Relatório de 2026-05-11
O fundo **GGRC11** celebrou instrumento particular de compromisso de compra e venda para a aquisição de dois ativos logísticos pelo valor total de R$ 165.000.000,00. Os imóveis envolvidos na transação são o Galpão A ("Imóvel Garuva A"), localizado em Garuva/SC, e o CD3 ("Imóvel CD3"), localizado em Camaçari/BA, representando a expansão do portfólio de ativos logísticos do fundo.
A conclusão definitiva do negócio está sujeita ao cumprimento de condições precedentes contratuais, com previsão de encerramento para o fim de maio de 2026. A liquidação do valor de aquisição será realizada por meio de compensação de créditos na 11ª emissão de cotas do fundo, estimando-se um cap rate médio inicial de 9,54% ao ano para a operação.
Relatório de 2026-05-11
**GGRC11** assina compromisso para aquisição de dois ativos logísticos pelo valor de R$ 165 milhões, com expectativa de fechamento até o fim de maio de 2026. O fundo celebrou o Instrumento Particular de Compromisso de Venda e Compra para a aquisição do 'Imóvel Garuva A' (SC) e do 'Imóvel CD3' (BA), com o pagamento sendo realizado mediante compensação financeira de créditos entre as partes.
A transação de compra de ativos visa expandir a carteira imobiliária do fundo. Segundo a administradora, com base nos contratos vigentes, a estimativa do cap rate médio inicial do investimento é de 9,54% ao ano, restando o fechamento condicionado ao cumprimento de condições precedentes.
Relatório de 2026-04-30
A captação de R$ 352,5 milhões no primeiro período da 11ª emissão de cotas e o compromisso de aquisição de dois novos ativos logísticos por R$ 165 milhões marcam a expansão do **GGRC11** em abril de 2026. Em comparação ao mês anterior, a liquidez diária (ADTV) apresentou forte recuperação, subindo de R$ 8,63 milhões para R$ 9,65 milhões, enquanto a base de cotistas manteve o ritmo acelerado de crescimento, alcançando 341.692 investidores. No mercado secundário, a cota de fechamento registrou leve recuo, passando de R$ 10,30 para R$ 10,27, mantendo o pagamento de dividendos estável em R$ 0,10 por cota (dividend yield mensal de 0,97%). Operacionalmente, a vacância física do portfólio comprimiu ainda mais, caindo de 0,20% para 0,19%, e as obras de expansão do CD SantaCruz avançaram para 95% de conclusão. A gestão também concluiu a venda de ativos com a escritura definitiva do imóvel Covolan e reduziu o passivo de CRIs para R$ 265,27 milhões. Para os investidores que avaliam se o carrego da carteira vale a pena, a dinâmica de alocação rápida dos recursos captados e a manutenção de 86,15% dos contratos na modalidade atípica formam a base do valuation atual.
Relatório de 2026-04-30
**GGRC11** conclui a aquisição de imóvel logístico locado para a Braspark por R$ 192,3 milhões. O fundo **GGRC11** finalizou a transação de compra após a superação das condições precedentes, passando a fazer jus à totalidade das receitas de locação do ativo.
A operação gera impacto imediato nas receitas do **GGRC11**, que passa a receber o aluguel de R$ 26,50/m² sobre a Área Bruta Locável (ABL) atual de 40.225 m², representando aproximadamente R$ 1,06 milhão mensais. Com as expansões já contratadas, a ABL alcançará 61.686 m², elevando o potencial de aluguel do portfólio para até R$ 1,63 milhão por mês sob um cap rate inicial estimado de 10,20% ao ano.
Relatório de 2026-04-10
O fundo **GGRC11** anunciou a definição de 10 de abril de 2026 como a data-base para o exercício do direito de preferência relativo à sua 11ª (décima primeira) emissão de cotas. A partir desta data de corte, será verificada a relação de cotistas aptos a participar da subscrição das novas cotas.
Os cotistas do **GGRC11** poderão exercer o direito de preferência de forma total ou parcial para a subscrição e integralização de até 89.126.560 novas cotas, seguindo os prazos operacionais detalhados no cronograma estimado da oferta.
Relatório de 2026-04-06
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** anunciou a aprovação de sua 11ª emissão de cotas destinada exclusivamente a investidores profissionais, visando a captação inicial de até R$ 1.000.000.003,20, sem considerar a taxa de distribuição. A oferta primária de distribuição de cotas busca angariar recursos para a aquisição de novos ativos imobiliários ou investimentos em ativos de liquidez.
As cotas da emissão do **GGRC11** terão o preço unitário de R$ 11,22. Somando o custo unitário de distribuição de R$ 0,03 (correspondente a 0,27%), o preço total de aquisição será de R$ 11,25 por cota. Os cotistas que possuírem cotas na Data-Base terão direito de preferência proporcional ao fator de 0,41599393126, o qual poderá ser exercido na B3 ou junto ao Escriturador.
