Relatório de 2026-04-30
Recuperação marginal nas receitas operacionais marca o fechamento de abril de 2026 para o **LVBI11**, com a receita total subindo para R$ 0,92 por cota e o resultado distribuível avançando para R$ 0,73 por cota (frente aos R$ 0,72 do mês anterior). Apesar da melhora operacional, a taxa de comercialização da Interbrands Foods continuou gerando um impacto não recorrente de R$ 0,05 por cota. Para assegurar o pagamento de dividendos recorrentes no patamar de R$ 0,75 por cota, a gestão recorreu novamente à queima de reservas acumuladas, que recuaram de R$ 0,29 para R$ 0,27 por cota. No mercado secundário, o patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 1,939 bilhão, mas o desconto patrimonial aumentou ligeiramente, com o múltiplo P/VP recuando de 0,91x para 0,90x. A vacância física e financeira permaneceu zerada na competência analisada, embora o mercado monitore de perto os riscos de desocupação futura da Qubit e da Elfa Medicamentos, além do andamento da incorporação pelo HGLG, que segue pendente de aprovação regulatória da CVM.
Relatório de 2026-03-31
O impacto não recorrente da taxa de comercialização referente à locação da Interbrands Foods reduziu o resultado do **LVBI11** para R$ 0,72 por cota em março, frente aos R$ 0,79 registrados no mês anterior. A receita total também recuou de R$ 0,92 para R$ 0,90/cota. Apesar da compressão no carrego financeiro, a gestão utilizou o saldo de reservas acumuladas (que caiu de R$ 0,33 para R$ 0,29/cota) para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, reafirmando o guidance de rendimentos mensais para o encerramento do primeiro semestre. No mercado secundário, o valuation do fundo sofreu leve ajuste, passando a negociar com um múltiplo P/VP de 0,91x sobre o patrimônio líquido estável de R$ 1,93 bilhão. Do lado operacional, a vacância física atual permaneceu zerada, mas o cenário prospectivo sofreu deterioração: o locatário QUBIT iniciou o distrato no ativo Itapevi (saída em abril/2026), o que, somado à desocupação já mapeada da Elfa Medicamentos no ativo Aratu, elevará a vacância projetada para 1,1% a partir de setembro. Paralelamente, o processo de incorporação pelo HGLG segue travado no aguardo do parecer da CVM sobre a não concessão do direito de recesso aos cotistas.
Relatório de 2026-02-27
O atingimento da vacância física e financeira nula marcou a competência de fevereiro do **LVBI11**, consolidando a absorção das áreas em Cajamar e Extrema. No carrego financeiro, a receita total saltou de R$ 0,87 para R$ 0,92 por cota, impulsionada diretamente pelo fim da carência concedida à Interbrand Foods no ativo Mauá. Esse incremento gerou um resultado de R$ 0,79/cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, com a gestão reafirmando o guidance de manter este patamar de rendimentos mensais até o final do primeiro semestre. O patrimônio líquido do fundo permaneceu estável em R$ 1,93 bilhão, negociado a um múltiplo P/VP de 0,93x, refletindo um valuation com leve desconto no mercado secundário. Do lado dos riscos intrínsecos, a gestão confirmou a saída da Elfa Medicamentos do ativo Aratu para setembro de 2026, o que elevará a vacância projetada para 0,7%, embora as tratativas para realocação já estejam em fase de minuta. Paralelamente, o fundo segue monitorando a inadimplência de R$ 0,17/cota atrelada a locatários em recuperação judicial e aguarda o parecer da CVM sobre o direito de recesso para destravar a incorporação pelo HGLG.
Relatório de 2026-01-30
A zeragem projetada da vacância física após novas locações em Cajamar e Extrema marcou a dinâmica operacional do **LVBI11** em janeiro de 2026. O fundo assinou contratos com a WGL (8.962 m²) e Ollie Cosméticos (3.307 m²), reduzindo a ociosidade atual para 2,4% e garantindo ocupação total a partir da próxima competência. No carrego financeiro, a receita total recuou para R$ 0,87 por cota devido à ausência de rubricas não recorrentes, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,75 por cota, sustentando a previsibilidade de rendimentos mensais. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 1,94 bilhão, negociado a um múltiplo P/VP de 0,93x. No front corporativo, a gestão aguarda parecer da CVM sobre o direito de recesso para dar início à incorporação pelo HGLG, prevista para o primeiro semestre. Paralelamente, o fundo monitora a inadimplência acumulada de R$ 0,17/cota atrelada a locatários em recuperação judicial e prepara a reciclagem da área da Elfa Medicamentos no ativo Aratu, cuja saída foi postergada para setembro.
