Relatório de 2026-04-30
A forte recuperação do resultado mensal para R$ 0,48 por cota marcou o desempenho do **JSRE11** em abril de 2026, eliminando a necessidade de recorrer a reservas acumuladas para sustentar o pagamento de dividendos, que se manteve estável em R$ 0,48 por cota. Essa melhora operacional ocorre após o impacto dos custos de transação do mês anterior, elevando o valor do patrimônio líquido por cota para R$ 102,83. No entanto, a vacância física consolidada do portfólio apresentou uma leve deterioração, subindo de 9,1% para 9,4% (e de 7,7% para 8,9% quando desconsiderado o JSRI). No mercado secundário, a cota de fechamento recuou para R$ 64,80, o que elevou o dividend yield anualizado para 8,89%. Entre os principais riscos intrínsecos monitorados pela gestão, destacam-se a vacância remanescente no Edifício Tower Bridge e no WT Morumbi, além da exposição a ativos indiretos via cotas subordinadas do JSRI, que atualmente passa por diligência para novas aquisições corporativas.
Relatório de 2026-03-31
A integralização de cotas do fundo JSRI utilizando fração do Tower Bridge e a devolução de espaço pela EMAE reconfiguraram os indicadores operacionais do **JSRE11** neste mês. O resultado gerado recuou expressivamente de R$ 0,86 para R$ 0,28 por cota, fortemente pressionado por despesas financeiras não recorrentes atreladas ao CRI Rochaverá e à estruturação do ativo Tower Bridge. Apesar da compressão no carrego mensal, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,48 por cota, mantendo o dividend yield anualizado em 8,64%. No mercado secundário, o valuation da carteira sofreu leve retração, com o valor patrimonial caindo para R$ 102,10 e a cota de fechamento ajustada a R$ 66,64. A vacância física consolidada avançou de 6,5% para 7,7%, refletindo a desocupação recente, embora a gestão reporte negociações avançadas para renovações. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a transição de portfólio direto para cotas subordinadas do JSRI (agora 17% do patrimônio líquido) adiciona uma nova camada de análise sobre a previsibilidade de receitas e riscos futuros.
Relatório de 2026-03-31
A integralização de 27,5% do Edifício Tower Bridge no fundo JSRI e a devolução de espaço pela EMAE redefiniram o balanço do **JSRE11** em março de 2026. O resultado mensal recuou fortemente para R$ 0,28 por cota (frente aos R$ 0,86 do mês anterior), pressionado pelos custos de transação e pela nova estrutura de ativos. Apesar da queda no lucro contábil, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,48 por cota, recorrendo a reservas acumuladas. No mercado secundário, a cota de fechamento recuou ligeiramente para R$ 66,64, enquanto o valor patrimonial por cota ajustou-se para R$ 102,10. A vacância física consolidada do portfólio subiu para 9,1% (ou 7,7% desconsiderando o JSRI), refletindo a saída da EMAE no Tower Bridge Corporate. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado registrou uma leve alta para 8,64%, em meio a despesas financeiras não recorrentes de R$ 3,14 milhões associadas ao CRI Rochaverá e à integralização do Tower Bridge.
Relatório de 2026-03-04
O fundo **JSRE11** realiza subscrição de cotas do FII JSRI mediante a transferência de 27,5% de fração ideal de unidades do ativo Tower Bridge. O Banco J. Safra S.A., administrador do **JSRE11**, comunicou a celebração de documento para subscrição de cotas 'Subclasse B' da Classe Única do JS Renda Imobiliária FII ('JSRI') no âmbito de sua 2ª Emissão. A integralização das cotas será efetuada por meio de permuta de ativos, entregando a fração ideal de 27,5% de determinadas unidades do imóvel Tower Bridge, localizado em São Paulo. A transação faz parte de uma estratégia de diversificação de portfólio via alavancagem, respeitando o limite estatutário de até 20% para aquisição de cotas de fundos sob mesma administração ou gestão.