Relatório de 2026-03-31
A deflagração da 11ª emissão de cotas com meta de captação de até R$ 1,0 bilhão e a aquisição estruturada do Condomínio Braspark redefinem a tese de crescimento do **GGRC11** em março de 2026. No mercado secundário, o fundo registrou um recuo na cota de fechamento, passando de R$ 10,36 para R$ 10,30, o que manteve o dividend yield mensal em 0,97% mediante o pagamento de dividendos estável de R$ 0,10 por cota. A liquidez diária (ADTV) sofreu retração, caindo de R$ 10,23 milhões para R$ 8,63 milhões, embora a base de cotistas tenha mantido forte expansão, saltando de 313.804 para 329.111 investidores. Operacionalmente, a vacância física apresentou leve melhora, recuando de 0,21% para 0,20%, enquanto a representatividade dos contratos atípicos subiu para 86,58%. O destaque do mês foi a compra dos Galpões B e C do Braspark (SC) por R$ 192,3 milhões via sale and leaseback, com cap rate inicial de 10,20%, atrelado à nova oferta de cotas. Nas frentes de engenharia, as obras de expansão do CD SantaCruz (Fase 2) avançaram de 83% para 88%. O passivo de CRIs continuou sua trajetória de amortização, reduzindo o saldo devedor para R$ 269,59 milhões. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a combinação entre a potencial diluição da nova emissão e a elevação da qualidade do portfólio logístico formam o principal vetor de análise para o carrego da carteira nos próximos meses.
Relatório de 2026-03-27
O fundo **GGRC11** celebrou compromisso de compra e venda para a aquisição dos Galpões B e C do Condomínio Braspark Garuva, localizado em Santa Catarina, por meio de uma operação de sale and leaseback pelo valor de R$ 192.307.805,43. A transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o final de abril de 2026, sendo que o pagamento ocorrerá por compensação financeira de créditos entre as partes.
Após o fechamento, será formalizado um contrato de locação atípico com prazo de 12 anos e aluguel inicial de R$ 26,50/m², gerando um cap rate inicial estimado em 10,20% ao ano para o **GGRC11**. Durante o período de obras de expansão dos galpões, que serão realizadas sem custos adicionais para o fundo, o portfólio receberá uma renda mínima garantida de R$ 568.710,14 para mitigar riscos operacionais.
Relatório de 2026-02-27
A aprovação integral das pautas da Assembleia Geral Extraordinária (AGE), incluindo a troca de administradora para a Vórtx e a autorização para recompra de cotas, marca a consolidação da nova governança do **GGRC11** em fevereiro de 2026. O mercado secundário reagiu positivamente aos desdobramentos, com a cota de fechamento avançando de R$ 10,05 para R$ 10,36, o que ajustou o dividend yield mensal para 0,97%. A liquidez diária (ADTV) recuperou tração, saltando de R$ 8,64 milhões para R$ 10,23 milhões, acompanhada pela entrada expressiva de 22.842 novos cotistas, elevando a base total para 313.804 investidores. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota. Operacionalmente, a vacância física segue controlada em 0,21%, enquanto o perfil dos contratos atípicos ajustou-se levemente para 85,89%. A gestão reportou o recebimento de propostas não vinculantes para a venda de ativos, alinhando-se à estratégia de reciclagem do portfólio. Adicionalmente, as obras de expansão do CD SantaCruz (Fase 2) atingiram 83% de conclusão, com expectativa de impacto positivo nas receitas de locação a partir de junho. O passivo atrelado a CRIs apresentou nova amortização, reduzindo o saldo devedor para R$ 270,72 milhões. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a combinação de destravamento de valor via recompra de cotas e a elegibilidade para índices internacionais adicionam novas camadas de análise ao carrego do fundo.
Relatório de 2026-02-06
O fundo **GGRC11** comunicou o encerramento do leilão de frações de cotas agregadas, processo decorrente da amortização de cotas do fundo VTLT11 realizada mediante a entrega de cotas do **GGRC11**. O leilão apurou um valor médio aproximado de R$ 10,035074233 por cota, consolidando um montante financeiro total de R$ 30.416,31.
Os cotistas do **GGRC11** elegíveis que tiveram frações de suas cotas liquidadas receberão o respectivo reembolso proporcional diretamente em suas contas cadastradas na B3. O pagamento correspondente a essa liquidação financeira está programado para ocorrer em 10 de fevereiro de 2026.
