Relatório de 2026-05-14
O fundo **RECR11** informou ao mercado o encerramento do prazo de exclusividade para a potencial venda de ativos do Edifício Morumbi Plaza, em São Paulo, sem que ocorresse a formalização do compromisso de compra e venda das unidades e vagas de garagem correspondentes. Diante do encerramento do período de exclusividade, a gestão do **RECR11** está liberada para dar andamento a negociações com outros proponentes interessados no portfólio. Não obstante, o administrador esclarece que os diálogos com o potencial comprador original que motivou a exclusividade continuam ativos.
Relatório de 2026-04-30
O avanço contínuo no resultado caixa sustentou um novo aumento no pagamento de dividendos do **RECR11** em abril de 2026, atingindo R$ 1,0525 por cota. Esse movimento reflete o crescimento do lucro em regime de caixa, que passou de R$ 27,3 milhões no mês anterior para R$ 27,8 milhões no período atual. A gestão elevou o nível de alocação para 95% do patrimônio líquido, impulsionada por quatro novas aquisições de CRIs (VIC FIT, Ibis Uberlândia, Ativos Residenciais Diversificados 2 e BM 336), totalizando mais de R$ 118 milhões investidos. Em paralelo, o fundo realizou a venda de ativos em quatro frentes, incluindo cotas do FII EMET11 e CRIs como Matarazzo Retail IV e Mabu. A parcela do portfólio atrelada ao IPCA recuou levemente para 56%, com a taxa média de aquisição ajustada para 8,53% ao ano. Do lado dos passivos, o fundo estruturou uma nova operação compromissada de R$ 30,3 milhões, o que elevou as despesas financeiras mensais para R$ 877 mil, configurando um ponto de atenção no carrego da dívida. O valuation patrimonial manteve-se praticamente estável, fechando em R$ 88,90 por cota.
Relatório de 2026-04-07
**RECR11** anuncia aprovação de nova oferta pública de cotas para captação de até R$ 409,9 milhões. O administrador do **RECR11** comunicou ao mercado a realização de uma nova emissão de cotas do fundo. A distribuição pública primária prevê a emissão inicial de até 4.606.000 novas cotas, sob o regime de melhores esforços de colocação, com o preço de subscrição fixado em R$ 89,00 por cota e sem cobrança de taxa de ingresso para os investidores. Os recursos líquidos captados serão destinados à aquisição de ativos alvo em linha com a política de investimentos do portfólio.
Relatório de 2026-03-31
O salto expressivo no lucro líquido caixa impulsionou o pagamento de dividendos do **RECR11** em março de 2026, revertendo a pressão do mês anterior. A distribuição alcançou R$ 1,0335 por cota, reflexo direto do avanço no resultado caixa, que saltou de R$ 19,1 milhões para R$ 27,3 milhões. Em contrapartida, o valuation patrimonial registrou leve retração, passando de R$ 89,49 para R$ 88,93, o que ajustou o patrimônio líquido para R$ 2,35 bilhões. A gestão manteve o nível de alocação estável em 94%, mas intensificou o giro do portfólio: foram realizadas quatro novas aquisições, incluindo cotas do FII EIRA11 e três CRIs (Matarazzo Retail IV, Ativos Residenciais Diversificados e Pulverizado Lançamentos Residenciais), além da venda de ativos em sete operações distintas. A parcela atrelada ao IPCA permaneceu em 57%, com a taxa média de aquisição inalterada em 8,58% ao ano. Do lado das despesas, os custos com operações compromissadas voltaram a subir, atingindo R$ 855 mil, enquanto a marcação a mercado pesou negativamente no regime de competência.
Relatório de 2026-02-27
O impacto do calendário mais curto pressionou o pagamento de dividendos do **RECR11** em fevereiro de 2026. Com apenas 17 dias úteis e o fechamento contábil no dia 27, a distribuição recuou de R$ 0,8276 para R$ 0,7253 por cota, acompanhando a queda do lucro líquido caixa, que passou de R$ 20,8 milhões para R$ 19,1 milhões. Em contrapartida, o valuation patrimonial apresentou avanço, subindo de R$ 88,75 para R$ 89,49, o que elevou o patrimônio líquido para R$ 2,36 bilhões. A alocação de recursos sofreu um ajuste marginal para 94%, refletindo uma gestão ativa que combinou a aquisição de três novos CRIs (Matarazzo Retail IV, MRV e Vitta) com a venda de ativos em cinco operações distintas. A parcela atrelada ao IPCA manteve sua representatividade em 57% do portfólio, mas a taxa média de aquisição comprimiu levemente de 8,65% para 8,58% ao ano. Adicionalmente, as despesas com operações compromissadas continuaram em trajetória de queda, recuando para R$ 696 mil no mês. A conclusão da dação em pagamento do CRI Olimpo também marcou o período, reestruturando as garantias da operação para lastro direto em créditos imobiliários.
