Relatório de 2026-04-30
A recomposição expressiva da reserva acumulada para R$ 0,18 por cota marca a virada estratégica do **PSEC11** em abril de 2026, após o resultado distribuível atingir robustos R$ 0,69 por cota. Esse desempenho foi impulsionado pela aceleração da alocação em crédito estruturado, com o direcionamento de R$ 76 milhões para 7 novas operações de CRIs, elevando a exposição em crédito para 21,4% do ativo total. Paralelamente, a gestão deu continuidade à simplificação do portfólio de FIIs, reduzindo o número de posições de 83 para 79 ativos, sem gerar impactos negativos relevantes no mês. Embora o pagamento de dividendos tenha sido mantido no patamar de R$ 0,55 por cota, a folga financeira gerada pavimenta o caminho para uma potencial elevação dos rendimentos mensais no segundo semestre de 2026, mitigando riscos de volatilidade e consolidando a transição para um portfólio mais previsível e resiliente.
Relatório de 2026-03-31
O anúncio de reajuste temporário nos rendimentos mensais para R$ 0,55 por cota reflete o esgotamento da reserva de lucros e o custo tático da rotação de portfólio do **PSEC11** em março de 2026. A gestão acelerou a venda de ativos não estratégicos, alienando mais de R$ 140 milhões em cotas de FIIs (cerca de 10% do patrimônio líquido), o que reduziu o número de posições para 83. Esse movimento gerou um impacto negativo de R$ 0,05/cota, absorvido parcialmente por receitas extraordinárias, resultando em um impacto líquido de R$ -0,01/cota no mês. Consequentemente, a reserva acumulada despencou de R$ 0,10 para críticos R$ 0,03 por cota, forçando o alinhamento do pagamento de dividendos ao resultado recorrente atual, que orbita a faixa de R$ 0,60/cota. A alocação em crédito estruturado avançou de 14,7% para 16,5% do PL, distribuída agora em 32 operações com taxas médias de carrego majoradas para IPCA + 10,9% e CDI + 3,0%. No mercado secundário, o valuation do fundo sofreu leve retração, negociando a um múltiplo P/VP de 0,83x, com o volume médio diário (ADTV) recuando para R$ 2,7 milhões.
Relatório de 2026-02-28
A redução da reserva acumulada de lucros, que recuou de R$ 0,16 para R$ 0,10 por cota, marcou a dinâmica financeira do **PSEC11** em fevereiro de 2026, embora o pagamento de dividendos tenha sido mantido no patamar de R$ 0,65. O volume médio diário negociado (ADTV) apresentou melhora, subindo de R$ 2,5 milhões para R$ 2,9 milhões, conferindo maior liquidez aos investidores no mercado secundário. A transição tática para crédito estruturado estabilizou-se, com a carteira de CRIs encerrando o mês em 14,7% do patrimônio líquido (R$ 205,1 milhões), distribuída em 31 operações que entregam um carrego médio atrativo de IPCA + 10,5% e CDI + 2,8%. O valuation do fundo permaneceu descontado, negociando a um múltiplo P/VP de 0,84x, reflexo de um valor de mercado de R$ 1,16 bilhão frente a um patrimônio de R$ 1,39 bilhão. No front de riscos intrínsecos, a gestão destacou o monitoramento do CRI Medabil, cujo devedor encontra-se em recuperação judicial, demandando o acionamento de seguro fiança para honrar os rendimentos mensais. A estratégia segue focada na venda de ativos não estratégicos (FIIs listados) para reforçar a previsibilidade da renda recorrente.