Relatório de 2026-01-30
A convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a troca de administradora fiduciária e a aprovação de recompra de cotas dita o ritmo estratégico do **GGRC11** neste início de ano. No mercado secundário, o preço da cota avançou de R$ 9,90 para R$ 10,05, comprimindo levemente o dividend yield mensal para 0,99%, enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 11,22. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,10 por cota, alinhado ao guidance da gestão. A base de investidores manteve forte expansão, registrando a entrada de 33.639 novos cotistas e alcançando a marca de 290.959, consolidando o fundo entre os maiores da B3 em capilaridade. Em contrapartida, a liquidez diária (ADTV) recuou de R$ 9,69 milhões para R$ 8,64 milhões. Operacionalmente, a vacância física segue inalterada em 0,21%, suportada por um portfólio com 86,68% de contratos atípicos e WAULT de 4,94 anos. A gestão também lançou o 'Programa Renova', focado em retrofits, e reforçou a diretriz de reciclagem do portfólio com a potencial venda de ativos menos estratégicos. O saldo devedor de CRIs apresentou leve amortização, caindo para R$ 272,18 milhões. Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, a resiliência dos rendimentos mensais contrasta com a necessidade de aprovação das novas pautas de governança para destravar valor no longo prazo.
Relatório de 2026-01-30
A convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a troca da administradora fiduciária, a alteração do nome do fundo e a permissão para recompra de cotas dita o ritmo estratégico do **GGRC11** neste início de ano. Na comparação com o mês anterior, o valor de mercado da cota avançou de R$ 9,90 para R$ 10,05, comprimindo levemente o dividend yield mensal para 0,99%, uma vez que o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,10 por cota. A base de investidores manteve forte expansão, registrando o ingresso de 33.639 novos cotistas e alcançando a marca de 290.959, consolidando o fundo entre os 12 maiores da B3 nesse quesito. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estagnada na mínima histórica de 0,21%, com o WAULT inalterado em 4,94 anos e a predominância de contratos atípicos (86,68%). O volume médio diário de negociação (ADTV) recuou de R$ 9,69 milhões para R$ 8,64 milhões. O saldo devedor das obrigações via CRIs apresentou leve amortização, passando de R$ 273,8 milhões para R$ 272,18 milhões. Adicionalmente, a gestão formalizou o 'Programa Renova', focado em retrofits e modernizações do portfólio, e reportou avanço para 80% nas obras de expansão do CD SantaCruz (Fase 02). Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a manutenção do guidance de rendimentos mensais e a proposta de recompra sinalizam uma postura ativa na alocação de capital frente ao desconto patrimonial vigente (VPC de R$ 11,22).
Relatório de 2025-12-31
A venda do CD Campinas por R$ 77 milhões e a consequente redução da vacância física para quase zero (0,21%) marcam o encerramento de 2025 para o **GGRC11**. Na comparação com o mês anterior, o valor patrimonial da cota (VPC) avançou levemente de R$ 11,19 para R$ 11,22, enquanto o preço no mercado secundário recuou de R$ 9,92 para R$ 9,90. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,10 por cota, sustentando um dividend yield de 1,01%. A base de cotistas deu um salto expressivo, registrando a entrada de 36.617 novos investidores e totalizando 257.323 cotistas, o maior crescimento mensal da história do fundo. O volume médio diário de negociação ficou estável na casa de R$ 9,69 milhões. No âmbito do portfólio, além da venda do CD Campinas que destravou um lucro estimado de R$ 0,10 por cota, o fundo concluiu a aquisição do ativo Air Liquide e renovou o contrato com a Ambev em Santa Luzia até 2030. A alavancagem via CRIs apresentou leve recuo, fechando em R$ 273,8 milhões. Para quem avalia se o ativo vale a pena, o guidance de rendimentos para 2026 foi fixado em R$ 0,10 por cota ao mês, baseando-se na atual estrutura de contratos atípicos (87,08%) e WAULT resiliente de 4,94 anos.
Relatório de 2025-12-30
O fundo **GGRC11** anunciou a assinatura de um compromisso de compra e venda para a venda de ativos imobiliários em Campinas - SP pelo valor de R$ 77.000.000,00. A transação envolve o recebimento de R$ 20.000.000,00 em moeda corrente nacional e R$ 57.000.000,00 representados por cotas do fundo comprador VVRI11. A operação visa otimizar o portfólio do **GGRC11** e melhorar sua posição de liquidez, mantendo a exposição indireta ao ativo por meio das cotas recebidas.
Estima-se que a transação gere para o **GGRC11** um lucro de aproximadamente R$ 21.500.000,00, equivalente a cerca de R$ 0,10 por cota, com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) global estimada em 16,94% ao ano. Adicionalmente, todas as obrigações e custos de retrofit do imóvel passam a ser de responsabilidade exclusiva do comprador.
Relatório de 2025-12-17
O fundo **GGRC11** concluiu a aquisição de um imóvel industrial em Campinas, São Paulo, atualmente locado para a Air Liquide Brasil Ltda. A operação foi finalizada mediante o pagamento da última parcela no valor de R$ 15.691.053,37 ao BTG Pactual Logística FII, proprietário anterior do ativo.
