Relatório de 2026-04-30
A entrega de um novo pátio logístico e a formalização de rescisões milionárias reconfiguraram as perspectivas de receita do **VILG11** neste mês, contrastando com a leve retração no resultado total. O lucro apurado recuou para R$ 11,88 milhões (R$ 0,79/cota) ante os R$ 13,28 milhões do mês anterior, o que demandou o consumo parcial da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,17 para R$ 0,145 por cota. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,82 por cota. A gestão acelerou a venda de ativos, alienando 247 mil cotas do HGLG11 e apurando um ganho de capital de R$ 4,05 milhões (R$ 0,27/cota). No front operacional, a taxa de ocupação financeira subiu de 98,4% para 99,5%, impulsionada pela entrega do pátio de carretas no Alianza Park Belém, que adicionará R$ 0,002/cota ao resultado recorrente a partir de julho. Em contrapartida aos avanços, os riscos operacionais mostraram piora com a inadimplência líquida média saltando de -3,1% para 4,1%. O patrimônio do fundo sofreu leve ajuste negativo, com o valor patrimonial recuando para R$ 112,24 por cota, enquanto as obrigações financeiras foram amortizadas para R$ 218,7 milhões.
Relatório de 2026-03-31
A aceleração na venda de ativos e a forte recuperação de recebíveis ditaram o ritmo do **VILG11** neste mês, elevando o resultado total e as reservas acumuladas. O portfólio apurou um resultado total de R$ 13,28 milhões (R$ 0,89/cota), superando os R$ 12,6 milhões do período anterior. Esse avanço foi impulsionado pelo ganho de capital de R$ 3,48 milhões (R$ 0,23/cota) com a alienação de 206 mil cotas do HGLG11 no mercado secundário. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,82 por cota, rigorosamente alinhado ao guidance, o que permitiu que a reserva de lucros saltasse de R$ 0,11 para R$ 0,17 por cota. No âmbito operacional, a inadimplência líquida média despencou de 4,1% para um patamar negativo de -3,1%, indicando o recebimento de valores em atraso. Em contrapartida, a taxa de ocupação financeira recuou de 99,5% para 98,4%. O valuation dos ativos registrou leve retração, com o valor patrimonial caindo para R$ 112,44 por cota, enquanto as obrigações financeiras foram amortizadas para R$ 223,4 milhões.
Relatório de 2026-02-28
A continuidade na venda de cotas do HGLG11 impulsionou novamente os rendimentos mensais do **VILG11**, que alcançaram R$ 0,82 por cota em fevereiro de 2026. O resultado total do fundo avançou para R$ 12,6 milhões (R$ 0,84/cota), suportado por um ganho de capital líquido de R$ 3,3 milhões (R$ 0,22/cota) decorrente da alienação de 194 mil cotas do HGLG11 no mercado secundário. Com esse movimento, o pagamento de dividendos apresentou um incremento em relação aos R$ 0,80 do mês anterior, mantendo-se dentro do guidance estipulado para o semestre. No âmbito operacional, a taxa de ocupação financeira permaneceu estável no elevado patamar de 99,5%. Contudo, a inadimplência líquida média registrou um salto expressivo, passando de 2,2% para 4,1% no período. O valuation do portfólio apresentou leve valorização, com o patrimônio líquido subindo para R$ 113,19 por cota, enquanto as obrigações financeiras foram reduzidas para R$ 228,5 milhões. A reserva de lucros acumulada encerrou o mês em R$ 0,11 por cota, conferindo margem para a manutenção da atual política de distribuição.
Relatório de 2026-01-31
A conclusão do reposicionamento no Extrema Business Park e a venda parcial de cotas do HGLG11 impulsionaram os resultados do **VILG11** neste início de ano. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,74 para R$ 0,80 por cota, atingindo o piso do guidance estipulado para o semestre e representando um incremento de 8,1% MoM. O resultado total avançou expressivamente para R$ 11,69 milhões (R$ 0,78/cota), suportado pelo ganho de capital de R$ 2,8 milhões na alienação de cotas do HGLG11 no mercado secundário. Operacionalmente, a taxa de ocupação financeira disparou de 96,5% para 99,5% após a entrega das chaves para a DHL (16 mil m²) em Extrema-MG, zerando a vacância deixada pela devolução antecipada da Tok&Stok nesses módulos. Em contrapartida, a inadimplência líquida teve um leve avanço de 2,0% para 2,2%, e o fundo foi notificado sobre a rescisão integral do CD Pouso Alegre pela Cremer. O valuation do fundo mostrou leve ajuste, com o valor patrimonial recuando marginalmente para R$ 113,11, enquanto as obrigações financeiras caíram para R$ 234,1 milhões. A reserva de lucros encerrou o mês em R$ 0,09 por cota, refletindo a distribuição acima do resultado gerado no período.