Relatório de 2025-12-31
A aprovação da incorporação pelo HGLG e a absorção parcial de áreas vagas ditaram o ritmo do **LVBI11** no fechamento de 2025. O patrimônio líquido subiu levemente para R$ 1,94 bilhão, enquanto o múltiplo P/VP avançou de 0,92x para 0,93x no mercado secundário. A receita total atingiu R$ 0,90 por cota, impulsionada pelo recebimento da segunda parcela da multa rescisória da Solistica (R$ 0,01/cota). A vacância física manteve-se estável em 3,0%, mas a gestão reportou a expansão da Gocase no ativo Extrema (3.081 m² adicionais) e negociações avançadas para a antiga área da Americanas no Aratu. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,75 por cota, mantendo a previsibilidade dos rendimentos mensais. No radar de riscos, a inadimplência acumulada atinge R$ 0,17/cota devido a locatários em recuperação judicial, e a saída da Elfa Medicamentos foi remapeada para setembro de 2026, o que exigirá novos esforços de locação para evitar impacto futuro na distribuição.
Relatório de 2025-12-30
Aprovação da incorporação do fundo **LVBI11** pelo Patria Log. Os cotistas do **LVBI11** aprovaram, por meio de consulta formal em Assembleia Geral Extraordinária, a incorporação do fundo pelo PATRIA LOG - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO, representando uma etapa para a unificação das estruturas dos veículos imobiliários.
Adicionalmente, foi autorizada a alteração do regulamento do **LVBI11** relacionada à dispensa de reembolso para cotistas dissidentes. A efetivação de tal dispensa e a consequente conclusão da incorporação dependem de manifestação favorável da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo que os desdobramentos futuros serão comunicados ao mercado pela administração do **LVBI11**.
Relatório de 2025-11-28
A proposta de incorporação pelo fundo HGLG e a reavaliação patrimonial positiva ditaram o novo carrego do **LVBI11** em novembro de 2025. O patrimônio líquido avançou para R$ 1,93 bilhão, refletindo um ganho de capital contábil médio de 2,1% nos ativos, com destaque para a expressiva valorização de 20,6% no galpão de Mauá. No mercado secundário, o valuation acompanhou o movimento, elevando o múltiplo P/VP de 0,90x para 0,92x. Operacionalmente, a receita total subiu para R$ 0,89 por cota, impulsionada pelo recebimento não recorrente de R$ 0,02/cota referente à multa rescisória da Solistica. Com a desocupação formalizada dessa locatária, a vacância física saltou de 1,7% para 3,0%. Contudo, a gestão mitigou o risco ao confirmar que a área em Extrema já está sendo absorvida por outro inquilino do portfólio. Além disso, a vacância projetada de 3,6% foi postergada para abril de 2026, visto que a Elfa Medicamentos decidiu prorrogar sua permanência no ativo Aratu. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,75 por cota, preservando a previsibilidade dos rendimentos mensais enquanto os investidores deliberam sobre a fusão, que promete um incremento teórico de 13,9% na renda nominal.
