Relatório de 2026-04-29
Ajuste na marcação a mercado reduz valor patrimonial do **HCTR11**. A administradora do **HCTR11** comunicou a realização de uma remarcação de determinados ativos do portfólio, decorrente de uma revisão em sua metodologia de precificação.
Essa alteração contábil resultou em uma variação patrimonial negativa de 6,54% sobre o valor do patrimônio líquido do **HCTR11**, com efeito retroativo referenciado à data de 20/02/2026.
Relatório de 2026-01-30
O recuo no pagamento de dividendos para R$ 0,27 por cota reflete a normalização do fluxo após o fechamento semestral, alinhado a um resultado caixa gerado de R$ 0,30 por cota. O resultado contábil do **HCTR11** apresentou forte recuperação, saltando de R$ 0,58 para R$ 1,11 por cota, impulsionado por dois deltas principais: a redução drástica na marcação a mercado negativa dos FIIs investidos (de -R$ 13,98 milhões para -R$ 3,99 milhões) e o avanço de R$ 3,0 milhões na linha de correção monetária, precificando a aceleração do IPCA em M-2 (0,18%). No valuation, o patrimônio líquido registrou leve alta, alcançando R$ 2,34 bilhões. A dinâmica de risco da carteira de CRIs mostrou uma piora marginal na inadimplência, que subiu de 14% para 15%, enquanto a fatia de ativos em carência de juros recuou de 75% para 66%, indicando transição de recebíveis para a fase de amortização ou default. A gestão mantém o foco na execução de garantias e monitoramento de waivers para sustentar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-12-31
O salto no pagamento de dividendos para R$ 0,40 por cota marcou o encerramento do semestre do **HCTR11**, impulsionado pelo uso do resultado caixa acumulado, a despeito da forte pressão negativa na rubrica de negociação. Em comparação a novembro, o resultado caixa recuou marginalmente de R$ 0,34 para R$ 0,31 por cota. O resultado contábil sofreu uma contração severa, caindo de R$ 1,30 para R$ 0,58 por cota, reflexo direto da marcação a mercado negativa do FII HCHG11, que gerou um impacto de R$ 13,98 milhões (ante R$ 604 mil negativos no mês anterior). Na linha de receitas, o carrego estrutural foi misto: os juros avançaram R$ 3,2 milhões devido ao maior número de dias úteis, mas a correção monetária encolheu R$ 4,6 milhões, precificando a desaceleração do IPCA (0,09% no M-2). O valuation do patrimônio líquido manteve-se estável na casa de R$ 2,33 bilhões. Quanto aos riscos intrínsecos da carteira de CRIs, a inadimplência permaneceu estagnada em 14%, enquanto a fatia em carência de juros subiu levemente para 75%, exigindo da gestão um monitoramento contínuo de waivers e a execução de garantias para sustentar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-11-28
O pré-pagamento do CRI Thermas de São Pedro e a aprovação para liquidação do fundo investido HCHG11 ditaram a dinâmica do **HCTR11** em novembro de 2025. A geração de caixa avançou para R$ 0,34 por cota (frente aos R$ 0,31 do mês anterior), impulsionada pelo prêmio de resgate antecipado de R$ 1,93 milhão e pelo aumento de R$ 2,9 milhões na linha de correção monetária, reflexo do IPCA de 0,48% (M-2). Em contrapartida, a linha de juros recuou cerca de R$ 4 milhões devido ao menor número de dias úteis, e a marcação a mercado do FII HCHG11 gerou impacto negativo de R$ 604 mil, revertendo o ganho da rubrica de negociação visto em outubro. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,29 por cota. No carrego estrutural e valuation, o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 2,33 bilhões, mas o perfil de risco da carteira de CRIs apresentou deterioração marginal: a inadimplência subiu de 11% para 14%, enquanto a parcela em carência de juros estacionou em 74%, exigindo da gestão atuação contínua em cobranças e eventuais execuções de garantias para proteger os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-10-31