Relatório de 2025-12-31
A aquisição de uma participação minoritária no polo de Cajamar e a reavaliação positiva do portfólio marcaram o encerramento do ano para o **VILG11**, compensando a leve deterioração nos indicadores operacionais. O valor patrimonial da cota avançou para R$ 113,28, impulsionado por um laudo que gerou um incremento de 1,24% no patrimônio. No carrego operacional, o pagamento de dividendos subiu para R$ 0,74 por cota, alinhando-se à estratégia de destravamento de valor após as vendas de ativos recentes, embora o resultado total do mês tenha recuado para R$ 9,4 milhões (R$ 0,63/cota). A reserva de lucros foi parcialmente consumida, caindo de R$ 0,22 para R$ 0,11 por cota. Na ponta imobiliária, a vacância financeira teve um leve aumento, levando a taxa de ocupação de 96,9% para 96,5%, enquanto a inadimplência líquida subiu de 1,6% para 2,0%. O fundo também anunciou a compra de 4% de um galpão em Caieiras-SP por R$ 2 milhões, com cap rate de entrada de 10,1%. As obrigações financeiras recuaram para R$ 239,9 milhões, e a gestão reiterou o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,80 e R$ 0,87 para o primeiro semestre de 2026.
Relatório de 2025-11-28
A venda de quatro ativos logísticos por R$ 709,6 milhões transformou a estrutura patrimonial e de alavancagem do **VILG11** em novembro de 2025. A transação gerou um ganho de capital expressivo de R$ 6,22 por cota (R$ 93,2 milhões), com prêmio de 4,8% sobre o laudo de avaliação. O recebimento parcial em cotas do HGLG11 e a assunção de R$ 47,4 milhões em dívidas pelo comprador reduziram as obrigações financeiras totais do fundo para R$ 251,1 milhões. No carrego operacional, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,72 por cota, sustentado por um resultado total de R$ 10,8 milhões e uma reserva de lucros que atingiu R$ 0,22 por cota. Contudo, a dinâmica imobiliária apresentou deterioração: a taxa de ocupação financeira recuou de 98,3% para 96,9%, e a inadimplência líquida saltou de um patamar negativo para 1,6%. O valor patrimonial da cota ajustou-se para R$ 112,81, refletindo a nova composição do portfólio, enquanto a gestão projeta um guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,80 e R$ 0,87 para o primeiro semestre de 2026.
Relatório de 2025-11-26
**VILG11** concluiu a venda de quatro ativos de seu portfólio logístico pelo valor total de R$ 709,6 milhões, visando a redução de sua alavancagem financeira e a otimização de seu portfólio. A transação envolve a alienação de participações nos ativos Fernão Dias Business Park, CD Privalia, Porto Canoa Log e Parque Logístico Osasco, totalizando uma área bruta locável (ABL) de 199.001 m².
O pagamento de ativos será estruturado em três frentes: R$ 582,2 milhões recebidos em cotas do fundo HGLG11, R$ 47,4 milhões via assunção de obrigações de CRIs pelo comprador e R$ 80,0 milhões em parcelas mensais ao longo de 24 meses. Com o ganho de capital estimado, o **VILG11** revisou sua projeção para pagamento de dividendos futuros, estendendo o guidance de rendimentos até junho de 2026.
Relatório de 2025-10-31
A reversão da inadimplência líquida para um patamar negativo de -0,3% e o salto no resultado recorrente reconfiguraram a geração de caixa do **VILG11** em outubro de 2025. O lucro recorrente avançou de R$ 0,68 para R$ 0,77 por cota na comparação mensal, complementado por ganhos de capital que elevaram o resultado total a R$ 0,79. Esse carrego operacional permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,72 por cota e o fortalecimento expressivo da reserva de lucros, que saltou de R$ 0,14 para R$ 0,21 por cota (R$ 3,22 milhões). Sob a ótica de valuation e patrimônio, o valor patrimonial da cota registrou leve alta para R$ 113,43, enquanto as obrigações financeiras recuaram para R$ 299,6 milhões. Em contrapartida, a dinâmica imobiliária apresentou um risco intrínseco com a queda da taxa de ocupação financeira, que passou de 99,1% para 98,3% no período, exigindo atenção à comercialização de espaços vagos para sustentar os rendimentos mensais projetados no guidance do trimestre.
