Relatório de 2026-04-30
A redução tática da posição de caixa para 4,3% do patrimônio líquido viabilizou o aporte de R$ 29,5 milhões em operações de crédito imobiliário já existentes na carteira do **RBRX11** em abril de 2026. Esse movimento elevou a alocação em CRIs para 37,7% do PL, com taxas médias atrativas de IPCA + 11,5% a.a. e CDI + 5,09% a.a. Embora o resultado caixa tenha sido de R$ 0,08 por cota, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota utilizando R$ 0,01 por cota de suas reservas acumuladas, que agora somam R$ 0,07 por cota. No mercado secundário, o desconto patrimonial diminuiu levemente, com o P/VP subindo para 0,89x, enquanto a AGE do PMLL11 para a venda de ativos do RBR Malls segue aberta até o fim de maio, mantendo viva a expectativa de reciclagem de portfólio.
Relatório de 2026-03-31
A convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) pelo PMLL11 para deliberar a aquisição do RBR Malls marca o avanço na estratégia de reciclagem do portfólio do **RBRX11** neste mês de março de 2026. A operação, estruturada via troca de cotas a valor patrimonial, visa converter uma posição ilíquida em cotas negociadas em bolsa, com potencial de adicionar R$ 700 mil mensais (+R$ 0,005/cota) aos rendimentos mensais do fundo. No balanço patrimonial, o caixa avançou de 3,7% para 6,6%, refletindo ajustes táticos, enquanto a alocação em CRIs recuou levemente para a faixa de 36%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,09 por cota, consumindo parte da reserva acumulada, que retraiu de R$ 0,11 para R$ 0,08 por cota. A gestão reforçou a diretriz de reduzir a exposição a ativos de tijolo performado em prol de operações de crédito imobiliário e desenvolvimento, citando a expectativa de resultados extraordinários no segundo semestre com a conclusão do empreendimento Kalea Jardins. O patrimônio líquido manteve-se na casa de R$ 1,44 bilhão, negociando com um desconto no mercado secundário (P/VP de 0,87x), em meio ao monitoramento de novos riscos na carteira de crédito.
Relatório de 2026-03-31
A convocação de assembleia pelo PMLL11 para aquisição do RBR Malls avança na tese de destravamento de valor do **RBRX11**, com potencial de adicionar R$ 700 mil mensais ao carrego da carteira. Na demonstração de resultados, a reserva de lucros recuou de R$ 0,11 para R$ 0,08 por cota, reflexo direto de um resultado caixa gerado de R$ 0,07 frente ao pagamento de dividendos mantido em R$ 0,09. A alocação tática evidenciou uma recomposição de liquidez, com o caixa subindo de 3,7% para 5,7%, enquanto a exposição a CRIs recuou levemente para 36,1%. O valuation aponta estabilidade, com o patrimônio líquido na casa de R$ 1,44 bilhão e negociação com desconto patrimonial (P/VP de 0,87x). A gestão sustenta o guidance de rendimentos mensais no patamar atual para o primeiro semestre, projetando a maturação de teses de desenvolvimento e ganhos de capital para o segundo semestre.
Relatório de 2026-02-27
A transição oficial da gestão para o Patria Investimentos e o reposicionamento estratégico da carteira ditaram o ritmo do **RBRX11** em fevereiro de 2026. A reserva de lucros recuou de R$ 0,162 para R$ 0,11 por cota, impactada diretamente pelo reconhecimento de uma despesa extraordinária de R$ 0,05/cota referente à taxa de performance do semestre anterior paga à antiga gestora. Apesar desse desembolso, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,09 por cota. A alocação tática evidenciou o consumo de liquidez, com o caixa caindo de 8,6% para 3,7%, enquanto a exposição ao segmento de crédito imobiliário (CRIs) avançou para 38,8%. A nova gestão sinalizou a venda de ativos de tijolo performado para focar em operações de maior carrego e desenvolvimento. No valuation, o fundo encerrou o mês com um patrimônio líquido estabilizado em R$ 1,44 bilhão e um P/VP de 0,87x. Destaca-se ainda a potencial incorporação do RBR Malls pelo PMLL11, movimento que visa destravar liquidez e adicionar R$ 700 mil aos rendimentos mensais do portfólio, ajustando a relação risco-retorno da tese de investimentos.