A aprovação de extensões de waivers para seis operações e a liquidação de ativos reconfiguraram o perfil de risco do **HCTR11** em outubro de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,29 por cota, sustentado por uma geração de caixa de R$ 0,31 por cota, que apresentou leve recuo frente aos R$ 0,33 do mês anterior. Na demonstração de resultados, a linha de juros de CRIs avançou R$ 1,38 milhão, impulsionada pelo maior número de dias úteis, enquanto a correção monetária somou R$ 4,72 milhões, beneficiada pela inflação de 0,48% no IPCA M-1. O impacto negativo da marcação a mercado visto no baseline de setembro foi revertido, com a linha de negociação de FIIs contribuindo positivamente com R$ 3,01 milhões. No carrego estrutural e valuation, o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 2,30 bilhões. Contudo, a renegociação de dívidas transferiu ativos da inadimplência (que caiu de 15% para 11%) para a carência de juros, que agora concentra 74% da carteira, exigindo monitoramento contínuo das garantias e da saúde financeira dos devedores para assegurar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-09-30
A venda estratégica do CRI Recanto dos Pássaros e a extensão de waivers marcaram a dinâmica do **HCTR11** em setembro de 2025, mitigando parcialmente a pressão sobre os rendimentos mensais. O fundo registrou uma leve redução no pagamento de dividendos, passando de R$ 0,30 para R$ 0,29 por cota, reflexo direto de um impacto negativo de R$ 4 milhões na marcação a mercado do FII HCHG11 e de uma contração de R$ 1,15 milhão na linha de correção monetária (IPCA M-2 a 0,26%). Apesar do avanço na arrecadação de juros de CRIs, que subiu para R$ 22,4 milhões, a geração de caixa recuou para R$ 0,33 por cota. Para sustentar a liquidez, a gestão efetuou a venda de ativos na curva, injetando R$ 3,5 milhões no caixa. No carrego estrutural, o patrimônio líquido permanece na casa de R$ 2,29 bilhões, enquanto os riscos da carteira seguem cristalizados: 15% dos ativos continuam inadimplentes e 69% em carência de juros, exigindo renegociações ativas, como o alongamento de prazos para os devedores OP Resort e Eco Resort.
Relatório de 2025-08-29
A contínua desaceleração do IPCA (M-2) de 0,26% para 0,24% subtraiu aproximadamente R$ 1 milhão da linha de correção monetária do **HCTR11** em agosto de 2025, aprofundando a pressão sobre as receitas do portfólio. Apesar da queda na arrecadação de juros de CRIs, que recuou de R$ 23,6 milhões para R$ 21,5 milhões na comparação mensal, o fundo conseguiu sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,30 por cota. Esse suporte foi viabilizado por uma geração de caixa de R$ 0,34 por cota, impulsionada pelo recebimento de R$ 700 mil referentes à primeira parcela da renegociação da dívida do CRI STX, um ativo que se encontrava no radar de monitoramento da gestão. Adicionalmente, a marcação a mercado do FII HCHG11 reverteu perdas anteriores, injetando um impacto positivo de R$ 806 mil no resultado contábil. No carrego estrutural, o perfil de risco permanece inalterado e engessado: a inadimplência segue cravada em 15% da carteira de CRIs, enquanto a expressiva fatia de 69% dos ativos continua em período de carência de juros, exigindo acompanhamento rigoroso das garantias e waivers concedidos.
Relatório de 2025-07-31
A retração do IPCA e a ausência de ganhos de capital expressivos comprimiram o resultado caixa do **HCTR11** em julho de 2025, forçando a redução no pagamento de dividendos para R$ 0,30 por cota. Diferente do mês anterior, onde a venda do CRI Araguaína Park impulsionou os rendimentos mensais, a alienação remanescente do CRI Urbanes Santa Maria na curva gerou apenas R$ 250 mil em negociação. A linha de correção monetária sofreu um novo revés de R$ 1,7 milhão, reflexo da desaceleração do IPCA (M-2) de 0,43% para 0,26%. Em contrapartida, a receita de juros avançou R$ 3,4 milhões devido ao maior número de dias úteis. No carrego estrutural, o perfil de risco do patrimônio segue engessado: a inadimplência cravou em 15% e a fatia de ativos em carência de juros manteve-se em 69%. Do lado da alocação tática, a gestão intensificou os aportes no Fundo HCST11, injetando R$ 11 milhões para viabilizar a conclusão das obras do Projeto Setin, um salto expressivo frente aos R$ 247 mil destinados no mês anterior.