Relatório de 2026-01-31
A consolidação da estratégia de transição para crédito estruturado marcou o mês de janeiro no **PSEC11**, com a duplicação da exposição em CRIs, que saltou de 8,0% para 15,5% do portfólio. Esse movimento tático foi financiado pela venda de ativos, especificamente R$ 102 milhões em cotas de fundos imobiliários, reduzindo as posições em FIIs para 92. O patrimônio líquido apresentou leve alta, alcançando R$ 1,40 bilhão, enquanto o múltiplo P/VP recuou marginalmente para 0,84x. A liquidez média diária sofreu uma contração, passando de R$ 2,8 milhões para R$ 2,5 milhões. Apesar da variação na liquidez, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,65 por cota. O grande destaque operacional foi o salto na reserva acumulada, que evoluiu de R$ 0,05 para R$ 0,16 por cota, conferindo maior robustez ao carrego futuro e previsibilidade aos rendimentos mensais. A nova alocação em 11 CRIs diversificou os indexadores, com taxas médias atrativas de IPCA+10,8% e CDI+2,8%, alinhando-se à tese de mitigar a volatilidade inerente aos FIIs listados e buscar maior estabilidade na distribuição.
Relatório de 2025-12-31
A aceleração na reciclagem do portfólio e a compra estratégica do CRI WTC ditaram o ritmo do **PSEC11** no fechamento do ano. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 1,39 bilhão, acompanhado por um salto expressivo na liquidez média diária, que atingiu R$ 2,8 milhões frente aos R$ 1,8 milhão do mês anterior. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,65 por cota, mas conseguiu elevar a reserva acumulada de lucros para R$ 0,05 por cota, conferindo maior resiliência ao carrego. O múltiplo P/VP permaneceu estável em 0,85x. No aspecto tático, a venda de ativos foi intensificada com a alienação de R$ 114,7 milhões em cotas de FIIs, reduzindo o número de posições para 102. Os recursos foram direcionados majoritariamente para a aquisição de R$ 65 milhões no CRI WTC, marcando um movimento claro de transição para aumentar a alocação em crédito estruturado e buscar maior previsibilidade nos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-11-30
A recuperação das cotas no mercado secundário, com avanço de 5,8% após a forte pressão vendedora do mês anterior, marcou o desempenho do **PSEC11** em novembro de 2025, elevando o múltiplo P/VP para 0,85x. O patrimônio líquido apresentou leve alta, atingindo R$ 1,36 bilhão, enquanto a liquidez média diária subiu para R$ 1,8 milhão. Apesar da melhora no valuation, o pagamento de dividendos sofreu um corte para R$ 0,65 por cota. Essa redução reflete o impacto do IPCA negativo de agosto e da baixa inflação subsequente sobre a carteira de fundos de papel, que compõe 34,8% do portfólio. Na frente tática, a gestão acelerou a venda de ativos para racionalizar a carteira herdada, alienando R$ 95,4 milhões em 32 posições e zerando 8 delas, o que auxiliou na recomposição da reserva de lucros, que passou do patamar negativo para R$ 0,01 por cota.
Relatório de 2025-10-31
A consolidação definitiva das carteiras do BPFF11 e HGFF11 impulsionou o patrimônio líquido do **PSEC11** para R$ 1,35 bilhão em outubro de 2025, marcando a estreia oficial do novo ticker na B3. Apesar do salto patrimonial e do aumento da liquidez média diária para R$ 1,5 milhão, o mês foi caracterizado por forte pressão vendedora no mercado secundário, oriunda dos cotistas absorvidos. Essa dinâmica provocou uma retração de 5,1% na cota de mercado, comprimindo o múltiplo P/VP de 0,87x para 0,82x. Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota, a gestão precisou consumir cerca de R$ 0,07 por cota da reserva de lucros, que foi exaurida (passando de R$ 0,12 para um patamar negativo de -R$ 0,01/cota), reflexo direto do descasamento temporário de caixa durante a transferência dos ativos. Com mais de 100 posições herdadas, a estratégia tática agora foca na racionalização do portfólio, com previsão de venda de ativos para concentrar a carteira em 40 a 50 fundos líquidos ao longo dos próximos seis meses.
