Relatório de 2026-05-18
O fundo imobiliário **RBVA11** concluiu a aquisição direta de 100% do imóvel Flagship Portobello Gabriel pelo valor total de R$ 81 milhões, apresentando um cap rate estabilizado de 8% ao ano. A transação envolve a compra física de ativo de varejo de rua de alto padrão, sem projeção de alteração no pagamento de dividendos indicada no documento.
Com a conclusão da operação, o **RBVA11** passa a deter a totalidade do imóvel localizado na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo. O empreendimento está locado sob modalidade de contrato atípico Built to Suit (BTS) para a Portobello, com prazo de vigência de 20 anos e reajuste anual pelo IPCA.
Relatório de 2026-05-04
O fundo **RBVA11** anunciou a aquisição de três novos ativos imobiliários pelo valor total de R$ 111.618.708,89, composto pelos imóveis Estácio (RJ), PBKids (SP) e Pátio Maria Antônia (SP). A transação foi estruturada por meio de pagamento em dinheiro, assunção de dívida de CRI e compensação de créditos decorrentes da 6ª emissão de cotas do fundo, resultando em um cap rate estimado consolidado de 11,0% ao ano.
Com as aquisições, o portfólio do **RBVA11** passa a contar com 14 setores de atuação diferentes, marcando a entrada do fundo no segmento de Food Hall através do ativo Pátio Maria Antônia. A gestão estima que a receita de aluguel decorrente destas aquisições gerará um impacto positivo recorrente mensal de aproximadamente R$ 0,002 por cota, mantendo a projeção de rendimentos para o semestre.
Relatório de 2026-04-30
A venda do imóvel Senador Queiróz (SP) por R$ 10,5 milhões marcou a 32ª alienação do portfólio do **RBVA11**, gerando um lucro contábil de R$ 3,6 milhões (R$ 0,02/cota) e uma TIR de 15,4% ao ano. Apesar da injeção de capital e da assinatura de uma nova locação no ativo Liberdade, a vacância física do fundo registrou leve alta, passando de 8,5% em março para 8,7% em abril de 2026. O resultado líquido mensal recuou de R$ 0,10 para R$ 0,084 por cota, mas a gestão manteve o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota, sustentando o dividend yield anualizado em 10,9%. No mercado secundário, a liquidez apresentou retração expressiva, com o volume médio diário negociado caindo de R$ 1,96 milhão para R$ 1,69 milhão. Paralelamente, o fundo formalizou o distrato do imóvel Italianos com a Caixa Econômica Federal, evento que acionará o pagamento de multa rescisória, mas exigirá novos esforços de reposicionamento para proteger o carrego e o valuation da carteira. A 6ª emissão de cotas segue em andamento com a expansão do lote adicional, visando novas alocações.
Relatório de 2026-04-13
O fundo **RBVA11** assinou Escritura Pública de Compra e Venda para a alienação do imóvel Senador Queiroz, localizado em São Paulo/SP. A venda de ativos foi acordada pelo valor de R$ 10,5 milhões, o que gerou um lucro líquido de R$ 3,6 milhões (aproximadamente R$ 0,02 por cota) para a carteira. O pagamento de dividendos projetado por meio do guidance de distribuição do fundo para o semestre corrente permanece inalterado em R$ 0,09 por cota ao mês.
A operação gerou uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 15,4% ao ano. Com este desinvestimento, o **RBVA11** reduz a sua exposição total ao setor bancário para 21% do ativo investido. O pagamento do saldo remanescente será realizado de forma parcelada, garantido por alienação fiduciária do próprio imóvel.
Relatório de 2026-03-31
A inauguração do ativo Portobello e a venda de ativos estratégicos ditaram o ritmo operacional do **RBVA11** em março de 2026, compensando a pressão sobre a vacância física, que saltou de 6,9% para 8,5% após a devolução de imóveis. O lucro líquido mensal avançou de R$ 0,071 para R$ 0,10 por cota, impulsionado pelo ganho de capital de R$ 3,86 milhões na alienação do imóvel Anchieta (SP) para a Caixa Econômica Federal, gerando uma TIR de 18,3% ao ano. Apesar do incremento no resultado, a gestão manteve o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota, sustentando o dividend yield anualizado em 10,9%. No mercado secundário, o volume médio diário negociado apresentou leve retração, passando de R$ 2,01 milhões para R$ 1,96 milhão. Do lado da ocupação, o fundo firmou um novo contrato de 10 anos com o Grupo Panvel em Curitiba, mas enfrentou a entrega definitiva das chaves pelo Santander em Santos e a formalização do distrato do imóvel Mutinga pela Caixa, eventos que exigirão esforços de reposicionamento para proteger o carrego e o valuation da carteira.
