Relatório de 2026-04-30
A queda expressiva na cotação de mercado do **RZTR11**, que recuou de R$ 94,98 para R$ 90,08 em abril de 2026, pressionou o retorno total bruto do mês para -5,16% e reposicionou o fundo em patamar de desconto patrimonial, com o P/VP recuando de 1,04 para 0,98. Apesar da desvalorização no mercado secundário, o pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 1,00 por cota, elevando o dividend yield mensal para 1,11% (frente a 1,05% no mês anterior). No campo operacional, a gestão buscou sanar as preocupações do mercado detalhando sua alavancagem: o endividamento líquido real situa-se em confortáveis 1,4% do patrimônio líquido (R$ 24 milhões), uma vez que as obrigações de R$ 262,8 milhões (referentes às fazendas Francisco Dumont e San Francisco) são amplamente compensadas por R$ 313,3 milhões em recebíveis das vendas das fazendas Paranatinga e Clarão da Lua.
Relatório de 2026-04-30
O fundo imobiliário **RZTR11** anunciou o aditamento dos contratos de arrendamento rural e de opção de compra de imóveis relativos à Fazenda San Francisco II, em Canarana/MT. O novo arranjo contratual reduziu a participação da Úbere Agropecuária Ltda. na operação, mantendo sob sua responsabilidade apenas parte dos ativos pelo valor de R$ 50.000.000,00, enquanto as áreas excluídas foram transferidas para novos contratos de arrendamento e opção de compra com o Grupo Agro Gerações, sob o valor de R$ 65.000.000,00.
A reestruturação não altera o valor total das opções de compra do ativo imobiliário, que permanece em R$ 115.000.000,00. A gestão do **RZTR11** confirmou que as novas condições econômico-financeiras não geram impactos na geração de resultados, no pagamento de dividendos ou no valor patrimonial das cotas do fundo.
Relatório de 2026-03-31
A redução contínua do patrimônio líquido, justificada por obrigações financeiras a pagar nas fazendas San Francisco e Santos Dumont e alinhamentos contábeis da venda da Fazenda Clarão da Lua, marcou a dinâmica do **RZTR11** em março de 2026. O patrimônio líquido recuou de R$ 1,76 bilhão no mês anterior para R$ 1,72 bilhão, enquanto a cota de mercado sofreu desvalorização, passando de R$ 98,54 para R$ 94,98. Esse movimento no mercado secundário gerou um retorno total bruto negativo de -3,28% no período e ajustou o valuation do fundo, elevando o P/VP de 0,99 para 1,04. Apesar da volatilidade na cotação, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,00 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,05%. No aspecto operacional, a gestão intensificou os trabalhos na tese de Land Equity, destacando-se a finalização da conversão de eucalipto para pastagem e o plantio de 470 hectares de soja na Fazenda Clarão da Lua, além de correções de solo nas fazendas Roma e San Francisco. O monitoramento das safras indica condições fitossanitárias adequadas no Mato Grosso, embora chuvas frequentes no Tocantins tenham provocado atrasos pontuais na colheita, exigindo acompanhamento para garantir a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2026-03-31
A correção de um erro contábil no saldo acumulado marcou o mês do **RZTR11**, com o valor ajustado para R$ 0,19 por cota, contrastando fortemente com os números reportados no início do ano. Paralelamente, o patrimônio líquido do fundo manteve sua trajetória de retração, recuando de R$ 1,76 bilhão para R$ 1,72 bilhão, movimento justificado pela gestão devido às obrigações financeiras a pagar nas aquisições das fazendas San Francisco e Santos Dumont, além de alinhamentos contábeis pendentes da venda de ativos (Fazenda Clarão da Lua). No mercado secundário, a cota sofreu desvalorização, caindo de R$ 98,20 para R$ 94,98, o que gerou um retorno total bruto negativo de -3,28% no mês e elevou o P/VP para 1,04. Apesar da pressão no valuation e no carrego, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota (dividend yield mensal de 1,05%), sustentado pelas receitas recorrentes de arrendamento. No campo operacional, o avanço da colheita nas regiões de atuação segue positivo, com destaque para a finalização da conversão de áreas na Fazenda Clarão da Lua, que agora inicia o plantio de soja, reforçando a tese de Land Equity.
