Relatório de 2026-04-30
A leve compressão nas taxas de vacância e a ausência de movimentações no portfólio ditaram o ritmo do **KNRI11** em abril de 2026. O fundo registrou uma melhora marginal em seus indicadores de ocupação, com a vacância física recuando de 4,20% para 4,11% e a financeira passando de 5,44% para 5,41%. A vacância financeira ajustada pelas carências de novos contratos ficou em 5,61%. Sem novas locações ou rescisões no mês, a gestão focou no avanço da fase de pós-obra do Edifício Biosquare. Para os cotistas que monitoram se o ativo vale a pena, o valuation atual mostra uma cota patrimonial de R$ 163,43, refletindo uma variação negativa de 0,06% no patrimônio líquido, que encerrou o período em R$ 4,60 bilhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, demonstrando estabilidade na distribuição de rendimentos mensais e no carrego do fundo. Paralelamente, a estrutura de capital mantém riscos atrelados a R$ 295,3 milhões em alavancagem indexada ao IPCA e à TR, exigindo acompanhamento contínuo do custo da dívida.
Relatório de 2026-03-31
A expansão do Banco Votorantim no Complexo Rochaverá e a manutenção da vacância física em 4,20% marcaram a estabilidade operacional do **KNRI11** em março de 2026. O fundo manteve o patamar de pagamento de dividendos em R$ 1,10 por cota, refletindo a resiliência de seu portfólio frente ao mês anterior. No segmento corporativo, o período registrou movimentações pontuais: além da expansão na torre Ebony, o Condomínio São Luiz teve a substituição da Blue Health pela A5X, enquanto o Edifício Joaquim Floriano sofreu a desocupação de um conjunto pela Skopos. A vacância financeira apresentou leve recuo para 5,44% (ante 5,45%). Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o valuation atual indica uma cota patrimonial de R$ 163,53, com o patrimônio líquido recuando marginalmente (-0,29%) para R$ 4,61 bilhões. A estrutura de capital segue com riscos atrelados à alavancagem indexada à TR e ao IPCA, somando R$ 295,3 milhões em obrigações de longo prazo.
Relatório de 2026-02-27
A consolidação do patamar de R$ 1,10 por cota nos rendimentos mensais e a redução da vacância física para 4,20% ditaram o ritmo do **KNRI11** em fevereiro de 2026. Superando o pagamento de dividendos de R$ 0,88 do mês anterior, o fundo materializou o incremento projetado após a recente venda de ativos. Operacionalmente, a gestão reverteu a desocupação passada no CD Global Jundiaí ao expandir a área da Fitsul, cravando 100% de ocupação no galpão logístico. No segmento corporativo, o Edifício Biosquare atingiu 88% de avanço nas obras e garantiu a pré-locação de 1.500 m² de seu varejo para marcas como Starbucks e Ráscal. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o valuation aponta uma cota patrimonial de R$ 164,00 e um patrimônio líquido estável em R$ 4,62 bilhões. Contudo, a estrutura de capital exige atenção aos indexadores da dívida, com obrigações atreladas à TR e ao IPCA somando quase R$ 300 milhões, além da devolução pontual de espaços no Rochaverá Torre C.
Relatório de 2026-01-30
A conclusão da venda do Jundiaí Industrial Park e a aquisição de fatia adicional na Torre Crystal ditaram o ritmo do **KNRI11** neste início de ano. O lucro de R$ 77 milhões com a venda de ativos projeta um incremento recorrente nos rendimentos mensais, com estimativa de R$ 1,10 por cota a partir de março de 2026. No curtíssimo prazo, o pagamento de dividendos recuou para R$ 0,88 por cota, expurgando o efeito extraordinário do mês anterior e refletindo um volume menor de antecipações de aluguéis (R$ 1,99 milhão ante R$ 6,29 milhões). Operacionalmente, a vacância física subiu de 3,87% para 4,30%, impactada pela saída da FOAM no Global Jundiaí, enquanto a vacância financeira recuou levemente para 5,58%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o valuation mostra a cota patrimonial avançando para R$ 163,89 e o patrimônio líquido alcançando R$ 4,62 bilhões, sustentados pela reciclagem de portfólio. A estrutura de alavancagem mantém-se no radar, com obrigações atreladas ao IPCA e TR demandando atenção aos custos financeiros.
