Relatório de 2026-04-30
A renovação antecipada do contrato com a Vivo no Edifício Chucri Zaidan, garantindo ocupação até 2031, marcou a dinâmica comercial do **HGRE11** neste mês, mitigando riscos de curto prazo em um ativo que representa 23% das receitas recorrentes. O resultado distribuível recuou para R$ 0,92 por cota, refletindo um menor volume de eventos não recorrentes (R$ 0,08/cota oriundos da venda de ativos no Edifício Transatlântico e ganhos de capital em FIIs) em comparação ao forte impacto do mês anterior. Apesar da queda no lucro contábil, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, o que permitiu um leve incremento na reserva acumulada, agora em R$ 3,03 por cota. No carrego do portfólio, a vacância física permaneceu estável em 5,8%, mas a vacância financeira subiu de 4,0% para 4,4%. A alavancagem financeira apresentou leve recuo, com o saldo devedor do CRI Chucri Zaidan caindo para R$ 39,7 milhões (2,3% do patrimônio). O valuation e a atratividade do fundo seguem atrelados à capacidade de locação futura, especialmente diante da desocupação mapeada da Armac no edifício Jatobá, prevista para o início do segundo semestre, o que exigirá agilidade na reposição de inquilinos.
Relatório de 2026-03-31
O recebimento da última parcela referente à venda do edifício Faria Lima reconfigurou o fluxo de caixa do **HGRE11** neste mês, gerando um impacto não recorrente de R$ 0,63 por cota. Esse evento impulsionou o resultado distribuível para R$ 1,44 por cota, superando o patamar anterior e permitindo que a gestão mantivesse o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota. Consequentemente, a reserva acumulada do fundo deu um salto expressivo, passando de R$ 2,37 para R$ 2,96 por cota, conferindo maior robustez para a manutenção dos rendimentos mensais ao longo do primeiro semestre. No âmbito operacional, a vacância física permaneceu inalterada em 5,8%, sem novas movimentações de locatários, enquanto a vacância financeira estabilizou em 4,0%. A alavancagem financeira segue controlada em 2,4% do patrimônio líquido, com o saldo devedor do CRI Chucri Zaidan recuando para R$ 40,6 milhões. A gestão mantém foco na mitigação de riscos intrínsecos, especialmente nas tratativas com a Armac no edifício Jatobá e nas negociações para venda de ativos no Edifício Transatlântico, buscando otimizar o carrego do portfólio e o valuation no mercado secundário.
Relatório de 2026-02-28
A conclusão da renovação antecipada com a TOTVS no ativo Sêneca e o ganho de capital com a venda de ativos reconfiguraram a geração de caixa do **HGRE11** neste mês. O resultado distribuível saltou de R$ 0,75 para R$ 1,06 por cota, impulsionado de forma não recorrente pelo recebimento da venda do edifício Vivo Curitiba (R$ 0,33/cota) e pelo desinvestimento tático no FII AIEC11 (R$ 0,11/cota). Esse excedente permitiu que o fundo mantivesse os rendimentos mensais em R$ 0,85 por cota e, simultaneamente, recompusesse sua reserva acumulada, que avançou de R$ 2,16 para R$ 2,37 por cota. No aspecto operacional, a vacância física apresentou leve melhora, recuando para 5,8% após a locação de 170 m² para quatro restaurantes no Edifício Martiniano, enquanto a vacância financeira caiu para 4,0%. O carrego do portfólio ganhou previsibilidade com a extensão do contrato da TOTVS por mais 96 meses até 2033, garantindo 23% da receita recorrente, embora com uma redução de 21,3% no valor do aluguel frente ao contrato anterior. A alavancagem financeira permaneceu estável em 2,4% do patrimônio líquido, com o saldo devedor do CRI Chucri Zaidan amortizado para R$ 41,4 milhões. O principal risco intrínseco de curto prazo segue sendo a desocupação programada da Armac no edifício Jatobá, que deve elevar a vacância para 6,7% em julho de 2026.
