Relatório de 2026-04-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,73 por cota e o salto na liquidez diária, que superou a marca de R$ 1,1 milhão, marcam a evolução do **HSLG11** neste mês. O resultado operacional subiu de R$ 0,72 para R$ 0,74 por cota, permitindo um leve incremento na reserva acumulada, agora em R$ 1,29. No front operacional, a vacância permanece zerada, enquanto o aluguel médio do portfólio se manteve estável em R$ 26,20/m², mesmo com o repasse da inflação no ativo HSI Log. Dutra. A alavancagem líquida recuou para 19,9%, refletindo a dinâmica de caixa após a integralização da segunda tranche do CRI destinado à expansão do galpão BTS Meli, no valor de R$ 25 milhões, sem registro de venda de ativos no período. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o valuation atual aponta um valor de mercado de R$ 93,11 por cota frente a um patrimônio líquido de R$ 109,73, sustentando um dividend yield anualizado de 9,4%. O guidance de rendimentos mensais foi ajustado para o piso de R$ 0,73 no semestre.
Relatório de 2026-03-31
O fim da carência do CRI emitido no final de 2025 e os custos com laudos de avaliação pressionaram o resultado mensal do **HSLG11**, que recuou de R$ 0,79 para R$ 0,72 por cota. Apesar da compressão no lucro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,72, sustentado pela reserva acumulada que permaneceu estável em R$ 1,28 por cota. Operacionalmente, o fundo não apresentou alterações, mantendo a vacância zerada e o aluguel médio em R$ 26,20/m². A liquidez no mercado secundário sofreu uma retração, com o volume médio diário caindo de R$ 857 mil para R$ 757 mil. A alavancagem líquida ficou estável em 20,9%, com saldo de R$ 407,7 milhões. Para quem pesquisa se o ativo vale a pena, o patrimônio líquido segue na casa de R$ 1,39 bilhão, enquanto o valor de mercado encerrou o mês cotado a R$ 91,55, refletindo um dividend yield anualizado de 9,4%. O guidance de rendimentos mensais para o semestre foi reafirmado entre R$ 0,72 e R$ 0,76.
Relatório de 2026-02-28
A recuperação da liquidez no mercado secundário e o aumento da reserva de lucros ditaram o ritmo do **HSLG11** neste mês. O volume médio diário de negociações avançou para R$ 857 mil, revertendo a contração observada no período anterior. Operacionalmente, o fundo manteve a vacância zerada pelo 15º mês consecutivo, sustentando o aluguel médio em R$ 26,20/m². O resultado gerado no mês foi de R$ 0,79 por cota, permitindo que o pagamento de dividendos permanecesse em R$ 0,72 e impulsionando o resultado acumulado de R$ 1,21 para R$ 1,28 por cota. Esse carrego reforça a viabilidade do guidance projetado para o semestre e mitiga riscos de curto prazo na distribuição. Do lado das obrigações, a alavancagem líquida registrou leve alta, passando de 19,6% para 20,9%, com o saldo de dívidas atingindo R$ 407,3 milhões. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 1,39 bilhão, enquanto a cota a mercado apresentou expressiva valorização de 5,9% no mês, figurando entre as maiores altas do índice.
Relatório de 2026-01-31
O repasse inflacionário nos contratos do ativo HSI Log. Castelo elevou o aluguel médio do portfólio para R$ 26,20/m², marcando o carrego operacional do **HSLG11** neste início de ano. A vacância física permaneceu zerada, enquanto a gestão avança nas negociações para a expansão de aproximadamente 11 mil m² no galpão locado para o Mercado Livre em Araucária. No mercado secundário, a liquidez diária média sofreu uma contração expressiva, recuando de R$ 1,12 milhão no mês anterior para R$ 756 mil. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o patrimônio líquido alcançou R$ 1,39 bilhão, suportando a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,72 por cota. O resultado acumulado apresentou melhora, subindo de R$ 1,15 para R$ 1,21 por cota, o que mitiga riscos de curto prazo e reforça o guidance de distribuição projetado entre R$ 0,72 e R$ 0,76 para o primeiro semestre. A alavancagem líquida manteve-se estável em 19,6%, com o saldo consolidado de obrigações em R$ 406,9 milhões.