Relatório de 2025-12-31
A concretização da venda do Edifício Athenas e a assinatura do compromisso de alienação do Jundiaí Industrial Park redefiniram o patamar de distribuição de dividendos do **KNRI11** neste mês. O fundo registrou um salto expressivo em seu resultado financeiro, que passou de R$ 0,89 para R$ 1,71 por cota, impulsionado por ganhos de capital e por um volume atípico de R$ 6,29 milhões em antecipações de aluguéis. Esse cenário permitiu o pagamento de dividendos no valor de R$ 1,25 por cota, incluindo uma parcela extraordinária de R$ 0,22. No aspecto operacional, contudo, houve uma leve deterioração: a vacância física subiu para 3,87% e a financeira para 5,65%, reflexo direto da desocupação de 960 m² pela Avaya no Complexo Rochaverá, que ofuscou as novas locações no próprio Rochaverá e no Buenos Aires Corporate. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o valuation atual aponta uma cota de mercado em ascensão para R$ 153,80, enquanto a cota patrimonial recuou levemente para R$ 163,20, consolidando o patrimônio líquido em R$ 4,60 bilhões. A estrutura de alavancagem segue demandando atenção, com R$ 295,3 milhões atrelados aos projetos Biosquare e Cabreúva, exigindo monitoramento do carrego da dívida.
Relatório de 2025-11-28
A estabilidade na carteira de inquilinos marcou o mês de novembro para o **KNRI11**, mantendo a vacância física inalterada em 3,86% e registrando um recuo marginal na vacância financeira para 5,52%. Sem novas locações, o destaque operacional voltou-se para o avanço de 77,38% nas obras do Edifício Biosquare, que possui negociações avançadas para três de suas quatro lojas de varejo. No aspecto financeiro, o resultado gerado caiu de R$ 0,94 para R$ 0,89 por cota, impactado pela redução nas antecipações de aluguéis, que somaram R$ 2,29 milhões frente aos R$ 2,52 milhões do mês anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, a gestão precisou utilizar R$ 0,11 por cota de suas reservas acumuladas. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o valuation mostra uma leve valorização da cota patrimonial para R$ 163,44, consolidando o patrimônio líquido em R$ 4,60 bilhões, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 150,77. A estrutura de alavancagem permanece em R$ 345,3 milhões, exigindo acompanhamento contínuo dos riscos de carrego da dívida atrelada aos projetos Biosquare e Cabreúva.
Relatório de 2025-10-31
Duas novas locações no Complexo Rochaverá ditaram o ritmo operacional do **KNRI11** em outubro de 2025, reduzindo a vacância física para 3,86% e a financeira para 5,53%. O movimento comercial envolveu a ASSODEERE (440 m²) e a WORKPLACE Arquitetura (229 m²). No aspecto financeiro, o resultado gerado recuou de R$ 1,06 para R$ 0,94 por cota, impactado pela menor antecipação de aluguéis (R$ 2,52 milhões contra R$ 2,91 milhões no mês anterior). Para manter o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, o fundo precisou consumir R$ 0,06 por cota de suas reservas acumuladas, revertendo a retenção observada em setembro. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o valuation aponta uma leve alta na cota patrimonial, que passou para R$ 163,34, consolidando o patrimônio líquido em R$ 4,60 bilhões, enquanto a cota de mercado subiu para R$ 148,60. A estrutura de alavancagem permanece inalterada em R$ 345,3 milhões, atrelada aos projetos Biosquare e Cabreúva, exigindo atenção ao carrego da dívida.
Relatório de 2025-09-30
A forte dinâmica comercial impulsionou a ocupação total de dois ativos e reduziu a vacância física do **KNRI11** para 3,89% em setembro de 2025, ante 4,25% no mês anterior. O movimento refletiu diretamente na vacância financeira, que recuou de 6,14% para 5,62%. No âmbito financeiro, o resultado gerado saltou para R$ 1,06 por cota, permitindo que o fundo revertesse a dependência de reservas observada em agosto, retendo R$ 0,06/cota neste mês, mesmo mantendo o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota. As antecipações de aluguéis subiram para R$ 2,91 milhões. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o valuation mostra uma cota patrimonial estável em R$ 163,31, elevando o patrimônio líquido para R$ 4,60 bilhões, enquanto a cota de mercado apresentou forte recuperação, passando de R$ 140,50 para R$ 148,00, reduzindo o deságio do portfólio. A estrutura de alavancagem permanece como principal risco intrínseco, somando R$ 345,3 milhões atrelados aos projetos Biosquare e Cabreúva.
Relatório de 2025-08-29
Duas novas locações na Torre Crystal do Complexo Rochaverá impulsionaram a redução da vacância física do **KNRI11** para 4,25% em agosto de 2025. A dinâmica operacional refletiu positivamente na vacância financeira ajustada, que recuou de 7,07% para 6,99%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, suportado por um resultado gerado de R$ 0,90/cota e o uso de R$ 0,10/cota de reservas acumuladas. As antecipações de aluguéis caíram para R$ 1,89 milhão no mês, ante R$ 2,56 milhões em julho. No âmbito do valuation, a cota patrimonial subiu levemente para R$ 163,25, elevando o patrimônio líquido para R$ 4,60 bilhões. Em contrapartida, a cota de mercado recuou para R$ 140,50, ampliando o deságio do portfólio. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem observar a estrutura de alavancagem de R$ 345,3 milhões atrelada aos projetos Biosquare e Cabreúva, além da dependência pontual de reservas para manter o patamar de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-31
Três novas locações no Complexo Rochaverá ditaram o ritmo de melhora operacional do **KNRI11** em julho de 2025, reduzindo a vacância física para 4,35% e a financeira ajustada para 7,07%. O fundo manteve a cota patrimonial estável em R$ 163,04, totalizando um patrimônio líquido de R$ 4,59 bilhões, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 142,19, ampliando o desconto do portfólio frente ao valor justo dos imóveis. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 1,00 por cota, suportado por um leve aumento nas antecipações de aluguéis, que somaram R$ 2,56 milhões no mês. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar o carrego financeiro das obrigações atreladas aos projetos Biosquare e Cabreúva, que somam R$ 345,3 milhões em alavancagem, além da dependência pontual de receitas antecipadas para a manutenção do patamar de distribuição atual.
