Relatório de 2026-05-22
O fundo **HGRU11** (Pátria Renda Urbana) divulgou fato relevante comunicando as principais características de sua 6ª (sexta) emissão de cotas, com montante de captação inicial de R$ 1.500.000.020,19. O preço de emissão por nova cota foi fixado em R$ 128,87, acrescido de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,12, totalizando o preço de subscrição de R$ 128,99 para os investidores em geral.
Os recursos captados na oferta serão destinados à aquisição de ativos imobiliários, alinhados com a política de investimentos do **HGRU11**. É assegurado o direito de preferência aos cotistas que possuam cotas no 3º dia útil contado da data de divulgação do anúncio de início da oferta, aplicando-se o fator de proporção de 0,50088755395.
Relatório de 2026-05-15
O fundo imobiliário **HGRU11** divulgou a assinatura de compromisso de compra e venda irrevogável e irretratável para alienar a totalidade de um edifício comercial de 657 m² localizado em Concórdia (SC). A venda de ativos foi estruturada pelo valor de R$ 4.900.000,00, composto por uma parcela inicial de sinal no valor de R$ 2.300.000,00 e o saldo remanescente de R$ 2.600.000,00 distribuído em 6 parcelas mensais corrigidas pelo IPCA. O preço de alienação pactuado situa-se 33,4% acima do investimento total histórico de R$ 3.672.958,63 realizado pela carteira no imóvel.
A transação resulta em lucro de capital em regime de caixa estimado em R$ 1.227.041,35, correspondente a R$ 0,05 por cota para o **HGRU11**, com taxa interna de retorno anualizada calculada em aproximadamente 38,4%. Como contrapartida da operação, o fundo passará a transferir mensalmente ao comprador o valor do aluguel do ativo, atualmente fixado em R$ 26.967,57 (cerca de R$ 0,001 por cota), reduzindo a respectiva receita imobiliária recorrente do portfólio.
Relatório de 2026-05-14
O fundo **HGRU11** comunicou a conclusão da venda de um imóvel localizado em Marechal Cândido Rondon, Paraná, pelo valor total de R$ 5.000.000,00. A transação do ativo de 874 m² de área bruta locável resultou em um lucro em regime de caixa de R$ 1.511.427,98, o que equivale a aproximadamente R$ 0,07 por cota.
Com a conclusão do negócio, o fundo **HGRU11** deixa de receber o aluguel mensal de R$ 27.194,38 (cerca de R$ 0,001 por cota), que passa a ser de direito da parte compradora a partir da data de assinatura da escritura pública.
Relatório de 2026-04-30
A compressão do resultado distribuível para R$ 0,80 por cota ditou o ritmo operacional do **HGRU11** em abril de 2026, refletindo um recuo frente aos R$ 0,85 do mês anterior, impactado pontualmente pelo resultado negativo na venda de cotas de FIIs (R$ 0,01/cota). Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,95 por cota, a gestão intensificou o consumo da reserva acumulada, que sofreu uma nova e expressiva queda, passando de R$ 0,72 para R$ 0,57 por cota. No mercado secundário, o valuation do ativo apresentou expansão: a cota de mercado subiu para R$ 132,53, elevando o múltiplo P/VP de 1,01x para 1,03x, enquanto a cota patrimonial teve leve ajuste negativo para R$ 128,87. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estagnada em 0,8%, demonstrando resiliência, e o volume de reajustes contratuais saltou para 47.812 m² de ABL. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a tese de carrego continua dependente da venda de ativos, especialmente do portfólio de lojas Pernambucanas, estratégia desenhada para destravar valor e fazer frente ao aumento das obrigações de curto prazo, que subiram de R$ 59 milhões para R$ 62 milhões com vencimento em até 12 meses.
Relatório de 2026-03-31
A recuperação do resultado distribuível para R$ 0,85 por cota marcou a dinâmica do **HGRU11** neste mês, impulsionada por ajustes no repasse de CRIs, embora a venda de cotas do GARE11 tenha gerado um impacto negativo pontual. O delta positivo frente aos R$ 0,75 do mês anterior não evitou um novo consumo da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,83 para R$ 0,72 por cota, garantindo o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,95. No mercado secundário, o valuation ajustou levemente: o múltiplo P/VP passou de 1,02x para 1,01x, com a cota de mercado em R$ 129,99 e o valor patrimonial em R$ 128,91. Operacionalmente, a vacância física manteve-se resiliente em 0,8%, enquanto o volume de reajustes contratuais acelerou para 30.340 m² de ABL. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, a tese de carrego segue apoiada na venda de ativos estratégicos, como as lojas Pernambucanas, visando destravar valor intrínseco e cobrir os R$ 59 milhões em obrigações de curto prazo mapeadas no balanço.
