Relatório de 2026-04-30
A redução no volume de movimentações e a ausência de novas alocações significativas pressionaram o resultado financeiro do **VGIR11** em abril de 2026. O fundo registrou uma queda no resultado, passando de R$ 20,44 milhões no mês anterior para R$ 18,13 milhões, o que refletiu diretamente no pagamento de dividendos, que recuou para R$ 0,12 por cota. A alocação em CRIs também apresentou leve retração, fechando em 93,8% do patrimônio líquido, contra 94,4% em março, elevando o carrego em instrumentos de caixa. Durante o período, não houve venda de ativos expressiva, apenas giros pontuais e o recebimento de R$ 10,3 milhões em amortizações. A liquidez no mercado secundário manteve a tendência de queda, com o volume médio de negociação diária atingindo R$ 4,6 milhões. A reserva de lucros permaneceu no patamar mínimo de R$ 0,01 por cota, exigindo atenção quanto ao valuation e à capacidade de estabilização dos rendimentos mensais no curto prazo. A taxa média de aquisição da carteira atrelada ao CDI sofreu uma leve compressão, passando para CDI + 4,79%.
Relatório de 2026-03-31
A retomada no patamar de pagamento de dividendos e o forte giro de portfólio ditaram o ritmo do **VGIR11** em março de 2026. Após a contração observada no mês anterior, o resultado financeiro saltou de R$ 15,89 milhões para R$ 20,44 milhões, impulsionado pela venda de ativos que totalizou R$ 41,2 milhões e gerou ganhos de capital relevantes. Esse movimento permitiu a elevação dos rendimentos mensais para R$ 0,13 por cota. Na ponta compradora, a gestão alocou R$ 29,4 milhões, destacando-se a entrada do novo CRI João Dias, o que ajudou a elevar marginalmente a taxa média de aquisição da carteira atrelada ao CDI para CDI + 4,81%. Apesar da melhora na rentabilidade, a alocação em CRIs recuou de 95,5% para 94,4% do patrimônio líquido, e a liquidez no mercado secundário sofreu uma retração expressiva, com o volume médio diário caindo de R$ 6,5 milhões para R$ 4,9 milhões. A reserva de lucros permaneceu no piso de R$ 0,01 por cota, exigindo monitoramento contínuo sobre a sustentabilidade das próximas distribuições caso o giro da carteira diminua.
Relatório de 2026-02-27
A redução nos rendimentos mensais e a queda no resultado financeiro marcam o desempenho do **VGIR11** em fevereiro de 2026. O fundo realizou o pagamento de dividendos no valor de R$ 0,12 por cota, um recuo em relação aos R$ 0,13 do mês anterior, reflexo direto da contração do resultado financeiro, que caiu de R$ 19,64 milhões em janeiro para R$ 15,89 milhões. A alocação em CRIs apresentou leve retração, passando de 95,9% para 95,5% do patrimônio líquido, impulsionada pelo recebimento de R$ 8,7 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias. Do lado das alocações, o ritmo seguiu contido, com apenas R$ 7,4 milhões investidos em operações já existentes na carteira, sem o registro de venda de ativos no período. Apesar do menor patamar de distribuição, a liquidez no mercado secundário avançou expressivamente, saltando para um volume médio diário de R$ 6,5 milhões (ante R$ 5,1 milhões no mês anterior). A taxa média ponderada de aquisição da carteira atrelada ao CDI manteve-se estável em CDI + 4,78%, enquanto a reserva de lucros continuou no patamar mínimo de R$ 0,01 por cota, exigindo atenção para a sustentabilidade das próximas distribuições caso a geração de caixa não retome o patamar de meses anteriores.