Relatório de 2025-12-31
A entrega de 100% das obras do galpão BTS Mercado Livre e a manutenção da vacância física zerada consolidaram o carrego operacional do **HSLG11** no fechamento de 2025. Diferente do mês anterior, a liquidez diária média recuou de R$ 1,37 milhão para R$ 1,12 milhão, enquanto o aluguel médio do portfólio permaneceu estável em R$ 26,10/m², sustentado pelo repasse inflacionário de 4,68% (IPCA) no ativo HSI Log. Dutra. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o patrimônio líquido de R$ 1,38 bilhão suporta a atual estrutura de capital, que viu o saldo consolidado de obrigações saltar para R$ 406,6 milhões após a emissão da nova tranche do CRI BTS Meli, mantendo a alavancagem líquida em 19,6%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,72 por cota, com a gestão estabelecendo um guidance de R$ 0,72 a R$ 0,76 para o primeiro semestre de 2026. Contudo, o resultado acumulado sofreu leve desidratação, caindo de R$ 1,19 para R$ 1,15 por cota, pressionado pelo reconhecimento de R$ 400 mil em juros não contabilizados anteriormente e pela liquidação da última parcela da consultoria imobiliária referente à revisional da Profarma.
Relatório de 2025-12-01
O fundo **HSLG11** anunciou a contratação de uma captação de recursos via emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) no valor total de R$ 75.000.000,00, estruturada com lastro em créditos de contrato Built-to-Suit (BTS). Os recursos serão destinados ao financiamento do projeto de expansão do galpão logístico 'HSI Log. BTS Meli', na região metropolitana de Curitiba, com o objetivo de adicionar área bruta locável ao ativo e conferir maior liquidez ao caixa operacional.
Adicionalmente, devido ao andamento desta operação e às projeções de resultados, a gestão do **HSLG11** atualizou o limite inferior de seu guidance de pagamento de dividendos para o primeiro semestre de 2026. A nova estimativa passa a balizar os rendimentos recorrentes na faixa entre R$ 0,72 e R$ 0,76 por cota, refletindo o planejamento financeiro atualizado após o novo endividamento.
Relatório de 2025-11-28
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,72 por cota e o anúncio da expansão do galpão BTS Meli ditaram o ritmo do **HSLG11** em novembro de 2025. O carrego de rendimentos mensais foi impulsionado por reajustes inflacionários nos ativos HSI Log. Castelo (IGP-M) e Manaus (IPCA), elevando o aluguel médio do portfólio de R$ 25,90/m² para R$ 26,10/m². A liquidez diária média apresentou forte recuperação, saltando de R$ 685 mil para R$ 1,37 milhão, enquanto a vacância física permaneceu zerada. Do lado das obrigações, a alavancagem líquida subiu levemente para 19,6% (R$ 356,8 milhões), com projeção de atingir 20,4% após a emissão de um novo CRI de R$ 75 milhões destinado às obras no ativo do Mercado Livre. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o patrimônio de R$ 1,39 bilhão sustenta a operação sem depender de venda de ativos no curto prazo, embora o resultado acumulado de R$ 1,19 por cota tenha sofrido leve pressão por despesas de consultoria imobiliária na revisional da Profarma e na comercialização de área no HSI Log. Dutra.
Relatório de 2025-10-31
O quarto aumento consecutivo no pagamento de dividendos e o início do faturamento da expansão do Mercado Livre marcaram a operação do **HSLG11** em outubro. A distribuição subiu para R$ 0,70 por cota (ante R$ 0,68 no mês anterior), atualizando o piso do guidance semestral para a nova faixa de R$ 0,70 a R$ 0,76. O aluguel médio do portfólio manteve-se em R$ 25,90/m², com destaque para o reajuste atrelado ao IPCA no HSI Log. Dutra, que elevou o valor médio específico deste galpão para R$ 24,00/m². A liquidez diária média recuou de forma relevante para R$ 685 mil (frente a R$ 1,04 milhão em setembro). O resultado acumulado fechou em R$ 1,18 por cota, levemente pressionado por despesas pontuais de auditoria e consultoria na revisional da Profarma. A vacância física permanece zerada e a alavancagem líquida estável em 19,5%, com obrigações totalizando R$ 355,0 milhões. O cap rate implícito subiu para 11,0%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego de rendimentos mensais segue suportado por 100% de ocupação e um patrimônio líquido de R$ 1,39 bilhão, sem depender de venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A notificação formal do Mercado Livre para expansão do galpão BTS Meli e o terceiro aumento consecutivo no pagamento de dividendos ditaram o ritmo operacional do **HSLG11** em setembro. O aluguel médio do portfólio avançou para R$ 25,90/m² (ante R$ 25,70/m² no mês anterior), refletindo reajustes atrelados ao IPCA (+5,23% em 12 meses) no HSI Log. Castelo e a consolidação da revisional da Profarma. A distribuição subiu para R$ 0,68 por cota, atualizando o piso do guidance semestral (agora entre R$ 0,68 e R$ 0,76). O resultado acumulado atingiu R$ 1,19 por cota, oferecendo margem para o carrego de rendimentos mensais sem depender de venda de ativos no curto prazo. A vacância física permanece zerada, enquanto a alavancagem líquida apresentou leve alta para 19,5%, totalizando R$ 353,1 milhões em obrigações. A liquidez diária saltou 43% frente a agosto, alcançando R$ 1,04 milhão. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o fundo mantém 100% de ocupação, patrimônio líquido estável e um cap rate implícito de 10,9%, com riscos atrelados ao serviço da dívida e despesas pontuais de auditoria.