Relatório de 2026-01-30
A notificação de rescisão antecipada da locatária Armac no edifício Jatobá e a bem-sucedida revisional com a BeFly no Paulista Star reconfiguraram a dinâmica comercial do **HGRE11** neste início de ano. Após o fechamento do semestre anterior com um pagamento de dividendos extraordinário de R$ 1,50, os rendimentos mensais foram normalizados para R$ 0,85 por cota. Para sustentar esse patamar de distribuição, o fundo consumiu parte de sua reserva acumulada, que recuou de R$ 2,26 para R$ 2,16 por cota, visto que o resultado distribuível gerado no mês se manteve em R$ 0,75 por cota (impactado de forma não recorrente em R$ 0,25 pelo vencimento de ativos mobiliários). No aspecto operacional, a vacância física permaneceu estabilizada em 5,9% e a financeira em 4,1% na comparação mensal. Contudo, a saída programada da Armac impõe um risco intrínseco de curto prazo, com projeção de elevação da vacância física para 6,7% a partir de julho de 2026. Em contrapartida, a gestão avançou na proteção do valuation e do carrego do portfólio ao garantir um aumento de 19,6% no aluguel da BeFly (13.702 m²) e ao iniciar tratativas para a renovação antecipada da Totvs no ativo Sêneca. A alavancagem financeira apresentou leve recuo para 2,4% do patrimônio líquido, com o saldo devedor do CRI Chucri Zaidan amortizado para R$ 42,4 milhões.
Relatório de 2026-01-14
**HGRE11** realiza reavaliação anual de ativos com redução no valor contábil dos imóveis. O administrador e o gestor do **HGRE11** comunicaram ao mercado que a avaliação a valor justo dos ativos imobiliários do fundo, realizada pela empresa independente CBRE em 31 de dezembro de 2025, resultou em um valor 5,50% inferior aos valores contábeis de fechamento de novembro de 2025. O patrimônio líquido atualizado com o impacto dessa reavaliação será divulgado até 15 de janeiro de 2026.
Relatório de 2025-12-31
A distribuição extraordinária de R$ 1,50 por cota marcou o encerramento do semestre do **HGRE11**, impulsionada pela necessidade de enquadramento na regra de distribuição de 95% do lucro caixa. O resultado distribuível do mês recuou para R$ 0,75 por cota (ante R$ 0,84 em novembro), consumindo parte da reserva acumulada, que passou de R$ 3,01 para R$ 2,26 por cota para viabilizar o pagamento de dividendos. No aspecto operacional, a vacância física consolidada apresentou nova queda, atingindo 5,9% (frente aos 7,0% anteriores), reflexo direto da entrada da Secretaria da Mulher e da Junta Comercial do Estado no edifício Guaíba. A vacância financeira acompanhou o movimento, recuando para 4,1%. O valuation do portfólio sofreu um revés com a reavaliação anual conduzida pela CBRE, que apontou uma desvalorização média de 5,5% nos ativos imobiliários, pressionada por correções negativas expressivas no Transatlântico e Berrini One, embora o P/VP do fundo tenha avançado para 0,84x no mercado secundário. A alavancagem oscilou levemente para 2,5%, com o saldo do CRI Chucri Zaidan amortizado para R$ 43,3 milhões, mantendo o carrego da dívida em patamares controlados.
Relatório de 2025-11-28
A forte tração comercial nos ativos Jatobá e Guaíba reconfigurou a ocupação do **HGRE11** em novembro de 2025, reduzindo a vacância física para 7,0% e a financeira para 4,7%. Diferente do mês anterior, que foi impulsionado pela venda de ativos no Berrini One, o resultado distribuível de R$ 0,84 por cota neste ciclo foi estritamente operacional, sem impactos não recorrentes. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, utilizando uma fração marginal da reserva acumulada, que passou de R$ 3,02 para R$ 3,01 por cota, preservando o carrego do patrimônio e a segurança para os rendimentos mensais futuros. No front imobiliário, a entrada da Rede D'or e a nova assinatura com a Secretaria da Mulher projetam uma vacância de 6,4% para o início de 2026. Além disso, o avanço na renovação antecipada com a Totvs no edifício Sêneca mitiga o principal risco de vencimento do portfólio. A alavancagem permaneceu estável em 2,4%, com o saldo do CRI Chucri Zaidan amortizado para R$ 44,1 milhões. Em termos de valuation, o fundo negocia a um P/VP de 0,77x, refletindo o desconto atual do mercado em relação ao valor patrimonial dos imóveis.
