O ciclo de 2026 inicia com a manutenção estrutural do fundo, refletindo os amplos movimentos de expansão e desalavancagem concluídos no final de 2025.
O cenário macroeconômico projeta a possibilidade de um ciclo de redução da taxa Selic, fator que historicamente influencia positivamente o mercado de fundos imobiliários e possui potencial para atenuar o atual desconto patrimonial da cota.
A estratégia de alocação recente envolveu a destinação dos recursos da 7ª emissão de cotas (R$ 1,27 bilhão), com o direcionamento de R$ 676 milhões para a aquisição direta de novos imóveis, R$ 290 milhões alocados definitivamente em TVMs (incluindo CRIs e o FII GAME11) para rentabilização e R$ 310 milhões mantidos em caixa livre.
Com a entrada dos novos ativos, a estrutura de alavancagem foi severamente transformada, passando de 27% para uma alavancagem líquida negativa de -13%.
Operacionalmente, a carteira atinge a marca de 33 imóveis locados para 11 inquilinos high grade, sustentando 0% de vacância e um prazo médio de contratos (WAULT) de 10,4 anos, com 95% de atipicidade.
Na esfera governança, a recente Assembleia Geral Extraordinária aprovou a ampliação do capital autorizado e a prerrogativa de recompra de cotas, ferramentas descritas como viabilizadoras de flexibilidade estratégica.
Diante do amadurecimento do portfólio, a gestão reafirmou o guidance de dividendos entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota para os próximos 12 meses, amparado pela previsibilidade das receitas de locação e pelo robusto colchão de liquidez.