Relatório de 2026-04-30
A redução na geração de resultados para R$ 0,10 por cota e o recuo estratégico na alavancagem ditaram o ritmo do **KNSC11** em abril de 2026. O pagamento de dividendos acompanhou a queda do resultado gerado no mês (de R$ 0,11 para R$ 0,10), enquanto a reserva acumulada permaneceu inalterada em R$ 0,05 por cota. A exposição da carteira ao IPCA sofreu leve retração, passando de 61,3% para 60,6% do patrimônio líquido, mas a taxa de marcação a mercado (MTM) desses ativos apresentou elevação, alcançando IPCA + 10,38% a.a. A parcela atrelada ao CDI também recuou marginalmente para 37,6%, refletindo o cenário de corte da Selic para 14,50% a.a. O nível de operações compromissadas reversas, utilizado para otimização de recursos, foi reduzido de 10,6% para 9,9% do PL. O carrego inflacionário dos meses de fevereiro e março sustentou a rentabilidade mensal, isenta de imposto de renda, que representou 1,09% sobre a cota média de ingresso.
Relatório de 2026-03-31
O salto na geração de resultados para R$ 0,11 por cota, impulsionado pelo carrego inflacionário de meses anteriores, marcou a dinâmica do **KNSC11** em março de 2026. O pagamento de dividendos acompanhou a alta do resultado gerado (saindo de R$ 0,08 em fevereiro para R$ 0,11), mantendo a reserva acumulada intacta em R$ 0,05 por cota. A exposição ao IPCA recuou levemente de 62,1% para 61,3% do patrimônio líquido, mas apresentou melhora na taxa de marcação a mercado (MTM), que subiu de IPCA + 10,10% para IPCA + 10,31% a.a. A parcela em CDI permaneceu estável em 38,2%. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas subiu ligeiramente, atingindo 10,6% do PL. O cenário de rentabilidade reflete o repasse do IPCA de janeiro e fevereiro, enquanto a parcela pós-fixada absorve o recente corte da Selic para 14,75% a.a., exigindo atenção aos riscos de valuation dos ativos indexados ao CDI.
Relatório de 2026-02-28
A recuperação do resultado gerado para R$ 0,08 por cota e o ajuste no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **KNSC11** em fevereiro de 2026. Após o forte impacto do carrego inflacionário nos meses anteriores, a geração de caixa dobrou em relação a janeiro, permitindo que a distribuição de rendimentos mensais se igualasse ao resultado, estancando a queima e preservando a reserva acumulada em R$ 0,05 por cota. A alocação em ativos-alvo recuou de 103,7% para 100,3% do patrimônio líquido, refletindo uma descompressão na exposição tanto em IPCA (de 62,5% para 62,1%, com taxa MTM cedendo para IPCA + 10,10% a.a.) quanto em CDI (de 41,2% para 38,1%). O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas também apresentou leve queda, passando de 10,5% para aproximadamente 10,0% do PL. O cenário macroeconômico, com a Selic mantida em 15,00% ao ano e sinalizações de cortes futuros, exige monitoramento contínuo do valuation e da rentabilidade da parcela pós-fixada da carteira.
Relatório de 2026-01-31
O provisionamento de recebíveis ligados ao grupo Casa&Video e Le Biscuit e a forte queda no resultado gerado marcaram a dinâmica do **KNSC11** neste mês. A alocação em ativos-alvo recuou de 105,0% para 103,7% do patrimônio líquido, com a parcela atrelada ao IPCA caindo para 62,5% (taxa MTM de IPCA + 10,28% a.a.) e a exposição ao CDI reduzindo para 41,2%. O resultado gerado despencou de R$ 0,09 para R$ 0,04 por cota, fortemente impactado pelo carrego inflacionário baixo de novembro e dezembro. Para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, a gestão precisou consumir parte da reserva acumulada, que encolheu de R$ 0,08 para R$ 0,05 por cota. O evento de crédito envolvendo a proteção judicial de 60 dias da varejista exigiu provisionamento de 1,2% da carteira, embora as garantias reais (alienação fiduciária de CD logístico) apresentem sobrecolateralização de 70%. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se estável em 10,5% do PL, exigindo monitoramento contínuo da liquidez.
Relatório de 2025-12-31
A alocação de R$ 28,5 milhões no CRI FGR alterou a dinâmica de exposição do **KNSC11** neste mês, elevando o patamar de ativos-alvo para 105,0% do patrimônio líquido e ampliando a parcela atrelada ao CDI para 41,9%. Diferente do mês anterior, o resultado gerado em dezembro alcançou R$ 0,09 por cota, equiparando-se exatamente ao patamar de pagamento de dividendos e interrompendo o consumo da reserva acumulada, que permaneceu inalterada em R$ 0,08 por cota. A carteira indexada à inflação, que agora representa 63,0% do PL com taxa MTM de IPCA + 10,46% a.a., continuou sofrendo os impactos do carrego inflacionário baixo referente a outubro e novembro. Em contrapartida, a elevação da exposição pós-fixada permitiu ao fundo capturar os efeitos da Selic mantida em 15,00% ao ano. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas apresentou leve alta, passando para 10,5% do PL, exigindo monitoramento contínuo da liquidez para o carrego destas posições.