Relatório de 2025-09-30
A estabilidade na taxa de ocupação em 99,1% e a queda na inadimplência líquida para 1,5% marcaram a dinâmica operacional do **VILG11** em setembro de 2025. Apesar do recuo no resultado recorrente, que passou de R$ 0,75 no mês anterior para R$ 0,68 por cota, a gestão manteve o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,72 por cota. Esse movimento exigiu o consumo parcial da reserva de lucros, que encerrou o período em R$ 0,14 por cota (R$ 2,15 milhões). O valor do patrimônio apresentou leve ajuste negativo, cotado a R$ 112,59, enquanto as obrigações financeiras recuaram para R$ 304,1 milhões. A gestão reafirmou o guidance de rendimentos mensais para o quarto trimestre entre R$ 0,69 e R$ 0,74, ancorado no carrego do portfólio e no incremento contratado de R$ 0,016/cota oriundo do fim de carências até o final do ano, mitigando riscos de curto prazo na geração de caixa.
Relatório de 2025-08-29
A locação de mais de 15 mil m² para a Sierra Log no Extrema Business Park impulsionou a taxa de ocupação financeira do **VILG11** para 99,1% em agosto de 2025, marcando um avanço expressivo frente aos 97,5% registrados no mês anterior. O resultado recorrente saltou de R$ 0,68 para R$ 0,75 por cota, permitindo um incremento no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,70 para R$ 0,72 por cota. Esse movimento de alta na geração de caixa também favoreceu a recomposição da reserva de lucros, que subiu de R$ 0,12 para R$ 0,16 por cota (totalizando R$ 2,42 milhões). O valor patrimonial da cota apresentou leve valorização, atingindo R$ 112,61. No front do passivo, as obrigações financeiras recuaram marginalmente para R$ 305,4 milhões. A gestão mantém o guidance de rendimentos mensais para o quarto trimestre entre R$ 0,69 e R$ 0,74, sinalizando estabilidade no carrego do portfólio e mitigando os impactos de eventuais vacâncias futuras.
Relatório de 2025-07-31
A reestruturação contratual com a Tok&Stok e a nova locação no Alianza Park Belém ditaram a dinâmica operacional do **VILG11** em julho de 2025, impulsionando a taxa de ocupação financeira para 97,5%. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota, embora o resultado recorrente tenha recuado de R$ 10,85 milhões para R$ 10,26 milhões (R$ 0,68/cota). Esse descasamento consumiu parte da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,13 para R$ 0,12 por cota (R$ 1,75 milhão). O valor patrimonial da cota registrou leve alta, passando para R$ 112,45, enquanto a alavancagem recuou para R$ 306,5 milhões. No portfólio, a Tok&Stok reduziu sua representatividade de 15% para 4,5% da receita após a devolução de módulos no Extrema Business Park, prontamente absorvidos por novos inquilinos. Adicionalmente, a locação de 7.523 m² no ativo do Pará zerou a vacância do imóvel e adicionará R$ 0,015/cota ao carrego a partir de outubro. O guidance de rendimentos mensais para o quarto trimestre foi fixado entre R$ 0,69 e R$ 0,74.
Relatório de 2025-06-30
O incremento no resultado recorrente e a geração de ganho de capital impulsionaram o pagamento de dividendos do **VILG11** para R$ 0,70 por cota em junho de 2025, superando o patamar do mês anterior. O resultado recorrente saltou de R$ 9,28 milhões para R$ 10,85 milhões (R$ 0,72/cota), revertendo a tendência de queda observada anteriormente. Com isso, a reserva de lucros, que havia sido consumida, foi recomposta, passando de R$ 0,09 para R$ 0,13 por cota (totalizando R$ 1,99 milhão). O valor patrimonial da cota sofreu leve ajuste negativo, indo de R$ 112,44 para R$ 112,42. A alavancagem recuou marginalmente para R$ 308,6 milhões. Do lado operacional, a taxa de ocupação financeira apresentou uma leve retração, passando de 96,9% para 96,7%. O carrego do portfólio mantém a perspectiva de adição de R$ 0,032/cota até o final do ano devido ao fim de carências, sustentando o guidance de rendimentos mensais estimado entre R$ 0,67 e R$ 0,72 para o terceiro trimestre.