Relatório de 2025-10-31
A venda de ativos no edifício Berrini One ditou a dinâmica operacional do **HGRE11** em outubro de 2025. A alienação dos conjuntos 91 e 92 por R$ 20,1 milhões gerou um lucro em regime de caixa de R$ 4,8 milhões (R$ 0,40 por cota), superando em 29,35% o valor investido. Esse evento não recorrente influenciou o resultado distribuível do mês, que recuou de R$ 1,28 na medição anterior para R$ 1,17 por cota. Apesar dessa acomodação, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, o que impulsionou a reserva acumulada para expressivos R$ 3,02 por cota, reforçando a segurança dos rendimentos mensais futuros e o carrego do patrimônio. No aspecto imobiliário, a saída das lajes vendidas causou um leve ajuste estatístico, com a vacância física marcando 7,7% e a financeira 5,2%. A alavancagem recuou marginalmente para 2,4% do portfólio, totalizando um passivo de R$ 45,1 milhões atrelado ao CRI Chucri Zaidan. Em paralelo, a gestão concluiu uma operação tática de Long & Short no book de FIIs, gerando um ganho adicional de R$ 0,02 por cota, demonstrando postura ativa na mitigação de riscos e na otimização do valuation geral do fundo.
Relatório de 2025-10-15
O fundo de investimento imobiliário **HGRE11** concluiu a venda dos conjuntos 91 e 92 do edifício corporativo localizado na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, nº 105, em São Paulo. A alienação foi realizada pelo valor total de R$ 20.962.430,00, gerando um lucro em regime de caixa de R$ 4.756.077,02, o que representa aproximadamente R$ 0,40 por cota, com uma taxa interna de retorno (TIR) anualizada estimada em 8,72%.
Com a conclusão da transação e a lavratura da escritura, a parte compradora assume os direitos e obrigações dos contratos de locação vigentes. Consequentemente, o **HGRE11** deixará de auferir a receita mensal de aluguel correspondente a R$ 127.022,46, equivalente a aproximadamente R$ 0,01 por cota.
Relatório de 2025-09-30
A redução expressiva da vacância física para 7,7% e o recebimento de parcelas de vendas de ativos ditaram o ritmo operacional do **HGRE11** em setembro de 2025. O resultado distribuível avançou para R$ 1,28 por cota, impulsionado pelo ganho extraordinário de R$ 0,41/cota referente à terceira parcela da venda do Edifício Faria Lima e R$ 0,01/cota do Brasilinterpart. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, o que permitiu um novo salto na reserva acumulada, que atingiu R$ 2,70 por cota (ante R$ 2,27 no mês anterior), reforçando o carrego do fundo. No aspecto comercial, a entrada efetiva dos locatários Funchal no Cenesp e Caique Castro Advogados no edifício Jatobá concretizou a absorção projetada. Adicionalmente, o valuation e a estabilidade de longo prazo ganharam tração com o avanço na renovação antecipada da Totvs no Sêneca, cujo acordo comercial já foi firmado. A alavancagem permaneceu estável em 2,5% do patrimônio líquido, com passivo de R$ 46 milhões atrelado ao CRI Chucri Zaidan, dos quais R$ 10,8 milhões vencem no curto prazo.