Relatório de 2025-08-29
A renovação antecipada e revisional com a Profarma, garantindo um salto de 37% no valor do aluguel, ditou o ritmo de crescimento do **HSLG11** neste mês. O fundo registrou um avanço no aluguel médio do portfólio, que passou de R$ 25,30/m² na medição anterior para R$ 25,70/m², impulsionado não apenas pela negociação no HSI Log. Castelo, mas também pelo reajuste via INCC no contrato atípico do BTS Meli, que saltou para R$ 36,10/m². Refletindo essa resiliência na geração de caixa e a manutenção da vacância física zerada, o pagamento de dividendos subiu para R$ 0,67 por cota, inaugurando um novo patamar dentro do guidance atualizado da gestão. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o carrego de rendimentos mensais é suportado por um resultado acumulado que atingiu R$ 1,13 por cota. Do lado dos riscos e passivos, a alavancagem líquida teve um leve incremento para 19,4%, totalizando R$ 349,5 milhões em obrigações, enquanto a linha de despesas operacionais foi pontualmente pressionada por custos de auditoria e consultoria.
Relatório de 2025-07-31
A entrega definitiva do galpão BTS Mercado Livre em Araucária e o reajuste positivo nos aluguéis marcaram a evolução do **HSLG11** neste mês. Com a conclusão de 100% das obras, o fundo passa a refletir o valor integral da locação atípica, destravando valor no patrimônio. No portfólio consolidado, o valor médio de locação avançou de R$ 25,20/m² para R$ 25,30/m², impulsionado pelo repasse do IGPM (+7,01%) no contrato com a Comercial Esperança. Esse cenário de resiliência operacional, com vacância física zerada, permitiu a elevação do pagamento de dividendos para R$ 0,66 por cota, alinhado ao novo piso do guidance estipulado pela gestão. Do lado do passivo, a alavancagem líquida recuou de 20,1% para 19,3%, somando R$ 347,3 milhões em obrigações. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais contam agora com o carrego de um resultado acumulado de R$ 1,05 por cota e a mitigação de risco no principal locatário, após a reestruturação de dívida do Grupo Casas Bahia.
Relatório de 2025-07-29
O fundo **HSLG11** comunicou a conclusão do Termo de Aceitação da Obra e a regularização do imóvel logístico BTS Mercado Livre Araucária ('HSI Log. BTS Meli'), localizado no Paraná. O ativo foi entregue em 25/07/2025 com todas as licenças emitidas, incluindo a Licença de Operação e o Alvará de Funcionamento, dando início ao contrato de locação atípico.
O contrato possui prazo de 10 anos e prevê carência de aluguel por 2 meses, seguida de mais 2 meses com 50% de desconto, com o valor integral passando a impactar o recebimento de dividendos e o caixa a partir de janeiro de 2026. O investimento total estimado pelo **HSLG11** é de R$ 192,8 milhões, com yield on cost projetado de 11,5%.
Relatório de 2025-07-17
Valorização patrimonial dos imóveis do fundo **HSLG11** gera impacto positivo de 7,11% no valor patrimonial por cota.
A administradora e a gestora do **HSLG11** comunicaram que os imóveis para renda acabados do portfólio foram avaliados a valor justo em junho de 2025 pela empresa especializada independente Cushman & Wakefield. A reavaliação resultou em uma valorização de 6,56% sobre os valores contábeis registrados anteriormente para esses ativos, o que gerou um impacto positivo de 7,11% no valor patrimonial total do fundo em comparação ao informado no relatório de maio de 2025. Consequentemente, o valor patrimonial por cota do **HSLG11** passou de R$ 103,12 para R$ 110,44.