Relatório de 2026-02-27
O pré-pagamento do CRI Rochaverá e uma intensa movimentação de locatários redefiniram a dinâmica operacional do **JSRE11** neste mês. O fundo apurou um salto expressivo no resultado gerado, atingindo R$ 0,86 por cota (ante R$ 0,55 no mês anterior), impulsionado pelo abatimento de R$ 135 milhões do passivo e pelo recebimento de multa rescisória da NCR no Ed. Tower Bridge. Apesar do forte carrego no caixa, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,48 por cota. No mercado secundário, a cota de fechamento avançou para R$ 67,00, enquanto o valuation da carteira refletiu uma alta no valor patrimonial para R$ 103,73. A vacância física consolidada ajustou-se para 6,5%, evidenciando um mês de alto giro: a locação de 6.660 m² para a Novartis no WT Morumbi e a entrada do TRT no Ed. Paulista contrastaram com as devoluções da NCR e Medtronic. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado recuou levemente para 8,60%, em um cenário onde as despesas financeiras do CRI Rochaverá ainda consumiram R$ 3,01 milhões no período antes de sua liquidação parcial.
Relatório de 2025-12-18
O fundo **JSRE11** comunicou a celebração de documento de subscrição e integralização de cotas subordinadas 'Subclasse B' do JS Renda Imobiliária FII (JSRI). A operação foi realizada por meio da transferência pelo **JSRE11** de uma fração ideal de 46% de determinadas unidades do ativo Tower Bridge, resultando na manutenção de propriedade em condomínio, na proporção de 39% para o JSRI e 61% para o **JSRE11**.
A transação viabiliza a aquisição indireta de participação nos imóveis WT Morumbi e Work Bela Cintra pelo **JSRE11**. O movimento estratégico gerou a liberação de caixa suficiente para a quitação integral das obrigações financeiras do fundo, extinguindo o passivo de dívida existente relacionado ao CRI Rochaverá.
Relatório de 2025-11-28
A nova locação de 418 m² para a Care Plus na Torre Marble ditou o ritmo operacional do **JSRE11** neste mês, comprimindo a vacância física do portfólio para 1,8% e evidenciando a resiliência na absorção dos espaços. No mercado secundário, a cota de fechamento estendeu o movimento de alta, saltando de R$ 63,35 para R$ 66,32, o que ajustou o dividend yield anualizado para 8,69%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,48 por cota, agora suportado por um resultado gerado superior, de R$ 0,55 por cota. Para os investidores que monitoram o valuation e buscam entender se o carrego vale a pena, o valor patrimonial registrou um recuo marginal para R$ 102,12. Do lado estratégico, a gestão concluiu a integralização no fundo JS Renda Imobiliária FII mediante a transferência de 46% de algumas unidades do Tower Bridge, alterando a estrutura de propriedade do ativo. Em relação aos riscos, as despesas financeiras atreladas ao CRI Rochaverá consumiram R$ 1,77 milhão no período, mantendo a pressão sobre o caixa em um cenário onde 26% dos contratos de locação vencem ao longo de 2025.
Relatório de 2025-11-19
O administrador do **JSRE11** comunicou ao mercado a disponibilização de um extrato pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) no qual o fundo é citado em um processo de aprovação de transação. O evento refere-se à potencial aquisição indireta de participação nos imóveis 'WT Morumbi' e 'Edifício Work Bela Cintra', localizados em São Paulo e atualmente pertencentes ao fundo BTLG11.
A operação será realizada por meio de um veículo de investimento que receberá recursos do **JSRE11** e de terceiros. A consumação desta potencial aquisição de ativos imobiliários está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais e à aprovação formal do CADE.
Relatório de 2025-10-31
A concretização de uma nova locação de 440 m² na Torre Ebony ditou a dinâmica operacional do **JSRE11** neste mês, comprimindo a vacância física para 1,9% e sinalizando uma absorção contínua nos ativos do portfólio. No mercado secundário, a cota de fechamento reverteu a tendência de queda do período anterior, avançando para R$ 63,35, o que ajustou o dividend yield anualizado para 9,09%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,48 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,52 por cota, levemente inferior ao mês passado. Para os investidores que avaliam o valuation e buscam entender se o carrego vale a pena, o valor patrimonial registrou um novo incremento marginal, atingindo R$ 102,14. Além da melhora na ocupação, a gestão anunciou negociações avançadas para a aquisição indireta dos imóveis WT Morumbi e Work Bela Cintra, indicando uma fase de expansão. Contudo, os riscos atrelados à alavancagem permanecem no radar: as despesas financeiras do CRI Rochaverá consumiram R$ 1,95 milhão no período, mantendo a pressão sobre o caixa em um cenário onde 26% dos contratos de locação vencem ao longo de 2025.
