Relatório de 2026-04-30
A forte variação do IPCA de março (0,88%) impulsionou a geração de caixa do **KNIP11** em abril de 2026, elevando o resultado gerado para R$ 1,22 por cota e permitindo um incremento no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota. O carrego inflacionário robusto não apenas beneficiou os rendimentos mensais, mas também fortaleceu a reserva acumulada, que saltou de R$ 0,72 para R$ 0,85 por cota. No mercado secundário, o valuation do fundo inverteu a dinâmica de deságio observada no mês anterior: a cota de mercado avançou para R$ 94,80, passando a negociar com ágio sobre a cota patrimonial, que subiu para R$ 93,93. O patrimônio líquido acompanhou a expansão, atingindo R$ 7,52 bilhões. A gestão reduziu o ritmo de aquisições, alocando R$ 124,3 milhões em três novas operações de CRI, enquanto a carteira sofreu uma mudança estrutural relevante com o resgate antecipado integral do CRI Desenvolvimento Escritório AAA (6,8% do PL), que gerou prêmio de recompra. A estrutura de capital apresentou desalavancagem, com as operações compromissadas reversas recuando de 10% para 7,9% do patrimônio líquido, e a taxa média de marcação a mercado (MTM) comprimiu levemente para IPCA + 10,06% a.a.
Relatório de 2026-03-31
A aceleração do IPCA de fevereiro (0,70%) destravou um salto expressivo nos rendimentos mensais do **KNIP11** em março de 2026. O resultado gerado disparou de R$ 0,65 para R$ 1,13 por cota, permitindo que o pagamento de dividendos avançasse para R$ 1,05 por cota, frente aos R$ 0,65 do mês anterior. Essa forte geração de caixa não apenas remunerou o cotista, mas também encorpou a reserva acumulada, que subiu para R$ 0,72 por cota. No front da alocação de capital, a gestão retomou a agressividade: foram investidos R$ 234,9 milhões em sete novas operações de CRI, elevando a exposição total da carteira alvo de 102,9% para 105,4% do patrimônio líquido. O carrego do portfólio também apresentou reprecificação, com a taxa média de marcação a mercado (MTM) expandindo de IPCA + 9,91% para IPCA + 10,10% a.a. Apesar do carrego robusto, o valuation do fundo registrou uma leve contração, com o patrimônio recuando de R$ 7,55 bilhões para R$ 7,48 bilhões, e a cota de mercado (R$ 91,65) negociando com deságio frente à cota patrimonial (R$ 93,44). A estrutura de capital manteve o uso de operações compromissadas reversas na faixa de 10% do PL, exigindo acompanhamento contínuo da liquidez.
Relatório de 2026-02-28
A convergência entre a geração de caixa e o pagamento de dividendos redefiniu a dinâmica do **KNIP11** em fevereiro de 2026. Após meses de consumo de reservas, o resultado gerado avançou de R$ 0,61 para R$ 0,65 por cota, alinhando-se exatamente ao novo patamar de distribuição, que recuou dos R$ 0,70 anteriores. Esse movimento estancou a queima de gordura, permitindo um leve acréscimo na reserva acumulada para R$ 0,62 por cota. O carrego da carteira continuou sentindo o peso da inflação contida, refletindo os índices de 0,33% de dezembro e janeiro. No front do valuation, o patrimônio líquido expandiu para R$ 7,55 bilhões. A alocação de capital desacelerou drasticamente frente ao mês anterior, registrando apenas R$ 32,2 milhões em novas aquisições (focadas na tranche Sênior da Creditas 154), o que contribuiu para a redução da exposição total em CRI para 102,9% do PL. Paralelamente, a taxa média de marcação a mercado (MTM) sofreu nova compressão, caindo de IPCA + 10,17% para IPCA + 9,91% a.a. A estrutura de capital manteve a alavancagem via operações compromissadas reversas na casa de 10% do patrimônio, exigindo monitoramento contínuo frente ao cenário de rendimentos mensais mais pressionados.
