Relatório de 2026-05-26
O fundo **HSML11** comunicou a conclusão e liquidação da operação de desinvestimento parcial de 49% do Shopping Pátio Maceió. A transação foi estruturada por meio da alienação direta de 19% da fração ideal do ativo e da exclusão de uma opção de compra de 30% originalmente contratada em fevereiro de 2024, totalizando um lucro estimado de R$ 110.744.421,61 (R$ 5,19 por cota). O cronograma de pagamento prevê uma parcela à vista de R$ 131.900.000,00 e uma segunda parcela de R$ 105.500.000,00 a ser quitada em julho de 2026.
A destinação dos recursos será prioritariamente voltada para a otimização da estrutura financeira do **HSML11**, com R$ 81.631.644,25 direcionados ao pré-pagamento de juros acruados de CRIs indexados ao IPCA e CDI. Esta amortização reduzirá a dívida bruta do fundo em 12,6% e o índice de alavancagem líquida de 20,4% para 16,1%, o que viabilizou a revisão do guidance de distribuição de dividendos para o ano de 2026, projetando uma nova faixa entre R$ 0,74 e R$ 0,78 por cota com vigência a partir de maio.
Relatório de 2026-05-08
A assinatura de um Memorando de Entendimentos para a venda parcial do Shopping Pátio Maceió e a aceleração das vendas ditaram o ritmo do **HSML11** neste mês. O pagamento de dividendos subiu para R$ 0,71 por cota, com o guidance revisado para o piso de R$ 0,71. O carrego operacional mostrou forte aceleração nas vendas, que saltaram de +2% para +9% na comparação anual, enquanto o crescimento do NOI desacelerou para +2%. A inadimplência líquida recuou ainda mais, passando de 2,1% para 1,2%. No mercado secundário, a liquidez diária média caiu de R$ 5,3 milhões para R$ 3,7 milhões. O valuation do fundo apresentou leve retração, com o valor patrimonial recuando de R$ 104,06 para R$ 103,91 por cota. O resultado gerado no mês foi de R$ 0,48 por cota, reduzindo a reserva acumulada de R$ 0,68 para R$ 0,45 por cota. A alavancagem subiu ligeiramente para 19,9%, e a taxa de ocupação avançou para 96,8%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o potencial ganho de capital de R$ 5,22 por cota com a venda em Maceió e o recebimento de R$ 0,29 por cota da venda do Shopping Uberaba são catalisadores relevantes para a distribuição de rendimentos mensais.
Relatório de 2026-04-30
O fundo **HSML11** divulgou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU) vinculante para o desinvestimento parcial de sua participação no Shopping Pátio Maceió, visando a otimização da estrutura de capital do portfólio. A operação envolve a venda direta de 19,00% da fração ideal do shopping pelo valor estimado de R$ 143.500.000,00, além do encerramento de mecanismos de opção vigentes de transações anteriores que resultarão no recebimento de R$ 93.900.000,00.
Com a conclusão das etapas do negócio, a gestão do **HSML11** estima a realização de um ganho de capital total de R$ 111.400.000,00, equivalente a aproximadamente R$ 5,22 por cota. Os recursos financeiros gerados serão parcialmente destinados à redução de alavancagem do fundo, visando o aumento do resultado recorrente de suas operações.
Relatório de 2026-04-08
A forte retração da inadimplência líquida para 2,1% e o salto da liquidez no mercado secundário para R$ 5,3 milhões diários ditam o ritmo operacional do **HSML11** neste mês. Em contraste com o pico de 6,4% registrado no período anterior, a inadimplência recuou substancialmente, refletindo a recuperação de valores por parte dos lojistas. No carrego operacional, o crescimento das vendas desacelerou para +2% na comparação anual, enquanto o NOI apresentou leve aceleração, registrando alta de +4%. O valuation do fundo mostrou avanço, com o valor patrimonial subindo de R$ 103,89 para R$ 104,06 por cota. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,70 por cota. Contudo, o resultado gerado no mês recuou para R$ 0,51 por cota, pressionado por despesas com laudos de avaliação, o que reduziu a reserva acumulada de R$ 0,87 para R$ 0,68 por cota. A gestão manteve o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,70 e R$ 0,75 para o primeiro semestre, sustentado por uma taxa de ocupação de 96,7% e alavancagem estabilizada em 19,7%.