Com o adimplemento integral do saldo devedor e a lavratura da respectiva Escritura Pública de Compra e Venda, o **GGRC11** passou a deter a propriedade plena e definitiva do imóvel, consolidando a transação imobiliária acordada previamente.
Relatório de 2025-12-05
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** comunicou a celebração de um compromisso de compra e venda para a alienação de imóveis localizados em Santa Bárbara d’Oeste (SP), atualmente locados para a Covolan Indústria Têxtil Ltda. O valor total da transação de venda de ativos é de R$ 94.981.950,00, a ser pago por meio de sinal parcelado, prestações mensais e parcelas intermediárias semestrais, todas corrigidas pelo IPCA.
A transação projeta um lucro estimado de R$ 21 milhões, o equivalente a R$ 0,098 por cota do **GGRC11**. O recebimento de valores e o potencial impacto positivo no pagamento de dividendos futuros estão condicionados ao cumprimento de condições suspensivas e seguirão o regime de caixa conforme a liquidação das parcelas.
Relatório de 2025-11-28
A venda do imóvel Covolan por R$ 94,9 milhões protagoniza a estratégia de reciclagem de portfólio do **GGRC11** neste mês, com potencial para destravar um lucro estimado de R$ 0,098 por cota. Avaliando os dados de valuation para entender se o ativo vale a pena, o valor patrimonial da cota (VPC) apresentou leve recuo para R$ 11,19, enquanto o preço no mercado secundário ajustou para R$ 9,92. Essa dinâmica de precificação elevou o dividend yield mensal para 1,01%, mantendo o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota. A liquidez do fundo manteve trajetória ascendente, registrando um volume médio diário de R$ 9,70 milhões, o que impulsionou a base de investidores para 220.706 cotistas (um salto de mais de 11 mil novos entrantes). No âmbito operacional, a vacância física permaneceu estabilizada em 4,08%, com o WAULT inalterado em 4,94 anos e a predominância de contratos atípicos (87,08%). A alavancagem atual, representada por R$ 275,6 milhões em CRIs, equivale a 10,10% dos ativos, indicando um perfil de endividamento controlado após a recente emissão.
Relatório de 2025-10-31
O encerramento da 10ª emissão de cotas, que captou R$ 693,3 milhões, e a consolidação de novas aquisições em Quatro Barras/PR (Renault) e Seropédica/RJ elevaram o patrimônio líquido do **GGRC11** para a marca de R$ 2,4 bilhões em outubro de 2025. Avaliando os dados de valuation para entender se o ativo vale a pena, o valor patrimonial da cota avançou de R$ 10,97 para R$ 11,24, enquanto o preço no mercado secundário permaneceu estável em R$ 10,03. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, garantindo rendimentos mensais equivalentes a um yield de 0,99%. A liquidez diária saltou 70%, atingindo R$ 7,49 milhões, o que impulsionou a base para 208.958 cotistas. Operacionalmente, a vacância física recuou para 4,08%, mas o perfil do portfólio sofreu diluição: os contratos atípicos caíram para 75% da receita e o WAULT reduziu de 5,53 para 4,94 anos. A alavancagem recuou para cerca de 12% da relação passivo/ativo, mitigando riscos de curto prazo.
Relatório de 2025-10-24
O fundo imobiliário **GGRC11** anuncia aquisição de ativos logísticos no Rio de Janeiro pelo valor de R$ 67,9 milhões. O **GGRC11** celebrou contrato para a compra da totalidade das ações da SPE R032 Seropédica, proprietária de condomínio logístico localizado na Rodovia Presidente Dutra. O ativo de 39.752 m² de ABL encontra-se locado para as empresas Granado, EPL e Embelleze.
O pagamento de R$ 67.999.999,32 foi realizado por meio de compensação financeira de créditos no âmbito da 10ª emissão de cotas do **GGRC11**. Com a conclusão da transação, o aluguel mensal de aproximadamente R$ 520.000,00 passa a ser integralmente devido ao fundo a partir de 24 de outubro de 2025, o que gera impacto direto na receita imobiliária destinada ao futuro pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-09-30
A consolidação de novas aquisições, com destaque para a compra do galpão Green House em Indaiatuba por R$ 43 milhões e a conclusão da absorção das cotas do Triple A FII e Terreno Cabreúva, ditou o ritmo de alocação do **GGRC11** em setembro de 2025. O movimento foi suportado pela captação de R$ 213,6 milhões no primeiro período da 10ª emissão de cotas. No carrego do mês, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota, refletindo um yield mensal de 0,99%. Avaliando os dados de valuation para entender se o ativo vale a pena, a cota no mercado secundário avançou para R$ 10,03, reduzindo o deságio frente ao valor patrimonial, que sofreu leve retração para R$ 10,97. A liquidez manteve tendência de alta, registrando volume médio diário de R$ 4,39 milhões, o que impulsionou a base de investidores para mais de 196 mil cotistas. Operacionalmente, o portfólio sustenta 85% de contratos atípicos, mas o WAULT recuou de 5,92 para 5,53 anos, enquanto a vacância física foi reportada em 4,92%.