Relatório de 2026-02-28
Um impacto não recorrente no repasse de CRIs alterou a dinâmica de resultados do **HGRU11** neste mês, comprimindo o resultado distribuível de R$ 0,85 para R$ 0,75 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,95 por cota, a gestão precisou acessar a reserva acumulada, que recuou de R$ 1,03 para R$ 0,83 por cota. No mercado secundário, o valuation do portfólio registrou leve aquecimento, com o múltiplo P/VP avançando de 1,00x para 1,02x, refletindo uma cota de mercado de R$ 131,10 frente ao valor patrimonial de R$ 129,14. Na esfera operacional, a vacância física permaneceu inalterada em 0,8%, evidenciando resiliência na retenção de locatários, enquanto 23.380 m² de ABL passaram por reajustes contratuais. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena no atual ciclo, a tese de carrego segue apoiada na venda de ativos estratégicos, com foco contínuo no desinvestimento de lojas da Pernambucanas para destravar valor intrínseco e reforçar os rendimentos mensais frente ao elevado custo de oportunidade.
Relatório de 2026-01-30
A normalização dos rendimentos mensais após o fechamento semestral marcou a transição do **HGRU11** para 2026, com a distribuição recuando para R$ 0,95 por cota. O resultado distribuível caiu de R$ 1,38 para R$ 0,85 por cota, refletindo a ausência de eventos não recorrentes que haviam impulsionado o mês anterior. Consequentemente, o dividend yield anualizado ajustou-se de 13,8% para 8,8% a.a. A reserva acumulada também sofreu nova retração, passando de R$ 1,13 para R$ 1,03 por cota. No mercado secundário, o P/VP subiu de 0,97x para 1,00x, alinhando o valor de mercado ao patrimônio líquido de R$ 3,0 bilhões. Na vertente operacional, a vacância física manteve-se estabilizada em 0,8%, sustentada pela nova locação da Loja Mineirão Rio Branco, que evitou a ociosidade no segmento de supermercados. Além disso, a gestão concluiu as obras do ativo Passeio Dutra e reiterou a estratégia de venda de ativos, focando no portfólio da Pernambucanas, para destravar valor e reforçar o pagamento de dividendos aos investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual patamar de preço.
Relatório de 2025-12-31
O salto pontual nos rendimentos mensais para R$ 1,45 por cota marcou o encerramento do semestre do **HGRU11**, impulsionado por eventos não recorrentes e pela obrigatoriedade de distribuição de 95% do lucro caixa. Diferente do mês anterior, onde o resultado distribuível havia recuado para R$ 0,87, dezembro registrou um avanço expressivo para R$ 1,38 por cota. Essa variação positiva foi suportada pela venda de ativos, especificamente a alienação da loja Pernambucanas Araguari, que gerou lucro de R$ 1,8 milhão, além do recebimento da segunda parcela da venda do ativo Santo Alberto. Apesar do alto pagamento de dividendos, a reserva acumulada sofreu nova redução, passando de R$ 1,19 para R$ 1,13 por cota. No aspecto patrimonial, a reavaliação anual dos imóveis apontou valorização média de 1,6%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o fundo encerra o ano com patrimônio líquido de R$ 3,0 bilhões, negociado a um P/VP de 0,97x (frente a 0,99x em novembro) e um dividend yield anualizado que saltou para 13,8% a.a. A vacância física permaneceu estabilizada em 0,8%, enquanto a gestão aprovou formalmente a 6ª Emissão de Cotas em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) e iniciou uma alocação tática no FII GARE11 em substituição a posições de CRI.
Relatório de 2025-12-23
O fundo imobiliário **HGRU11** divulgou fato relevante comunicando a assinatura de Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda de Imóvel em 22 de dezembro de 2025 para a venda de ativos localizados em Araguari, Minas Gerais. A alienação da totalidade do edifício de 1.414 m² de área bruta locável foi acordada pelo preço total de R$ 10.200.000,00, estruturada em quatro parcelas reajustadas por IPCA + 4,5% ao ano.
A transação representa um valor de venda 20,93% superior ao montante total investido pelo **HGRU11** no imóvel desde sua aquisição em 2020. O lucro gerado em regime de caixa é de R$ 1.765.031,40, equivalente a R$ 0,08 por cota, com o fundo passando a repassar proporcionalmente o valor do aluguel vigente de R$ 63.052,22 ao comprador conforme o recebimento das parcelas.