Relatório de 2026-02-03
Conclusão da aquisição da RBR Gestão de Recursos pelo Patria Investimentos altera nome e gestão do fundo **RBRX11**. O administrador do fundo **RBRX11** comunicou ao mercado que a RBR Gestão de Recursos Ltda. passa a ser controlada pelo Patria Investimentos Ltda., com alteração de sua denominação social para Patria Gestão de Recursos Ltda. Em decorrência dessa transação, a carteira e a gestão do fundo serão transferidas para a nova estrutura de gestão.
O fundo **RBRX11** passará a ser denominado 'Patria Plus Multiestratégia Real Estate FII' e, a partir de 09 de fevereiro de 2026, suas cotas serão negociadas sob o novo nome de pregão 'FII RBRX PAX'. O código de negociação **RBRX11** permanecerá inalterado nos sistemas de mercado.
Relatório de 2026-01-30
A transferência integral da gestão para o Patria Investimentos e a forte venda de ativos marcaram o encerramento do ciclo da RBR Asset à frente do **RBRX11**. O mês de janeiro de 2026 evidenciou uma expressiva recomposição da reserva de lucros, que saltou do patamar crítico de R$ 0,002 para R$ 0,162 por cota. Esse movimento foi impulsionado pelo destravamento de resultados acumulados em papéis de crédito e pela liquidação de R$ 79 milhões em FIIs não estratégicos (TEPP11, BPML11 e PQDP11). As receitas totais deram um salto expressivo para R$ 38,26 milhões, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota (dividend yield anualizado de 13,5%). A alocação tática também sofreu ajustes: a exposição ao segmento de crédito imobiliário avançou para 36,9% com a inclusão dos CRIs Pernambuco III, FGR e Windsock, enquanto a parcela de liquidez foi recomposta para 8,6%. No braço de desenvolvimento, a comercialização da unidade 91 do Kalea Jardins e os rendimentos mensais extraordinários do RDLI11 reforçaram o caixa. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 1,44 bilhão, com o desconto patrimonial recuando de 18,3% para 13,6% em meio a um aumento de 431% na liquidez média diária.
Relatório de 2026-01-28
O fundo **RBRX11** divulgou a alienação da Unidade Autônoma nº 091 do empreendimento residencial Kalea Jardins, localizado na cidade de São Paulo/SP, realizada em conjunto com o RBR Crédito Imobiliário Special Opportunities FII. O preço total de venda da unidade é de R$ 13.000.000,00, sendo que o **RBRX11** detém 56,52% de participação direta no ativo, correspondendo ao recebimento do montante proporcional de R$ 7.347.600,00 de forma parcelada.
O fluxo de pagamentos envolve um sinal à vista, oito parcelas mensais corrigidas pelo IPCA, parcela adicional com vencimento estimado em julho de 2026 (admitindo quitação por financiamento bancário) e parcela residual em 2029. O desinvestimento faz parte da estratégia de gestão ativa do portfólio do **RBRX11**, visando a reciclagem de ativos e a realização de ganhos imobiliários.
Relatório de 2025-12-31
A concretização do aporte de R$ 130 milhões nos CRIs XPLOG e a venda de ativos líquidos reconfiguraram o carrego do **RBRX11** no fechamento de 2025. A exposição ao segmento de crédito imobiliário saltou de 27,0% para 35,4%, enquanto a parcela de liquidez foi consumida, recuando de 11,5% para 4,3%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,090 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 13,7%, suportado por receitas totais que avançaram levemente para R$ 14,24 milhões. Contudo, a reserva de lucros sofreu nova compressão, atingindo o patamar crítico de R$ 0,002 por cota, o que reduz a margem de manobra para a estabilização de rendimentos mensais futuros. No front de valuation, o portfólio registrou uma valorização patrimonial de 1,41%, impulsionada pela reavaliação positiva de ativos como o RBR Prime Offices (+17,9%) e o Shopping Eldorado (+8,7%), elevando o patrimônio líquido para a marca de R$ 1,45 bilhão. A tese de desenvolvimento (11,9% da carteira) também destravou valor com a distribuição extraordinária do RDLI11 e a assinatura do compromisso de venda de uma unidade do Kalea Jardins, reforçando a estratégia de reciclagem e ganho de capital.
