Relatório de 2026-04-30
A locação de um conjunto no HL Faria Lima para a BRI Capital zerou a vacância do portfólio corporativo do fundo, marcando o principal avanço operacional do mês. O **KNHF11** apresentou uma leve retração no resultado gerado, que passou de R$ 1,00 para R$ 0,99 por cota, mas manteve o patamar de pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, consumindo marginalmente a reserva acumulada, agora em R$ 0,87. No mercado secundário, a cotação avançou para R$ 99,94, reduzindo o deságio em relação à cota patrimonial (que subiu para R$ 101,11) de 2,0% para 1,16%. A carteira de fundos imobiliários, diferentemente do mês anterior, performou abaixo do IFIX (1,26% contra 1,53%), com a gestão realizando vendas de ativos no segmento de shoppings e recomprando posições short. A estrutura de passivos manteve-se estável, com as operações compromissadas reversas representando 8,6% do patrimônio líquido e as provisões para aquisições futuras inalteradas em R$ 180,7 milhões, exigindo atenção contínua ao carrego e à liquidez.
Relatório de 2026-03-31
A forte aceleração do IPCA nos meses anteriores impulsionou o resultado gerado do **KNHF11**, que saltou de R$ 0,85 para R$ 1,00 por cota em março de 2026, alinhando-se perfeitamente ao patamar de pagamento de dividendos distribuídos no período. Com essa equalização, o consumo da reserva de lucros foi estancado, apresentando apenas um leve ajuste para R$ 0,88 por cota. No portfólio de tijolo, a dinâmica de locações registrou nova rotatividade no Edifício São Luiz: a empresa A5X, que havia expandido sua área no mês anterior, desocupou o espaço, sendo imediatamente substituída pela Brazil 3 Business. Além disso, a gestão concluiu o desembolso financeiro deste ativo ao quitar a quarta e última parcela, equivalente a 33% do preço de aquisição. Sob a ótica de valuation, a cota patrimonial recuou para R$ 101,02, enquanto no mercado secundário o ativo foi negociado a R$ 98,97, reduzindo o deságio para 2,0%. A estrutura de capital do fundo manteve a exposição em operações compromissadas reversas em 8,5% do patrimônio líquido, e o caixa líquido provisionado para obrigações futuras (Ed. São Luiz e Shopping Uberaba) atingiu R$ 180,7 milhões (9,1% do PL). Na frente de fundos imobiliários, a carteira superou o IFIX e a gestão realizou a venda de ativos táticos nos segmentos de lajes e shoppings, otimizando o carrego geral.
Relatório de 2026-02-28
A contínua pressão de índices inflacionários mais baixos reduziu novamente o resultado gerado do **KNHF11**, que passou de R$ 0,95 para R$ 0,86 por cota em fevereiro de 2026. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,00 por cota, a gestão precisou consumir uma parcela adicional da reserva acumulada, que recuou de R$ 1,03 para R$ 0,90 por cota. No portfólio de tijolo, a dinâmica de locações apresentou rotatividade, com a saída da Esfera 5 e expansão da A5X no Ed. São Luiz, além da troca do escritório SVMFA pela Aporema no HL Faria Lima. Essas movimentações mantiveram a vacância financeira estável em 2,81%. Do ponto de vista de liquidez, o carrego do fundo mostrou evolução: o caixa líquido, já descontadas as provisões a pagar das aquisições do Ed. São Luiz e Shopping Uberaba, subiu para R$ 146,4 milhões (7,3% do patrimônio líquido), frente aos 4,3% do mês anterior. Houve também a quitação da quarta parcela do Ed. São Luiz, equivalente a 17% do preço de aquisição. Sob a ótica de valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 101,36, mas o mercado secundário precificou o ativo em queda a R$ 98,93, o que ampliou o deságio para 2,40%. A exposição em operações compromissadas reversas permaneceu inalterada em 8,4% do PL, e não foram realizadas novas aquisições de crédito estruturado no período.