Relatório de 2025-12-18
O fundo **HGRU11** divulgou fato relevante informando sobre o rebalanceamento de carteira de índice internacional do qual o **HGRU11** faz parte, programado para ocorrer em 19 de dezembro de 2025. O comunicado destaca que o evento poderá resultar em ajuste de composição da referida carteira e que ocorre de forma periódica, tendo sua última execução em 19 de setembro de 2025.
Relatório de 2025-11-28
A convocação para a 6ª Emissão de Cotas, com oferta base de até R$ 2,0 bilhões, redefiniu o horizonte de alocação e crescimento do **HGRU11** em novembro de 2025. Operacionalmente, o mês consolidou a entrega das obras do ativo Passeio Dutra, atingindo 100% de avanço físico, e registrou a venda de ativos com a alienação da loja Pernambucanas Campo Mourão, auferindo lucro de R$ 2,5 milhões. No aspecto financeiro, após o pico atípico do mês anterior, o resultado distribuível recuou para R$ 0,87 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,95 por cota, a gestão utilizou parte do lucro retido, reduzindo a reserva acumulada de R$ 1,27 para R$ 1,19 por cota. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena encontram um patrimônio líquido de R$ 3,0 bilhões, negociado a um P/VP de 0,99x e dividend yield anualizado de 9,0%, suportado por uma carteira defensiva com 81% de contratos atípicos, vacância física estabilizada em 0,8% e riscos atrelados à alocação eficiente do novo capital captado.
Relatório de 2025-10-31
A venda do ativo Pernambucanas Machado e a conclusão das revisionais do grupo DMA reverteram a tendência de queda na reserva de lucros do **HGRU11** em outubro de 2025. O resultado distribuível saltou expressivamente de R$ 0,83 para R$ 1,49 por cota, impulsionado pelo ganho de capital de R$ 1,1 milhão na alienação imobiliária e pela venda tática de ativos mobiliários, manobra destinada a gerar caixa para o pagamento de parcelas dos imóveis Paulista 2.000 e Projeto Olinda II. Com esse influxo, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,95 por cota, permitindo que a reserva acumulada se recuperasse de R$ 0,73 para R$ 1,27 por cota. No aspecto operacional, as negociações com o grupo DMA resultaram em um incremento de 28,8% no aluguel de seis lojas, destravando valor interno em mais de 55 mil m² de ABL. A vacância física permaneceu estável em 0,8%, enquanto as obras do Passeio Dutra sofreram leve postergação, atingindo 99,4% de avanço com entrega reprogramada para meados de novembro. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o valuation atual aponta um P/VP de 0,99x e um dividend yield anualizado de 9,0%, suportado por um passivo de curto prazo mapeado em R$ 39 milhões e uma carteira defensiva com 81% de contratos atípicos.
Relatório de 2025-10-23
O fundo de investimento imobiliário **HGRU11** comunicou a conclusão da venda do imóvel localizado em Machado, Minas Gerais, pelo valor total de R$ 6.700.000,00. A transação envolve um ativo com área bruta locável de 1.007 m² e gerará um ganho de capital para o portfólio do fundo.
O desinvestimento gerou um lucro sob o regime de caixa de R$ 1.071.120,58, o que equivale a um impacto financeiro positivo de aproximadamente R$ 0,05 por cota. Em contrapartida, com a transferência da propriedade, o **HGRU11** deixará de receber o aluguel mensal de R$ 41.975,40, correspondente a cerca de R$ 0,002 por cota.
Relatório de 2025-09-30
A continuidade do consumo da reserva de lucros para sustentar os rendimentos mensais e o avanço final das obras do Passeio Dutra marcam a dinâmica operacional do **HGRU11** em setembro de 2025. O resultado distribuível recuou de R$ 0,85 para R$ 0,83 por cota, exigindo que o fundo utilizasse parte de seu saldo acumulado para manter o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,95 por cota. Consequentemente, a reserva de lucros sofreu nova contração, caindo de R$ 0,85 para R$ 0,73 por cota. No portfólio físico, a vacância permaneceu inalterada em 0,8%, enquanto o complexo Passeio Dutra atingiu 98,6% de avanço físico, com a conclusão agora estimada para meados de outubro devido a ajustes finais de acabamento. A gestão também iniciou tratativas para revisão de aluguéis defasados em seis lojas do grupo DMA, buscando destravar valor interno. A alavancagem financeira apresentou leve queda, passando de 5,9% para 5,8%. Para investidores que analisam o valuation e se o ativo vale a pena, o fundo negocia com um P/VP de 0,99x e entrega um dividend yield anualizado de 9,0% sobre a cota de mercado, suportado por uma carteira com 82% de contratos atípicos e um passivo de curto prazo mapeado em R$ 129 milhões.
