Relatório de 2026-05-25
**CPSH11** conclui aquisição de participação adicional no I Fashion Outlet Novo Hamburgo por R$ 63,4 milhões. O fundo de investimento imobiliário **CPSH11** anunciou a conclusão da aquisição de uma fração ideal adicional de 18,375% do empreendimento, elevando sua participação total no ativo para cerca de 39%. A transação foi realizada pelo valor de aproximadamente R$ 63,4 milhões, com cronograma de pagamento estruturado de forma parcelada até abril de 2027.
Com a conclusão da operação, o ativo passa a representar aproximadamente 14% do NOI total do portfólio do **CPSH11**. O funding para a transação foi estruturado a partir dos recursos captados na 5ª oferta de cotas do fundo e da venda de ativos de sua carteira (cotas do HPDP11), alcançando um cap rate estimado de 8,4% ao ano e um yield-on-cost de 9,8% ao ano.
Relatório de 2026-03-31
O aprofundamento do desconto patrimonial para 8,7% e a liquidação da última parcela de aquisição do Iguatemi Alphaville reconfiguraram o cenário do **CPSH11** em março de 2026. A cota de mercado recuou de R$ 10,77 para R$ 10,59, enquanto o valor patrimonial avançou para R$ 11,60 por cota, mantendo o fundo consolidado acima de R$ 1 bilhão em patrimônio líquido. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena sob a ótica de geração de renda, o pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,11 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 12,46%. No aspecto operacional, a taxa de ocupação apresentou leve recuperação frente ao mês anterior, subindo de 96,88% para 97,1%, mitigando os riscos de vacância no curto prazo. A liquidez diária reagiu positivamente, saltando de R$ 3,1 milhões para R$ 3,8 milhões, movimento acompanhado por um crescimento orgânico de 4,97% na base de cotistas, que agora totaliza 35.122 investidores. No âmbito das obrigações financeiras, o fundo desembolsou R$ 25,96 milhões para quitar o ativo em Alphaville e R$ 1,59 milhão referente ao earn-out do Shopping Tatuapé, enxugando o passivo e reforçando a estrutura de capital para os próximos trimestres.
Relatório de 2026-02-27
A reversão na dinâmica de valuation e carrego marcou o mês de fevereiro para o **CPSH11**, que passou a negociar com desconto de 6,5% frente ao valor patrimonial. A cota de mercado recuou de R$ 11,90 para R$ 10,77, enquanto o patrimônio líquido subiu para R$ 11,52 por cota. Avaliando se o ativo vale a pena sob a ótica de investimento, o fundo alcançou um marco histórico ao ultrapassar R$ 1 bilhão em patrimônio líquido e valor de mercado. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,11 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 12,96%. No entanto, a liquidez diária sofreu uma contração abrupta, caindo de R$ 14,2 milhões para R$ 3,1 milhões. Operacionalmente, a taxa de ocupação recuou de 98% para 96,88%, exigindo monitoramento dos riscos de vacância. A base de investidores manteve forte expansão, crescendo 6,41% e atingindo 33.458 cotistas. Na estrutura de capital, houve um pré-pagamento de R$ 50 milhões em CRIs, o que deve aliviar as despesas financeiras futuras.
Relatório de 2026-01-30
A expressiva recuperação na liquidez diária, que saltou de R$ 3,46 milhões para R$ 14,2 milhões, marcou a dinâmica do **CPSH11** no primeiro mês de 2026. Avaliando se o ativo vale a pena sob a ótica de valuation e carrego, observa-se um movimento misto: o valor de mercado da cota avançou de R$ 11,08 para R$ 11,90, passando a negociar com ágio, uma vez que o valor patrimonial recuou de R$ 11,39 para R$ 11,01. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,11 por cota, sustentado pela geração de caixa orgânica sem a necessidade de nova venda de ativos no mês, o que ajustou o dividend yield anualizado para 12,67%. No âmbito operacional, a taxa de ocupação consolidada apresentou leve melhora, atingindo 98%, impulsionada pela maturação das recentes aquisições no Midway Mall e Iguatemi Bosque Fortaleza. A base de cotistas manteve a trajetória de expansão, registrando um aumento de 3,34% e totalizando 31.442 investidores. Pelo lado dos passivos, o fundo detalhou sua estrutura de alavancagem, composta por dois CRIs (405 e 537) que somam R$ 93,3 milhões, utilizando recebíveis e alienação fiduciária de ativos específicos como garantia, o que demanda monitoramento contínuo do carrego dessa dívida frente aos rendimentos mensais gerados.