Relatório de 2026-01-31
A venda das parcelas da Fazenda Clarão da Lua (Grupos 3 e 4) destravou um impacto positivo estimado em R$ 1,98 por cota, marcando a principal movimentação de portfólio do **RZTR11** neste início de ano. O fundo já reconheceu R$ 23,1 milhões em ganhos de capital com o recebimento das duas primeiras parcelas, restando o recebimento futuro atrelado a sacas de soja até 2029. No comparativo mensal, o patrimônio líquido apresentou leve retração, passando de R$ 1,78 bilhão para R$ 1,76 bilhão, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 98,54, mantendo o valuation com P/VP estabilizado em 0,99. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 1,00 por cota, sustentado por um saldo de resultado acumulado que sofreu leve ajuste de R$ 2,55 para R$ 2,50 por cota. No campo operacional, a colheita avança com produtividade acima do esperado no Mato Grosso, contrastando com relatos de grãos leves no sul de Goiás, o que exige monitoramento contínuo das safras para garantir a previsibilidade dos rendimentos mensais e a saúde financeira dos arrendatários.
Relatório de 2025-12-31
A revisão da alocação-alvo em favor da estratégia de land equity marca o fechamento de 2025 para o **RZTR11**, com a gestão buscando capturar assimetrias de valorização no mercado de terras rurais. No aspecto financeiro, o patrimônio líquido recuou de R$ 1,86 bilhão para R$ 1,78 bilhão, enquanto a cotação no mercado secundário avançou para R$ 97,99, ajustando o valuation para um P/VP de 0,99. A taxa média de arrendamento apresentou leve compressão, passando de 15,48% para 15,01% ao ano. Em contrapartida, o saldo de resultado acumulado recuperou fôlego, subindo de R$ 2,39 para R$ 2,55 por cota, o que confere maior margem de segurança para a manutenção dos rendimentos mensais, estabilizados em R$ 1,00 por cota (dividend yield anualizado de 12,96%). No campo operacional, o cenário climático adverso do mês anterior foi mitigado: a colheita já foi iniciada em Guarapuava (PR) com bom desenvolvimento das lavouras, e o plantio no Maranhão caminha para a fase final, reduzindo os riscos de quebra de safra e garantindo a previsibilidade no pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-12-19
A venda da Fazenda Clarão da Lua (Grupos 3 e 4) destravou um ganho de capital estimado em R$ 1,98 por cota, redefinindo as perspectivas de distribuição do **RZTR11** para o fechamento do semestre. Este movimento de reciclagem no portfólio de Land Equity contrasta com a leve redução do saldo de carrego, que recuou de R$ 2,55 para R$ 2,39 por cota em novembro, enquanto o resultado líquido mensal avançou para R$ 1,05. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, subindo para R$ 93,99 e ajustando o valuation para um P/VP de 1,00, com o patrimônio líquido alcançando R$ 1,86 bilhão. Operacionalmente, a taxa média de arrendamento permaneceu estável em 15,48% ao ano. No campo, o plantio foi finalizado no Mato Grosso, mas o fundo enfrenta desafios climáticos pontuais, como altas temperaturas em Guarapuava (PR) e atrasos residuais no Maranhão, exigindo monitoramento contínuo da safra 25/26 para mitigar riscos de quebra de produtividade dos arrendatários e garantir a previsibilidade no pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-11-26
O fundo **RZTR11** celebrou o distrato de instrumentos anteriores e a concomitante assinatura de novos contratos de arrendamento e opção de compra da Fazenda Poranga II com a Agropecuária Poranga Ltda. Essa reestruturação visa à alteração das taxas comerciais e ao recebimento de compensação financeira.
A transação trará incremento financeiro ao caixa do **RZTR11**, gerando um impacto estimado de aproximadamente R$ 0,09 por cota ao ano, o que repercutirá nos recursos disponíveis para o pagamento de dividendos aos cotistas.
Relatório de 2025-11-26
A rescisão contratual envolvendo a Fazenda Roma reconfigurou os resultados do **RZTR11** em outubro de 2025, gerando um efeito positivo estimado em R$ 2,67 por cota após o falecimento de um dos compradores. Com a retenção de 7.767,10 hectares do ativo, a gestão retoma as tratativas para a venda de ativos sob a tese de Land Equity. Operacionalmente, o fundo registrou um salto no resultado líquido mensal, passando de R$ 0,96 para R$ 1,03 por cota. Essa evolução permitiu não apenas a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,00, mas também a recomposição do saldo de carrego, que avançou de R$ 2,31 para R$ 2,55 por cota, mitigando riscos de curto prazo na distribuição. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuo para R$ 92,75, ajustando o valuation para um P/VP de 0,96 frente ao patrimônio líquido de R$ 1,82 bilhão. A taxa média de arrendamento subiu para 15,48% ao ano, enquanto o plantio da safra 25/26 avança com chuvas regulares no Mato Grosso, contrastando com a lentidão no Piauí e Maranhão devido à irregularidade hídrica.