Relatório de 2025-09-12
**GGRC11** anuncia aquisição de imóvel logístico em Indaiatuba pelo valor de R$ 43 milhões com cap rate projetado de 11,35% no primeiro ano. O fundo **GGRC11** assinou compromisso de compra e venda para adquirir o Imóvel Green House, que possui 20.108,00 m² de ABL, atualmente locado para a Outdoor Importação e Exportação Ltda.
O pagamento será realizado em duas etapas, sendo a Parcela A (R$ 34,8 milhões) quitada via compensação de créditos da 10ª emissão de cotas do **GGRC11** e a Parcela B (R$ 8,2 milhões) paga em duas parcelas em dinheiro. O aluguel mensal de R$ 406.514,74 passará a ser integralmente devido ao **GGRC11** após a liquidação da Parcela A, representando um impacto projetado de aproximadamente R$ 0,0026 por cota.
Relatório de 2025-09-02
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** celebrou uma Carta de Intenções com o Bluemacaw Logística FII (BLMG11) visando a aquisição de ativos imobiliários pelo valor global de R$ 125.000.000,00. A transação compreende o Terreno Cabreúva, em Cabreúva/SP, e a totalidade das cotas detidas pelo BLMG11 no fundo Triple A (equivalente a 34,61% de participação). A liquidação ocorrerá por meio de compensação financeira de créditos no contexto da oferta pública primária da 10ª emissão de cotas do **GGRC11**.
A transação projeta um incremento de receita bruta mensal de aproximadamente R$ 1.200.000,00 para o **GGRC11**, sendo composta por um acréscimo de R$ 870.000,00 decorrente das novas Cotas Triple A e por parcelas mensais adicionais de R$ 350.000,00 a serem pagas pelo BLMG11 ao longo de 24 meses. A conclusão do negócio depende do atendimento de condições precedentes usuais no prazo de até 30 dias.
Relatório de 2025-08-29
A aprovação da compra do ativo logístico do VTLT11 e a nova carta de intenções com o BLMG11 ditaram o ritmo de expansão do **GGRC11** em agosto de 2025. O fundo avançou na diligência do imóvel locado à Renault, atualizando o valor do ativo para R$ 214 milhões, e estruturou uma nova operação de R$ 125 milhões para absorver cotas do fundo Triple A e o Terreno Cabreúva. Esse movimento estratégico projeta um incremento de R$ 870 mil na receita mensal, consolidando a tese de crescimento via M&A. No carrego do mês, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, entregando um yield mensal de 1,01%. A liquidez no mercado secundário dobrou em relação ao início do ano, atingindo um volume médio diário de R$ 4,06 milhões, o que impulsionou a base para 190.484 cotistas. Para os investidores que monitoram os dados de valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a cota de mercado fechou a R$ 9,83, ainda negociada com desconto frente ao valor patrimonial que recuou marginalmente para R$ 11,04. O portfólio mantém resiliência com 85% dos contratos atípicos e um WAULT de 5,92 anos, sustentando a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-31
O anúncio da 10ª emissão de cotas e a proposta de aquisição de um ativo logístico locado à Renault reconfiguraram a dinâmica de alocação do **GGRC11** em julho de 2025. O fundo busca captar até R$ 706,7 milhões (considerando o lote adicional) a R$ 11,22 por cota, visando a compra do imóvel do VTLT11 por R$ 208 milhões mediante compensação de créditos. No carrego do mês, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,10 por cota (yield mensal de 1,02%), alinhando-se ao guidance revisado no semestre anterior e marcando um recuo frente aos R$ 0,105 de junho. A base de cotistas manteve forte tração, saltando para 186.224 investidores, enquanto o valor patrimonial recuou levemente para R$ 11,05. Para otimizar o caixa na ampliação de participação no fundo Triple A (atualmente em 35%), a gestão estruturou uma emissão de CRI de R$ 50 milhões atrelada a 100% do CDI, atuando como um hedge natural de curto prazo. Do lado das obrigações, o fundo quitou a parcela final do ativo Mills e avançou nos pagamentos do imóvel Air Liquide. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram um desconto no mercado secundário (cota a R$ 9,74), com 85% das receitas atreladas a contratos atípicos e um WAULT de 5,92 anos, garantindo resiliência na geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-25
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** anunciou a apresentação de uma Carta de Intenções para a aquisição de um imóvel logístico localizado no município de Quatro Barras, no Paraná, atualmente locado para a Renault do Brasil. A transação está avaliada no valor total de R$ 208.000.000,00, montante a ser quitado por meio de compensação financeira de créditos decorrentes da 10ª emissão de cotas do fundo.