Relatório de 2026-01-31
A contratação de um formador de mercado e a resolução do default no CRI Olimpo ditaram a dinâmica do **RECR11** no início de 2026. O fundo elevou o pagamento de dividendos mensais para R$ 0,8276 por cota, revertendo a leve retração do mês anterior, mesmo com o lucro líquido caixa recuando de R$ 22,6 milhões para R$ 20,8 milhões. No valuation, a cota de mercado manteve a trajetória de alta, passando de R$ 81,99 para R$ 82,97, enquanto a cota patrimonial sofreu uma leve desvalorização, fechando em R$ 88,75, o que ajustou o patrimônio líquido para R$ 2,34 bilhões. O nível de alocação subiu para 95%, impulsionado por quatro novas aquisições de CRIs, totalizando cerca de R$ 26 milhões aportados. A taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA (57% do portfólio) comprimiu de 8,81% para 8,65% ao ano. Adicionalmente, a gestão rolou sua alavancagem, realizando a amortização e uma nova operação compromissada reversa no valor de R$ 29,4 milhões, reduzindo marginalmente as despesas financeiras mensais para R$ 807 mil.
Relatório de 2025-12-31
A captação de R$ 21,3 milhões via operação compromissada e o intenso giro da carteira ditaram a dinâmica do **RECR11** no fechamento de 2025. Diferente do mês anterior, o nível de alocação recuou de 96% para 94%, passando a concentrar 99 operações de CRIs e 6 cotas de FIIs, reflexo direto da venda de ativos que abrangeu 12 diferentes papéis. Do lado das aquisições, o fundo aportou recursos em 9 operações, o que ajudou a reverter a compressão vista em novembro: a taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA (57% do portfólio) subiu de 8,63% para 8,81% ao ano. No valuation, a cota de mercado manteve a trajetória de recuperação, avançando de R$ 80,32 para R$ 81,99, enquanto a cota patrimonial registrou leve alta para R$ 89,77, elevando o patrimônio líquido para R$ 2,37 bilhões. Apesar do lucro líquido caixa ter subido para R$ 22,6 milhões, o pagamento de dividendos mensais sofreu uma leve retração, fixando-se em R$ 0,8100 por cota. Esse movimento ocorre em paralelo ao aumento dos custos financeiros, com as despesas de operações compromissadas saltando de R$ 533 mil para R$ 837 mil no período.
Relatório de 2025-12-08
A administradora do **RECR11** comunicou ao mercado a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU) para a venda de ativos imobiliários corporativos do fundo. A transação envolve a alienação de múltiplos andares (do 1º ao 8º andares, exceto o 2º) do Edifício Morumbi Plaza, situado em São Paulo, totalizando uma área útil de 8.663,20 m² e 112 vagas de garagem.
O valor total acordado para a venda de ativos é de R$ 60.000.000,00. A estrutura de pagamento prevê um sinal de R$ 10.000.000,00 na assinatura do Compromisso de Compra e Venda (CCV) e o saldo remanescente parcelado em cinco prestações semestrais consecutivas de R$ 10.000.000,00 cada. A conclusão do negócio está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais, como auditoria técnica e aprovação de plano de revitalização predial.