Relatório de 2025-11-13
O fundo **RZTR11** comunicou a rescisão do Compromisso de Venda e Compra da Fazenda Roma, localizada em Tupiratins-TO, decorrente do falecimento de um dos compradores. Em razão do distrato, a parte compradora permaneceu com a propriedade de 50% da área (6.087,96 hectares) pelos valores já quitados, enquanto o **RZTR11** manteve o domínio sobre as propriedades remanescentes, que totalizam 7.676,10 hectares.
A administração do **RZTR11** informou que o impacto contábil positivo da rescisão contratual, calculado com base no laudo de avaliação a valor de mercado das propriedades que permaneceram no portfólio do fundo, é de R$ 2,67 por cota. A gestão iniciará uma busca ativa no mercado para a venda de ativos e geração de ganho de capital.
Relatório de 2025-11-12
O fundo de investimento imobiliário **RZTR11** anunciou que sua controlada, a Sociedade Clarão da Lua, celebrou um Compromisso de Venda e Compra (CVC) para alienar as terras do Grupo 4 da Fazenda Clarão da Lua, correspondente à matrícula nº 1.700, por R$ 18.548.080,00. O fluxo de pagamento compreende um sinal de R$ 2.000.000,00 já pago, parcelas adicionais programadas para dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, e o restante dividido em 10 parcelas mensais a partir de março de 2026.
A transação de venda de ativos, correspondente a uma área de solo arenoso com vocação para pecuária, acarretará um impacto negativo isolado de R$ 0,20 por cota para o **RZTR11**. No entanto, quando consolidada à venda do Grupo 3 anunciada em agosto de 2025, as operações combinadas gerarão um impacto financeiro positivo acumulado de R$ 1,98 por cota para o caixa do fundo ao longo do cronograma de recebimento.
Relatório de 2025-09-30
A compressão do resultado líquido mensal para R$ 0,96 por cota marcou a dinâmica do **RZTR11** em setembro de 2025, exigindo o consumo do saldo de carrego para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 1,00. O saldo de resultado acumulado recuou de R$ 2,35 no mês anterior para R$ 2,31 por cota. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação, encerrando a R$ 92,90, o que ajustou o valuation para um P/VP de 0,95. Operacionalmente, o início do plantio da safra 25/26 foi favorecido pelas chuvas no Mato Grosso, enquanto a gestão reafirma o foco na tese de Land Equity. O fundo segue ativamente em busca de compradores para os remanescentes das fazendas Clarão da Lua (3.400 hectares úteis) e San Francisco (4.000 hectares úteis) visando destravar novos ganhos com a venda de ativos, ao mesmo tempo em que as operações de Sale & Leaseback mantêm atratividade com taxa média de 15,26% a.a. frente a uma Selic de 14,90% a.a.
Relatório de 2025-09-17
O fundo imobiliário **RZTR11** anunciou a celebração de um contrato de parceria e compromisso de compra e venda com o Grupo Cedro para exploração de imóveis rurais sob as matrículas 12.358 e 20.089, que totalizam 2.929,97 hectares de área. O modelo de negócio estruturado prevê que o fundo poderá se tornar titular definitivo dos imóveis após o término da parceria, cabendo ao **RZTR11** o custeio da produção de café, enquanto o Grupo Cedro permanece responsável pela gestão, manutenção e condução das atividades operacionais.
A liquidação financeira da transação ocorrerá de forma híbrida: um sinal de R$ 71.457.531,00 já foi pago em moeda nacional; uma parcela estimada em R$ 68.888.295,38 será quitada por meio da assunção de Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) existentes sobre as propriedades; e o saldo restante será quitado em três parcelas anuais (vencimentos entre 2026 e 2028) com valores vinculados à cotação física de sacas de café, descontando a produção das fazendas. A gestão do **RZTR11** informou que buscará uma Taxa Interna de Retorno (TIR) acima de 25% ao longo dos próximos 5 anos de investimento.
