Relatório de 2026-03-31
A abertura da curva de juros impactou a marcação a mercado dos recebíveis e pressionou a cota patrimonial do **CPTS11** em março de 2026, embora a geração de caixa tenha apresentado forte evolução. O resultado financeiro mensal saltou de R$ 0,091 para R$ 0,102 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,090 e elevando o dividend yield anualizado para 14,41%. No mercado secundário, o preço recuou para R$ 7,98, enquanto o valuation patrimonial caiu para R$ 9,01, estreitando levemente o desconto para 11,5%. A estratégia de alocação demonstrou uma rotação tática: a exposição a fundos imobiliários reduziu de 68,8% para 63,4%, enquanto o ritmo de aquisições de crédito acelerou substancialmente. Foram alocados R$ 15 milhões em novos CRIs a uma taxa média de IPCA + 12,51%, superando o carrego das compras do mês anterior. Paralelamente, a venda de ativos somou R$ 1,47 milhão. O nível de alavancagem via operações compromissadas subiu marginalmente para 15,0% do patrimônio líquido, mantendo o custo atrelado ao CDI + 0,80%. A gestão reforça que a carteira de crédito permanece 100% adimplente, sem operações estressadas, sustentando o perfil high grade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2026-02-28
A leve retração na cotação a mercado e o aumento do volume de aquisições de crédito marcaram a dinâmica do **CPTS11** em fevereiro de 2026. O preço no mercado secundário recuou para R$ 8,09, ampliando o desconto frente à cota patrimonial (que caiu para R$ 9,18) para aproximadamente 11,9%. O resultado financeiro mensal apresentou uma leve queda, passando de R$ 0,092 para R$ 0,091 por cota, contudo, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,090, garantindo um dividend yield anualizado de 14,20%. Na alocação de portfólio, a exposição a fundos imobiliários subiu marginalmente para 68,8% dos ativos. No mercado de crédito, o ritmo de compras acelerou em relação ao mês anterior, com a aquisição de R$ 5,2 milhões em novos CRIs a uma taxa média mais atrativa de IPCA + 10,40%. O nível de operações compromissadas recuou para 14,5% do patrimônio líquido, embora o custo tenha sofrido um leve acréscimo para CDI + 0,80%. A carteira de recebíveis permanece 100% adimplente, sem registro de riscos de crédito estressados, reforçando o perfil high grade da estratégia.
Relatório de 2026-01-30
A valorização da cota a mercado e o estreitamento do deságio patrimonial marcaram o início de 2026 para o **CPTS11**, refletindo a maturação da sua estratégia de alocação tática. O preço no mercado secundário avançou para R$ 8,17, reduzindo o desconto frente à cota patrimonial (que subiu para R$ 9,24) de 15,6% para aproximadamente 11,6%. O resultado financeiro apresentou leve recuo, passando de R$ 0,093 para R$ 0,092 por cota, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,090, sustentando um dividend yield anualizado atrativo para os investidores. Na composição da carteira, a exposição a fundos imobiliários recuou de 71,0% para 68,2% dos ativos, com a gestora realizando ganhos de capital após a forte alta do IFIX. O ritmo de aquisições no mercado de crédito desacelerou ainda mais, somando apenas R$ 360 mil em novos CRIs a uma taxa média de IPCA + 9,35%. As operações compromissadas permaneceram estáveis em 15,7% do patrimônio líquido, com custo de CDI + 0,78%, enquanto a carteira de recebíveis segue 100% adimplente, sem registro de operações estressadas.
Relatório de 2026-01-13
O fundo **CPTS11** divulgou a aprovação de sua 15ª emissão de cotas para distribuição pública primária, com o objetivo de captar inicialmente o montante de R$ 300.000.001,28, sem considerar a taxa de distribuição. A oferta é destinada a investidores profissionais, sob o rito de registro automático de distribuição.
O preço de emissão foi definido em R$ 8,96 por nova cota, com acréscimo de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,03 (0,33%), resultando em um preço de subscrição de R$ 8,99. É assegurado o direito de preferência aos cotistas do **CPTS11** com base na posição do terceiro dia útil após o Anúncio de Início, aplicando-se o fator de proporção de 0,09614510459.