Relatório de 2025-05-30
O aumento na distribuição de dividendos para R$ 0,69 por cota contrasta com a redução do resultado recorrente e o consumo da reserva acumulada neste mês. O **VILG11** apresentou uma evolução no pagamento de rendimentos mensais, atingindo R$ 0,69 por cota, alinhado ao guidance do segundo trimestre. No entanto, o resultado recorrente total recuou de R$ 10,1 milhões no mês anterior para R$ 9,28 milhões. Esse movimento exigiu o consumo da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,14 para R$ 0,09 por cota (totalizando R$ 1,34 milhão). O valor patrimonial da cota sofreu nova desvalorização marginal, passando de R$ 112,53 para R$ 112,44. A alavancagem permaneceu estável em R$ 309,2 milhões, assim como a taxa de ocupação financeira, que se manteve resiliente em 96,9%. O carrego do portfólio segue suportado pela expectativa de incremento de R$ 0,032 por cota até o final de 2025, oriundo do término de carências vigentes, e por um perfil de vencimentos onde 66% da receita bruta está atrelada a contratos a partir de 2028.
Relatório de 2025-04-30
O incremento na distribuição de rendimentos para R$ 0,68 por cota e a recomposição da reserva de lucros marcam a evolução operacional do **VILG11** neste mês. Diferente do cenário de consumo de caixa observado no trimestre anterior, o portfólio conseguiu elevar sua reserva acumulada de R$ 0,12 para R$ 0,14 por cota, suportado por um resultado recorrente total de R$ 10,1 milhões. O valor patrimonial sofreu um ajuste marginal, passando de R$ 112,56 para R$ 112,53, mantendo o carrego da dívida estabilizado em R$ 309,3 milhões. A taxa de ocupação financeira permaneceu resiliente em 96,9%, mitigando riscos de vacância imediata, enquanto a gestão projeta um impacto positivo de R$ 0,032 por cota até o final do ano decorrente do término de carências vigentes. O guidance para o terceiro trimestre aponta para um pagamento de dividendos estimado entre R$ 0,67 e R$ 0,72, refletindo a maturação dos novos contratos de locação e a diluição das despesas financeiras.
Relatório de 2025-04-01
A consolidação da taxa de ocupação em 97% e a projeção de incremento nos rendimentos mensais definem a transição operacional do **VILG11** neste fechamento de trimestre. Em relação ao baseline anterior, o fundo apresentou um leve ajuste em seu valor patrimonial, que passou de R$ 112,71 para R$ 112,56 por cota, ampliando o desconto de mercado para 21,6%. O carrego da dívida atrelada ao IPCA registrou um sutil avanço, totalizando R$ 309,3 milhões em obrigações financeiras, embora o LTV permaneça em um patamar controlado de 16,1%. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,67 no último mês, o fundo continuou consumindo sua reserva de lucros, que encerrou o trimestre na mínima de R$ 0,12 por cota. Contudo, a gestão projeta uma recuperação orgânica no fluxo de caixa impulsionada pelo término de carências, estimando uma distribuição entre R$ 0,65 e R$ 0,70 para o segundo trimestre, o que deve mitigar parcialmente a pressão sobre o resultado recorrente.
Relatório de 2025-03-31
A forte atividade comercial impulsionou a assinatura de quatro novos contratos de locação, totalizando 18.919 m² de ABL própria e elevando a distribuição de rendimentos mensais do **VILG11** para R$ 0,67 por cota. Em comparação ao mês anterior, o fundo utilizou parte de sua reserva de lucros para sustentar esse patamar de dividendos, visto que o resultado gerado foi de R$ 0,61/cota, reduzindo o saldo retido de R$ 0,18 para R$ 0,12/cota. Operacionalmente, as novas locações nos ativos Parque Logístico Osasco e Porto Canoa Log zeraram a vacância física nesses imóveis, com destaque para o contrato em Osasco, fechado com valor 43% superior à média anterior. A ocupação financeira do portfólio ajustou-se para 96,9%, enquanto a inadimplência líquida média registrou um repique para 1,5%. No aspecto de valuation e balanço, o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 112,71, e as obrigações financeiras atreladas ao IPCA mantiveram-se em R$ 308,4 milhões, exigindo atenção ao carrego da dívida, que possui 6,1% de vencimentos no curto prazo. Para os próximos meses, o término das carências contratuais deve adicionar R$ 0,045/cota ao resultado recorrente, mitigando parcialmente a pressão sobre o fluxo de caixa.