Relatório de 2025-09-05
O fundo **RZTR11** anunciou a aquisição de quatro imóveis rurais localizados no município de Alto Parnaíba, no estado do Maranhão, totalizando uma área de 559,6873 hectares. O valor total da transação de compra de ativos foi de R$ 25.738.466,73, o que equivale a R$ 45.987,23 por hectare, com o pagamento já totalmente liquidado em duas parcelas de igual valor.
Os imóveis adquiridos serão arrendados aos próprios vendedores sob a tese de investimento de Sale & LeaseBack por um prazo contratual de 13 anos. O impacto projetado dessa operação nas receitas do **RZTR11** é de R$ 0,18 ao ano por cota, o que se integra diretamente ao fluxo de caixa para potencial pagamento de dividendos do fundo.
Relatório de 2025-08-29
A concretização da venda da Fazenda Clarão da Lua - Grupo 3 por R$ 108 milhões marcou a dinâmica do **RZTR11** em agosto de 2025, destravando um ganho de capital estimado em R$ 2,17 por cota (TIR de 20,51% a.a.). No mercado secundário, a cotação encerrou o mês a R$ 91,19, promovendo um leve ajuste no valuation para um P/VP de 0,96. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentado por um resultado líquido de R$ 19,43 milhões (R$ 1,03 por cota). O carrego financeiro, contudo, apresentou nova retração, com o saldo acumulado recuando de R$ 2,46 no mês anterior para R$ 2,35 por cota. No campo operacional, a colheita foi finalizada com produtividade acima do esperado no Piauí e Maranhão, enquanto Guarapuava (PR) segue com áreas de menor potencial produtivo. A gestão revisou a alocação-alvo, voltando a enxergar assimetrias favoráveis na tese de Land Equity, onde ainda busca compradores para os remanescentes de Clarão da Lua e San Francisco.
Relatório de 2025-08-28
O fundo de investimento imobiliário **RZTR11** anunciou o compromisso de venda de ativos agrícolas correspondentes ao Grupo 3 da Fazenda Clarão da Lua pelo valor de R$ 108.000.000,00. Os imóveis alienados, localizados em Darcinópolis/TO, somam uma área de 3.616,59 hectares e integraram um ciclo de desenvolvimento de terra (Land Equity) entre 2024 e 2025.
O pagamento da transação será estruturado com um sinal de R$ 21,6 milhões já pago, R$ 21,6 milhões a serem liquidados em até 30 dias e o montante restante quitado em quatro parcelas anuais indexadas em sacas de soja de 2026 a 2029. A operação estima uma taxa interna de retorno (TIR) de 20,51% ao ano, projetando um lucro em regime de caixa de R$ 40.980.026,11, equivalente a R$ 2,17 por cota para o **RZTR11**.
Relatório de 2025-07-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,00 por cota e a forte readequação do portfólio, com a exposição em Land Equity despencando de 15% para 6%, ditaram a dinâmica do **RZTR11** em julho de 2025. Em contrapartida, a alocação na tese de Buy to Lease saltou de 30% para 47%. No mercado secundário, a cotação sofreu um revés, recuando de R$ 94,99 para R$ 91,19, o que comprimiu o valuation do fundo para um P/VP de 0,94. Apesar da queda nos rendimentos mensais distribuídos, o resultado líquido do fundo apresentou leve melhora frente ao mês anterior, atingindo R$ 19,51 milhões (R$ 1,03 por cota). O carrego financeiro, no entanto, encolheu, com o saldo acumulado caindo para R$ 2,46 por cota. No campo operacional, o clima impôs novos desafios: em Guarapuava (PR), chuvas isoladas prejudicaram a qualidade dos grãos em áreas previamente afetadas por geadas, enquanto no Mato Grosso a colheita registrou produtividade recorde. A gestão mantém o foco na venda de ativos, especificamente as fazendas Clarão da Lua e San Francisco, para destravar ganho de capital.
Relatório de 2025-06-30
A leve apreciação da cota de mercado para R$ 94,99 e o recuo da exposição em Land Equity para 15% ditaram a dinâmica do **RZTR11** neste mês de junho de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,05 por cota, mesmo com a retração do resultado líquido mensal, que caiu de R$ 20,91 milhões no mês anterior para R$ 19,05 milhões (equivalente a R$ 1,01 por cota). Essa distribuição foi sustentada pelo carrego do fundo, que viu seu saldo acumulado subir marginalmente para R$ 2,57 por cota. No front operacional, o cenário climático trouxe novos desafios: geadas em Guarapuava (PR) causaram danos parciais às lavouras, enquanto chuvas e baixas temperaturas em Rio Verde (GO) atrasaram a colheita. A gestão segue ativamente buscando a venda de ativos, especificamente as fazendas Clarão da Lua e San Francisco, visando destravar ganho de capital e otimizar o valuation do patrimônio, que encerrou o período avaliado em R$ 1,82 bilhão, negociando a um P/VP de 0,99.