Relatório de 2025-09-30
A concretização de um novo contrato de locação no Edifício Paulista com prêmio real de 17% sobre o aluguel anterior ditou o ritmo operacional do **JSRE11** neste mês, compensando a pressão contínua no mercado secundário. A cota de fechamento aprofundou a queda, passando de R$ 62,40 para R$ 61,96, o que elevou o dividend yield anualizado para 9,30%. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,48 por cota, lastreado por um resultado gerado que sofreu leve retração para R$ 0,53 por cota. Para os investidores que monitoram o valuation para decidir se o ativo vale a pena, o valor patrimonial demonstrou resiliência com um microajuste positivo, alcançando R$ 102,05. No front comercial, a gestão converteu as negociações avançadas em assinaturas definitivas, garantindo a renovação de 2.178 m² no Tower Bridge por mais 12 meses e mantendo a vacância física estagnada em 2,1%. Contudo, os riscos intrínsecos seguem consumindo caixa: as despesas financeiras atreladas ao passivo de R$ 135 milhões do CRI Rochaverá subiram para R$ 1,95 milhão no período, enquanto o cronograma de vencimentos aponta que 26% dos contratos expiram em 2025, exigindo agilidade na retenção de inquilinos para proteger os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-08-29
A estabilização da vacância física em 2,1% e o avanço nas negociações de locação marcaram o mês operacional do **JSRE11**, enquanto o mercado secundário continuou precificando as cotas para baixo. A cota de fechamento recuou de R$ 64,11 para R$ 62,40 na passagem mensal, movimento que impulsionou o dividend yield anualizado para 9,23%. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,48 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,54 por cota — uma normalização esperada após o pico de R$ 0,70 registrado no mês anterior, que havia sido inflado pela venda de ativos. Para os investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena, o valor patrimonial permaneceu resiliente, com leve ajuste positivo para R$ 101,95. Do lado imobiliário, a gestão reportou negociações avançadas para renovar 2.178 m² no Tower Bridge e locar 1.257 m² no Rochaverá, além de fechar as condições comerciais para a cobertura do Tower Bridge. Nos riscos intrínsecos, o balanço segue pressionado pelo passivo de R$ 135 milhões do CRI Rochaverá, que consumiu R$ 1,86 milhão em despesas financeiras no mês, somado ao desafio comercial de renovação de 26% dos contratos de locação que possuem vencimento agendado para 2025.
Relatório de 2025-07-31
A locação de 710 m² no edifício Tower Bridge para a empresa Puro Digital alterou a dinâmica de desocupação do **JSRE11**, comprimindo a vacância física consolidada de 2,6% para 2,1% na passagem mensal. Em paralelo, a vacância financeira recuou de 4,9% para 4,4%. No mercado secundário, a cota de fechamento sofreu desvalorização, caindo de R$ 66,49 para R$ 64,11, movimento que impulsionou o dividend yield anualizado para 9,05%. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,48 por cota, ancorado por um forte salto no resultado gerado, que atingiu R$ 0,70 por cota (ante R$ 0,41 no mês anterior). Esse incremento substancial derivou da venda de ativos, especificamente cotas dos FIIs HGPO11 e EDGA11, que injetaram um ganho de capital de R$ 3,7 milhões no caixa. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o valor do patrimônio permaneceu praticamente estável em R$ 101,94 por cota. Do lado dos riscos, o balanço continua pressionado pelo passivo de R$ 135 milhões do CRI Rochaverá, que consumiu mais de R$ 2 milhões em despesas financeiras no mês, somado ao desafio de renovação de 26% dos contratos de locação que possuem vencimento agendado para 2025.