Relatório de 2025-11-28
A continuidade na elevação do pagamento de dividendos ditou o ritmo do **RECR11** em novembro de 2025, com a distribuição avançando para R$ 0,8194 por cota. No valuation, a cota de mercado apresentou forte recuperação, saltando de R$ 77,40 para R$ 80,32, o que reduziu o deságio frente à cota patrimonial, que sofreu leve retração para R$ 89,54. O patrimônio líquido do fundo permaneceu estável na casa dos R$ 2,36 bilhões. A gestão elevou o nível de alocação de 95% para 96%, expandindo o carrego para 100 operações de CRIs e 6 cotas de FIIs. Esse movimento foi impulsionado por aquisições que somaram mais de R$ 40 milhões, com destaque para o aporte de R$ 38 milhões no CRI Ativos Residenciais Diversificados. Em contrapartida, a taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA (que representa 57% do portfólio) sofreu uma compressão, recuando de 8,79% para 8,63% ao ano. A alavancagem inserida no mês anterior gerou despesas de operações compromissadas na ordem de R$ 533 mil no período, impactando marginalmente o resultado de caixa.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação no pagamento de dividendos marcou a dinâmica do **RECR11** em outubro de 2025, revertendo a contração observada no mês anterior. A distribuição subiu para R$ 0,8037 por cota, elevando o dividend yield anualizado de 11,03% para 12,46%. No valuation, a cota de mercado aprofundou sua desvalorização, recuando de R$ 80,73 para R$ 77,40, o que amplia significativamente o deságio em relação à cota patrimonial, que avançou para R$ 89,77. O patrimônio líquido do fundo registrou leve alta, atingindo R$ 2,37 bilhões. A gestão manteve o nível de alocação em 95%, mas expandiu o carrego para 98 CRIs após investir cerca de R$ 27,4 milhões em sete novas operações, com destaque para o CRI Ativos Residenciais Diversificados 2. Na ponta vendedora, a venda de ativos seguiu marginal, com pequenas alienações nos CRIs Zarin, Buriti e MRV. Um movimento inédito no período foi a captação de R$ 20 milhões via operação compromissada, inserindo uma leve alavancagem no portfólio. A taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA apresentou leve expansão, passando de 8,78% para 8,79% ao ano.
Relatório de 2025-09-30
A deflação apurada em agosto (-0,11%) pressionou diretamente o pagamento de dividendos do **RECR11** em setembro de 2025, aprofundando a tendência de contração observada no mês anterior. O fundo reduziu sua distribuição de R$ 0,7815 para R$ 0,7422 por cota, o que levou o dividend yield anualizado a recuar de 11,45% para 11,03%. No valuation, a cota de mercado manteve a trajetória de desvalorização, fechando a R$ 80,73 (ante R$ 81,90 em agosto), o que amplia o deságio frente à cota patrimonial, que também registrou leve queda para R$ 88,65. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 2,34 bilhões. A alocação de recursos foi mantida em 95%, mas o carrego do portfólio passou a contar com 97 CRIs (um a mais que no mês anterior). O ritmo de novas aquisições acelerou, somando aproximadamente R$ 32,4 milhões em cinco operações, com destaque para os CRIs Crediblue e Matarazzo Retail IV. Na ponta desinvestidora, a venda de ativos foi marginal, restrita a pequenas frações dos CRIs T-Cash e Zarin. A taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA sofreu leve compressão, passando de 8,80% para 8,78% ao ano.
Relatório de 2025-08-29
A forte contração no pagamento de dividendos e a compressão do yield ditaram o ritmo do **RECR11** em agosto de 2025. O fundo reduziu sua distribuição de R$ 0,9510 para R$ 0,7815 por cota, o que derrubou o dividend yield anualizado de 13,75% para 11,45%. Segundo a gestão, o recuo nos rendimentos mensais foi provocado por um calendário com menor número de dias úteis para incidência de juros e pela ausência de eventos extraordinários. No valuation, a cota de mercado sofreu nova desvalorização, fechando a R$ 81,90, o que aprofunda o deságio frente à cota patrimonial, que registrou leve alta para R$ 88,84 (patrimônio líquido de R$ 2,34 bilhões). A alocação de recursos subiu de 94% para 95%, agora concentrada em 96 CRIs e 5 FIIs. O carrego do portfólio foi movimentado por novas aquisições, totalizando R$ 14,4 milhões em cinco operações (Matarazzo Retail IV, Ditolvo, Pulverizado Projetos Residenciais, Codepe e Rosewood 2). Na ponta desinvestidora, a venda de ativos incluiu os CRIs VIC 5, T-Cash 2, Zarin e Grupo Mateus, além da liquidação antecipada do CRI VIC III, que injetou um prêmio de pré-pagamento no caixa. A taxa média de aquisição da parcela atrelada ao IPCA apresentou leve incremento, passando a 8,80% ao ano.