Relatório de 2025-08-29
O recebimento da segunda parcela da venda do Edifício Vivo Curitiba impulsionou o resultado contábil do **HGRE11** em agosto de 2025, gerando um ganho extraordinário de R$ 0,33 por cota. Com isso, o resultado distribuível saltou de R$ 0,79 no mês anterior para R$ 1,14 por cota. A gestão optou por manter os rendimentos mensais (dividendos) no patamar de R$ 0,85 por cota, estratégia que permitiu um robusto incremento na reserva acumulada, passando de R$ 1,98 para R$ 2,27 por cota. No aspecto operacional, a vacância física registrou uma leve alta para 10,2% (ante 10,0% em julho) devido à saída da locatária Reply no ativo Cenesp. Contudo, a absorção comercial foi ágil com a assinatura de três novas locações: WCM e Mil Digital no edifício Jatobá, e a Funchal, que assumirá integralmente a área devolvida no Cenesp. Essa dinâmica ajusta a vacância projetada para 8,1% a partir de setembro, evidenciando resiliência na geração de receita de locação. Em relação aos riscos intrínsecos, a alavancagem recuou marginalmente para 2,5% do patrimônio líquido, com um passivo de R$ 47 milhões atrelado ao CRI Chucri Zaidan, dos quais R$ 11 milhões possuem vencimento no curto prazo (até 12 meses). Adicionalmente, a equipe comercial foca na renovação antecipada do contrato da Totvs no edifício Sêneca, o maior do portfólio, para mitigar riscos de desocupação futura e garantir a estabilidade do valuation dos ativos imobiliários.
Relatório de 2025-07-31
A efetivação de novas locações e o recebimento de multas rescisórias reconfiguraram os resultados operacionais do **HGRE11** em julho de 2025. Após o pagamento de dividendos extraordinários no mês anterior, o fundo normalizou seus rendimentos mensais para R$ 0,85 por cota. O resultado contábil recuou de R$ 0,87 para R$ 0,79 por cota, sendo composto positivamente pelo recebimento de R$ 0,04/cota referente à multa rescisória da Armac e R$ 0,01/cota da sétima parcela da venda de ativos (edifício Brasilinterpart). No aspecto imobiliário, a vacância física registrou uma queda expressiva para 10,0% (ante os 13,3% do mês anterior), impulsionada pela ocupação da SEDUC no ativo Guaíba e da Trio Eventos na Torre Martiniano. Adicionalmente, a gestão assinou três novos contratos (S5 Engenharia, Clariens e Blackbox), mitigando a saída já mapeada da locatária Reply no CENESP, o que ajusta a vacância projetada para 10,6% a partir de agosto. A reserva acumulada sofreu leve decréscimo, passando de R$ 2,05 para R$ 1,98 por cota, enquanto a alavancagem permaneceu inalterada em 2,6% do patrimônio líquido. Houve também uma reestruturação na equipe de gestão, com Rodrigo Abbud assumindo a função de head de tijolo.
Relatório de 2025-06-30
O anúncio de um pagamento de dividendos extraordinário de R$ 2,55 por cota marca a consolidação da estratégia de reciclagem de portfólio do **HGRE11** neste mês. Diferente do período anterior, onde o resultado saltou para R$ 2,12, o lucro contábil de junho recuou para R$ 0,87 por cota. Contudo, a gestão optou por destravar valor utilizando a robusta reserva acumulada — que caiu de R$ 3,73 para R$ 2,05 por cota — para turbinar os rendimentos mensais, impulsionados pelo recebimento de parcelas de vendas de ativos estratégicos como Berrini One, Faria Lima e Vivo Curitiba. No front operacional, a vacância física permaneceu estável em 13,3%, mas o cenário prospectivo apresentou forte evolução: as tratativas governamentais no edifício Guaíba finalmente se concretizaram com a locação de 3.758 m² para a SEDUC. Somada à nova ocupação da Trio Eventos na Torre Martiniano, a vacância física projetada para agosto recua para 12,1%, mesmo absorvendo a devolução já mapeada da locatária Reply no CENESP. O fundo mantém uma estrutura de capital saudável, com alavancagem controlada em 2,6% do patrimônio, focada no CRI Chucri Zaidan.
Relatório de 2025-05-30
A conclusão das vendas de conjuntos nos edifícios Berrini One e Transatlântico impulsionou o resultado do **HGRE11** para R$ 2,12 por cota neste mês, um salto expressivo frente aos R$ 0,81 do período anterior. Esse evento não recorrente engordou a reserva acumulada, que saltou de R$ 2,47 para R$ 3,73 por cota, garantindo um colchão robusto para a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,85. Além do impacto no caixa, a venda de ativos vagos reduziu mecanicamente a vacância física de 13,8% para 13,3% e a financeira de 9,7% para 9,1%. No front comercial, as tratativas para locação de cinco andares no edifício Guaíba enfrentam lentidão por envolverem um órgão governamental, enquanto o andar a ser devolvido no CENESP aposta no mobiliário deixado para acelerar uma nova ocupação. A gestão reitera que o carrego atual exige paciência, dado o perfil maduro do portfólio e a necessidade de reciclagem para destravar valor frente ao valuation descontado na bolsa.