Relatório de 2026-01-30
A redução do nível de alocação em CRIs para 95,9% do patrimônio líquido marca o início de 2026 para o **VGIR11**, revertendo a postura agressiva do mês anterior (quando atingiu 99,8%). O volume de aquisições recuou drasticamente para R$ 87,9 milhões alocados em três operações, enquanto a venda de ativos somou R$ 118,3 milhões, gerando ganhos de capital essenciais para o fundo. Apesar da menor movimentação de compras no portfólio, o resultado financeiro apresentou forte recuperação, saltando de R$ 16,03 milhões em dezembro para R$ 19,64 milhões em janeiro. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,13 por cota, o que consumiu mais uma parcela da reserva acumulada, agora reduzida a um patamar mínimo de R$ 0,01 por cota. No mercado secundário, a liquidez média diária voltou a subir, atingindo R$ 5,1 milhões. Em termos de valuation e carrego, a taxa média ponderada de aquisição da carteira atrelada ao CDI sofreu nova e leve compressão, passando de CDI + 4,81% para CDI + 4,78%.
Relatório de 2025-12-31
A agressiva alocação de recursos marcou o fechamento do ano para o **VGIR11**, que elevou seu nível de investimento em CRIs para 99,8% do patrimônio líquido em dezembro de 2025, ante os 96,6% registrados no mês anterior. O volume de aquisições saltou expressivamente para R$ 260,2 milhões, distribuídos em 8 operações, contrastando com os R$ 75,8 milhões de novembro. Em contrapartida, o fundo realizou a venda de ativos no montante de R$ 212,9 milhões, auferindo ganhos de capital. Apesar dessa intensa movimentação, o resultado financeiro recuou de R$ 20,65 milhões para R$ 16,03 milhões. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos em R$ 0,13 por cota, o que consumiu parte da reserva acumulada, reduzindo-a de R$ 0,04 para R$ 0,02 por cota. No mercado secundário, a liquidez média diária apresentou leve retração, passando de R$ 5,1 milhões para R$ 4,7 milhões. Para fins de valuation e carrego, a taxa média ponderada de aquisição da carteira atrelada ao CDI sofreu uma leve compressão, passando de CDI + 4,86% para CDI + 4,81%.
Relatório de 2025-11-28
A forte reciclagem da carteira impulsionou a alocação do **VGIR11** para 96,6% do patrimônio líquido em novembro de 2025, marcando um avanço expressivo frente aos 94,9% do mês anterior. O fundo movimentou o portfólio com aquisições que somaram R$ 75,8 milhões distribuídos em 11 operações (sendo cinco novos ativos, com destaque para os CRIs Canto e Epitácio Sênior), superando substancialmente os R$ 29,8 milhões alocados em outubro. Em paralelo, o fundo recebeu R$ 54,0 milhões em amortizações, concentradas nos CRIs Delfim Moreira. O resultado financeiro apresentou leve recuo para R$ 20,65 milhões, mas a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,13 por cota, o que permitiu um robusto incremento na reserva de lucros, que saltou de R$ 0,01 para R$ 0,04 por cota. No mercado secundário, a liquidez diária recuou de R$ 5,9 milhões para R$ 5,1 milhões. Para fins de valuation e carrego, a taxa média ponderada de aquisição da carteira atrelada ao CDI subiu para CDI + 4,86%, refletindo as novas taxas pactuadas.
Relatório de 2025-10-31
A aceleração nas alocações marcou o mês de outubro para o **VGIR11**, elevando a exposição em CRIs de 93,3% para 94,9% do patrimônio líquido. Esse avanço foi impulsionado pela aquisição de R$ 29,8 milhões distribuídos em sete operações, incluindo a entrada de dois novos ativos: CRI Haus Moema e CRI RV Ipiranga 3S. O resultado financeiro acompanhou a expansão do portfólio, subindo de R$ 19,7 milhões para R$ 20,7 milhões, o que viabilizou a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,13 por cota e a preservação da reserva de lucros de R$ 0,01. No mercado secundário, a liquidez apresentou tração positiva, com o volume médio de negociação diária saltando para R$ 5,9 milhões. Para os investidores que monitoram o carrego e o valuation, a taxa média de aquisição do portfólio indexado ao CDI oscilou levemente para CDI + 4,75%. Do lado dos riscos intrínsecos, o impasse na venda de ativos atrelados ao CRI Guaicurus persiste, travado por diligências ambientais. Adicionalmente, eventos subsequentes em novembro indicam forte reciclagem da carteira, com R$ 49,3 milhões em quitações e R$ 35,9 milhões em novos aportes.