Relatório de 2026-03-20
O fundo **RBVA11** comunicou ao mercado a retificação e ratificação da sua 6ª emissão de cotas, alterando as condições iniciais da distribuição pública. As principais modificações referem-se ao aumento do limite do lote adicional para 87,5% do montante inicial, à inclusão de novos imóveis de prioridade 1 e 2 no pipeline de aquisição de ativos e ao ajuste do cronograma oficial para adequação aos prazos regulamentares.
A alteração na destinação de recursos e nas condições gerais abre, nos termos da regulamentação vigente, o direito de desistência aos investidores que já haviam manifestado sua intenção de investimento no **RBVA11**. O período para manifestar a desistência ocorrerá entre 23 e 27 de março de 2026, com o encerramento da oferta previsto para 3 de julho de 2026.
Relatório de 2026-03-17
O fundo **RBVA11** anunciou a assinatura da Escritura Pública de Compra e Venda para a venda de ativos referente ao imóvel Via Anchieta, em São Paulo/SP, pelo valor total de R$ 7,3 milhões pago à vista. A transação gerou um lucro de R$ 3,86 milhões (aproximadamente R$ 0,025 por cota) com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 18,3% ao ano ao longo do período de 13 anos de manutenção do ativo.
A venda do imóvel, que estava locado para a Caixa, gerou R$ 3,2 milhões em liquidez imediata para o caixa do **RBVA11**, já deduzida a comissão de corretagem. O guidance para o pagamento de dividendos de R$ 0,09 por cota ao mês foi mantido inalterado pela administração do fundo para o semestre corrente.
Relatório de 2026-02-28
A venda estratégica do imóvel em São Gonçalo (RJ) e a notificação de desocupação pelo Santander ditaram a dinâmica operacional do **RBVA11** em fevereiro de 2026. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, o que elevou marginalmente o dividend yield anualizado para 10,9%, mesmo com a retração do lucro líquido mensal, que passou de R$ 0,135 para R$ 0,071 por cota. A vacância física permaneceu inalterada na marca de 6,9%. No mercado secundário, o volume médio diário negociado recuou de R$ 2,37 milhões para R$ 2,01 milhões. A gestão concluiu a alienação do ativo fluminense por R$ 7,0 milhões, gerando uma TIR de 10,65% a.a., e segue com a 6ª emissão de cotas em andamento para a aquisição de um novo portfólio. Adicionalmente, o fundo monitora de perto a reestruturação do GPA (8% da receita) e iniciou esforços de comercialização para o imóvel Mateo Bei, após aviso prévio de saída do locatário bancário, focando na preservação do carrego e do valuation da carteira.
Relatório de 2026-02-20
O fundo **RBVA11** concluiu a venda do imóvel localizado em São Gonçalo, Rio de Janeiro, pelo valor total de R$ 7,0 milhões. A transação envolveu um ativo locado ao banco Santander e faz parte da estratégia de desinvestimento na região, resultando na saída definitiva do fundo desse município.
Relatório de 2026-01-31
A assinatura de compromisso para aquisição de dois novos imóveis e o recebimento de receitas extraordinárias ditaram o ritmo do **RBVA11** em janeiro de 2026. O lucro líquido recuou para R$ 0,135 por cota, refletindo a normalização após os fortes ganhos de capital do mês anterior, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 10,8%. A base de investidores rompeu a marca de 91 mil cotistas, acompanhada por um salto no volume médio diário negociado, que passou de R$ 1,94 milhão para R$ 2,37 milhões. No front operacional, a vacância física permaneceu estável em 6,9%. A gestão avançou na alocação dos recursos da 6ª emissão ao celebrar um CCV de R$ 86,4 milhões para ativos locados à Estácio (RJ) e PBKids (SP), com cap rate médio de 12,3% a.a., superior às estimativas iniciais da oferta. Adicionalmente, o portfólio registrou valorização de 3,56% na reavaliação anual, reforçando o carrego patrimonial e o valuation do fundo no mercado imobiliário.
Relatório de 2026-01-21
O fundo imobiliário **RBVA11** anunciou a assinatura de Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda e Cessão de Direitos de Fiduciante para a potencial aquisição de dois imóveis comerciais localizados no Rio de Janeiro/RJ e em São Paulo/SP, pelo valor global de R$ 86.382.402,89. Os ativos apresentam cap rate médio de 12,3% ao ano e estão locados sob regime de contratos de locação atípicos para a Estácio e a PBKids, respectivamente.