Relatório de 2025-05-15
O fundo **HGRE11** concluiu a alienação de ativos imobiliários corporativos referentes aos conjuntos 281, 291, 321 e 331 do edifício localizado na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, 105, em São Paulo, pelo preço total de R$ 68.138.190,00. A venda gerou um lucro expressivo em regime de caixa de R$ 15.610.504,13, correspondente a R$ 1,32 por cota, cujo montante integrará a base de cálculo para futuro pagamento de dividendos neste semestre, respeitando a regulação de distribuição mínima de 95% dos lucros.
Com a liquidação da venda, a compradora assume os direitos sobre os contratos de locação ativos dos conjuntos 281, 291 e 331, fazendo com que o **HGRE11** deixe de receber a receita imobiliária mensal de R$ 306.654,65 (cerca de R$ 0,03 por cota). Em contrapartida, o fundo cessa imediatamente o desembolso com despesas de manutenção e condomínio associadas ao conjunto 321, que se encontra vago.
Relatório de 2025-05-09
**HGRE11** realiza compromisso de venda de conjunto comercial no Centro Empresarial Transatlântico por R$ 3,3 milhões.
O fundo imobiliário **HGRE11** comunicou a assinatura de um compromisso de venda e compra para alienar a totalidade do conjunto 64 do edifício Centro Empresarial Transatlântico, localizado em São Paulo, que representa 526,18 m² de área bruta locável (ABL). A venda de ativos foi estruturada pelo montante total de R$ 3.300.000,00, a ser pago com um sinal de R$ 500.000,00 na assinatura e o restante dividido em duas parcelas de R$ 1.400.000,00 com vencimentos em março e setembro de 2026, corrigidas pelo IPCA acrescido de juros de 3% ao ano.
Relatório de 2025-04-30
A venda de participações nos edifícios Berrini One e Transatlântico marcou a virada de portfólio do **HGRE11** neste mês, destravando um resultado expressivo de R$ 1,32 por cota e injetando liquidez imediata no caixa. Em comparação ao mês anterior, a operação apresentou uma leve deterioração na vacância financeira, que subiu de 9,4% para 9,7%, enquanto a vacância física permaneceu estagnada em 13,8%. O resultado mensal gerado recuou para R$ 0,81 por cota (frente aos R$ 1,22 anteriores), o que consumiu parte da reserva acumulada, agora em R$ 2,47. Apesar dessa oscilação no carrego, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota. Do ponto de vista comercial, a gestão avança em negociações para locar 1.100 m² na Torre Jatobá e 5 andares no C.E. Guaíba, movimentos essenciais para mitigar o risco intrínseco da devolução iminente de um andar no CENESP. A estratégia de alienação de ativos maduros visa reciclar um portfólio com mais de 15 anos, buscando reinvestimentos que ofereçam rendimentos mensais superiores ao custo de oportunidade atual e destravem valor frente ao valuation descontado do fundo.
Relatório de 2025-03-31
O recebimento da terceira parcela da venda do edifício Faria Lima, que injetou R$ 4,87 milhões no caixa, reconfigurou a alocação de capital do **HGRE11** neste mês. Diferente da tese anterior focada em pré-pagamento de dívidas, a gestão agora retém reservas para adquirir CRIs e cotas de FIIs de lajes corporativas com alto desconto frente ao valor patrimonial. No âmbito operacional, a vacância física permaneceu estagnada em 13,8% e a financeira em 9,4%, indicando uma estabilização MoM. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,85 por cota, suportado por um resultado mensal de R$ 1,22 por cota e elevando o saldo de carrego acumulado para R$ 2,51. Do ponto de vista comercial, há tração nas negociações de locação de 5 andares no C.E. Guaíba e propostas parciais para o espaço a ser devolvido no CENESP, enquanto os riscos intrínsecos seguem atrelados ao atraso nas definições de obras do Chucri Zaidan.