Relatório de 2025-08-29
A venda da loja Pernambucanas Poços de Caldas com prêmio de 22,8% sobre o custo de investimento injetou um ganho de capital relevante na operação do **HGRU11** em agosto de 2025, gerando um lucro em regime de caixa de R$ 0,11 por cota. Esse movimento impulsionou o resultado distribuível do mês para R$ 0,85/cota, uma melhora frente aos R$ 0,80 do mês anterior. Contudo, para manter o patamar de rendimentos mensais de R$ 0,95 por cota, o fundo continuou consumindo sua reserva de lucros, que recuou de R$ 0,96 para R$ 0,85/cota. No front de obras, o complexo Passeio Dutra atingiu 94,8% de avanço físico, mas enfrentou um leve atraso na inauguração devido a ajustes de paisagismo e comunicação visual, empurrando a abertura para o final de setembro ou início de outubro. A alavancagem financeira apresentou uma sutil redução para 5,9%, enquanto a vacância física permaneceu inalterada em 0,8%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena notam um P/VP de 0,98x e um dividend yield anualizado de 9,1%, suportados por uma carteira com 82% de contratos atípicos.
Relatório de 2025-08-28
O fundo **HGRU11** assinou compromisso de compra e venda para a alienação de imóvel em Poços de Caldas (MG) pelo valor de R$ 14,3 milhões. O instrumento prevê a venda de ativos correspondente à totalidade do edifício localizado na Rua Assis Figueiredo, gerando um lucro em regime de caixa de R$ 2.655.003,00, equivalente a R$ 0,11 por cota, o que pode impactar o futuro pagamento de dividendos conforme as regras de distribuição do fundo.
Relatório de 2025-07-31
O estabelecimento de um novo patamar de rendimentos mensais de R$ 0,95 por cota e o ajuizamento de ações revisionais contra o grupo DMA marcam a transição operacional do **HGRU11** em julho de 2025. Em contraste com a distribuição extraordinária de R$ 1,55 do mês anterior, o fundo gerou um resultado distribuível de R$ 0,80/cota, exigindo o consumo da reserva de lucros acumulada — que recuou de R$ 1,11 para R$ 0,96 por cota — para honrar o novo guidance. No portfólio físico, a vacância permaneceu estabilizada em 0,8%, mas o carrego da carteira enfrenta o risco iminente de desocupação da Loja Mineirão Rio Branco. Por outro lado, o desenvolvimento do Passeio Dutra avançou de forma agressiva, saltando de 55,7% para 86,3% de conclusão física, com inauguração mantida para setembro. A estrutura de capital segue inalterada, com alavancagem travada em 6,0% e passivo de curto prazo na casa de R$ 128,8 milhões. Investidores que monitoram o valuation do ativo encontram um P/VP de 0,97x e um dividend yield de 9,2% a.a., sustentados por uma base de 82% de contratos atípicos.
Relatório de 2025-06-30
O fechamento do semestre e a distribuição extraordinária de R$ 1,55 por cota redefiniram a dinâmica de resultados do **HGRU11** neste mês, impulsionados pelos ganhos de capital da venda do Santo Alberto (R$ 0,43/cota) e pela indenização do Makro (R$ 0,20/cota). Em relação ao mês anterior, a alavancagem financeira recuou de 6,3% para 6,0%, refletindo a estratégia de amortização contínua, enquanto o passivo de curto prazo teve leve ajuste para R$ 128,7 milhões. No portfólio físico, a vacância permaneceu estabilizada em 0,8%, mas o time comercial já mapeou o risco intrínseco de rescisão antecipada da Loja Mineirão Rio Branco. As obras do Passeio Dutra avançaram significativamente, saltando de 38,1% para 55,7% de conclusão física, mantendo o cronograma ajustado para agosto. A reserva de lucros sofreu nova redução, passando de R$ 1,14 para R$ 1,11 por cota após o pagamento de dividendos majorado. O carrego do patrimônio segue ancorado na previsibilidade dos 83% de contratos atípicos, garantindo resiliência na geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-06-17
Fundo **HGRU11** comunica rebalanceamento periódico de carteira de índice internacional. No dia 20 de junho de 2025, ocorrerá o rebalanceamento de carteira de índice internacional do qual o fundo **HGRU11** faz parte, o que poderá resultar em ajustes na composição da carteira. Este evento é de natureza periódica e segue a metodologia do próprio índice, tendo sua última ocorrência registrada em 21 de março de 2025.