Relatório de 2026-01-31
A manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota mascarou uma nova contração no resultado gerado pelo **KNIP11**, que recuou de R$ 0,67 para R$ 0,61 por cota em janeiro de 2026. Esse descasamento exigiu mais um consumo da reserva acumulada, agora reduzida para R$ 0,61 por cota. O impacto defasado do IPCA de novembro (0,18%) e dezembro (0,33%) continuou pressionando o carrego da carteira e os rendimentos mensais. Em contrapartida, o valuation do patrimônio líquido registrou leve expansão, atingindo R$ 7,45 bilhões. Na frente de alocação, a exposição a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu para 104,4% do PL, impulsionada por R$ 227,3 milhões em novas aquisições (com destaque para o BGR - Ed. Cidade Jardim e tranches da Creditas e Galleria), a uma taxa média ponderada de IPCA + 9,37%. Esse movimento, aliado à dinâmica de mercado, comprimiu a taxa média de marcação a mercado (MTM) do portfólio para IPCA + 10,17% a.a. A alavancagem via operações compromissadas reversas permaneceu estável em 10,5% do patrimônio líquido, exigindo atenção contínua quanto ao custo desse passivo frente à geração de caixa dos ativos indexados à inflação.
Relatório de 2025-12-31
A forte desaceleração do IPCA nos meses de outubro (0,09%) e novembro (0,18%) pressionou diretamente a geração de caixa do **KNIP11** em dezembro de 2025, forçando um recuo no pagamento de dividendos para R$ 0,70 por cota, ante os R$ 0,72 distribuídos no mês anterior. O resultado gerado no período foi ainda menor, atingindo R$ 0,67 por cota, o que exigiu o consumo parcial da reserva acumulada, que agora se encontra em R$ 0,74 por cota. Apesar do cenário inflacionário desafiador para o carrego, o patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 7,42 bilhões. Na frente de alocação, a exposição total em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) recuou de 106,3% para 103,1% do PL, com a taxa média de marcação a mercado (MTM) ajustando-se marginalmente para IPCA + 10,32% a.a. A gestão manteve o ritmo de originação ao alocar R$ 138,1 milhões em três novas operações (Creditas 154 Sênior, Tenda Pro-soluto 448 e Brasol I), com taxa média ponderada de IPCA + 9,85%. Paralelamente, nota-se um incremento na alavancagem via operações compromissadas reversas, que saltou de 8,4% para 10,5% do patrimônio líquido, exigindo monitoramento contínuo sobre o custo desse passivo financeiro frente à rentabilidade dos ativos indexados à inflação.
Relatório de 2025-11-30
O avanço da inflação apurada nos meses anteriores refletiu diretamente no aumento dos rendimentos mensais do **KNIP11** em novembro de 2025, impulsionando o pagamento de dividendos para R$ 0,72 por cota. O patrimônio líquido do fundo registrou expansão, atingindo R$ 7,41 bilhões, frente aos R$ 7,33 bilhões reportados no mês anterior. O resultado gerado acompanhou a distribuição, subindo de R$ 0,62 para R$ 0,72 por cota, enquanto a reserva acumulada não distribuída manteve-se estável na marca de R$ 0,76 por cota. Na frente de alocação, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) recuou levemente para 106,3% do PL. A taxa média de carrego da carteira a mercado (MTM) ajustou-se para IPCA + 10,35% a.a., ante os 10,56% a.a. do período anterior. O fundo realizou um novo aporte de R$ 18,8 milhões no CRI Creditas 154 Sênior (IPCA + 9,20%), ampliando a posição no ativo. A alavancagem via operações compromissadas reversas permaneceu inalterada em 8,4% do patrimônio líquido, mantendo os riscos de liquidez e o custo do passivo financeiro sob monitoramento da gestão.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação parcial do IPCA em setembro impulsionou levemente os rendimentos mensais do **KNIP11** em outubro, revertendo a tendência de queda observada no mês anterior. O pagamento de dividendos subiu de R$ 0,60 para R$ 0,62 por cota, alinhado ao resultado gerado no período, que também avançou para R$ 0,62 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 7,33 bilhões, enquanto a reserva acumulada não distribuída permaneceu estável na marca de R$ 0,76 por cota. Na frente de alocação, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se para 107,2% do PL. O mês registrou uma nova aquisição de R$ 12,6 milhões no CRI Creditas 154 Sênior, indexado a IPCA + 9,20%. A alavancagem via operações compromissadas reversas foi reduzida de 9,9% para 8,4% do patrimônio, aliviando o custo do passivo financeiro. O carrego da carteira e seu valuation a mercado (MTM) tiveram leve alta, precificando IPCA + 10,56% a.a., mantendo a resiliência do portfólio frente às incertezas macroeconômicas.