Relatório de 2025-11-30
A sustentação do pagamento de dividendos por meio do uso parcial de reservas marcou o mês, compensando o impacto do carrego inflacionário recente. A distribuição de rendimentos mensais do **KNSC11** em novembro de 2025 foi mantida em R$ 0,09 por cota, exigindo o consumo da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,09 para R$ 0,08 por cota, visto que o resultado gerado no período foi de R$ 0,08. Esse descasamento reflete a pressão dos baixos índices do IPCA de setembro (0,48%) e outubro (0,09%). O patrimônio líquido apresentou leve alta, atingindo R$ 1,78 bilhão, enquanto a alocação em ativos-alvo reduziu de 105,5% para 104,1% do PL. A exposição ao IPCA ficou estável em 63,5%, com leve compressão na taxa média de marcação a mercado (MTM) para IPCA + 10,36% a.a. A parcela atrelada ao CDI caiu para 40,6%. No mercado secundário, o fundo realizou novas aquisições de R$ 14,8 milhões no CRI Creditas 154. O nível de alavancagem via compromissadas reversas permaneceu inalterado em 10,3% do PL.
Relatório de 2025-10-31
A deflação do IPCA de agosto (-0,11%) e o baixo índice de setembro (0,48%) pressionaram os rendimentos mensais do **KNSC11**, resultando em uma redução no pagamento de dividendos para R$ 0,09 por cota em outubro de 2025. O patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 1,77 bilhão, mas a alocação em ativos alvo subiu de 104,6% para 105,5% do PL, impulsionada por R$ 28,9 milhões em novas aquisições de CRI (Galleria e Creditas). A exposição ao IPCA avançou para 63,4% (com MTM de IPCA + 10,60% a.a.), enquanto a parcela atrelada ao CDI recuou levemente para 42,0%. A reserva acumulada permaneceu intacta em R$ 0,09 por cota, e o nível de alavancagem via compromissadas reversas ajustou-se para 10,3% do PL. O valuation da carteira segue sem eventos de crédito, com a gestão mantendo cautela diante das incertezas inflacionárias e da manutenção da Selic no patamar restritivo de 15,00% a.a.
Relatório de 2025-09-30
A recuperação do resultado gerado, impulsionada pelo patamar elevado da Selic a 15,00% ao ano, permitiu ao **KNSC11** elevar o pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota em setembro de 2025. Diferente do mês anterior, onde o carrego foi consumido para suavizar a deflação, o fundo registrou um resultado de R$ 0,10 por cota e recompôs sua reserva acumulada para R$ 0,09 por cota. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 1,77 bilhão, mas a alocação total em ativos alvo recuou de 109,0% para 104,6% do PL. A exposição ao IPCA ajustou-se para 62,2%, com uma melhora na taxa média de marcação a mercado (MTM) para IPCA + 10,66% a.a., enquanto a parcela atrelada ao CDI caiu para 42,3%. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas foi reduzido para aproximadamente 10% do PL. A integridade do valuation segue preservada, sem registros de eventos de crédito ou deterioração nas garantias, confirmando a resiliência da carteira de rendimentos mensais frente às incertezas inflacionárias.
Relatório de 2025-08-29
A iminente deflação do IPCA em agosto pressionou o resultado gerado do **KNSC11**, que recuou de R$ 0,10 para R$ 0,08 por cota no comparativo mensal. Para suavizar o impacto nos rendimentos mensais, a gestão utilizou parte do carrego, reduzindo a reserva acumulada para R$ 0,08 por cota e estabelecendo o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota. O patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 1,77 bilhão. A alocação total apresentou leve retração, passando de 109,8% para 109,0% do PL, com a exposição ao IPCA caindo marginalmente para 62,9% e a parcela atrelada ao CDI recuando para 45,9%. A taxa média de marcação a mercado (MTM) da carteira de inflação ajustou-se para IPCA + 10,58% a.a., frente aos 10,65% a.a. do mês anterior. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas permaneceu na casa dos 11%, e a integridade do valuation segue preservada, sem registros de eventos de crédito ou deterioração nas garantias.