Relatório de 2025-10-30
O fundo **PSEC11** anunciou a conclusão do leilão de frações de cotas decorrentes da liquidação dos fundos HGFF11 e BPFF11, ocorrido em 28 de outubro de 2025. O leilão das frações apurou o valor aproximado de R$ 59,43 por cota, perfazendo o montante total de R$ 1.117.082,53.
Os cotistas do **PSEC11** elegíveis que tiveram suas frações de cotas liquidadas receberão o pagamento do reembolso proporcional em 06 de novembro de 2025, correspondendo a cinco dias úteis após o encerramento da operação de leilão.
Relatório de 2025-10-27
Leilão de frações de cotas do fundo **PSEC11** decorrentes da liquidação dos fundos HGFF11 e BPFF11 é agendado para 28 de outubro de 2025. O procedimento visa liquidar as posições fracionárias geradas na relação de troca de cotas dos fundos liquidados, que foram convertidas em cotas do **PSEC11** em 15 de outubro de 2025.
Após o leilão, o administrador do **PSEC11** divulgará o valor por cota a ser distribuído e realizará o pagamento do reembolso proporcional aos cotistas que possuíam as frações originais, em data futura a ser definida.
Relatório de 2025-10-17
A administradora BRL Trust e a gestora Pátria anunciaram que o fundo, anteriormente negociado sob o código 'RVBI11', passará a ser negociado com o ticker **PSEC11** e nome de pregão 'FII PSEC PAX' a partir de 24 de outubro de 2025. O fundo também teve sua denominação social alterada para 'Patria Securities Fundo de Investimento Imobiliário - Responsabilidade Limitada'.
A alteração de identificação do fundo tem como objetivo consolidar a carteira sob a marca Patria, sem acarretar qualquer alteração na política de investimentos do fundo ou impacto direto na carteira de ativos.
Relatório de 2025-09-30
A conclusão da 3ª emissão de cotas e a aprovação da mudança de ticker para **PSEC11** marcaram a transição estratégica do fundo em setembro de 2025. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 760,0 milhões, com a cota patrimonial ajustada a R$ 73,96. Em contrapartida, o múltiplo P/VP apresentou recuperação, passando de 0,84x para 0,87x, refletindo um menor desconto no mercado secundário. A liquidez também evoluiu, com o volume médio diário de negociação subindo para R$ 1,1 milhão. Na alocação, a parcela de fundos imobiliários avançou para 94,8%, enquanto a exposição a CRIs recuou para 3,5%. A gestão manteve a estabilidade tática do portfólio, preservando o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota (dividend yield anualizado de 13,1%). Um destaque operacional relevante foi a recomposição da reserva de lucros, que saltou de R$ 0,03 para R$ 0,12 por cota, conferindo maior margem de manobra para os próximos rendimentos mensais. O mercado agora precifica o destravamento de valor com a conversão dos recibos da oferta e a absorção definitiva das carteiras do BPFF11 e HGFF11.
Relatório de 2025-09-04
O fundo **PSEC11** comunicou a formalização do Instrumento Particular de Rerratificação da sua 3ª Emissão de Cotas, alterando os termos relativos ao Direito de Preferência e ajustando o cronograma estimado para a oferta pública. A oferta de distribuição primária visa captar recursos adicionais para o fundo através da emissão de novas cotas no mercado de capitais.
A emissão sob a responsabilidade do **PSEC11** prevê a distribuição de até 13.199.678 novas cotas pelo preço unitário de R$ 74,26, correspondente ao valor patrimonial em 29 de agosto de 2025. O montante inicial total pretendido com a captação é de até R$ 980.208.088,28, desconsiderando a taxa de distribuição primária, com o início do período de exercício de preferência agendado para setembro de 2025.