Relatório de 2025-06-30
A reavaliação anual do portfólio e a intensa movimentação de locatários ditaram o ritmo do **KNRI11** em junho de 2025. O valor dos ativos apresentou um incremento de 0,7% frente ao mês anterior, elevando a cota patrimonial para R$ 163,03 e o patrimônio líquido para R$ 4,59 bilhões. No aspecto operacional, a vacância física recuou para 4,49% (ante 4,56%), impulsionada por novas locações no Edifício Madison (GTX), Boulevard Corporate Tower (Houer) e Rochaverá (Senner). Contudo, as carências concedidas nessas negociações elevaram a vacância financeira ajustada de 7,21% para 7,55%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, suportado por R$ 2,48 milhões em antecipações de aluguéis, superando o volume antecipado no mês anterior. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem observar a manutenção do desconto na cota de mercado (negociada a R$ 144,30) e as obrigações de alavancagem atreladas aos projetos Biosquare e Cabreúva, que somam mais de R$ 345 milhões e exigem monitoramento contínuo do carrego financeiro.
Relatório de 2025-05-30
Novas locações no Complexo Rochaverá ditaram o ritmo operacional do **KNRI11** em maio de 2025, impulsionando a ocupação do portfólio. A chegada da Azumi (Torre Crystal) e da Wenda Ingredients (Torre Marble) resultou na compressão da vacância física, que recuou de 4,60% para 4,56%. Simultaneamente, a vacância financeira ajustada pelas carências apresentou melhora mais expressiva, caindo de 7,56% para 7,21%. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, suportado por um lucro que englobou R$ 3,26 milhões em venda de ativos e R$ 1,94 milhão em antecipações de aluguéis. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 4,56 bilhões, enquanto as cotas no mercado secundário negociam com um desconto de aproximadamente 10% frente ao valor patrimonial. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem ponderar a solidez da carteira, a indexação majoritária ao IPCA (70,26%) e as obrigações de alavancagem atreladas aos projetos Biosquare e Cabreúva, fatores essenciais para a modelagem dos rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-04-30
A rápida reposição de locatário na torre Crystal do Edifício Rochaverá marcou a dinâmica operacional do **KNRI11** em abril de 2025, com a Mastercard absorvendo o espaço recém-desocupado pela Amgen. Diferente do mês anterior, a vacância física permaneceu inalterada em 4,60%, enquanto a vacância financeira apresentou um recuo marginal para 6,24%. Contudo, a vacância financeira ajustada pelas carências subiu levemente para 7,56%. No aspecto de valuation, as cotas registraram uma valorização de 12% no mercado secundário nos últimos dois meses, reduzindo o desconto patrimonial de 16% para aproximadamente 9%. O patrimônio líquido fechou em R$ 4,56 bilhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, suportado por um resultado que incluiu R$ 2,00 milhões em antecipações de aluguéis. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena observam a manutenção dos rendimentos mensais, a solidez da carteira e a indexação majoritária dos contratos ao IPCA (70,46%), fatores que sustentam o carrego do fundo.
Relatório de 2025-03-31
A maior locação dos últimos 14 anos na cidade de São Paulo redefiniu a dinâmica operacional do **KNRI11** em março de 2025, com a pré-locação integral da Torre Corporativa do Edifício Biosquare (39.229 m²) para uma empresa multinacional. Apesar desse avanço comercial expressivo em um ativo ainda em desenvolvimento, o portfólio registrou um leve aumento na vacância física, que passou de 4,51% para 4,60%, e na vacância financeira, de 5,95% para 6,25%. Esse movimento reflete desocupações pontuais nos edifícios Lagoa e Rochaverá, parcialmente mitigadas por novas locações no Botafogo Trade Center e expansões no Athenas. No aspecto de valuation, a cota de mercado negocia com um desconto de aproximadamente 16% sobre o patrimônio líquido de R$ 4,54 bilhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentando o carrego da carteira para os investidores que analisam se o ativo vale a pena frente aos seus fundamentos imobiliários e à indexação majoritária dos contratos ao IPCA (70,51%).