Relatório de 2026-01-31
A desaceleração do IPCA nos meses anteriores pressionou o resultado gerado do **KNHF11** em janeiro de 2026, que recuou de R$ 1,23 para R$ 0,95 por cota. Para manter o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,00, a gestão utilizou parte da reserva acumulada, que agora se encontra em R$ 1,03 por cota. Apesar do impacto nos rendimentos mensais, o carrego do portfólio apresentou uma expressiva melhora estrutural de liquidez. O déficit de caixa mapeado no fechamento do ano foi revertido: através da venda de ativos tática envolvendo cotas de FIIs (segmentos de CRI, Shoppings, Escritórios, Logística e Híbridos), o caixa líquido, já descontadas as provisões a pagar das aquisições do Ed. São Luiz e Shopping Uberaba, atingiu um superávit de R$ 85,6 milhões (4,3% do patrimônio líquido). Sob a ótica de valuation, o mercado secundário reagiu com a cotação avançando para R$ 99,34, o que comprimiu o deságio frente à cota patrimonial (R$ 101,06) para apenas 1,70%. Diferente do mês anterior, não houve novas aquisições de crédito estruturado, e a exposição em operações compromissadas reversas manteve-se controlada em 8,4% do PL, refletindo o tom conservador adotado para o ciclo atual.
Relatório de 2025-12-31
A forte geração de caixa de R$ 1,23 por cota e a retomada das aquisições de crédito estruturado marcaram o fechamento de ano do **KNHF11**. O resultado gerado superou o patamar de pagamento de dividendos de R$ 1,00, permitindo a recomposição da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,86 para R$ 1,09 por cota. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, subindo para R$ 96,11 e estreitando o deságio frente à cota patrimonial (agora em R$ 100,53) para 4,40%. Diferente do mês anterior, a gestão ativou o carrego da carteira com a alocação de R$ 65,2 milhões em novos CRIs (Brasol, Tenda e FGR), além de realizar a venda de ativos tática em FIIs de recebíveis e logística para reforçar a liquidez. Sob a ótica de passivos, a exposição em operações compromissadas reversas recuou marginalmente para 8,5% do patrimônio líquido, enquanto o déficit de caixa frente às provisões a pagar (Ed. São Luiz e Shopping Uberaba) oscilou para R$ 47,4 milhões negativos (-2,4% do PL), exigindo monitoramento contínuo para o cumprimento das obrigações de curto prazo.
Relatório de 2025-11-30
A manutenção da ocupação integral no HL Faria Lima e a melhora no resultado gerado ditaram o ritmo do **KNHF11** em novembro de 2025. O rendimento mensal apurado subiu de R$ 0,91 para R$ 0,96 por cota, o que aliviou parcialmente a pressão sobre o caixa, embora a gestão tenha continuado a consumir o saldo retido para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,00. Com isso, a reserva acumulada recuou de R$ 0,89 para R$ 0,86 por cota. No valuation, o cenário apresentou direções opostas: a cota patrimonial valorizou-se para R$ 100,18, enquanto a cota no mercado secundário caiu para R$ 93,00, alargando o deságio para 7,17%. Sob a ótica de alocação, o mês foi de estabilidade na carteira de crédito, sem novas aquisições de CRI, e com uma redução marginal de 0,27% nas posições de FIIs de papel. O principal risco intrínseco, atrelado à estrutura de capital, apresentou melhora quantitativa: o déficit de caixa líquido frente às provisões a pagar (Ed. São Luiz e Shopping Uberaba) foi reduzido de R$ 81,0 milhões para R$ 45,4 milhões (-2,3% do PL). Contudo, a manutenção das operações compromissadas reversas em 8,7% do patrimônio exige rigorosa gestão de liquidez para honrar as parcelas subsequentes das aquisições imobiliárias.
Relatório de 2025-10-31
A contínua defasagem do IPCA pressionou os rendimentos mensais do **KNHF11** em outubro, reduzindo o resultado gerado de R$ 0,99 para R$ 0,91 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,00, a gestão consumiu parte do saldo retido, comprimindo a reserva acumulada de R$ 0,98 para R$ 0,89 por cota. No valuation de mercado, o deságio da cota secundária voltou a alargar, passando de 4,90% para 6,79% (fechamento a R$ 93,36), enquanto a cota patrimonial sofreu leve ajuste negativo para R$ 99,70. Sob a ótica de alocação, o mês foi marcado pela ausência de novas compras de CRI e por um giro tático na carteira de fundos imobiliários: houve redução de 0,19% em FIIs de papel e aquisição de 1,52% do PL no FII Riza Viseu, ampliando a exposição ao segmento residencial (Minha Casa Minha Vida). O principal risco intrínseco segue atrelado à estrutura de capital: o caixa líquido frente às provisões a pagar (Ed. São Luiz e Shopping Uberaba) aprofundou seu déficit de R$ 61,2 milhões para R$ 81,0 milhões (-4,1% do PL). Somado à manutenção das operações compromissadas reversas em 8,6% do patrimônio, o cenário exige rigorosa gestão de liquidez, mantendo no radar a potencial venda de ativos para reequilíbrio do passivo.