Relatório de 2026-01-30
A explosão na liquidez diária, que saltou de R$ 3,46 milhões para R$ 14,2 milhões, marca o início de 2026 para o **CPSH11**, contrastando com a leve retração no valor de mercado das cotas. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,11 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 12,67% devido ao recuo do valor de mercado de R$ 11,08 para R$ 11,01. Sob a ótica de valuation e carrego, o valor patrimonial também apresentou leve ajuste negativo, passando de R$ 11,39 para R$ 11,36. A base de cotistas manteve a trajetória de expansão orgânica, crescendo 3,34% e alcançando 31.442 investidores. Operacionalmente, a taxa de ocupação permaneceu resiliente, com leve alta para 97,77%, sustentada pelas vendas robustas de R$ 23.456/m² (LTM). No passivo, o fundo reporta alavancagem de R$ 93,3 milhões atrelada a dois CRIs (405 e 537), exigindo monitoramento contínuo das garantias fiduciárias vinculadas aos ativos I Fashion Outlet, Iguatemi Fortaleza e Internacional Guarulhos. Para quem avalia se o ativo vale a pena, a gestão projeta a manutenção dos rendimentos mensais no patamar atual para os próximos 12 meses.
Relatório de 2025-12-31
O forte desempenho das vendas natalinas, que registraram alta de 13,6% na comparação anual, impulsionou a consolidação do portfólio do **CPSH11** no encerramento de 2025, compensando a normalização do pagamento de dividendos. Após o pico de distribuição gerado por ganhos de capital com a venda de ativos no mês anterior, os rendimentos mensais recuaram de R$ 0,15 para R$ 0,11 por cota, ajustando o dividend yield anualizado para 12,59%. Avaliando se o ativo vale a pena sob a ótica de valuation e carrego, o valor de mercado avançou para R$ 11,08 por cota (total de R$ 883 milhões), enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 11,39. A base de investidores manteve forte expansão, saltando 10,2% para 30.310 cotistas, embora a liquidez média diária tenha sofrido uma retração expressiva, caindo de R$ 10,3 milhões para R$ 3,46 milhões. No âmbito operacional, a taxa de ocupação consolidada evoluiu de 97,2% para 97,7%, refletindo a resiliência dos shoppings. Adicionalmente, a gestão concluiu a reorganização do passivo com a quitação das séries da 1ª emissão de CRIs, adequando a alavancagem para o novo ciclo estratégico.
Relatório de 2025-12-22
O fundo de investimento imobiliário **CPSH11** anunciou a aquisição de uma fração ideal adicional de 3% do Shopping Iguatemi Alphaville por R$ 19.680.000,00 pagos à vista. Com essa transação, a participação total do fundo no ativo foi de 18% para 21%.
A gestão do **CPSH11** informou que a operação foi formalizada por Compromisso de Venda e Compra com a GFG Participações S.A. Não haverá impacto imediato na distribuição de dividendos do fundo, pois a transação não altera a política de rendimentos vigente.
Relatório de 2025-11-28
A liquidação da venda do Catarina Fashion Outlet e a quitação parcial de CRIs marcaram o encerramento do primeiro ciclo de investimentos do **CPSH11** em novembro de 2025. O giro do portfólio destravou ganhos de capital que elevaram o pagamento de dividendos de R$ 0,12 para R$ 0,15 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado a 17,93%. Avaliando se o ativo vale a pena sob a ótica de valuation e carrego, o patrimônio líquido avançou para R$ 908,4 milhões (R$ 11,40/cota), enquanto o valor de mercado subiu para R$ 863,9 milhões (R$ 10,84/cota). A liquidez média diária dobrou em relação ao mês anterior, atingindo R$ 10,3 milhões, acompanhada pela expansão da base para 27.512 cotistas (+5,6%). Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada apresentou leve melhora, passando de 96,9% para 97,2%. No passivo, a reorganização do endividamento permitiu a liberação de garantias dos imóveis alienados, reconfigurando as obrigações do fundo para o início do seu segundo ciclo, focado na aquisição do Midway Mall e Iguatemi Alphaville.