Relatório de 2026-03-06
O salto da inadimplência líquida para 6,4% e a desaceleração do crescimento do NOI marcam a transição operacional do **HSML11** neste mês. Contrastando com a forte recuperação de aluguéis do mês anterior (que havia levado o indicador a -3,5%), a inadimplência retornou a um patamar superior, justificada pela sazonalidade de início de ano e concentrada em lojistas específicos. O carrego operacional mostrou avanço real nas vendas de 6% contra o ano anterior, superando a inflação, enquanto o NOI cresceu de forma mais tímida (+3%). No valuation, o valor patrimonial recuou levemente para R$ 103,89 por cota e a alavancagem subiu para 19,7%. Para os investidores avaliando se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,70 por cota. O resultado gerado no período foi de R$ 0,80 por cota, permitindo um incremento robusto na reserva acumulada, que passou de R$ 0,77 para R$ 0,87 por cota. A liquidez no mercado secundário apresentou melhora, atingindo R$ 4,4 milhões diários. A gestão reafirma o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,70 e R$ 0,75 para o primeiro semestre.
Relatório de 2026-02-06
A reversão abrupta da inadimplência e o salto de 19% no NOI redefinem o carrego operacional neste início de ano. Contrastando com o mês anterior, as vendas registraram leve retração de 1%, mas o Resultado Operacional Líquido (NOI) acelerou expressivamente na comparação anual, impulsionado por receitas de estacionamento e luvas (CDU). A inadimplência líquida, que estava em 3,6%, reverteu para um patamar negativo de -3,5%, refletindo forte recuperação de aluguéis atrasados. No valuation, o valor patrimonial do **HSML11** subiu para R$ 104,83 por cota, enquanto a alavancagem avançou para 19,1%. Para os cotistas que monitoram se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos seguiu em R$ 0,70 por cota. O forte resultado gerado no mês (R$ 0,92 por cota) permitiu que a reserva acumulada saltasse de R$ 0,66 para R$ 0,77 por cota, mesmo com o impacto de despesas jurídicas na linha de resultados. A liquidez média diária recuou para R$ 3,7 milhões. A gestão mantém o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,70 e R$ 0,75 para o primeiro semestre de 2026.
Relatório de 2026-01-08
A forte recuperação do Resultado Operacional Líquido (NOI), que saltou para uma variação positiva de 9% na comparação anual, aliada à queda da inadimplência, reconfigura o carrego do **HSML11** neste fechamento de ano. Diferente do cenário de retração visto no mês anterior, as vendas registraram alta de 1%, impulsionadas pelo desempenho de ativos como o Shopping Paralela. A inadimplência líquida recuou 0,8 p.p., atingindo 3,6%, o que aliviou as pressões de caixa da operação. No valuation, o valor patrimonial teve leve incremento para R$ 104,17 por cota, enquanto o índice de alavancagem cedeu para 18,4%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,70 por cota, mas a gestão elevou o limite superior do guidance para o primeiro semestre de 2026, projetando rendimentos mensais entre R$ 0,70 e R$ 0,75. A reserva acumulada também encorpou, passando a R$ 0,66 por cota. A liquidez no mercado secundário acompanhou o viés positivo, subindo para um volume médio diário de R$ 4,1 milhões. Adicionalmente, o encerramento do litígio de IPTU no Shopping Paralela mitigou um dos riscos fiscais do portfólio sem gerar impacto de caixa para o fundo.
Relatório de 2025-12-05
O salto na inadimplência líquida para 4,4% e o impacto pontual no NOI do Shopping Metrô Tucuruvi marcam a dinâmica operacional do **HSML11** neste mês, contrastando com a manutenção dos rendimentos mensais no piso do guidance. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego apresenta nuances: o pagamento de dividendos seguiu em R$ 0,70 por cota, suportado pelo recebimento da 3ª parcela da venda de ativos (Shopping Uberaba), que destravou R$ 0,27/cota de ganho de capital e elevou a reserva acumulada para R$ 0,60/cota. No valuation, o valor patrimonial teve leve alta para R$ 104,10, enquanto a alavancagem subiu marginalmente para 18,7%. Operacionalmente, as vendas recuaram 0,2% e o Resultado Operacional Líquido caiu 0,03% na comparação anual, fortemente impactados pelo atraso de uma receita de R$ 440 mil no Metrô Tucuruvi. A liquidez no mercado secundário também cedeu, registrando volume médio diário de R$ 3,8 milhões.