Relatório de 2025-09-30
A aquisição de seis unidades residenciais no icônico complexo Cidade Matarazzo por R$ 31 milhões e o aporte de R$ 10,8 milhões no novo CRI Tenda Pro-soluto 448 ditaram o ritmo de alocação do **KNHF11** em setembro. O patrimônio do fundo refletiu uma leve alta na cota patrimonial, que passou de R$ 99,64 para R$ 99,74, enquanto o deságio no mercado secundário comprimiu significativamente de 8,08% para 4,90%. Do lado dos rendimentos mensais, o resultado gerado recuou de R$ 1,08 para R$ 0,99 por cota, pressionado pelos índices deflacionários recentes do IPCA que afetam a parcela indexada à inflação. Apesar disso, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, elevando marginalmente a reserva acumulada para R$ 0,98 por cota. Na carteira de FIIs, houve redução de 0,64% em fundos de papel e recompra de posições short em tijolo. Em relação aos riscos e passivos, a alavancagem via operações compromissadas reversas subiu de 7,4% para 8,6% do PL, e o caixa líquido frente às provisões a pagar encerrou negativo em R$ 61,2 milhões, exigindo gestão ativa de liquidez para honrar obrigações futuras, sem descartar o ganho de capital via futura venda de ativos.
Relatório de 2025-08-31
A elevação da cota patrimonial para R$ 99,64 e o incremento da reserva acumulada para R$ 0,97 por cota marcaram a dinâmica do **KNHF11** em agosto de 2025, a despeito do aumento do deságio no mercado secundário para 8,08%. O resultado gerado no mês avançou para R$ 1,08 por cota, viabilizando a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota. Na alocação tática, a exposição em CRIs recuou para 62,2% do patrimônio líquido, sem novos aportes na classe. A carteira de FIIs passou por rebalanceamento com a venda de ativos em logística (0,43% do PL) e FIIs de CRI (0,25%), financiando a compra de um FII Residencial (0,47%). Do lado do passivo, as provisões de valores a pagar subiram para R$ 159,0 milhões (8,1% do PL), referentes às aquisições do Ed. São Luiz e Shopping Uberaba, enquanto a alavancagem via operações compromissadas reversas foi reduzida para 7,4% do PL. A gestão pontua atenção à deflação recente do IPCA, que impacta o carrego da carteira, embora a parcela CDI continue beneficiada pela Selic a 15,00%.
Relatório de 2025-07-31
A compressão da cota patrimonial para R$ 98,96 e a ampliação do deságio no mercado secundário para 7,8% (com a cota negociada a R$ 91,20) ditaram o ritmo do **KNHF11** em julho de 2025. Diferente do mês anterior, o resultado gerado apresentou leve recuperação, passando de R$ 1,06 para R$ 1,07 por cota, o que viabilizou a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota e o incremento da reserva acumulada não distribuída para R$ 0,91 por cota. Na esfera tática, a gestão optou por não realizar novos aportes em CRIs, reduzindo a exposição da classe para 63,0% do patrimônio líquido. Em contrapartida, a carteira de FIIs passou por um rebalanceamento ativo: houve a venda de ativos do segmento logístico (0,31% do PL) como proteção e a aquisição de um FII de lajes corporativas (2,30% do PL). Do lado do passivo, as provisões de valores a pagar saltaram substancialmente para R$ 144,6 milhões, exigindo manobras de liquidez no curto prazo, enquanto a alavancagem via operações compromissadas reversas subiu marginalmente para 8,4% do PL.