Relatório de 2025-10-31
A leve melhora na receita total para R$ 0,87 por cota impulsionou o resultado mensal do **LVBI11** para R$ 0,76/cota em outubro de 2025, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota. No mercado secundário, o carrego de valuation sofreu um leve ajuste, com o múltiplo P/VP recuando de 0,92x para 0,90x, enquanto o patrimônio líquido permaneceu robusto na faixa de R$ 1,89 bilhão. Do lado operacional, a gestão realizou a aquisição de cotas do FII CPLG1, diversificando marginalmente a alocação. A vacância física atual segue estabilizada em 1,7%, concentrada no módulo 2 de Cajamar. Contudo, os riscos intrínsecos de curto prazo envolvem a vacância projetada de 3,6% para janeiro de 2026, impulsionada pela devolução da Solistica em Extrema e pelo recém-anunciado distrato da Elfa Medicamentos no ativo Aratu. Para mitigar esse cenário, a equipe comercial mantém tratativas avançadas para a área de 18 mil m² da Americanas e iniciou prospecções para o espaço da Elfa, buscando preservar a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-09-30
A rápida reposição do espaço deixado pela Nestlé em Extrema, agora ocupado pela Engage Eletro, manteve a vacância física do **LVBI11** estabilizada em 1,7% neste mês, neutralizando impactos operacionais de curto prazo. O carrego de valuation apresentou evolução no mercado secundário, com o múltiplo P/VP avançando de 0,87x para 0,92x, enquanto o patrimônio líquido permaneceu robusto na casa de R$ 1,89 bilhão. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,75 por cota, suportado por um resultado mensal de R$ 0,75 e receitas totais de R$ 0,86/cota, conferindo previsibilidade aos rendimentos mensais. Do lado comercial e de riscos intrínsecos, a gestão atua na mitigação da vacância projetada de 3,6% para janeiro de 2026, com tratativas avançadas para a área da Solistica e reestruturação do espaço da Americanas no ativo Aratu para viabilizar expansões. A inadimplência segue inalterada em R$ 0,17/cota, restrita aos locatários em recuperação judicial.
Relatório de 2025-08-31
A expressiva compressão da vacância física para 1,7% dita o tom operacional do **LVBI11** neste mês, reflexo direto do ingresso da Interbrand Foods em Mauá e da DP World em Cajamar, o que zerou a vacância financeira da carteira. Apesar da estabilidade no carrego de valuation, com o patrimônio líquido mantido em R$ 1,89 bilhão e o múltiplo P/VP em 0,87x, o horizonte de médio prazo exige monitoramento ativo: a Elfa Medicamentos formalizou distrato no ativo Aratu e a Solistica sinalizou devolução em Extrema. Essa dinâmica eleva a projeção de vacância para 3,6% a partir de janeiro de 2026. O pagamento de dividendos permaneceu ancorado em R$ 0,75 por cota, perfeitamente coberto pelo resultado mensal gerado, conferindo previsibilidade aos rendimentos mensais dos cotistas. Do lado dos riscos, a inadimplência segue cristalizada em R$ 0,17/cota, atrelada exclusivamente aos processos de recuperação judicial de Sequoia, Dia% e Americanas, sem novas deteriorações. A gestão concentra esforços na prospecção para o único módulo vago em Cajamar e na reposição antecipada das áreas em aviso prévio.
Relatório de 2025-07-31
A forte absorção de áreas vagas e a rápida reposição de locatários ditaram o ritmo do **LVBI11** neste mês. A vacância física recuou de 10,7% para 9,3% impulsionada pela entrada de quatro novos inquilinos, incluindo Principia, DT Comércio e Vyttra, além da expansão do Atakarejo. O carrego de valuation permaneceu estável, com o patrimônio líquido na casa de R$ 1,89 bilhão e o múltiplo P/VP mantido em 0,87x. No front comercial, a gestão mitigou o risco da saída da Nestlé em Extrema ao locar a área para a Engage Eletro, o que, somado à nova locação para a DP World em Cajamar, ajustou a projeção de vacância para otimistas 3,0% em outubro, mesmo com a devolução parcial da Solistica no radar. O pagamento de dividendos seguiu ancorado em R$ 0,75 por cota, agora suportado por um resultado mensal equivalente (R$ 0,75/cota), reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. A inadimplência, contudo, segue como ponto de atenção, estagnada em R$ 0,17/cota devido aos processos de recuperação judicial e extrajudicial de locatários como Sequoia, Dia% e Americanas.