Relatório de 2025-12-31
A redução estrutural da alavancagem e o salto na alocação em fundos imobiliários ditaram o ritmo de fechamento de 2025 para o **CPTS11**. O resultado financeiro mensal avançou para R$ 0,093 por cota (ante R$ 0,084 reportados no mês anterior), permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,090. No valuation, a cota patrimonial subiu para R$ 9,18, enquanto o preço no mercado secundário atingiu R$ 7,75, estreitando levemente o desconto para 15,6%. A exposição a FIIs saltou para 71,0% dos ativos, consolidando a nova tese de Hedge Fund do veículo, com foco majoritário em fundos de tijolo. Paralelamente, o volume de aquisições de CRIs despencou para apenas R$ 742 mil, embora a uma taxa média superior de IPCA + 9,41%. O risco atrelado às operações compromissadas manteve a trajetória de queda, recuando de 18,4% para 15,7% do patrimônio líquido, com o custo de carrego cedendo para CDI + 0,78%. A carteira de crédito segue 100% adimplente, sem operações estressadas, beneficiada ainda por uma redução de 38% nos custos totais do fundo no ano após cortes na taxa de gestão.
Relatório de 2025-11-28
A expansão da carteira de FIIs via aquisição estratégica do AD Shopping FII (ADSH) e o aumento do deságio patrimonial ditaram o ritmo do **CPTS11** em novembro de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota, apesar da retração no resultado financeiro mensal, que passou de R$ 0,094 para R$ 0,083 por cota. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 7,52, enquanto o valor patrimonial avançou para R$ 8,96, esticando o desconto de valuation para aproximadamente 16,0%. A alocação estrutural registrou leve incremento na exposição a fundos imobiliários, subindo de 61,6% para 62,7% do patrimônio, impulsionada pela compra de 50% do ViaShopping Barreiro, liquidada integralmente via emissão de cotas. O volume de negociação de recebíveis imobiliários (CRIs) acelerou: as aquisições somaram R$ 112,3 milhões a uma taxa média de IPCA + 7,73%, enquanto a venda de ativos alcançou R$ 89,1 milhões. O risco atrelado às operações compromissadas manteve a trajetória de desalavancagem, recuando de 19,0% para 18,4% do PL, com custo de carrego estabilizado em CDI + 0,81%. A carteira de crédito permanece 100% adimplente, sem operações estressadas.
Relatório de 2025-11-05
Gestora do fundo **CPTS11** prorroga isenção de taxa de gestão sobre fundos investidos por mais 90 dias.
A Capitânia S.A., gestora do **CPTS11**, decidiu postergar por mais 90 dias, contados a partir de 5 de novembro de 2025, a isenção integral da taxa de gestão incidente sobre os fundos pertencentes ao grupo Capitânia nos quais o **CPTS11** realiza alocações. A medida estende temporariamente o benefício de redução de custos operacionais indiretos da carteira do fundo.
Relatório de 2025-11-03
O fundo **CPTS11** anunciou a aprovação de sua 14ª (décima quarta) emissão de cotas, que visa à captação de recursos por meio de distribuição pública primária sob o rito de registro automático, em conformidade com a Resolução CVM 160. O montante inicial planejado para a captação é de R$ 500.000.003,30, desconsiderando a taxa de distribuição, com o objetivo de aumentar os recursos em caixa para novas alocações de ativos pelo fundo.
A emissão consistirá em até 56.242.970 novas cotas com preço unitário de R$ 8,89. Acrescido da taxa de distribuição primária de R$ 0,03 por cota (0,34% do preço de emissão), o preço total de subscrição por nova cota para o investidor será de R$ 8,92. A oferta é destinada a investidores profissionais e assegura o direito de preferência aos atuais cotistas do **CPTS11** na proporção de 0,17118108121 sobre a base acionária detida no terceiro dia útil após a divulgação do anúncio de início.
Relatório de 2025-10-31
A redução da alavancagem e o giro tático na carteira de crédito marcaram a dinâmica operacional do **CPTS11** em outubro de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota, suportado por um resultado financeiro que avançou levemente para R$ 0,094/cota. Em contrapartida ao mês anterior, a cotação no mercado secundário recuou para R$ 7,61, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 8,92, ampliando o deságio para 14,6%. A alocação estrutural sofreu ajustes: a exposição a fundos imobiliários recuou de 63,2% para 61,6%, e a fatia de recebíveis imobiliários (CRIs) caiu de 31,7% para 28,6%. O risco atrelado às operações compromissadas continuou sua trajetória de queda, passando de 20,6% para 19,0% do patrimônio líquido, mantendo o custo de captação em CDI + 0,81%. A gestão realizou aquisições de R$ 59,1 milhões em CRIs a IPCA + 8,48% e vendas de R$ 32,1 milhões, além de registrar a quitação antecipada de papéis do Grupo Mateus. A carteira de crédito segue 100% adimplente.