Relatório de 2025-06-30
A reavaliação patrimonial positiva e a retomada de aquisições no book de crédito marcaram a dinâmica do **KNHF11** em junho de 2025. O valuation da cota patrimonial avançou de R$ 99,00 para R$ 99,82, impulsionado por um incremento de 1,4% no valor dos ativos imobiliários diretos. No mercado secundário, o deságio recuou para 5,8%, com a cota negociada a R$ 93,98. O resultado gerado no mês sofreu uma contração, caindo de R$ 1,20 para R$ 1,06 por cota, reflexo da deflação/arrefecimento do IPCA nos meses anteriores que impactou a carteira indexada à inflação. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 1,00 por cota, permitindo que a reserva acumulada não distribuída crescesse para R$ 0,87 por cota. Na gestão tática, a alocação em CRIs subiu levemente para 63,6% do PL após o aporte de R$ 25 milhões no CRI Tenda Pro-soluto 448. Simultaneamente, houve venda de ativos no segmento de FIIs de logística (0,34% do PL). Do lado do passivo, as provisões a pagar registraram leve alta para R$ 18,6 milhões, enquanto a alavancagem via operações compromissadas reversas atingiu 8,3% do patrimônio líquido.
Relatório de 2025-05-31
A elevação da geração de caixa para R$ 1,20 por cota impulsionou o novo patamar de rendimentos mensais do **KNHF11**, que alcançou R$ 1,00 por cota em maio de 2025, superando os R$ 0,95 do mês anterior. Este resultado operacional robusto permitiu um salto na reserva acumulada, que passou de R$ 0,62 para R$ 0,82 por cota, conferindo maior previsibilidade para a linearização do pagamento de dividendos. No valuation patrimonial, a cota subiu de R$ 98,55 para R$ 99,00, enquanto o deságio no mercado secundário recuou levemente para 7,8%. A gestão tática da carteira focou no segmento de FIIs, com a venda de ativos logísticos na ordem de R$ 6 milhões e um novo aporte de R$ 30 milhões em um FII de incorporação residencial. A alocação em CRIs recuou marginalmente para 63,5% do PL, sem novas aquisições no período. Do lado dos passivos, o carrego do fundo apresentou nova melhora: as provisões a pagar caíram de R$ 33,1 milhões para R$ 18,4 milhões (0,9% do PL), reduzindo a pressão sobre os instrumentos de liquidez.
Relatório de 2025-04-30
A locação do último andar vago no Edifício São Luiz para a bolsa A5X zerou a vacância física do portfólio de tijolo e marcou a dinâmica operacional de abril. O **KNHF11** apresentou forte evolução na geração de caixa, atingindo R$ 1,10 por cota, o que permitiu a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,95 (ante R$ 0,90 no mês anterior) e o robustecimento da reserva acumulada não distribuída, que saltou de R$ 0,48 para R$ 0,62/cota. Na frente de alocação, a exposição em CRIs avançou para 64,0% do patrimônio líquido após o aporte de R$ 68,8 milhões nas operações GS Souto III e Creditas 154. O carrego do fundo também apresentou melhora sensível no perfil de passivos: com a liquidação da última parcela referente ao Ed. HLFL, as provisões a pagar despencaram de R$ 83,0 milhões para R$ 33,1 milhões (1,7% do PL). No mercado secundário, o valuation reflete um deságio mais estreito de 7,9%, com a cota patrimonial subindo para R$ 98,55. A gestão mantém postura conservadora para novas aquisições de FIIs, priorizando a liquidez e a rentabilidade do crédito estruturado.
Relatório de 2025-03-31
A expansão da carteira de crédito estruturado e o aumento da reserva de lucros ditaram o ritmo operacional do mês. O **KNHF11** elevou sua exposição em CRIs para 61,3% do patrimônio líquido, impulsionado por novos aportes que somaram R$ 54,9 milhões nas operações Buriti e MRV pro-soluto. Em contrapartida, a alocação em cotas de FIIs recuou para 12,2%, refletindo a continuidade da estratégia de venda de ativos no segmento de tijolo, com desinvestimentos de R$ 7,1 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, suportado por uma geração de R$ 0,97 no mês, o que permitiu o robustecimento da reserva acumulada não distribuída para R$ 0,48/cota (ante R$ 0,42 no mês anterior). No mercado secundário, o deságio da cota reduziu de 11,4% para 8,6%, com o valor patrimonial avançando para R$ 97,17. O carrego do fundo ainda contempla obrigações a pagar referentes a aquisições imobiliárias (Ed. São Luiz, HLFL e Shopping Uberaba) na ordem de R$ 83,0 milhões, enquanto as operações compromissadas reversas representam 8,1% do PL.