Relatório de 2025-06-30
A reavaliação patrimonial e a intensa movimentação comercial ditaram o ritmo do **LVBI11** neste mês. O fundo registrou uma desvalorização de 6,85% em seus ativos imobiliários, o que comprimiu o patrimônio líquido em 5,72%, recuando da marca de R$ 2,01 bilhões para R$ 1,89 bilhão (cota patrimonial de R$ 117,64) e ajustando o múltiplo P/VP para 0,87x. Apesar do impacto no carrego de valuation, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, suportado por um resultado de R$ 0,73/cota. No front comercial, a vacância física permaneceu estagnada em 10,7%, mas a locação integral em Mauá para a Interbrands Foods e novas ocupações em Itapevi e Extrema projetam uma mitigação da ociosidade. Contudo, o radar de riscos aponta para a saída confirmada da Nestlé e a devolução parcial da Solistica em Extrema, o que deve ancorar a vacância projetada em 6,4% a partir de outubro. A inadimplência segue persistente em R$ 0,17/cota, com a Sequoia em recuperação extrajudicial, exigindo cautela no monitoramento da rentabilidade e dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-05-31
A reversão da locação integral no ativo Mauá e a zeragem da ociosidade em Itapevi redefinem a dinâmica comercial do **LVBI11** neste mês. Enquanto a vacância física e financeira permaneceram estagnadas em 10,7% e 8,0%, respectivamente, a gestão reportou um recuo no múltiplo P/VP para 0,81x frente ao patrimônio líquido de R$ 2,01 bilhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,75 por cota, impulsionado por um resultado de R$ 0,77/cota que se beneficiou de multas rescisórias da Sequoia e Phisalia. No radar de riscos, a projeção de vacância física para o segundo semestre foi ajustada para 12,1% (ante 13,3% projetados no mês anterior), mitigada por uma nova locação em Extrema que absorveu parte do impacto das futuras saídas da Nestlé e Solistica. A inadimplência segue ancorada em R$ 0,17 por cota, atrelada a processos de recuperação judicial, exigindo monitoramento contínuo do carrego de valuation e da rentabilidade do fundo.
Relatório de 2025-04-30
A superação da marca de 5% na vacância financeira altera a dinâmica operacional do **LVBI11** neste mês, atingindo 8,0% após a desocupação do Dia% no ativo Mauá e a recente aquisição em Cajamar. Embora a vacância física tenha se mantido estável em 10,7% no curto prazo, o radar de riscos do portfólio foi atualizado com a confirmação de saída da Nestlé (agosto) e da Solistica (outubro) no galpão de Extrema, o que projeta um salto da ociosidade física para 13,3% no segundo semestre, agravando a estimativa anterior de 11,7%. No carrego de valuation, o múltiplo P/VP recuou de 0,84x para 0,82x, refletindo uma leve reprecificação a mercado frente ao patrimônio líquido de R$ 2,01 bilhões. Apesar das pressões de inadimplência estagnadas em R$ 0,17 por cota (atreladas a recuperações judiciais), a gestão sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, ancorado em resultados recorrentes e suportado por um pipeline robusto de negociações comerciais que, se concretizado, pode mitigar o impacto das futuras devoluções e reequilibrar a rentabilidade do fundo.
Relatório de 2025-03-31
O ajuste nos rendimentos mensais para R$ 0,75 por cota marca a transição do fundo para a distribuição exclusiva de resultados recorrentes, cessando o consumo da reserva de lucros. A vacância física do **LVBI11** voltou a subir, passando de 10,3% para 10,7% após a desocupação do ativo Aratu pela Infracommerce. O carrego de valuation e a precificação de mercado elevaram o múltiplo P/B para 0,84x, frente aos 0,78x do mês anterior, com o patrimônio líquido mantido na casa de R$ 2,01 bilhões. A gestão reportou um impacto negativo de R$ 0,07/cota nas receitas devido aos espaços vagos, além de carregar uma inadimplência acumulada de R$ 0,17/cota atrelada a locatários em recuperação judicial e extrajudicial (Dia%, Sequoia e Americanas). Para os próximos meses, o radar de riscos aponta para um novo incremento na vacância, projetada para 11,7% em outubro devido ao aviso prévio da Solistica. Em contrapartida, há negociações avançadas para locação de cinco módulos logísticos que podem mitigar esse cenário de desocupação.