Relatório de 2025-08-31
A iminente absorção dos ativos do BPFF11 e HGFF11, prevista para a primeira quinzena de outubro, ditou o ritmo de estabilidade tática do **PSEC11** em agosto de 2025. O patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 763,2 milhões, com a cota patrimonial cedendo a R$ 74,27, enquanto o múltiplo P/VP aprofundou o desconto para 0,84x no mercado secundário. A alocação em fundos imobiliários foi ajustada para 91,9% (queda ante os 94,0% do mês anterior), com a parcela de CRIs subindo marginalmente para 5,4%. A gestão optou por não realizar giros na carteira, preservando o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota, o que reflete um dividend yield anualizado de 13,4% sobre a cota de fechamento. A reserva de lucros permaneceu na mínima histórica de R$ 0,03 por cota, evidenciando a pressão contínua do carrego e limitando manobras de curto prazo. A liquidez seguiu restrita, com volume médio diário de negociação estacionado em R$ 0,8 milhão, enquanto o mercado aguarda o destravamento de valor e o aumento da parcela de ativos líquidos do portfólio (projetada para 70%) após a conclusão definitiva da fusão.
Relatório de 2025-07-31
A aprovação final para a consolidação das carteiras do BPFF11 e HGFF11 marcou o mês de julho de 2025, pavimentando o caminho para um ganho de robustez e diversificação no portfólio. No entanto, os indicadores financeiros do **PSEC11** apresentaram nova retração frente ao mês anterior. O patrimônio líquido recuou para R$ 764,1 milhões, com a cota patrimonial cedendo a R$ 74,36. No mercado secundário, o múltiplo P/VP aprofundou o desconto, atingindo 0,85x. A alocação tática teve ajustes marginais, com a parcela em FIIs subindo para 94,0% e a de CRIs recuando para 5,3%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota, o que representa um dividend yield anualizado de 12,8% a mercado. Contudo, os rendimentos mensais continuaram a pressionar o caixa, levando a reserva acumulada a uma nova mínima de R$ 0,03 por cota. A liquidez também foi impactada, com o volume médio diário de negociação (ADTV) encolhendo para R$ 0,8 milhão, refletindo um ambiente mais restrito para a venda de ativos e giro de posições.
Relatório de 2025-06-30
A aprovação da incorporação do BPFF11 e a compressão contínua da reserva de lucros ditaram o ritmo operacional neste mês. O patrimônio líquido do **PSEC11** registrou leve retração, passando de R$ 778,2 milhões para R$ 776,0 milhões, acompanhado por uma desvalorização da cota patrimonial, que recuou de R$ 75,73 para R$ 75,52. No mercado secundário, o múltiplo P/VP cedeu de 0,88x para 0,87x, ampliando o desconto para 13%. A alocação tática sofreu ajustes marginais, com a exposição em FIIs recuando de 94,1% para 93,7%, enquanto a parcela direta em CRIs permaneceu estável em 5,4%, sem movimentações materiais de venda de ativos no período. Apesar da manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,70 por cota (equivalente a um dividend yield anualizado de 12,8% a mercado), os rendimentos mensais consumiram ainda mais o caixa retido. A reserva acumulada despencou de R$ 0,07 para críticos R$ 0,04 por cota, acentuando os riscos de insustentabilidade das distribuições no curto prazo. Paralelamente, a liquidez média diária (ADTV) encolheu de R$ 1,3 milhão para R$ 1,0 milhão, refletindo um ambiente de negociação mais restrito para os cotistas.
Relatório de 2025-06-12
O fundo imobiliário **PSEC11** divulgou fato relevante informando a aprovação de sua 3ª emissão de cotas, com o objetivo de captar o montante inicial de R$ 1.000.007.605,28. A oferta compreende a distribuição primária de até 13.199.678 novas cotas sob o regime de melhores esforços de colocação, com preço unitário de emissão fixado em R$ 75,76 e custo de distribuição primária de R$ 0,01 por nova cota.