Relatório de 2025-11-07
O quarto aumento consecutivo no pagamento de dividendos marca a evolução do **HSML11** neste mês, com a distribuição atingindo R$ 0,70 por cota e elevando novamente o piso do guidance semestral (agora projetado entre R$ 0,70 e R$ 0,82). Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a dinâmica de carrego reflete uma consolidação operacional: o Resultado Operacional Líquido (NOI) cresceu 6% e as vendas subiram 7% na comparação anual. No valuation, o valor patrimonial teve um leve ajuste negativo, passando de R$ 104,10 para R$ 104,05, enquanto a alavancagem líquida apresentou melhora, recuando de 19,3% para 18,6%. Operacionalmente, a taxa de ocupação subiu marginalmente para 96,7%, mas a inadimplência líquida total estacionou no patamar de atenção de 2,9%. A liquidez no mercado secundário, que havia saltado no mês anterior, recuou para um volume médio diário de R$ 4,0 milhões. O fundo ainda projeta destravar R$ 0,27 por cota em ganho de capital com o recebimento iminente de mais uma parcela da venda de ativos referente a 25% do Shopping Uberaba.
Relatório de 2025-10-07
O terceiro aumento consecutivo no pagamento de dividendos altera a dinâmica de carrego do **HSML11** neste mês, impulsionado pela reciclagem de portfólio. A distribuição subiu para R$ 0,68 por cota, elevando o piso do guidance semestral, suportada pelo recebimento da 4ª parcela referente à venda de 30% do Shopping Pátio Maceió, que gerou um lucro equivalente a R$ 0,43 por cota. No valuation, o valor patrimonial recuou de R$ 104,89 para R$ 104,10, enquanto a alavancagem líquida avançou para 19,3%. Operacionalmente, a taxa de ocupação apresentou leve recuperação para 96,6%, mas a inadimplência líquida total do portfólio exige atenção ao saltar de 2,1% para 2,9%. A liquidez no mercado secundário foi um destaque positivo, com o volume médio diário de negociações crescendo 58% em relação a agosto, atingindo R$ 4,89 milhões. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o fundo projeta ainda destravar R$ 0,27 por cota em ganho de capital proveniente da venda de participação no Shopping Uberaba.
Relatório de 2025-09-05
A conclusão da 5ª emissão de cotas e o aumento na distribuição de dividendos reconfiguram o carrego do **HSML11** neste mês. Superando o rito restrito do ciclo anterior, a oferta captou R$ 54,6 milhões, capital que foi imediatamente alocado na compra de participações adicionais no SuperShopping Osasco (7,52%) e no Shopping Pátio Cianê (24%). No aspecto de remuneração, o pagamento de rendimentos mensais subiu para R$ 0,67 por cota, elevando também o piso do guidance projetado para o semestre. Operacionalmente, contudo, o cenário exige monitoramento: a inadimplência líquida saltou de 1,2% para 2,1%, e a taxa de ocupação recuou levemente para 96,5%, interrompendo a melhora vista no mês passado. O valuation da cota patrimonial permanece ancorado em R$ 104,89, enquanto a alavancagem líquida estabilizou em 18,6%. Adicionalmente, a gestão aprovou a expansão do Shopping Uberaba, com capex integralmente suportado pelo caixa, e projeta destravar R$ 0,70/cota em ganho de capital com a venda de ativos ao longo de 2025.
Relatório de 2025-08-19
O fundo de investimento imobiliário **HSML11** concluiu a aquisição de uma participação de 24,00% no capital social da SPE proprietária do Shopping Pátio Cianê, localizado em Sorocaba (SP). A transação adiciona 6.130 m² de área bruta locável (ABL) própria ao portfólio do fundo, que passa a contar com um total de 187.248 m² de ABL distribuídos em 8 shopping centers.
O valor total investido na aquisição foi de R$ 49.390.578,85, dos quais R$ 39.390.495,49 foram liquidados com recursos captados na 5ª emissão de cotas do **HSML11** e R$ 10.000.083,36 vieram diretamente do caixa do fundo. Adicionalmente, o fundo assumiu uma obrigação de R$ 22.214.421,15 referente a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) atrelados ao ativo.