Relatório de 2025-07-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota marca a principal inflexão do **KNSC11** em julho de 2025, refletindo o impacto positivo da manutenção da taxa Selic em 15,00% a.a. sobre a parcela pós-fixada da carteira. O resultado gerado acompanhou a distribuição, subindo de R$ 0,09 para R$ 0,10 por cota, enquanto a reserva acumulada não distribuída permaneceu estável em R$ 0,09/cota, garantindo uma margem de segurança para o carrego futuro. O patrimônio líquido apresentou leve recuo para R$ 1,77 bilhão. A gestão manteve a alocação total em 109,8% do PL, realizando um novo aporte tático de R$ 4,7 milhões no CRI MRV - Pro-soluto 469, atrelado ao CDI. Esse movimento consolidou o aumento da exposição ao CDI para 46,3% do PL, enquanto a parcela indexada à inflação foi marginalmente reduzida para 63,4%, embora a taxa média de marcação a mercado (MTM) tenha avançado de IPCA + 10,22% a.a. para IPCA + 10,65% a.a. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas subiu levemente para 11% do patrimônio. A integridade do valuation segue preservada, sem registros de eventos de crédito negativos nos ativos.
Relatório de 2025-06-30
A contínua desaceleração do IPCA, que registrou 0,26% em maio, pressionou diretamente a geração de caixa do **KNSC11** neste mês, resultando em uma queda nos rendimentos mensais distribuídos para R$ 0,09 por cota (ante R$ 0,10 no mês anterior). O resultado gerado também recuou para R$ 0,09/cota. Como contrapeso estratégico ao carrego da carteira, a gestão elevou a reserva acumulada não distribuída para R$ 0,09/cota, reforçando a segurança do fundo. O patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 1,78 bilhão, mas a alocação total subiu levemente para 110,0%, impulsionada por R$ 20,1 milhões em novas aquisições de CRI (BLOG e MRV) atrelados ao CDI. Esse movimento tático elevou a exposição ao CDI para 45,8%, capturando o recente aumento da taxa Selic para 15,00% a.a., enquanto a parcela indexada à inflação recuou para 64,0%, com uma remuneração média de marcação a mercado (MTM) de IPCA + 10,22% a.a. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas teve um incremento marginal, atingindo 10,8% do PL. A integridade do valuation permanece intacta, sem registros de eventos negativos de crédito na carteira.
Relatório de 2025-05-30
A normalização dos índices de inflação (IPCA de 0,56% em março e 0,43% em abril) impactou diretamente a geração de caixa do **KNSC11** em maio de 2025, resultando em um recuo no resultado gerado para R$ 0,11 por cota e na consequente redução do pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota. Em contrapartida, a gestão elevou a reserva acumulada não distribuída para R$ 0,08/cota, fortalecendo o colchão de liquidez para os próximos meses. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 1,78 bilhão. Na composição do portfólio, a alocação total em ativos-alvo ajustou-se levemente para 109,9%, com a parcela atrelada ao IPCA (64,4%) apresentando um incremento na remuneração média de marcação a mercado (MTM), que passou para IPCA + 10,16% a.a. A exposição ao CDI manteve-se em 45,3% (CDI + 3,31% a.a.), beneficiando-se da taxa Selic a 14,75%. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas subiu marginalmente para 10,7% do PL. Não foram registrados eventos negativos de crédito, mantendo a integridade do valuation da carteira.
Relatório de 2025-04-30
A elevação da taxa Selic para 14,75% e o repasse da inflação de fevereiro (1,31%) impulsionaram os rendimentos mensais do **KNSC11**, que atingiram R$ 0,11 por cota em abril de 2025. O patrimônio líquido do fundo cresceu para R$ 1,78 bilhão, enquanto a alocação em ativos-alvo subiu de 108,7% para 110,0%. A carteira atrelada ao IPCA expandiu para 64,5% (ante 62,2% no mês anterior), com carrego médio de IPCA + 10,06% a.a., impulsionada pela nova aquisição de R$ 32 milhões no CRI GS Souto III. A parcela em CDI recuou levemente para 45,3% (CDI + 3,31% a.a.). O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas subiu para 10,6% do PL. A gestão manteve a ausência de eventos de crédito negativos e elevou a reserva acumulada não distribuída para R$ 0,07 por cota (o resultado gerado foi de R$ 0,12/cota), reforçando a previsibilidade para o pagamento de dividendos futuros e sustentando o valuation da carteira.
Relatório de 2025-03-31
O repasse da alta inflacionária de fevereiro (1,31%) e do novo patamar da Selic (14,25%) impulsionou o pagamento de dividendos do **KNSC11** para R$ 0,10 por cota neste mês. Em relação ao período anterior, a alocação em ativos-alvo avançou de 107,3% para 108,7% do patrimônio líquido, que se manteve estável em R$ 1,76 bilhão. Esse movimento foi sustentado por R$ 44,6 milhões em novas aquisições de CRI, elevando a parcela atrelada à inflação para 62,2% (com carrego médio de IPCA + 10,46% a.a.), enquanto a fatia em CDI permaneceu em 46,3% (CDI + 3,32% a.a.). O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas teve um leve incremento, passando a 10,3% do PL. A gestão reporta ausência de eventos de crédito negativos e destaca uma reserva acumulada não distribuída de R$ 0,06 por cota, o que confere previsibilidade para os próximos rendimentos mensais e sustenta o valuation da carteira.