Relatório de 2025-09-30
A deflação atípica de agosto (-0,11%) aprofundou a compressão nos rendimentos do **KNIP11**, resultando em nova queda na distribuição de dividendos. O resultado gerado recuou de R$ 0,68 para R$ 0,59 por cota, forçando o pagamento de dividendos a R$ 0,60 por cota (ante R$ 0,70 no mês anterior). O patrimônio líquido do fundo também apresentou leve retração, passando de R$ 7,34 bilhões para R$ 7,31 bilhões. A reserva acumulada não distribuída foi consumida marginalmente, caindo de R$ 0,79 para R$ 0,76 por cota. Na frente de alocação, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se para 107,6% do PL. O mês registrou R$ 16,0 milhões em novas aquisições, divididas entre o CRI Galleria 100 Sênior (R$ 9,5 milhões a IPCA + 9,00%) e o CRI Tenda Pro-soluto 448 (R$ 6,5 milhões a IPCA + 9,90%). A alavancagem via operações compromissadas reversas subiu levemente para 9,9% do patrimônio. Apesar da pressão inflacionária de curto prazo e dos riscos macroeconômicos, o carrego da carteira (valuation a mercado) apresentou expansão, precificando IPCA + 10,54% a.a., mantendo a resiliência sem registros de eventos de crédito negativos.
Relatório de 2025-08-29
A contínua desaceleração do IPCA, com o índice de julho marcando 0,26% e projeções de deflação para agosto, comprimiu severamente a geração de caixa do **KNIP11** neste ciclo. O resultado gerado recuou de R$ 0,77 para R$ 0,68 por cota, forçando uma redução no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,80 para R$ 0,70 por cota. Apesar da queda nos rendimentos mensais, o fundo conseguiu recompor marginalmente sua reserva acumulada não distribuída, que subiu para R$ 0,79 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve recuperação, avançando de R$ 7,27 bilhões para R$ 7,34 bilhões. Na frente de alocação, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) ajustou-se para 107,8% do PL, com um novo aporte tático de R$ 13,5 milhões na operação CRI Galleria 100 Sênior a uma taxa de IPCA + 9,00%. A alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se estável em 9,6% do patrimônio. O carrego da carteira (valuation a mercado) sofreu leve compressão, precificando IPCA + 10,36% a.a., mantendo a resiliência sem registros de eventos de crédito negativos.
Relatório de 2025-07-31
A contínua compressão do IPCA, com o índice de junho registrando 0,24%, impactou diretamente a capacidade de geração de caixa do **KNIP11** neste mês. O resultado gerado recuou de R$ 0,80 para R$ 0,77 por cota, exigindo o consumo parcial da reserva acumulada para manter o pagamento de dividendos estável em R$ 0,80 por cota. Consequentemente, a reserva não distribuída encolheu para R$ 0,77 por cota. O patrimônio líquido do fundo também apresentou retração, passando de R$ 7,38 bilhões para R$ 7,27 bilhões. Na frente de alocação, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu para 108,4% do PL, impulsionada por um novo aporte de R$ 23,2 milhões no CRI Galleria Sênior. Para suportar essa movimentação tática, a alavancagem via operações compromissadas reversas foi ampliada de 8,2% para 9,6% do patrimônio. Apesar da pressão nos rendimentos mensais, o carrego da carteira (valuation a mercado) apresentou nova expansão, precificando IPCA + 10,59% a.a., e a gestão atesta a ausência de eventos de crédito negativos.