A conclusão definitiva do negócio depende da superação de condições precedentes e resolutivas, incluindo a aprovação do desinvestimento em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) pelos cotistas do fundo vendedor VTLT11 no prazo de até 45 dias. Se concretizada, a operação garantirá ao **GGRC11** a totalidade das receitas de locação do ativo, atualmente estimadas em R$ 2.300.000,00 por mês, gerando um rendimento projetado de aproximadamente R$ 0,013 por cota e um Cap Rate estimado de 13,27% para o primeiro ano.
Relatório de 2025-07-23
O fundo **GGRC11** divulgou um Fato Relevante comunicando que a data-base para a verificação dos cotistas com direito de preferência na sua 10ª (décima) emissão de cotas foi definida como o dia 23 de julho de 2025. A emissão, realizada sob o rito de registro automático de distribuição, objetiva a subscrição e integralização de até 26.809.651 novas cotas.
Os cotistas com posição integralizada na data-base poderão exercer seu direito de preferência de forma total ou parcial durante o período de exercício, conforme cronograma estimativo a ser publicado no Anúncio de Início. A operação foi estruturada com a dispensa de prospecto e de lâmina da oferta pública.
Relatório de 2025-07-18
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** anunciou a aprovação de sua 10ª emissão de cotas, com o objetivo de realizar uma captação inicial de até R$ 299.999.994,69, desconsiderando os custos de distribuição. O processo de captação de recursos é voltado exclusivamente a investidores profissionais, admitindo a distribuição parcial desde que atingido o montante mínimo de R$ 5.000.005,32.
Os recursos líquidos provenientes dessa oferta de novas cotas serão utilizados para a aquisição de ativos imobiliários que se enquadrem na política de investimentos do **GGRC11** ou para a composição de ativos de liquidez. O preço de emissão de cada nova cota foi fixado em R$ 11,19, com custo unitário de distribuição de R$ 0,03, resultando em um preço de aquisição de R$ 11,22 por cota.
Relatório de 2025-07-02
O fundo GGR COVEPI RENDA (**GGRC11**) realizou o pagamento de R$ 13.987.461,87 relativo à aquisição do ativo imobiliário Air Liquide, situado em Campinas/SP, em cumprimento às obrigações do Compromisso de Compra e Venda. A gestão do **GGRC11** também detalhou as próximas etapas financeiras, prevendo o desembolso de R$ 1.499.995,75 para o ativo Mills no segundo semestre de 2025 e a quitação final em dezembro de 2025.
Desde a primeira parcela em novembro de 2024, o **GGRC11** recebe 100% das receitas de locação dos imóveis adquiridos. Esse recebimento integral de aluguéis assegura a captação imediata de recursos para o caixa do fundo, neutralizando potenciais impactos de diferimento de caixa decorrentes das parcelas futuras.
Relatório de 2025-06-30
A conclusão da 9ª emissão de cotas e o giro de portfólio com a venda de ativos redefiniram o patamar de distribuição do **GGRC11** em junho de 2025. O fundo encerrou a oferta captando R$ 341,5 milhões, recursos que viabilizaram a quitação da parcela final do CD Martin Brower (R$ 33 milhões) e ampliaram a flexibilidade do caixa. O pagamento de dividendos avançou para R$ 0,105 por cota (yield de 1,04%), impulsionado pelo lucro estimado de R$ 0,04/cota na alienação do CD Pirituba, que gerou uma TIR bruta de 34,5% ao ano. No mercado secundário, a base de investidores manteve forte expansão, atingindo 178.966 cotistas, enquanto os dados de valuation apontam um valor patrimonial de R$ 11,18. O distrato da operação com o AURB11 resultou no recebimento de R$ 7,5 milhões a título de sinal e no aumento da participação estratégica no fundo para 33,08%. Para quem avalia se o ativo vale a pena, a gestão revisou o guidance de rendimentos mensais para R$ 0,10 no segundo semestre, embora a vacância remanescente no CD Campinas e em Queimados exija monitoramento quanto à reposição de receitas.
Relatório de 2025-06-11
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** informou a conclusão da venda do imóvel denominado CD Pirituba, localizado em São Paulo/SP, pelo montante de R$ 35.250.000,00. A transação ocorre após o cumprimento de todas as condições precedentes acordadas na Carta de Intenções do ativo.
A liquidação financeira integral e a consequente transferência de propriedade do imóvel estão agendadas para o dia 1º de julho de 2025. Essa venda de ativos projeta um ganho de capital não recorrente para o portfólio do **GGRC11**, sem indicações adicionais de novas movimentações no curto prazo.