Relatório de 2025-12-11
A Pátria Investimentos Ltda. celebrou contrato para a aquisição de 100% das quotas da RBR Gestão de Recursos Ltda., atual gestora do fundo **RBRX11**. A transação, realizada em 10 de dezembro de 2025, está sujeita ao cumprimento de condições suspensivas regulamentares para sua efetiva conclusão.
Com o fechamento da operação, a gestão da carteira do **RBRX11** passará a ser conduzida pela equipe de Real Estate do Pátria, sob liderança de Rodrigo Abbud. Essa integração posicionará a operação dentro de uma plataforma com aproximadamente R$ 38 bilhões sob gestão no segmento imobiliário.
Relatório de 2025-11-28
O fundo de investimento imobiliário **RBRX11** comunicou ao mercado que a sua gestora, RBR Gestão de Recursos Ltda., decidiu de forma voluntária reduzir a taxa de gestão do fundo para 0,8% ao ano, calculada sobre o patrimônio líquido.
A redução temporária é válida pelas próximas seis competências, abrangendo os meses de novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril. As demais condições previstas no regulamento do **RBRX11** permanecem inalteradas.
Relatório de 2025-11-28
A explosão nas receitas totais, que saltaram de R$ 3,08 milhões no mês anterior para R$ 13,95 milhões, marcou a consolidação das novas teses de alocação do **RBRX11** em novembro de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota (dividend yield anualizado de 14,7%), sustentado pelo forte carrego de CRIs e FIIs, mas viu sua reserva de lucros encolher ainda mais, atingindo o patamar crítico de R$ 0,003 por cota. Na frente de portfólio, a gestão avançou na redução da posição no TEPP11 para reposicionamento tático e concretizou um aporte de R$ 20 milhões no CRI Embraed Alaia, além de encaminhar a venda de ativos com a negociação de uma unidade do projeto Kalea Jardins para destravar ganho de capital. A exposição ao segmento de crédito imobiliário subiu para 27,0%, enquanto a parcela de liquidez avançou para 11,5%, preparando o terreno para o desembolso iminente de R$ 130 milhões em um novo CRI High Grade logístico. Apesar da projeção de manter os rendimentos mensais estáveis até o fim do ano, a natureza multiestratégia do fundo e a alta alocação em desenvolvimento (11,5%) exigem atenção à previsibilidade dos fluxos futuros e ao valuation da carteira.
Relatório de 2025-10-31
A incorporação integral do portfólio do RBRF11 e as aquisições de participações nos shoppings Pátio Higienópolis e Eldorado redefiniram a estrutura de capital do **RBRX11** em outubro de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,090 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 14,7%, mas observou uma forte retração na sua reserva de lucros, que desabou de R$ 0,023 para apenas R$ 0,005 por cota. As receitas totais também recuaram levemente no período, somando R$ 3,08 milhões. Em contrapartida à dinâmica do mês anterior, a parcela de liquidez subiu para 10,8% do patrimônio líquido, enquanto a exposição ao segmento de crédito imobiliário foi ajustada para 25,9%, refletindo a nova composição consolidada pós-fusão. A gestão destacou a venda de ativos com a liquidação total da posição em HGPO e a realização de novos aportes táticos, incluindo R$ 5 milhões no CRI Pernambuco e a preparação para uma alocação robusta de R$ 140 milhões em um CRI High Grade logístico. Esse movimento reforça a busca por rendimentos mensais recorrentes e otimização do valuation da carteira, embora a natureza multiestratégia exija atenção à previsibilidade dos fluxos futuros.