Relatório de 2025-06-30
A concretização de novas locações nos edifícios Tower Bridge e Rochaverá reduziu a vacância física consolidada do **JSRE11** para 2,6%, ajustando a expectativa anterior de 2,0%, mas confirmando a trajetória de absorção dos espaços. No mercado secundário, a cota de fechamento avançou para R$ 66,49, o que comprimiu o dividend yield anualizado para 8,66%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,48 por cota, embora o resultado gerado no mês tenha recuado para R$ 0,41 por cota, impactado pelo aumento nas despesas com prestadores de serviço e aportes no fundo de reserva do Tower Bridge. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o valor do patrimônio registrou leve queda para R$ 101,95 por cota, enquanto a vacância financeira apresentou melhora significativa, caindo de 7,2% para 4,9%. A venda de ativos, especificamente o CRI Venâncio, reforçou o caixa em R$ 18,6 milhões, provendo liquidez frente aos riscos atrelados ao passivo de R$ 135 milhões do CRI Rochaverá, que segue inalterado.
Relatório de 2025-05-31
Avanços comerciais no Tower Bridge e no Rochaverá marcam o mês operacional do **JSRE11**, com negociações que podem reduzir a vacância física consolidada de 3,1% para 2,0%. No mercado secundário, o preço de fechamento da cota subiu de R$ 63,62 para R$ 65,00, movimento que comprimiu o dividend yield anualizado de 9,05% para 8,86%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,48 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,51, o que permite a continuidade da retenção de lucros. O valor do patrimônio registrou leve alta, passando para R$ 102,19 por cota. Do lado dos riscos, a vacância financeira permanece estagnada em 7,2%, enquanto o passivo atrelado ao CRI Rochaverá segue inalterado em R$ 135 milhões, exigindo monitoramento contínuo por parte dos investidores que avaliam se o ativo vale a pena com base na alavancagem e eficiência na geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-05-14
O fundo de investimento imobiliário **JSRE11** anunciou o encerramento do contrato de prestação de serviços de formador de mercado anteriormente mantido com a XP Investimentos, cuja vigência foi finalizada em 14 de maio de 2025. Em substituição, foi realizada a contratação de um novo prestador para a função.
A partir de 15 de maio de 2025, o Safra Próprio Formador de Mercado passa a responder pela atividade no **JSRE11**. A contratação foi previamente deliberada e aprovada em assembleia de cotistas, sendo determinado que os custos operacionais do serviço serão arcados pelo próprio fundo, em conformidade com as regras estabelecidas pela Resolução CVM 175.
Relatório de 2025-04-30
A concretização de uma nova locação de 420 m² no Complexo Rochaverá para a empresa Wenda e a prorrogação do contrato da Equinix no Ed. Paulista ditaram o ritmo operacional do **JSRE11** neste mês. No mercado secundário, o preço de fechamento avançou para R$ 63,62, o que comprimiu o dividend yield anualizado para 9,05%, frente aos 9,62% do período anterior. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,48 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,52, permitindo a continuidade do acúmulo de reservas. A vacância física total apresentou leve recuo para 3,08%, contudo, a vacância financeira subiu para 7,2%, um ponto de atenção para investidores que avaliam se o ativo vale a pena com base na eficiência de geração de receita. O valor patrimonial registrou leve alta para R$ 102,01, enquanto o passivo atrelado ao CRI Rochaverá permanece inalterado em R$ 135 milhões, exigindo acompanhamento contínuo dos riscos de alavancagem.
Relatório de 2025-03-31
Negociações avançadas no Complexo Rochaverá e a valorização da cota no mercado secundário ditaram o ritmo do mês. O **JSRE11** manteve sua vacância física estagnada em 3,1% e a financeira em 6,9%, mas a gestão sinalizou tratativas para ocupação na torre Marble, o que pode alterar essa dinâmica no curto prazo. O pagamento de dividendos seguiu o patamar de R$ 0,48 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 9,62% sobre o novo preço de fechamento de R$ 59,90 (ante R$ 56,66 no mês anterior). O resultado gerado foi de R$ 0,52 por cota, permitindo a continuidade do acúmulo de reservas não distribuídas. O valor patrimonial registrou leve alta para R$ 101,91, mantendo o carrego atual e o expressivo deságio frente ao valor de mercado como pontos de atenção para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena. A alavancagem via CRI Rochaverá segue inalterada em R$ 135 milhões, exigindo monitoramento contínuo do serviço da dívida.