Relatório de 2025-09-30
A expressiva geração de valor nos fundos investidos, com destaque para o desinvestimento de um robusto pacote de shoppings no CPSH11, reconfigurou o patamar de distribuição do **CPTS11** neste mês. Os rendimentos mensais avançaram para R$ 0,090 por cota, superando os R$ 0,085 do ciclo anterior, amparados por um resultado financeiro que saltou para R$ 0,093/cota. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, subindo de R$ 7,45 para R$ 7,64, o que reduziu o desconto em relação ao valor patrimonial (agora em R$ 8,89) de 15,8% para 14,1%. A alocação estrutural evidenciou um aprofundamento na estratégia de fundos imobiliários, cuja fatia saltou de 59,1% para 63,2%, enquanto a exposição a recebíveis imobiliários (CRIs) ajustou-se para 31,7%. O risco atrelado à alavancagem apresentou leve arrefecimento: as operações compromissadas recuaram de 21,7% para 20,6% do patrimônio líquido, mantendo o custo de captação em CDI + 0,81%. A gestão reportou adimplência integral na carteira de crédito e alterou a metodologia de cálculo do impacto das compromissadas para refletir o retorno global dos ativos.
Relatório de 2025-08-31
A conclusão da venda de ativos no Capitânia Logística FII (CPLG11) impulsionou a revisão positiva no guidance de dividendos do **CPTS11** para a faixa de R$ 0,08 a R$ 0,10 por cota. O fundo registrou um avanço na cota a mercado, que passou de R$ 7,28 para R$ 7,45, reduzindo o desconto em relação ao patrimônio de 17,9% para 15,8% (cota patrimonial em R$ 8,85). O resultado financeiro subiu marginalmente para R$ 0,085 por cota, valor exato do pagamento de dividendos distribuído no mês. Na alocação estrutural, a exposição a fundos imobiliários subiu levemente para 59,1%, enquanto a fatia de recebíveis recuou para 31,9%. A marcação a mercado da carteira de crédito apresentou um alívio, recuando de IPCA + 8,72% para IPCA + 8,68%. Por outro lado, os riscos atrelados à alavancagem via operações compromissadas continuaram sua trajetória de alta, atingindo 21,7% do patrimônio líquido, com o custo de captação subindo para CDI + 0,81%. A gestão manteve a adimplência em 100%, sem operações estressadas, e destacou o impacto esperado de R$ 24 milhões nos resultados dos próximos 24 meses devido ao desinvestimento no CPLG11.
Relatório de 2025-07-31
A denúncia envolvendo a Virgo Securitizadora e a abertura da curva de juros ditaram o ritmo do **CPTS11** em julho de 2025. O fundo precisou agir ativamente propondo a retirada e amortização extraordinária de fundos de reserva atrelados ao CRI Evolution, visando mitigar os riscos atrelados à gestora fiduciária. No balanço financeiro, a cota a mercado recuou para R$ 7,28, ampliando o desconto patrimonial de 16,2% para 17,9%. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,086 por cota, alinhado ao resultado financeiro que se manteve estável em R$ 0,084. A alocação estrutural mostrou um leve aumento na exposição a fundos imobiliários, atingindo 58,8%, enquanto a fatia de recebíveis caiu para 33,2%. A marcação a mercado da carteira de crédito sofreu impacto direto da alta das NTNBs, passando de IPCA + 8,32% para IPCA + 8,72%, o que pressionou o valuation do portfólio. Paralelamente, a alavancagem via operações compromissadas subiu de 19,2% para 21,3% do patrimônio líquido, com o custo de captação avançando marginalmente para CDI + 0,80%. Apesar das turbulências no carrego e no cenário de crédito, a gestão manteve a adimplência em 100% e preservou o guidance de rendimentos mensais na faixa de R$ 0,085 a R$ 0,095.
Relatório de 2025-06-30
A redução do desconto patrimonial para 16,2% e a diminuição das operações compromissadas marcaram a dinâmica do **CPTS11** em junho de 2025. A cota a mercado avançou para R$ 7,47, refletindo uma leve recuperação frente ao mês anterior, enquanto o pagamento de dividendos subiu para R$ 0,088 por cota, a despeito de um resultado financeiro inferior de R$ 0,084. Na alocação estrutural, a exposição a fundos imobiliários recuou para 56,9%, e a fatia de recebíveis (CRIs) subiu para 33,6%, impulsionada por uma reciclagem de ativos que envolveu compras definitivas de R$ 73,7 milhões a uma taxa média de IPCA + 8,93%. A taxa de marcação a mercado da carteira de crédito manteve a trajetória de compressão, passando de IPCA + 8,39% para IPCA + 8,32%. O balanço patrimonial revela um recuo na alavancagem, com as compromissadas caindo para 19,2% do patrimônio líquido a um custo ligeiramente menor de CDI + 0,77%. A gestão mantém a adimplência em 100% e sustenta o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,085 e R$ 0,095, reforçando o foco no carrego e no valuation do portfólio para geração de valor.