Relatório de 2025-06-30
A venda total do CRI Araguaína Park na curva impulsionou o resultado caixa do **HCTR11** em junho de 2025, compensando a contínua retração nas receitas atreladas à inflação. Com um ganho de capital de R$ 2,85 milhões oriundo desta alienação, o fundo apurou um resultado de R$ 0,46 por cota, permitindo a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,38 por cota (yield de 1,13% a.m. sobre a cota a mercado) e revertendo a queda observada no mês anterior. Apesar do alívio pontual no fluxo de caixa, a linha de correção monetária encolheu mais R$ 3,78 milhões, refletindo o IPCA de 0,43% (M-2). No carrego da carteira, os riscos intrínsecos permanecem inalterados: a inadimplência segue cristalizada em 15% e a parcela de ativos em carência de juros estacionou em 69%, limitando a previsibilidade de rendimentos mensais recorrentes. A gestão manteve os aportes táticos, destinando mais R$ 247 mil ao HCST11 para a reta final do Projeto Setin, enquanto atua junto à securitizadora para destravar garantias e monitorar os waivers concedidos aos devedores.
Relatório de 2025-05-30
A desaceleração do IPCA e a marcação a mercado negativa do FII HCHG11 pressionaram o resultado contábil do **HCTR11** em maio de 2025, resultando em uma redução no pagamento de dividendos para R$ 0,28 por cota. O rendimento mensal recuou para 1,13%, refletindo a queda de R$ 11,6 milhões na linha de correção monetária (IPCA de 0,56% em março contra 1,31% no mês anterior). O patrimônio líquido do fundo manteve-se estável na casa de R$ 2,28 bilhões. No carrego da carteira, a inadimplência permaneceu engessada em 15%, enquanto a parcela de ativos em carência de juros subiu levemente para 69%. A gestão segue focada na reestruturação de garantias, aprovando novos waivers para o CRI WAM Holding e renegociando a dívida do CRI STX, além de realizar um novo aporte no HCST11 para viabilizar a entrega do Projeto Setin, agora com 97,9% de avanço físico, buscando um futuro destravamento de valor no valuation dos ativos.
Relatório de 2025-04-30
A elevação da correção monetária impulsionou o resultado contábil do **HCTR11** para R$ 45,7 milhões em abril de 2025, permitindo um incremento no pagamento de dividendos para R$ 0,32 por cota (dividend yield mensal de 1,48%). Diferente do mês anterior, o patrimônio líquido apresentou leve alta, atingindo R$ 2,26 bilhões. No carrego da carteira, a inadimplência permaneceu estagnada em 15%, com 68% dos ativos ainda em carência de juros, evidenciando a manutenção da complexidade do portfólio. A gestão manteve o foco em resoluções de crédito, aprovando o vencimento antecipado do CRI Ingleses Beach por quebra de covenants e renegociando o CRI Hope com um novo waiver até 2026, exigindo amortizações mensais de R$ 500 mil. Adicionalmente, o fundo realizou um novo aporte no HCST11 para a reta final do Projeto Setin, agora com 96,7% de conclusão, buscando destravar valor e melhorar o valuation dos ativos subjacentes.
Relatório de 2025-03-31
A elevação do IPCA no período (1,31% no M-1) impulsionou a linha de correção monetária, revertendo a pressão deflacionária do mês anterior e contribuindo para um resultado contábil positivo de R$ 32,6 milhões. O **HCTR11** anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,30 por cota, o que representa um dividend yield mensal de 1,45% frente à cotação de fechamento. Apesar da recuperação na geração de caixa e do impacto positivo na marcação a mercado do FII HCHG11, o portfólio de crédito exige cautela: a parcela de CRIs inadimplentes saltou para 15% da carteira (frente aos 6% do mês anterior), enquanto 68% permanecem em carência de juros. No front de alocação e venda de ativos, a gestão manteve os aportes pontuais, destinando R$ 510 mil ao fundo HCST11 para o avanço das obras do Projeto Setin, que atingiu 91,6% de conclusão. O patrimônio líquido estabilizou-se na casa dos R$ 2,23 bilhões, absorvendo os fortes choques de valuation vistos no início do ano, mas a alta inadimplência reforça os riscos intrínsecos de carrego da carteira.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: Calculado por IA
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.