Relatório de 2025-11-19
**CPSH11** aprova a realização de sua quinta emissão de cotas de classe única com o objetivo de captar recursos para novas alocações imobiliárias. A operação, estruturada sob o rito de registro automático de distribuição da Resolução CVM 160, visa a captação inicial de R$ 499.999.995,00.
Os recursos líquidos decorrentes da captação do fundo **CPSH11** serão destinados à aquisição de ativos imobiliários compatíveis com a política de investimento prevista em seu regulamento. O preço de emissão foi fixado em R$ 11,25 por cota, acrescido de uma taxa de distribuição de R$ 0,11, totalizando o preço de subscrição de R$ 11,36 por cota.
Relatório de 2025-10-31
A concretização da venda em bloco para o XP Malls FII e a entrada no Internacional Shopping Guarulhos reconfiguraram a dinâmica do **CPSH11** em outubro de 2025. O giro do portfólio destravou ganho de capital expressivo, impulsionando o pagamento de dividendos de R$ 0,10 para R$ 0,12 por cota e elevando o dividend yield anualizado a 14,82%. Avaliando se o ativo vale a pena sob a ótica de valuation e carrego, o patrimônio líquido recuou para R$ 903,3 milhões (R$ 11,34/cota), enquanto o valor de mercado avançou para R$ 825,6 milhões (R$ 10,36/cota), comprimindo o deságio frente ao mês anterior. A liquidez média diária saltou para R$ 5,18 milhões, acompanhada pela expansão da base para 26.063 cotistas. Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada cedeu levemente para 96,9%. No passivo, as obrigações por aquisições saltaram temporariamente para R$ 149,7 milhões devido à securitização de R$ 50 milhões atrelada à compra em Guarulhos, exigindo atenção ao cronograma de quitação de CRIs previsto para novembro.
Relatório de 2025-10-22
O fundo de investimento imobiliário **CPSH11** anunciou a liquidação de operações de venda de ativos e aquisição estratégica no setor de shopping centers. O fundo concluiu a venda de participações nos shoppings Iguatemi Fortaleza (5,5%), Metrô Tatuapé (4,53%), Boulevard Tatuapé (15%) e Praia de Belas (10%) para a XP Asset Management pelo valor de R$ 354.212.955, além da alienação integral das participações no Catarina Fashion Outlet (10%) e Shopping Cidade Jardim (14,9% indiretos) para a JHSF por R$ 426.820.000. Adicionalmente, foi concluído o desinvestimento total no Fundo Rio Design Leblon. Como movimento de reinvestimento, o **CPSH11** adquiriu 4,81% de participação no Internacional Shopping Guarulhos por R$ 76.701.129,31 pago à vista.
A gestão do **CPSH11** estima que a transação XPML gerará R$ 28,8 milhões (R$ 0,36 por cota) e a transação JHSF gerará R$ 24,7 milhões (R$ 0,31 por cota) em lucros distribuíveis a serem pagos aos cotistas nos próximos 24 meses. Em função desses ganhos, foi estabelecido um guidance de pagamento de dividendos projetado em R$ 0,11 por cota ao mês pelo período de aproximadamente dois anos.
Relatório de 2025-10-16
O fundo **CPSH11** anunciou a celebração de um compromisso de compra e venda para a alienação de sua fração ideal de 10% das Expansões 1 e 2 do empreendimento Catarina Fashion Outlet para o JHSF FII. O valor total da operação é de R$ 119.285.714,29, estruturado para recebimento em cinco parcelas, sendo uma à vista no fechamento e quatro subsequentes corrigidas pelo IPCA.
A conclusão desta venda de ativos está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, com estimativa de fechamento para novembro de 2025. A gestora do **CPSH11** estima um impacto financeiro na distribuição de rendimentos do fundo de R$ 0,22 por cota.