Relatório de 2025-05-31
A ampliação do desconto patrimonial para 16,9% e o avanço das operações compromissadas ditaram a dinâmica do **CPTS11** em maio de 2025. A cota a mercado recuou para R$ 7,39, revertendo o movimento de fechamento visto no mês anterior, enquanto o pagamento de dividendos subiu para R$ 0,087 por cota, suportado por um resultado financeiro superior de R$ 0,090. Na alocação estrutural, a exposição a fundos imobiliários cresceu para 57,4%, e a fatia de recebíveis (CRIs) caiu para 33,1%. A taxa de marcação a mercado da carteira de crédito continuou sua trajetória de compressão, passando de IPCA + 8,51% para IPCA + 8,39%. O balanço patrimonial revela um novo salto na alavancagem, com as compromissadas atingindo 21,2% do patrimônio líquido a um custo mais elevado de CDI + 0,78%. Apesar do aumento do endividamento, a gestão mantém a adimplência em 100% e elevou o teto do guidance de rendimentos mensais, projetando distribuições entre R$ 0,085 e R$ 0,095 para os próximos meses, evidenciando foco na reciclagem e no carrego do portfólio.
Relatório de 2025-05-02
O fundo imobiliário **CPTS11** aprovou a realização de sua 13ª (décima terceira) emissão de cotas, com o objetivo de captar o montante inicial de R$ 254.964.949,11, sem considerar a taxa de distribuição. A oferta prevê a emissão de até 29.205.607 novas cotas a serem distribuídas sob o rito de registro automático.
O preço de emissão de cada nova cota do **CPTS11** foi definido em R$ 8,73, acrescido de uma taxa de distribuição de R$ 0,02, resultando em um custo total de subscrição de R$ 8,75 por cota. A oferta é destinada a investidores profissionais, com a possibilidade de distribuição parcial caso atinja o montante mínimo de R$ 1.019.864,79.
Relatório de 2025-04-30
A valorização da cota a mercado para R$ 7,63 reduziu o desconto patrimonial do **CPTS11** para 13,2% em abril de 2025, dando continuidade ao movimento de fechamento observado no mês anterior. O pagamento de dividendos avançou para R$ 0,085 por cota, impulsionado por um resultado financeiro superior de R$ 0,084. Na alocação estrutural, a exposição a fundos imobiliários recuou levemente para 54,6%, enquanto a carteira de recebíveis manteve sua fatia de 34,7%, mas registrou uma compressão na taxa de marcação a mercado, que passou de IPCA + 8,92% para IPCA + 8,51%. O principal ponto de atenção no balanço patrimonial é o salto nas operações compromissadas, que agora representam 18,2% do patrimônio líquido (frente a 13,0% em março), com custo atrelado a CDI + 0,72%. Apesar do aumento da alavancagem, a gestão reforça a manutenção de uma carteira de crédito 100% adimplente e sustenta o guidance de rendimentos mensais na faixa de R$ 0,08, evidenciando resiliência no carrego dos ativos e no valuation geral do portfólio.
Relatório de 2025-03-31
O expressivo fechamento do desconto patrimonial, que recuou de 26,3% para 17,6%, marcou a dinâmica do **CPTS11** em março de 2025, impulsionado por uma forte valorização da cota a mercado, que saltou para R$ 7,20. Em paralelo, o fundo elevou o pagamento de dividendos para R$ 0,082 por cota, superando o patamar do mês anterior, suportado por um resultado financeiro de R$ 0,077 por cota e uso de reservas acumuladas. A alocação estrutural apresentou um avanço na exposição a fundos imobiliários, que agora representam 55,6% dos ativos (frente a 52,9% em fevereiro), com forte viés em fundos de tijolo (89,7%). A carteira de recebíveis manteve sua representatividade em 34,7%, mas registrou um leve fechamento na taxa de marcação a mercado, passando de IPCA + 8,98% para IPCA + 8,92%. Do lado dos passivos, as operações compromissadas subiram para 13,0% do patrimônio líquido, exigindo monitoramento contínuo em um cenário de juros restritivos, embora a gestão reporte um saldo positivo histórico na estratégia. O guidance de rendimentos mensais permanece ancorado na faixa de R$ 0,08, sustentado por uma carteira de crédito 100% adimplente e sem operações estressadas.