Relatório de 2025-06-11
**GGRC11** conclui aquisição de Centro de Distribuição em Curitiba por R$ 33 milhões, gerando incremento na receita de aluguel e expansão do portfólio de ativos. A administradora e a gestora do **GGRC11** comunicaram que, após a superação das condições precedentes, foi finalizada a aquisição do Centro de Distribuição Martin Brower. O pagamento da Parcela B, no valor de R$ 33.000.000,00, foi realizado por meio de compensação de créditos no âmbito da 9ª emissão de cotas do fundo, enquanto a Parcela C permanece retida como garantia.
Com a conclusão da transação, o imóvel passa a integrar oficialmente o portfólio do **GGRC11**, gerando um impacto positivo imediato na receita imobiliária do fundo. A operação conta com renda mensal contratada de R$ 345.782,00 e taxa de retorno (cap rate) estimada em 11,85% para o primeiro ano de vigência.
Relatório de 2025-06-09
O fundo **GGRC11** rescindiu o compromisso de compra e venda dos ativos Urban Hub Guarulhos e Urban Hub Mauá, anteriormente acordado com o AURB11. Em decorrência do não cumprimento de condições precedentes e resolutivas, o **GGRC11** receberá a restituição do sinal de R$ 7.500.000,00 em até 60 dias por meio de compensação de créditos, passando a deter uma participação de 33,80% no AURB11 após a conclusão deste processo e considerando aquisições anteriores no mercado secundário.
Relatório de 2025-05-30
A conclusão da compra do portfólio do RELG11 por R$ 133,4 milhões e a desocupação do CD Campinas pela Suzano ditaram o ritmo do **GGRC11** em maio de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota (yield mensal de 0,99%), sustentado em parte pelo recebimento extraordinário de R$ 7 milhões referente à multa rescisória da Suzano, que devolveu formalmente o imóvel no fim do mês. A base de investidores manteve forte tração, saltando de 167.160 para 174.195 cotistas, enquanto o volume médio diário recuou para R$ 3,44 milhões em relação ao mês anterior. No front de liability management, a gestão emitiu R$ 25 milhões em um novo CRI (IPCA + 9,00% a.a.) para fazer frente à amortização programada do CRI Mogno II, mitigando riscos de liquidez no curto prazo. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os dados de valuation apontam um valor patrimonial estável em R$ 11,23 e uma cotação de fechamento de R$ 10,10. A 9ª emissão de cotas segue em andamento, tendo liquidado sua primeira janela com captação parcial de R$ 185,1 milhões, recursos essenciais para a consolidação das recentes aquisições logísticas e otimização da estrutura de capital, sem depender da venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-05-09
**GGRC11** firma compromisso de compra de portfólio de imóveis por R$ 133,4 milhões com pagamento via compensação de cotas de emissão.
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** celebrou compromisso de compra e venda de imóveis para a aquisição dos ativos que integram o portfólio do fundo REC LOGÍSTICA (RELG11) pelo valor total de R$ 133.456.200,44. A quitação da operação de venda de ativos foi estruturada por meio de compensação financeira de créditos, sem desembolso direto de caixa, em virtude da subscrição de 11.789.417 novas cotas da 9ª emissão do **GGRC11** pelo vendedor. A transação confere ao **GGRC11** o direito imediato à integralidade das receitas de aluguéis dos imóveis adquiridos sob o regime pro rata die.
Relatório de 2025-04-30
A expansão agressiva do portfólio com a aquisição dos ativos do AURB11 e do CD Martin Brower redefiniu o carrego do **GGRC11** em abril de 2025. O fundo movimentou R$ 191,9 milhões nestas novas compras, visando diversificação e redução de concentração por inquilino. No mercado secundário, a cotação avançou para R$ 10,01, acompanhada por um salto expressivo de 50% no volume médio diário, que atingiu R$ 4,04 milhões. A base de investidores também registrou forte tração, saltando de 156.091 para 167.160 cotistas no período. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, entregando um yield mensal de 0,99%. Operacionalmente, a gestão garantiu previsibilidade de rendimentos mensais ao assinar a renovação antecipada com a VW/Man até 2031. Para quem avalia se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram um valor patrimonial estável em R$ 11,23, enquanto a 9ª emissão de cotas segue em andamento para financiar as novas aquisições e otimizar a estrutura de capital, mantendo o foco na tese de tijolo logístico e industrial sem depender exclusivamente da venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-04-28
**GGRC11** assina aditamento contratual com a VW/Man para renovação antecipada de locação de galpão em Resende/RJ. A administradora e a gestora do fundo **GGRC11** comunicaram a assinatura de um aditamento contratual que estende o prazo de locação do centro de distribuição por mais 6 anos, postergando o vencimento do contrato para janeiro de 2031, além de prever reformas de eficiência energética custeadas pela locatária.