Relatório de 2025-05-30
A valorização da cota de mercado para R$ 93,99 e a elevação da taxa média de arrendamento ditaram o ritmo do **RZTR11** neste mês, refletindo um carrego mais rentável frente ao cenário anterior. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,05 por cota, ancorado por um avanço no resultado líquido mensal, que saltou para R$ 20,91 milhões, preservando o robusto saldo acumulado de R$ 2,55 por cota. Na estruturação do portfólio, a taxa média dos contratos expandiu de 15,02% para 15,26% ao ano, demonstrando resiliência mesmo com a Selic estacionada em 14,75%. Observou-se também um leve ajuste na alocação, com a tese de Land Equity subindo para 18% e Sale & Leaseback recuando para 50%. No front operacional, o estresse climático no Paraná foi mitigado por chuvas recentes que favoreceram o enchimento de grãos, mas um novo ponto de atenção surgiu em talhões de solo arenoso no Mato Grosso, que já apresentam sinais de estresse hídrico. A gestão segue focada na venda de ativos, buscando destravar valor nas fazendas Clarão da Lua e San Francisco para impulsionar os rendimentos mensais futuros e otimizar o valuation do fundo.
Relatório de 2025-05-21
O fundo imobiliário **RZTR11** divulgou a assinatura do 3º Termo Aditivo ao Instrumento Particular de Arrendamento de Imóvel Rural e do 2º Termo Aditivo ao Instrumento Particular de Opção de Compra de ativos localizados em Nova Ubiratã/MT. O acordo estabelece o ressarcimento de R$ 26.753.259,41 ao arrendatário por investimentos realizados, além do aumento da taxa de cap rate dos imóveis de 12,74% ao ano para 13,5% ao ano, impactando o fluxo financeiro para potencial pagamento de dividendos futuros.
Relatório de 2025-04-30
A leve apreciação da cota a mercado para R$ 90,90 marcou o mês de abril para o **RZTR11**, resultando em um dividend yield anualizado de 14,78%. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 1,05 por cota, suportado por um resultado líquido mensal de R$ 19,66 milhões e pela manutenção do robusto saldo acumulado de R$ 2,55 por cota. A taxa média de arrendamento dos contratos sofreu uma leve compressão, passando de 15,24% para 15,02% ao ano, em um cenário onde a Selic avançou para 14,75%, estreitando o spread da operação. Estruturalmente, a alocação do portfólio não apresentou deltas, mantendo a tese de Sale & Leaseback como carro-chefe (51%). No front operacional, o estresse climático no Paraná continuou a ser um ponto de atenção intrínseco, comprometendo parte do potencial produtivo local. A gestão segue ativamente buscando destravar valor por meio da venda de ativos na estratégia de Land Equity, especificamente as fazendas Clarão da Lua e San Francisco, visando ganho de capital para futuras distribuições.
Relatório de 2025-03-31
A valorização da cota a mercado para R$ 89,90 comprimiu o dividend yield anualizado do **RZTR11** para 14,95% em março de 2025, refletindo um fechamento no deságio frente ao valor patrimonial, que se manteve estável em R$ 96,64. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 1,05 por cota, ancorado por um resultado líquido mensal de R$ 19,8 milhões e um robusto saldo acumulado de R$ 2,55 por cota. A alocação estrutural do portfólio não apresentou deltas significativos, mantendo 51% em Sale & Leaseback, 27% em Buy to Lease, 16% em Land Equity e 6% em caixa. No front operacional e de riscos intrínsecos, o destaque negativo recaiu sobre as propriedades no Paraná, onde o estresse hídrico e térmico comprometeu parcialmente o potencial produtivo, contrastando com o bom desenvolvimento das lavouras no Centro-Oeste. A estratégia de venda de ativos segue em curso, com a gestão buscando ativamente compradores para as fazendas Clarão da Lua e San Francisco para destravar ganho de capital. O carrego da carteira mantém-se defensivo, com prazo médio de 10 anos e taxa de arrendamento médio travada em 15,24%, garantindo atratividade mesmo com a Selic a 14,25%.