaba, o portfólio foi reduzido para 59 imóveis, o que refletiu em um leve aumento da vacância física, passando de 3,0% para 3,7%. No aspecto de valuation, o P/VP recuou marginalmente para 0,88, enquanto o dividend yield anualizado subiu para 13,81%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena para o carrego de longo prazo devem ponderar a estratégia de reciclagem de portfólio em curso, que visa mitigar a alta concentração de receitas atreladas a um único locatário (Banco do Brasil) com contratos atípicos vencendo na mesma data.
Relatório de 2025-04-30
O fundo **TVRI11** concluiu a alienação de ativos imobiliários representados por duas agências bancárias localizadas em Sorocaba (SP) e Ponta Grossa (PR), totalizando uma transação de R$ 20.552.000,00. O caixa do fundo já recebeu R$ 11.052.000,00 na data de divulgação do comunicado, decorrente da quitação integral da agência de Sorocaba e da primeira parcela da agência de Ponta Grossa. O restante do montante gerado pela venda de ativos será quitado de forma parcelada.
Esta movimentação altera a liquidez corrente do **TVRI11**, contudo, o administrador não detalhou informações específicas sobre a distribuição desses recursos em forma de pagamento de dividendos extraordinários ou de reinvestimento no portfólio de ativos.
Relatório de 2025-03-31
O avanço de 6% na liquidez diária, que alcançou R$ 978 mil, e a contínua compressão do dividend yield anualizado para 13,68% marcam o desempenho do **TVRI11** em março de 2025. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,03 por cota, o que representou 103,4% do resultado caixa gerado no período (R$ 1,00/cota). Para sustentar essa distribuição, o fundo consumiu mais uma parcela de sua reserva de lucros, que recuou de R$ 0,56 para R$ 0,52 por cota, alinhado à estratégia de linearização dos rendimentos mensais suportada pela venda de ativos. No aspecto de valuation, o desconto de tela diminuiu novamente, com o P/VP avançando de 0,86 para 0,89, enquanto o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 1,61 bilhão. A vacância física segue controlada em 3,0% num portfólio de 61 imóveis. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena para o carrego de longo prazo devem observar a manutenção de duas negociações de venda em estágio avançado e o esforço contínuo para mitigar riscos através da regularização das 10 matrículas pendentes.