Relatório de 2025-09-30
A rotação de portfólio ditou o ritmo do **CPSH11** em setembro de 2025, com o anúncio de venda de ativos táticos como o Praia de Belas e o Complexo Tatuapé, além da monetização de participações nos shoppings da JHSF. Avaliando o valuation e se o carrego vale a pena, o patrimônio líquido recuou para R$ 918,9 milhões (R$ 11,53/cota), mas o valor de mercado subiu para R$ 783,4 milhões (R$ 9,83/cota), refletindo um deságio de aproximadamente 15%. Ocorreu uma melhora expressiva na liquidez média diária, que saltou de R$ 1,24 milhão para R$ 3,83 milhões, mitigando os riscos de saída apontados no mês anterior. A base de cotistas manteve a expansão, atingindo 25.217 investidores (+5,4%). Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada avançou de 96,0% para 97,1%, enquanto o crescimento do NOI/m² LTM desacelerou levemente para 17,6%. A geração de caixa ajustou-se de R$ 0,14 para R$ 0,10, alinhando-se exatamente ao pagamento de dividendos distribuído no mês, o que reduz a margem de retenção. A estrutura de capital permanece com R$ 97,1 milhões em obrigações por aquisições (CRIs atrelados ao CDI), com vencimento em 2040, exigindo monitoramento das despesas financeiras. O dividend yield anualizado marcou 12,91%.
Relatório de 2025-08-31
A venda de ativos marcou a gestão do **CPSH11** em agosto de 2025, com o desinvestimento estratégico do Rio Design Leblon para concentrar a alocação em shoppings com maior potencial de manobra. Operacionalmente, o fundo registrou evolução frente ao mês anterior: a taxa de ocupação consolidada avançou de 95,1% para 96,0%, enquanto o crescimento do NOI/m² LTM acelerou para 18,8%. No âmbito financeiro, a geração de caixa deu um salto expressivo, passando de R$ 0,07 para R$ 0,14 por cota, o que permitiu cobrir com folga o pagamento de dividendos mantido em R$ 0,10 por cota, sem a necessidade de consumir reservas. Avaliando o valuation e se o carrego vale a pena, o patrimônio líquido sofreu leve retração para R$ 925,7 milhões (R$ 11,61/cota), mas o valor de mercado subiu para R$ 765,1 milhões, reduzindo marginalmente o deságio patrimonial. O dividend yield anualizado ajustou-se para 13,24%. Apesar do crescimento de 4,2% na base de cotistas (agora com 23.926 investidores), um dos riscos monitorados é a liquidez média diária, que despencou de R$ 3,2 milhões para R$ 1,24 milhão, exigindo atenção para saídas de posições maiores. A estrutura de capital mantém R$ 97,1 milhões em alavancagem via CRI atrelados ao CDI, com vencimento em 2040.
Relatório de 2025-07-31
A integralização de uma nova série de CRI marcou a estratégia de alocação de julho, elevando a alavancagem para recompras táticas de cotas. O **CPSH11** emitiu R$ 44,9 milhões na 2ª série do CRI (CDI + 2,3%), somando-se ao saldo anterior e alterando o perfil de risco do passivo. No âmbito operacional, a taxa de ocupação consolidada permaneceu inalterada em 95,1%, mas o crescimento do NOI/m² LTM acelerou significativamente para 18,2%, superando os 14,3% registrados no mês anterior. Financeiramente, a geração de caixa recuou de R$ 0,11 para R$ 0,07 por cota, exigindo o consumo de resultados acumulados para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,10. No valuation, o patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 930,1 milhões (R$ 11,67/cota), acompanhado pela queda no valor de mercado para R$ 747,5 milhões. Essa dinâmica manteve o desconto patrimonial travado em 17,2%, enquanto o dividend yield anualizado avançou para 13,57%. Para investidores que monitoram se o carrego vale a pena, a base de cotistas manteve o ritmo de expansão, crescendo 3,8% e totalizando 22.952 investidores, garantindo uma liquidez média diária de R$ 3,2 milhões.
Relatório de 2025-06-30
A estabilidade na geração de caixa de R$ 0,11 por cota permitiu a manutenção do pagamento de dividendos do **CPSH11** em R$ 0,10 no mês de junho, cobrindo a distribuição sem necessidade de reservas. No valuation, o patrimônio líquido recuou para R$ 933,3 milhões (R$ 11,71/cota), enquanto o valor de mercado apresentou leve queda para R$ 772,2 milhões. Essa dinâmica ajustou o desconto patrimonial para 17,2%, frente aos 18,02% do mês anterior, e elevou marginalmente o dividend yield anualizado para 13,11%. A base de investidores continuou em expansão, atingindo 22.116 cotistas, um crescimento de 2,9% que denota desaceleração em relação ao salto de 9,72% visto em maio. Operacionalmente, a taxa de ocupação consolidada permaneceu inalterada em 95,1%, e o crescimento do NOI/m² LTM registrou 14,3%, uma leve acomodação ante os 14,7% prévios. Para quem avalia se o carrego vale a pena, o fundo mantém alavancagem controlada com saldo de R$ 52,2 milhões em CRI (CDI + 1,8%) e carência até 2027, além de obrigações por aquisições estabilizadas em R$ 46,6 milhões.