Relatório de 2025-09-30
A retomada marginal na alocação de recursos e o aumento da liquidez no mercado secundário ditaram o ritmo do **VGIR11** em setembro de 2025. Após a forte redução de exposição vista no mês anterior, o fundo voltou a elevar sua posição em CRIs, passando de 92,9% para 93,3% do patrimônio líquido, impulsionado pela aquisição de R$ 10,4 milhões em quatro operações já existentes na carteira. Em paralelo, o fundo recebeu R$ 6,4 milhões em amortizações. O resultado financeiro apresentou leve melhora, somando R$ 19,7 milhões, o que garantiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,13 por cota, além da preservação de uma reserva de lucros de R$ 0,01 por cota. No mercado secundário, o volume médio de negociação diária reagiu positivamente, subindo para R$ 5,0 milhões. Do lado dos riscos intrínsecos, o impasse envolvendo a venda dos terrenos do CRI Guaicurus permanece inalterado, ainda travado por pendências de diligência ambiental e questões jurídicas. Para os investidores focados no valuation e carrego, a taxa média de aquisição do portfólio indexado ao CDI manteve-se estável em CDI + 4,76%, enquanto o CRI São Gonçalo 179E sofreu repactuação programada, migrando para IPCA + 10,50%.
Relatório de 2025-08-31
A venda integral da posição no CRI JSTX por R$ 70,3 milhões e a consequente redução do nível de alocação ditaram o ritmo do **VGIR11** em agosto de 2025. Diferente da forte rotação vista no mês anterior, a gestão adotou uma postura mais contida na aquisição de novos ativos, alocando apenas R$ 24,0 milhões, o que fez a exposição em CRIs recuar de 97,6% para 92,9% do patrimônio líquido. Esse aumento da posição em caixa pressionou levemente o resultado financeiro, que somou R$ 19,5 milhões, refletindo no pagamento de dividendos de R$ 0,13 por cota — um recuo frente aos R$ 0,14 distribuídos em julho. Apesar da queda nos rendimentos mensais, a operação permitiu a recomposição de uma pequena reserva de lucros de R$ 0,01 por cota. No radar de riscos intrínsecos, o impasse envolvendo o CRI Guaicurus segue sem resolução, ainda travado por diligências ambientais, enquanto a liquidez no mercado secundário apresentou retração, com o volume médio diário caindo para R$ 4,6 milhões. Para investidores que analisam o valuation e o carrego da carteira, a taxa média de aquisição do portfólio indexado ao CDI ajustou-se marginalmente para CDI + 4,76%.
Relatório de 2025-07-31
A forte rotação da carteira impulsionou o resultado financeiro do **VGIR11** em julho de 2025, permitindo a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,14 por cota (frente aos R$ 0,12 do mês anterior). A gestão executou um volume expressivo na venda de ativos, totalizando R$ 320,1 milhões em 24 CRIs, o que gerou ganhos de capital e viabilizou a liquidação de R$ 140,3 milhões em compromissadas reversas, reduzindo drasticamente a alavancagem do fundo. Em contrapartida, as novas aquisições somaram R$ 173,0 milhões, com destaque para os CRIs Artefacto e Scala Datacenter 1S. Com essa movimentação, a alocação total recuou de 108,8% para 97,6% do patrimônio líquido, e a taxa média de aquisição da parcela em CDI ajustou-se para CDI + 4,79%. O resultado financeiro saltou para R$ 19,9 milhões, consumindo, contudo, a reserva acumulada, deixando o fundo sem saldo retido para eventuais despesas futuras. O impasse do CRI Guaicurus permanece inalterado, aguardando diligências ambientais, enquanto o volume médio de negociação no mercado secundário teve leve alta para R$ 5,5 milhões diários.