O valor do aluguel mensal foi mantido em R$ 731.928,80 (R$ 30,67/m²), garantindo a estabilidade no fluxo de receitas imobiliárias do fundo. O reajuste anual seguirá indexado ao IPCA/IBGE, com a próxima atualização programada para janeiro de 2026, mantendo a previsibilidade regulatória sobre o pagamento de dividendos aos cotistas.
Relatório de 2025-04-25
**GGRC11** anuncia aquisição de ativo logístico refrigerado em Curitiba por R$ 35,47 milhões. O fundo imobiliário **GGRC11** celebrou compromisso de compra e venda para a aquisição do Centro de Distribuição Martin Brower Curitiba, imóvel de alto padrão com 6.592,88 m² de ABL, integralmente locado para a Martin Brower Brasil. O pagamento será realizado em três parcelas, sendo a principal condicionada à superação de condições precedentes e passível de liquidação financeira ou compensação de créditos na 9ª emissão de cotas do fundo.
A transação projeta impacto direto na receita imobiliária do portfólio, com aluguel mensal atual de R$ 345.782,00. Esse incremento de receita viabilizará o recebimento de novos valores de locação, influenciando diretamente o rendimento mensal e o pagamento de dividendos futuros aos cotistas do **GGRC11**, estimado em aproximadamente R$ 0,003 por cota após a quitação da Parcela B.
Relatório de 2025-04-17
**GGRC11** anuncia compromisso para aquisição de novos ativos imobiliários por R$ 156,5 milhões. O fundo imobiliário **GGRC11** celebrou compromisso de compra e venda com o fundo AURB11 para a aquisição dos ativos Urban Hub Guarulhos e Urban Hub Mauá. A transação envolve um sinal de R$ 7.500.000,00 e saldo remanescente estruturado por meio de compensação financeira de créditos e assunção de passivos atuais.
A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes e resolutivas em até 35 dias. A aquisição dos novos ativos poderá adicionar uma receita mensal conjunta aproximada de R$ 1,11 milhão ao fluxo operacional do **GGRC11**, fortalecendo o portfólio de galpões logísticos e de distribuição do fundo.
Relatório de 2025-04-07
O fundo de investimento imobiliário **GGRC11** informou que a data-base para identificação dos cotistas com direito de preferência na subscrição de cotas de sua 9ª emissão é o dia 07 de abril de 2025. A oferta pública de distribuição, sob rito de registro automático, visa à captação de recursos por meio da emissão de até 22.143.490 novas cotas.
Com a definição da data-base, os atuais cotistas do **GGRC11** poderão manifestar a intenção de exercer seu direito de preferência, total ou parcialmente, conforme prazos e condições operacionais que constarão do Cronograma Estimativo da Oferta a ser publicado no Anúncio de Início.
Relatório de 2025-04-02
O fundo **GGRC11** divulgou fato relevante comunicando a aprovação da sua 9ª (nona) emissão de cotas, com o objetivo de captar o valor de até R$ 250.000.002,10, desconsiderando os custos de distribuição. Serão ofertadas até 22.143.490 novas cotas destinadas exclusivamente a investidores profissionais, sob o preço unitário de R$ 11,29 por cota, acrescido de um custo unitário de distribuição de R$ 0,03, totalizando um preço de aquisição de R$ 11,32.
Os recursos líquidos da captação serão utilizados para a aquisição de ativos imobiliários em conformidade com a política de investimentos do **GGRC11**. Como destinação imediata de recursos, a administradora celebrou Carta de Intenções para a aquisição de 4 imóveis do portfólio do FII REC Logística (RELG11) pelo valor de R$ 133.456.200,00, cujo pagamento será realizado integralmente por meio de cotas desta nova emissão. O fechamento do negócio está sujeito ao cumprimento de condições precedentes e suspensivas acordadas pelas partes.
Relatório de 2025-03-31
A proposta de aquisição integral do portfólio do RELG11 por R$ 133,4 milhões e o anúncio da 9ª emissão de cotas redefiniram a dinâmica de crescimento do **GGRC11** em março de 2025. O fundo manteve o patamar de pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 9,86, reduzindo o deságio frente ao valor patrimonial, que recuou levemente para R$ 11,22. A base de investidores manteve forte expansão, alcançando 156.091 cotistas, embora o volume médio diário de negociação tenha apresentado leve retração para R$ 2,8 milhões. No aspecto operacional, a gestão mitigou riscos de vacância ao assinar a renovação antecipada dos contratos com a Magna e a Ambev Pelotas, estendendo os prazos para 2030. Simultaneamente, a venda de ativos segue em pauta com o avanço das diligências do CD Pirituba, cuja conclusão é esperada para os próximos meses. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, os dados de valuation e a projeção de queda na alavancagem (de 13,91% para até 11,81% pós-emissão) são métricas centrais para o carrego da tese e acompanhamento dos rendimentos mensais.