Relatório de 2025-08-11
**HSML11** conclui aquisição de frações adicionais do SuperShopping Osasco, atingindo participação de 66,36% no ativo.
O fundo **HSML11** concluiu a aquisição de uma fração ideal de 4,503% do SuperShopping Osasco pelo valor total de R$ 13.103.712,57, o que representa a incorporação de 809,82 m² de Área Bruta Locável (ABL) própria ao seu patrimônio. A operação foi liquidada mediante o pagamento de R$ 3.931.082,07 com recursos de caixa do fundo, sendo o saldo remanescente custeado com recursos captados em sua 5ª emissão de cotas. Adicionalmente, o fundo concluiu a compra de outra fração de 7,520% do mesmo shopping por R$ 21.883.200,00 (financiados com R$ 15.318.240,49 da emissão e R$ 6.564.959,51 do caixa), consolidando uma participação total de 66,36% no empreendimento e elevando sua ABL própria total para 181.118 m².
Relatório de 2025-08-01
O fundo **HSML11** concluiu a aquisição de uma fração ideal correspondente a 3,017% do SuperShopping Osasco, localizado em Osasco - SP, mediante escritura pública. A transação foi realizada pelo valor total de R$ 8.779.487,43 (equivalente a R$ 16.180,96 por metro quadrado de ABL), incorporando 542,58 m² de Área Bruta Locável ao portfólio próprio do fundo, que passa a deter o total de 180.308 m² de ABL própria.
Do montante total de aquisição, R$ 2.633.877,44 foram pagos com recursos disponíveis em caixa do **HSML11**, enquanto o saldo remanescente foi custeado com os recursos obtidos por meio da 5ª emissão de cotas do fundo. A transação atribui ao empreendimento o valor total de R$ 291.000.000,00 (cerca de 0,34% inferior à última avaliação de junho de 2025) e projeta um cap rate estimado de 9,6% com base no NOI esperado para os próximos 12 meses.
Relatório de 2025-07-31
A elevação dos rendimentos mensais para R$ 0,66 por cota e a conclusão da aquisição de uma fração ideal do SuperShopping Osasco reconfiguraram a dinâmica do **HSML11** neste mês. Ocorreu uma melhora operacional com a taxa de ocupação subindo para 96,7% (ante 95,7% no mês anterior) e a inadimplência líquida recuando para 1,2% (ante 1,6%). Por outro lado, o ritmo de vendas desacelerou significativamente, registrando apenas +2% na comparação anual, frente aos 10% do ciclo anterior. A alavancagem líquida voltou a subir, atingindo 18,6%. O pagamento de dividendos foi ajustado para o piso do novo guidance, que agora projeta distribuições entre R$ 0,66 e R$ 0,82. No carrego do patrimônio, o fundo absorveu um impacto negativo de -0,90% na reavaliação anual dos ativos, reduzindo o valuation da cota patrimonial para R$ 104,89. Adicionalmente, a gestão reportou que a aquisição de 25% do Shopping Paralela não se concretizou, gerando despesas jurídicas não recorrentes. A 5ª emissão de cotas foi aprovada e segue em andamento sob rito restrito.
Relatório de 2025-07-22
O fundo **HSML11** divulgou a aprovação de sua 5ª emissão de cotas em Assembleia Especial de Cotistas realizada em 21 de julho de 2025. A deliberação obteve aprovação de 5,9729% dos votos apurados, seguindo a proposta originalmente apresentada pela administradora.
A oferta de cotas do **HSML11** será estruturada sob o rito de esforços restritos, de acordo com a Resolução CVM nº 160/22, direcionada unicamente a investidores profissionais. O comunicado estabelece que haverá dispensa de direito de preferência aos atuais cotistas, e as condições complementares serão informadas no Anúncio de Início.
Relatório de 2025-06-30
A convocação para a 5ª emissão de cotas, visando captar até R$ 62 milhões, e a inclusão no índice global FTSE EPRA Nareit ditaram o ritmo do **HSML11** neste mês, marcando um movimento de expansão e maior visibilidade internacional. Na comparação com o ciclo anterior, o ritmo de vendas do portfólio desacelerou, passando de um crescimento de 18% para 10% na base anual, enquanto a inadimplência líquida apresentou leve alta na margem, subindo de 1,3% para 1,6%. A taxa de ocupação permaneceu estável em 95,7%, e a alavancagem líquida recuou de 18,6% para 18,0%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,65 por cota, com a gestão estabelecendo um guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,65 e R$ 0,82 para o segundo semestre. O carrego do patrimônio segue suportado pela projeção de ganho de capital de R$ 0,73 por cota oriundo da venda de ativos, especificamente frações do Pátio Maceió e Uberaba. No cenário macro, a projeção da Selic terminal foi revisada para cima, atingindo 15,00%, o que exige atenção ao valuation e aos custos da dívida atrelada ao CDI, reforçando uma postura diligente na alocação de capital.