Relatório de 2025-06-06
O fundo **HGRU11** comunicou a assinatura de compromisso de compra e venda para a venda de ativos, especificamente do edifício localizado na Rua Quatá, nº 67, em São Paulo, pelo valor de R$ 170.000.000,00. O imóvel, que possui 6.805 m² de área bruta locável, gerará um lucro em regime de caixa de R$ 69.407.013,13, o que equivale a R$ 2,99 por cota para os cotistas do **HGRU11**.
O recebimento dos recursos pelo **HGRU11** será estruturado em uma parcela inicial de R$ 24.285.714,29, acrescida de seis parcelas semestrais subsequentes corrigidas por IPCA mais 4,5% ao ano. Com a transação, o **HGRU11** cessará o recebimento dos aluguéis do ativo, resultando em uma redução de aproximadamente R$ 0,06 por cota na receita mensal.
Relatório de 2025-05-30
A venda do imóvel educacional Santo Alberto por R$ 170 milhões redefiniu a rota de resultados do **HGRU11** neste mês, destravando um ganho de capital expressivo com a primeira parcela já impactando o caixa em R$ 0,43 por cota. Diferente do carrego financeiro do mês anterior, este evento extraordinário cria a expectativa de um pagamento de dividendos majorado no fechamento do semestre para cumprimento do repasse legal de 95%. No front operacional, a vacância física permaneceu inalterada em 0,8%, refletindo a ausência de movimentações de locatários. O desenvolvimento do Passeio Dutra avançou 11 pontos percentuais, atingindo 38,1% de conclusão física, embora a gestão tenha sinalizado um replanejamento tático para a instalação de brinquedos, agora prevista para agosto. A estrutura de capital manteve a alavancagem estabilizada em 6,3%, com as obrigações de curto prazo oscilando marginalmente para R$ 129,8 milhões. A reserva de lucros sofreu um leve recuo, passando de R$ 1,17 para R$ 1,14 por cota, enquanto os rendimentos mensais foram mantidos no patamar de R$ 0,90 por cota, sustentados pela previsibilidade dos 83% de contratos atípicos do portfólio.
Relatório de 2025-04-30
O salto de 16% no avanço físico das obras do Passeio Dutra marcou o mês de abril, impulsionado pelo replanejamento tático e aumento de fornecedores, levando o projeto a 27,1% de conclusão. Paralelamente, a gestão do **HGRU11** evoluiu na ocupação do Dutra 107, com a assinatura iminente de um contrato para uma loja de roupas fitness, mantendo a vacância física rigorosamente estabilizada no patamar de 0,8%. No carrego financeiro, a alavancagem registrou um leve incremento, passando da marca anterior de 6,2% para 6,3%, acompanhada de R$ 129 milhões em obrigações de curto prazo (até 12 meses) referentes a aquisições passadas. A previsibilidade do portfólio, ancorado em 83% de contratos atípicos, garantiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,90 por cota, enquanto a reserva de lucros atingiu R$ 1,17 por cota. O valuation atual e a resiliência na distribuição de rendimentos mensais continuam atraindo investidores, o que se reflete no crescimento orgânico da base, que ultrapassou 219 mil cotistas no período.
Relatório de 2025-03-31
A venda de ativos, especificamente o recebimento da última parcela da loja Serra ES, ditou o ritmo de destravamento de valor neste mês, gerando um lucro de R$ 1,43 milhão e assegurando a manutenção do pagamento de dividendos do **HGRU11** em R$ 0,90 por cota. Em comparação ao mês anterior, a alavancagem recuou levemente de 6,3% para 6,2%, enquanto a vacância física permaneceu estabilizada no patamar de 0,8%. O principal ponto de atenção na gestão do patrimônio recai sobre as obras do Passeio Dutra, que evoluíram de 8,14% para 11,17% de avanço físico, mas enfrentaram atrasos devido a surpresas na etapa de demolição e dificuldades na contratação de fornecedores. Apesar da necessidade de replanejamento tático, o cronograma de entrega para julho foi mantido pela construtora. A carteira segue defensiva, com 83% de contratos atípicos e forte ancoragem no varejo alimentício, garantindo previsibilidade aos rendimentos mensais distribuídos aos mais de 217 mil cotistas.