Relatório de 2025-09-30
O encerramento total da posição em ações da ALOS3 e a forte alocação de R$ 21 milhões em novos CRIs ditaram o ritmo do **RBRX11** em setembro de 2025, preparando o terreno para a iminente liquidação do RBRF11. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,090 por cota, mas o dividend yield anualizado recuou levemente para 14,6%. Em contrapartida, a reserva de lucros apresentou recuperação, subindo de R$ 0,016 para R$ 0,023 por cota, impulsionada por um faturamento total que saltou para R$ 3,16 milhões no mês. A exposição ao segmento de crédito imobiliário deu um salto expressivo, passando de 52,5% para 59,4% do patrimônio líquido, reflexo direto das aquisições dos CRIs Embraed, Alphaville e Baronesa/Jardim Europa. Consequentemente, a parcela de liquidez do fundo foi reduzida de 8,7% para 4,6%. A gestão reforçou o cronograma de unificação dos portfólios, com a entrega das novas cotas prevista para o final de novembro, consolidando a estratégia de reposicionamento tático focado em ganho de capital e carrego estruturado.
Relatório de 2025-08-31
A aprovação em assembleia para a incorporação do RBRF11 e a venda parcial da posição em ALOS3 ditaram a dinâmica do **RBRX11** neste mês, consolidando a transição para um dos maiores hedge funds da indústria. O pagamento de dividendos manteve-se em R$ 0,090 por cota, mas o dividend yield anualizado ajustou-se para 14,8%. A reserva de lucros continuou sua trajetória de consumo, recuando de R$ 0,024 para R$ 0,016 por cota. O faturamento total apresentou recuperação, atingindo R$ 2,73 milhões (ante R$ 2,56 milhões no mês anterior). Na alocação do patrimônio, a exposição em crédito imobiliário subiu para 52,5% (frente aos 48,4% anteriores), impulsionada pelo novo investimento de R$ 5 milhões no CRI FGR III (CDI + 3,3%). A parcela de liquidez teve leve alta para 8,7%. A gestão também destacou a venda de ativos táticos, alienando 45% da posição em ações da ALOS3 para capturar ganhos após uma valorização de 32% no ano, e ressaltou que o evento de governança envolvendo a Virgo Securitizadora não gerou impactos estruturais no carrego da carteira.
Relatório de 2025-07-31
A venda de 62% da posição no fundo HGPO11 e a repactuação do CRI MOS Jardins e Pinheiros ditaram o ritmo da alocação neste mês, enquanto o fundo avança com a votação da AGE para incorporação do RBR Alpha. O pagamento de dividendos do **RBRX11** recuou para R$ 0,090 por cota (dividend yield anualizado de 15,0%), consumindo novamente a reserva de lucros, que passou de R$ 0,036 para R$ 0,024 por cota. O faturamento total do fundo também registrou leve queda, totalizando R$ 2,56 milhões em julho contra R$ 2,62 milhões no mês anterior. Na composição do patrimônio, a parcela de liquidez ajustou-se para 8,5% (ante 8,7%), e a exposição em crédito imobiliário oscilou para 48,4%. A gestão destacou a mudança no indexador do CRI MOS, que migrou de IPCA+ 10,07% para CDI+ 4,95% a.a., visando adequação ao cenário atual e melhora no carrego. O prazo para votação da incorporação do RBRF11 encerra-se em 19 de setembro, movimento que consolidará o fundo como um dos maiores hedge funds listados, impactando diretamente o valuation e a liquidez no mercado secundário.