Relatório de 2025-05-31
A liquidação antecipada de juros do CRI Shopping Paralela e o recebimento da segunda parcela da venda de ativos ditaram a dinâmica de alocação de capital neste ciclo. O **HSML11** registrou uma aceleração expressiva nas vendas, que saltaram para 18% na comparação anual, superando os 5% do mês anterior. A inadimplência líquida recuou de forma acentuada, passando de 3,5% para 1,3%, refletindo uma melhora na saúde financeira dos lojistas. Em contrapartida, a taxa de ocupação do portfólio sofreu uma leve retração, ajustando-se de 96,3% para 95,7%, enquanto a alavancagem líquida subiu marginalmente para 18,6%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,65 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 9,1%. A gestão revisou a projeção da Selic terminal para 14,75%, o que motivou o pré-pagamento de R$ 3,5 milhões em juros acumulados, gerando economia futura. O ganho de capital projetado com a venda do Shopping Uberaba atinge R$ 0,73 por cota para o restante do ano, reforçando o carrego do patrimônio e mitigando riscos operacionais de curto prazo.
Relatório de 2025-04-30
A rescisão do contrato de compra de 25% do Shopping Paralela marcou a movimentação estratégica do **HSML11** neste ciclo, eliminando obrigações adicionais para o fundo e preservando o valuation da carteira. Operacionalmente, a taxa de ocupação do portfólio recuperou terreno, subindo de 95,8% para 96,3%, enquanto a alavancagem líquida recuou para 18,4% (ante 19,5% no mês anterior). O pagamento de dividendos manteve-se no patamar de R$ 0,65 por cota, com o dividend yield anualizado ajustando-se para 9,1%. Nas métricas de varejo, as vendas cresceram 5% na base anual, uma desaceleração frente aos 13% do ciclo passado, impactadas pelo efeito calendário do Carnaval e da Páscoa. O NOI avançou apenas 1%, pressionado por efeitos não recorrentes nos shoppings Metrô Tucuruvi e Osasco. A gestão revisou a projeção da Selic terminal de 15,25% para 15,00% ao ano, aliviando marginalmente a pressão sobre o carrego das obrigações atreladas ao CDI e IPCA. A inadimplência líquida oscilou levemente para 3,5%, ainda refletindo a sazonalidade de início de ano.
Relatório de 2025-04-30
Rescisão do contrato de aquisição de participação no Shopping Paralela pelo **HSML11**. O fundo **HSML11** comunicou ao mercado a extinção do Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda (CCV) que previa a aquisição indireta de uma participação correspondente a 25% do Shopping Paralela, situado em Salvador, Bahia. A rescisão ocorreu devido ao não cumprimento de determinadas condições precedentes contratuais dentro do prazo limite estabelecido. O contrato foi extinto de pleno direito, sem acarretar qualquer obrigação adicional ou penalidade financeira para o **HSML11**.
Relatório de 2025-03-31
O recebimento da terceira parcela referente à venda de ativos (Shopping Pátio Maceió) injetou R$ 0,66 por cota no caixa do **HSML11**, reconfigurando a projeção de ganho de capital para R$ 1,00 por cota em 2025. Na comparação com o mês anterior, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,65, mas o dividend yield anualizado recuou para 9,3% (ante 10,2%). Operacionalmente, as vendas cresceram 13% na base anual, superando o avanço de 9% visto no ciclo passado, com destaque para o Via Verde Shopping (+39%). O NOI, contudo, desacelerou seu ritmo de alta para 5% (frente aos 9% anteriores). A taxa de ocupação do portfólio sofreu leve retração, passando de 96,3% para 95,8%, enquanto a alavancagem líquida oscilou marginalmente para 19,5%. A inadimplência líquida marcou 3,4%, reflexo sazonal da cobrança do 13º aluguel. O carrego e o valuation da carteira seguem monitorando a alta da Selic, projetada pela gestão em 15,25% ao ano, o que impacta diretamente o custo das obrigações atreladas ao CDI e IPCA.