Relatório de 2025-06-30
A contínua desaceleração do IPCA, que registrou 0,26% em maio ante 0,43% em abril, refletiu diretamente na compressão dos rendimentos mensais do **KNIP11** neste ciclo. O resultado gerado recuou de R$ 1,04 para R$ 0,80 por cota, montante que foi integralmente repassado no pagamento de dividendos aos cotistas. A reserva acumulada não distribuída sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 0,81 para R$ 0,80 por cota. O patrimônio líquido manteve-se estável na marca de R$ 7,38 bilhões. Na movimentação tática, o carrego da carteira (valuation a mercado) apresentou expansão, precificando agora IPCA + 10,17% a.a., frente aos 10,09% a.a. do mês anterior. A alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu marginalmente para 108,2% do PL, impulsionada por novas aquisições que somaram R$ 58,6 milhões nos CRIs Creditas e Tenda. Em contrapartida, a alavancagem via operações compromissadas reversas foi reduzida de 9,2% para 8,2% do patrimônio. A gestão reforça a manutenção da qualidade de crédito, sem registros de inadimplência.
Relatório de 2025-05-30
A normalização dos índices inflacionários, com o IPCA de abril recuando para 0,43%, ditou o ritmo de desaceleração nos resultados do **KNIP11** neste mês. O resultado gerado caiu de R$ 1,47 para R$ 1,04 por cota, valor que foi integralmente repassado no pagamento de dividendos aos cotistas. Apesar da queda na distribuição, a reserva acumulada não distribuída apresentou leve incremento, passando de R$ 0,79 para R$ 0,81 por cota, conferindo um colchão de liquidez para os próximos meses. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 7,38 bilhões. No aspecto tático, a gestão elevou a alocação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) para 107,9% do PL, movimento financiado pelo aumento das operações compromissadas reversas, que saltaram de 7,7% para 9,2% do patrimônio. O carrego da carteira (valuation a mercado) também registrou avanço, precificando agora IPCA + 10,09% a.a., impulsionado pelas novas aquisições que somaram R$ 78,8 milhões nos CRIs Creditas e Galleria, ambos no segmento de Home Equity. A carteira segue sem registro de eventos de crédito ou inadimplência.
Relatório de 2025-04-30
O repasse da inflação elevada de fevereiro (1,31%) e março (0,56%) impulsionou fortemente a geração de caixa do **KNIP11** em abril de 2025, elevando o resultado gerado para R$ 1,47 por cota, um salto expressivo frente aos R$ 1,10 do mês anterior. Acompanhando essa performance operacional, o pagamento de dividendos subiu para R$ 1,25 por cota, enquanto a reserva acumulada não distribuída encorpou significativamente, atingindo R$ 0,79 por cota. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 7,39 bilhões. Na alocação tática, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) teve leve incremento para 107,7% do PL, suportada por operações compromissadas reversas que recuaram marginalmente para 7,7%. O carrego da carteira (MTM) ajustou-se para IPCA + 10,02% a.a., refletindo a dinâmica de valuation a mercado e a nova alocação de R$ 20,0 milhões na operação Creditas - 154 Sr. A gestão reitera a ausência de eventos de crédito, mantendo a resiliência dos rendimentos mensais atrelados à inflação.
Relatório de 2025-03-31
A forte alta do IPCA apurada em fevereiro (1,31%) impulsionou a geração de caixa do **KNIP11** em março de 2025, elevando o resultado gerado para R$ 1,10 por cota, um salto expressivo em relação aos R$ 0,84 do mês anterior. Consequentemente, o pagamento de dividendos acompanhou essa alta, distribuindo R$ 1,10 por cota, enquanto a reserva acumulada não distribuída teve leve incremento, passando para R$ 0,57 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve retração, encerrando em R$ 7,25 bilhões. Na alocação tática, a exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) subiu para 107,5% do PL, suportada por operações compromissadas reversas que agora representam 7,8% do fundo. O carrego da carteira (MTM) também avançou, marcando IPCA + 10,43% a.a., refletindo as novas aquisições no valor de R$ 41,9 milhões focadas no segmento de Home Equity. A gestão reforça a ausência de eventos de crédito negativos, mantendo a estabilidade dos rendimentos mensais atrelados à inflação.