Relatório de 2025-06-30
A intensa reciclagem de portfólio marcou o carrego do **VGIR11** em junho de 2025, elevando a rentabilidade líquida equivalente para CDI + 1,9% ao ano (ante CDI + 1,4% no mês anterior). A gestão executou aquisições que somaram R$ 91,0 milhões, com destaque para a entrada dos novos CRIs Helbor 111E e 51E, o que puxou a alocação total para 108,8% do patrimônio líquido e a taxa média de aquisição para CDI + 4,96%. Em paralelo, a venda de ativos alcançou R$ 62,4 milhões, liquidando posições como Helbor 86E e RNI 31S. Apesar do giro, o resultado financeiro recuou expressivamente para R$ 15,0 milhões (frente aos R$ 17,9 milhões de maio). Ainda assim, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,12 por cota, suportado por uma reserva de R$ 0,01 por cota. A alavancagem via compromissadas reversas cedeu de R$ 144,6 milhões para R$ 139,1 milhões. No mercado secundário, o volume médio de negociação diária avançou para R$ 5,4 milhões. O impasse do CRI Guaicurus segue no radar, ainda condicionado a aprovações ambientais.
Relatório de 2025-05-31
A elevação da alavancagem via compromissadas reversas para R$ 144,6 milhões marcou a estratégia de carrego do **VGIR11** em maio de 2025, impulsionando a alocação para 107,7% do patrimônio líquido. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,12 por cota, embora o resultado financeiro tenha recuado para R$ 17,9 milhões (ante R$ 18,9 milhões em abril). A rentabilidade líquida mensal equivalente situou-se em CDI + 1,4% ao ano. No mercado secundário, o volume de negociação diária atingiu R$ 4,7 milhões. A gestão focou em adensar posições já existentes, aportando R$ 38,3 milhões em sete CRIs da carteira, com destaque para R$ 20,2 milhões no CRI Tutoia. Em contrapartida, o volume de amortizações caiu expressivamente para R$ 11,5 milhões, influenciado pela liquidação total do CRI Alpha Lake 52S. O valuation da cota patrimonial registrou leve alta para R$ 9,64, enquanto a taxa média de aquisição cedeu marginalmente para CDI + 4,93%. O impasse sobre a venda de ativos do CRI Guaicurus persiste, mantendo-se como um ponto de atenção nas diligências ambientais.
Relatório de 2025-04-30
A manutenção dos dividendos em R$ 0,12 por cota contrastou com a compressão da rentabilidade líquida para CDI + 2,4% ao ano em abril de 2025. O **VGIR11** registrou um avanço no resultado financeiro mensal, atingindo R$ 18,9 milhões, mas reduziu o ritmo de reciclagem do portfólio em comparação ao mês anterior. Foram adquiridos R$ 49,8 milhões em nove operações, com destaque para a entrada do novo CRI Ditolvo Choice 3S (CDI + 6,0% ao ano) e aportes adicionais em oito ativos já existentes. Essa movimentação elevou o nível de alocação para 105,8% do patrimônio líquido, totalizando R$ 1,48 bilhão distribuídos em 61 operações. Para sustentar esse carrego, o fundo manteve o uso de operações compromissadas reversas, que somaram R$ 107,1 milhões ao custo de CDI + 0,75% ao ano. O valuation da carteira permaneceu estável, com a cota patrimonial fixada em R$ 9,63, duration de 1,9 anos e taxa média de aquisição de CDI + 4,95%. No front de desinvestimentos, o fundo recebeu R$ 28,6 milhões em amortizações, impulsionadas pelo CRI Porte, enquanto o impasse sobre a venda de ativos do CRI Guaicurus segue sem resolução definitiva.
Relatório de 2025-03-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,12 por cota, impulsionado por um resultado mensal de R$ 17,6 milhões, marcou a dinâmica do **VGIR11** em março de 2025. A rentabilidade líquida saltou para CDI + 3,8% ao ano, superando o patamar de CDI + 2,0% registrado no mês anterior. O fundo acelerou fortemente a reciclagem do portfólio, adquirindo R$ 79,7 milhões em 10 operações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), o que elevou a alocação para 104,3% do patrimônio líquido (R$ 1,46 bilhão distribuídos em 60 ativos). Para suportar essa expansão de carrego, o fundo utilizou R$ 106,7 milhões em operações compromissadas reversas a um custo de CDI + 0,75% ao ano. Do ponto de vista de valuation, a taxa média de aquisição da carteira subiu levemente para CDI + 4,95%, mantendo a duration em 1,9 anos e a cota patrimonial estável em R$ 9,63. O impasse sobre a venda de ativos do CRI Guaicurus persiste, com a alienação dos terrenos ainda travada pela diligência ambiental.