Relatório de 2025-06-18
O fundo **CPSH11** anunciou a lavratura da escritura pública de compra e venda relativa à aquisição de uma fração ideal de 20,62% do shopping Iguatemi Fashion Outlet Novo Hamburgo, localizado no Rio Grande do Sul. O valor total da transação foi de R$ 51.935.461,80.
A assinatura da escritura formaliza e consolida a transferência definitiva da posse e do domínio do ativo imobiliário, que passa a integrar formalmente o patrimônio do **CPSH11** de acordo com os compromissos de compra firmados anteriormente em 2024.
Relatório de 2025-05-31
A aceleração no crescimento do NOI/m² para 14,7% e a geração de caixa de R$ 0,11 por cota marcaram a virada operacional do **CPSH11** em maio, superando o patamar de distribuição mensal. O fundo registrou um aumento no valor de mercado para R$ 773 milhões, comprimindo o dividend yield anualizado para 13,10%. A base de investidores manteve forte expansão, crescendo 9,72% e atingindo 21.501 cotistas. Para os investidores que monitoram se o carrego vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, mas, diferentemente do mês anterior, o resultado gerado (R$ 0,11) foi suficiente para cobrir a distribuição sem depender de reservas. No valuation, o patrimônio líquido recuou levemente para R$ 943 milhões (R$ 11,83/cota), mantendo um desconto de 18,02% no mercado secundário. A taxa de ocupação consolidada apresentou uma leve retração para 95,1% (ante 95,4%), enquanto o passivo de obrigações por aquisições permaneceu estável em R$ 46,6 milhões. A alavancagem segue controlada via CRI atrelado ao CDI + 1,8%, com saldo de R$ 52,2 milhões e carência até 2027, mitigando riscos de liquidez de curto prazo.
Relatório de 2025-04-30
O crescimento de 6,9% na base de investidores e a valorização das cotas no mercado secundário ditaram o ritmo do **CPSH11** neste mês, elevando o valor de mercado para R$ 759,5 milhões e comprimindo o dividend yield anualizado para 13,34%. Para os cotistas que avaliam se o carrego vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, embora a geração de caixa (resultado) tenha permanecido em R$ 0,07 por cota, evidenciando o uso contínuo de reservas acumuladas para sustentar os rendimentos mensais. No aspecto de valuation e estrutura de capital, o patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 945,9 milhões (R$ 11,87/cota), enquanto o passivo de obrigações por aquisições apresentou uma redução expressiva, caindo de R$ 90,1 milhões no mês anterior para R$ 46,6 milhões. Operacionalmente, o portfólio consolidou uma taxa de ocupação de 95,4%, impulsionada por um crescimento de 12,3% no NOI/m² em relação ao mesmo período do ano anterior, reforçando a tese de resiliência dos ativos. A gestão segue autorizada a realizar a venda de ativos para eventual ganho de capital, mantendo a alavancagem controlada via CRI (CDI + 1,8%) com carência de principal até março de 2027.
Relatório de 2025-03-31
A aquisição de 17,08% do Shopping Pátio Paulista, em parceria com a Iguatemi, marcou a expansão do portfólio do **CPSH11** neste mês, agregando um ativo premium com 99,5% de ocupação e NOI de R$ 4,1k/m². Para viabilizar a operação e otimizar a estrutura de capital, o fundo emitiu o CRI CPSH (CDI + 1,8%), captando R$ 52,2 milhões com carência de amortização até março de 2027. Em relação ao mês anterior, a base de cotistas saltou 21,9%, atingindo 18.315 investidores, enquanto o valor de mercado subiu para R$ 716,5 milhões, reduzindo o deságio frente ao patrimônio líquido atualizado de R$ 945,7 milhões. Para investidores avaliando se o carrego vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 14,20%. Contudo, a geração de caixa no mês recuou para R$ 0,07 por cota, indicando contínuo uso de reservas para sustentar os rendimentos mensais. O passivo de obrigações por aquisições caiu de R$ 112,6 milhões no baseline para R$ 90,1 milhões, refletindo a gestão ativa da alavancagem, enquanto o fundo mantém autorização para eventual venda de ativos visando ganho de capital.