Os recursos líquidos captados na emissão pelo **PSEC11** serão aplicados de acordo com sua política de investimentos, sendo direcionados especificamente para viabilizar a consolidação das carteiras do fundo com os ativos provenientes do BPFF11 (FII Brasil Plural Absoluto Fundo de Fundos) e do HGFF11 (CSHG Imobiliário FOF). A oferta é voltada exclusivamente a investidores profissionais, resguardado o direito de preferência para os atuais cotistas.
Relatório de 2025-05-30
A reestruturação tática da carteira, marcada pela troca de posições diretas em CRIs por cotas de fundos e a convocação de assembleias para incorporação de fundos pares, redefiniu o perfil de alocação neste mês. O patrimônio líquido do **PSEC11** apresentou leve retração para R$ 778,2 milhões, com a cota patrimonial ajustando-se para R$ 75,73 e o múltiplo P/VP recuando para 0,88x. A alocação em FIIs saltou expressivamente de 86,2% para 94,1%, enquanto a exposição direta a CRIs foi reduzida de 11,8% para 5,4%, reflexo da venda de ativos e de um giro de R$ 52 milhões que incluiu a integralização de oito CRIs em um veículo focado em crédito high yield. Essa movimentação gerou R$ 300 mil em ganho de capital. O resultado distribuível subiu marginalmente para R$ 0,66 por cota. Para manter o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,70 por cota, a gestão utilizou novamente a reserva de lucros, que agora se encontra comprimida em R$ 0,07 por cota, acendendo um alerta para os riscos de sustentabilidade dos rendimentos mensais no médio prazo. A liquidez diária demonstrou melhora, avançando para R$ 1,3 milhão, enquanto o potencial de ganho de capital não-realizado ajustou-se para 23,4%.
Relatório de 2025-04-30
A expansão da cota patrimonial para R$ 75,80 impulsionou o patrimônio líquido do **PSEC11** a R$ 778,7 milhões no fechamento de abril de 2025, elevando o múltiplo P/VP para 0,90x. Na comparação mensal, a alocação em cotas de fundos imobiliários sofreu leve retração, passando de 87,4% para 86,2%, enquanto a parcela de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) ajustou-se para 11,8%. O resultado distribuível gerado no período recuou para R$ 0,65 por cota, exigindo o consumo parcial da reserva de lucros para sustentar o pagamento de dividendos no patamar estabilizado de R$ 0,70 por cota. Consequentemente, a reserva acumulada retraiu de R$ 0,16 para R$ 0,11 por cota. A gestão mapeia um potencial de ganho de capital não-realizado de 24,0% caso haja convergência entre o valor de mercado e o valor patrimonial dos ativos subjacentes. A liquidez diária permaneceu restrita na faixa de R$ 0,88 milhões, demandando giros táticos pontuais na carteira para otimização do carrego.
Relatório de 2025-03-31
A valorização das cotas patrimoniais impulsionou o patrimônio líquido para R$ 772,7 milhões, elevando o múltiplo P/VP para 0,86x no fechamento de março de 2025. Em comparação ao mês anterior, o valor patrimonial do **PSEC11** avançou de R$ 73,19 para R$ 75,20 por cota, refletindo a marcação a mercado positiva do portfólio de fundos imobiliários, que agora representa 87,4% da alocação total. A gestão manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,70 por cota, gerando um resultado líquido de R$ 0,71 no período, o que permitiu um leve incremento na reserva de lucros acumulada, passando de R$ 0,15 para R$ 0,16 por cota. A parcela investida em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) recuou marginalmente para 12,1%. O ganho de capital não-realizado também apresentou evolução, subindo para R$ 0,41 por cota. Apesar da melhora nos indicadores de valuation e carrego, a liquidez do fundo permanece restrita a cerca de 1% do PL, exigindo giros pontuais na carteira para novas alocações táticas. No monitoramento de riscos intrínsecos, a operação do CRI Medabil segue dependente do seguro fiança para evitar inadimplência, dado o status de recuperação judicial da devedora.