Relatório de 2025-06-30
A reta final das obras do BTS Mercado Livre, agora com 95% de execução física, e a reprecificação dos aluguéis da Casas Bahia ditaram a dinâmica do **HSLG11** neste mês. O valor médio de locação do portfólio recuou de aproximadamente R$ 25,50/m² para R$ 25,20/m², refletindo diretamente a readequação contratual com a varejista nos galpões de Contagem e São José dos Pinhais. Apesar dessa pressão na receita imobiliária, o pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 0,65 por cota, sustentado por um resultado acumulado robusto de R$ 0,97 por cota. Do lado do passivo, a alavancagem líquida subiu levemente para 20,1%, totalizando R$ 345,3 milhões em obrigações, o que exige atenção ao custo da dívida em um cenário macroeconômico restritivo. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o fundo mantém sua resiliência com vacância física zerada e projeta um yield on cost de 11,5% para o novo ativo em Araucária, cuja entrega iminente pode destravar valor no patrimônio e reforçar os rendimentos mensais no segundo semestre, período para o qual a gestão estipulou um guidance de R$ 0,65 a R$ 0,76 por cota.
Relatório de 2025-05-30
O avanço físico das obras do BTS Mercado Livre para 78,5% e a liquidação antecipada de juros do CRI atrelado ao projeto ditaram o ritmo do **HSLG11** neste mês. A gestão desembolsou R$ 1,6 milhão (R$ 0,13 por cota) para pré-pagar juros acumulados da série 1 do CRI BTS Meli, manobra que projeta uma economia de R$ 204 mil nos próximos 12 meses. No carrego operacional, os reajustes inflacionários (IPCA de 5,48%) nos contratos do Assaí e Trouw Nutrition elevaram o aluguel médio do portfólio para aproximadamente R$ 25,50/m². O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,65 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,2%, com o guidance mantido no teto de R$ 0,76. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o fundo sustenta vacância física zerada, mas apresenta um leve aumento na alavancagem líquida, que passou de 19,5% para 19,9%, totalizando R$ 316 milhões em obrigações. Além disso, o resultado do mês foi pressionado por despesas de assessoria na renegociação com a Casas Bahia, evidenciando os custos da reestruturação em curso. Não houve venda de ativos no período, mantendo a estabilidade do patrimônio imobiliário.
Relatório de 2025-04-30
A reestruturação contratual com o Grupo Casas Bahia nos galpões de Contagem e São José dos Pinhais redefiniu a dinâmica do **HSLG11** neste mês, visando adequar os valores de locação ao mercado e mitigar a concentração de receitas. Essa movimentação estratégica libera áreas para novos locatários, mas gera um impacto inicial negativo de R$ 0,01 por cota. Paralelamente, o avanço físico das obras do BTS Meli saltou de 43,7% para 61,0%, reforçando a perspectiva de geração de valor futuro para o patrimônio do fundo. No carrego operacional, o fim da carência da locatária OCQ no ativo Dutra e o reajuste inflacionário dos contratos da Ibratec trouxeram alívio imediato ao caixa. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,65 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,4%, com guidance sustentado em até R$ 0,76. Do lado dos riscos, a alavancagem líquida subiu levemente para 19,5%, somando R$ 312,7 milhões em obrigações, mantendo o alerta para os R$ 55 milhões ainda não integralizados na 3ª série do CRI BTS Meli. Não houve venda de ativos no período, e a vacância física permanece zerada, compondo um quadro de dados essenciais para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena no atual patamar macroeconômico.
Relatório de 2025-03-31
O avanço físico das obras do BTS Meli, que saltou para 43,7% de conclusão, e o impacto pontual de despesas de comercialização no ativo HSI Log. Dutra ditaram a dinâmica operacional do **HSLG11** neste mês. A gestão manteve a taxa de ocupação em 100%, sustentando o aluguel médio em R$ 25,2/m². No âmbito da distribuição, o pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,65 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,3% sobre a cota de mercado, com guidance de rendimentos mensais mantido entre R$ 0,65 e R$ 0,76 para o semestre. Do lado dos passivos e riscos, a alavancagem líquida recuou levemente para 19,4%, totalizando R$ 311,1 milhões em CRIs, exigindo atenção ao volume de R$ 55 milhões ainda não integralizado na 3ª série do CRI BTS Meli. Não houve venda de ativos no período, preservando o patrimônio atual. Para investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, é crucial ponderar a estabilidade da receita, indexada em 91,8% ao IPCA, frente às despesas operacionais que pressionaram o resultado caixa e ao cenário de juros projetado pela gestão.