Relatório de 2025-07-31
A continuidade na compressão dos rendimentos mensais marcou o carrego do **RECR11** em julho de 2025, com o pagamento de dividendos recuando para R$ 0,9510 por cota. Esse movimento reduziu o dividend yield anualizado para 13,75%, aprofundando a queda observada no mês anterior (14,15%). No front do valuation, o valor de mercado sofreu retração, fechando a R$ 82,98 por cota (total de R$ 2,19 bilhões), o que amplia o deságio frente ao patrimônio líquido de R$ 2,33 bilhões. A alocação recuou levemente para 94% dos recursos, agora distribuídos em 98 CRIs e 5 FIIs. A gestão manteve a reciclagem ativa: adquiriu um volume adicional de R$ 2,87 milhões no CRI Ditolvo (IPCA + 10,00%) e liquidou o CRI Gátria. Adicionalmente, realizou a venda de ativos pontuais, incluindo T-Cash, T-Cash 2, Zarin, Buriti e MRV. Essa dinâmica permitiu um ligeiro incremento nas taxas médias de aquisição do portfólio, que passaram para IPCA + 8,75% e CDI + 6,05%.
Relatório de 2025-06-30
A compressão sequencial no pagamento de dividendos marcou o carrego do **RECR11** em junho de 2025, com a distribuição recuando para R$ 1,0141 por cota. Esse movimento reduziu o dividend yield anualizado para 14,15%, aprofundando a queda observada no mês anterior (14,77%). Apesar do impacto nos rendimentos mensais, a gestão manteve o nível de alocação em 95% do patrimônio líquido, mas enxugou levemente a carteira para 99 CRIs e 5 FIIs (ante 100 CRIs em maio). A reciclagem do portfólio continuou ativa: o fundo realizou a venda de ativos pontuais (T-Cash, JCC e T-Cash 2) e direcionou liquidez para novas aquisições, com destaque para o CRI Ditolvo (R$ 3,3 milhões a IPCA + 10,00%) e o CRI Matarazzo Retail IV (R$ 2,6 milhões a CDI + 4,95%). Essa dinâmica permitiu um leve incremento nas taxas médias de aquisição, que passaram para IPCA + 8,72% e CDI + 6,02%. No front do valuation, o valor de mercado apresentou ligeira alta, alcançando R$ 2,27 bilhões (R$ 86,00/cota). Adicionalmente, a mitigação de riscos seguiu no radar com a amortização de R$ 12,1 milhões em operações compromissadas, reduzindo a alavancagem remanescente.
Relatório de 2025-05-30
A retração no pagamento de dividendos reconfigurou o carrego do **RECR11** em maio de 2025, com a distribuição recuando para R$ 1,0543 por cota. Esse movimento comprimiu o dividend yield anualizado para 14,77%, uma queda expressiva frente aos 19,33% registrados no mês anterior, refletindo a acomodação dos índices de inflação apurados entre março e abril. Apesar do impacto no rendimento mensal, a gestão intensificou a reciclagem do portfólio: o nível de alocação subiu para 95% do patrimônio líquido, enquanto a carteira foi enxugada para 100 CRIs e 5 FIIs (ante 101 CRIs e 9 FIIs em abril). A venda de cotas de quatro FIIs e quatorze CRIs gerou liquidez para novas aquisições, com destaque para o CRI Crediblue (R$ 21,4 milhões a IPCA + 9,00%). Essa movimentação elevou marginalmente as taxas médias de aquisição para IPCA + 8,71% e CDI + 5,94%. Adicionalmente, o valuation do fundo apresentou leve melhora, com o valor de mercado subindo para R$ 2,26 bilhões, e houve uma importante mitigação de risco com a amortização de R$ 21,1 milhões em operações compromissadas, liquidando cerca de 35% dessa alavancagem.
Relatório de 2025-04-30
O expressivo salto no pagamento de dividendos marcou o mês de abril de 2025 para o **RECR11**, que distribuiu R$ 1,3608 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 19,33% frente aos 14,91% do carrego de fevereiro. A gestão ativa consolidou a alocação em 94% do patrimônio, enxugando o número de operações para 101 CRIs e 9 FIIs, em contraste com os 104 CRIs e 10 FIIs do período anterior. O valuation do fundo refletiu uma recuperação, com o valor de mercado atingindo R$ 2,23 bilhões. A estratégia de reciclagem de portfólio envolveu a venda de ativos para gerar liquidez, incluindo cotas de FIIs e CRIs pulverizados, permitindo a aquisição robusta de R$ 128 milhões no CRI Realiza 2025. As taxas médias de aquisição apresentaram melhora marginal, com a parcela atrelada ao IPCA subindo para IPCA + 8,67% ao ano e a parcela em CDI alcançando CDI + 5,86% ao ano, reforçando a atratividade dos rendimentos mensais em um portfólio que se mantém majoritariamente corporativo (64%).