Relatório de 2025-06-30
A proposta de incorporação do RBRF11 e o desinvestimento milionário no RDLI11 redefinem a dinâmica do portfólio neste mês. O pagamento de dividendos do **RBRX11** subiu de R$ 0,090 para R$ 0,096 por cota (dividend yield anualizado de 15,3%), consumindo parte da reserva de lucros, que recuou de R$ 0,053 para R$ 0,036 por cota. O faturamento total do fundo apresentou queda na comparação mensal, passando de R$ 4,00 milhões em maio para R$ 2,62 milhões em junho, impactado por menores ganhos na rubrica de CRIs. Na frente de alocação, a liquidez caiu de 9,8% para 8,7%, enquanto o crédito subiu levemente para 48,7%, impulsionado pelo novo aporte de R$ 12 milhões no CRI Plano & Plano (IPCA + 9,6% a.a.) no início de julho. O grande destaque estrutural é a convocação de AGE para integralizar os ativos do RBR Alpha, visando criar o 3º maior hedge fund listado, além da venda de ativos do RDLI11 para o XPLG11, que deve gerar uma devolução de capital de aproximadamente R$ 36 milhões ao patrimônio do fundo, destravando valor na tese de desenvolvimento.
Relatório de 2025-05-31
A alocação de R$ 10 milhões no CRI Windsock, atrelado ao setor logístico no aeroporto de Fortaleza, concretiza a sinalização de reforço no carrego da carteira do **RBRX11** e eleva a rentabilidade marginal com uma taxa estimada de IPCA + 11,90% ao ano. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,09 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 14,1%. A reserva de lucros apresentou um incremento substancial, passando de R$ 0,041 para R$ 0,053 por cota, o que confere maior previsibilidade para a distribuição de rendimentos mensais no curto prazo. O patrimônio líquido manteve sua estrutura de alocação com 48,0% em crédito e 9,8% em liquidez, sem movimentações ao longo de maio, deixando as aquisições para o início de junho. O faturamento total do fundo saltou de R$ 2,46 milhões em abril para R$ 4,00 milhões em maio, impulsionado pelo ganho em CRIs. A tese de desenvolvimento (31,4% do PL) segue seu ciclo de maturação (Curva J), demandando atenção aos prazos de entrega e destravamento de valor via venda de ativos.
Relatório de 2025-04-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,09 por cota (dividend yield anualizado de 14,4%) protagoniza os resultados de abril de 2025, refletindo a maturação das teses de investimento da curva J. O **RBRX11** apresentou um leve recuo na sua alocação em crédito, que passou de 49,2% para 48,0% do patrimônio líquido, mantendo uma rentabilidade média robusta de IPCA + 10,5% a.a. A parcela de liquidez permaneceu praticamente estável em 9,8% (ante 9,9% no mês anterior). A gestão sinalizou a intenção de alocar aproximadamente R$ 10 milhões em novos CRIs originados internamente ao longo do semestre, visando reforçar o carrego da carteira. No segmento de desenvolvimento imobiliário, o projeto Kalea Jardins avançou para o 12º pavimento e registrou a retomada nas conversas para a venda de ativos, um passo importante para o destravamento do valuation projetado. A reserva de lucros encerrou o período em R$ 0,041 por cota, conferindo fôlego para a sustentação dos rendimentos mensais no curto prazo, mesmo diante da volatilidade inerente aos ativos que não geram fluxo de caixa recorrente.
Relatório de 2025-03-31
A concretização da venda parcial na SPE Poincaré e o recebimento de dividendos do projeto impulsionaram a reserva de lucros neste mês. O **RBRX11** registrou uma recomposição em seu caixa, com a parcela de liquidez subindo de 6,7% para 9,9% do patrimônio líquido, enquanto a alocação em crédito recuou de 50,6% para 49,2%. A venda de ativos, especificamente 17% da participação na SPE Poincaré, gerou um resultado de R$ 0,01 por cota, que, somado ao primeiro dividendo do projeto (R$ 0,02 por cota), totalizou um impacto positivo de aproximadamente R$ 900 mil. Esse movimento permitiu que a reserva de lucros avançasse de R$ 0,024 para R$ 0,032 por cota, reforçando a capacidade de pagamento de dividendos no curto prazo. A gestão manteve a distribuição de rendimentos mensais em R$ 0,08 por cota, o que representa um dividend yield anualizado de 12,9% sobre a cota de fechamento. A estratégia de giro do portfólio segue como pilar para destravar o valuation projetado e sustentar o carrego, mitigando a volatilidade inerente aos investimentos de desenvolvimento que não possuem fluxo de caixa mensal.