A quitação financeira desta compra de ativos será dividida em uma parcela em dinheiro de R$ 4,3 milhões, na assunção de aproximadamente R$ 40 milhões em saldo devedor de CRI e em pagamento residual em novas cotas do **RBVA11** ao valor patrimonial de R$ 10,58 cada. A conclusão da operação depende do cumprimento de condições precedentes, enquanto o guidance de pagamento de dividendos para o primeiro semestre foi mantido pela gestão em R$ 0,09 por cota.
Relatório de 2026-01-06
O fundo **RBVA11** comunicou ao mercado o início da sua 6ª emissão de novas cotas, visando a captação de recursos por meio de uma oferta pública de distribuição primária sob o rito de registro automático. O montante inicial planejado para a captação é de até R$ 80.000.003,46, considerando o preço de emissão de R$ 10,58 por cota, montante este que pode ser elevado em caso de distribuição de lote adicional de até 50%.
Os recursos líquidos captados na oferta serão destinados pelo administrador do **RBVA11** para a aquisição de novos ativos imobiliários, alinhando-se à política de investimento do fundo. Há um pipeline indicativo composto por ativos localizados em São Paulo e Rio de Janeiro com taxas de retorno (Cap Rate) estimadas entre 9,0% e 12,5%. O direito de preferência será assegurado aos investidores detentores de cotas do fundo no fechamento do dia 9 de janeiro de 2026.
Relatório de 2025-12-31
O anúncio da 6ª emissão de cotas e o salto no lucro contábil para R$ 0,158 por cota redefiniram o fechamento de dezembro de 2025 para o **RBVA11**. Impulsionado por R$ 10,6 milhões em ganhos de capital com a venda de imóveis, o resultado líquido dobrou em relação ao mês anterior, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 10,4% nas métricas de valuation atuais. A vacância física registrou leve oscilação de alta, passando de 6,7% para 6,9%, embora a gestão tenha celebrado uma nova locação de 10 anos na Avenida Paulista, marcando a ocupação de uma antiga agência bancária. O volume médio diário negociado recuou marginalmente para R$ 1,94 milhão, enquanto a base de investidores manteve trajetória ascendente, alcançando 89.939 cotistas. O passivo de aquisições e CRIs a pagar recuou para R$ 191,5 milhões, representando uma alavancagem controlada de 11,53% do patrimônio líquido. A nova oferta pública visa captar aproximadamente R$ 80 milhões para a aquisição de três ativos, incluindo a entrada inédita no segmento de food hall, com um cap rate projetado de 11,8%, superior à taxa implícita do portfólio.
Relatório de 2025-12-08
O fundo **RBVA11** anunciou a assinatura de um Distrato Parcial de Compromisso Compra e Venda com a Caixa Econômica Federal referente a 3 imóveis, motivado pela impossibilidade de regularização documental. O acordo prevê a devolução das propriedades e o ressarcimento de R$ 31,7 milhões ao fundo (corrigidos pelo IGP-M), gerando um lucro de capital de R$ 17.676.097,22, o equivalente a R$ 0,113 por cota.
Este desinvestimento representa uma movimentação de venda de ativos que impacta positivamente o caixa do **RBVA11**, com o recebimento do montante dividido em duas parcelas (R$ 19,0 milhões já pagos e R$ 12,7 milhões programados para janeiro de 2026). O lucro auferido integrará as projeções de pagamento de dividendos extraordinários para o segundo semestre de 2025, além de reduzir a exposição do portfólio ao setor bancário para menos de 24% do ativo total.
Relatório de 2025-11-30
O distrato de três agências bancárias com a Caixa Econômica Federal redefiniu a dinâmica operacional do **RBVA11** em novembro de 2025, gerando um lucro extraordinário de R$ 17,7 milhões e consolidando a redução da exposição ao setor bancário para 24% do ativo investido. Em contrapartida aos ganhos de capital, a vacância física do portfólio registrou um aumento, passando de 6,4% no mês anterior para 6,7%. O resultado financeiro sofreu um impacto negativo de R$ 1,7 milhão devido à atualização monetária da última parcela de aquisição dos imóveis Pernambucanas, o que pressionou o resultado mensal por cota de R$ 0,084 para R$ 0,077. Apesar dessa retração no lucro contábil, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,09 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 11,0% nas métricas de valuation atuais. No mercado secundário, o volume médio diário negociado apresentou recuperação, subindo de R$ 1,8 milhão para R$ 2,0 milhões, acompanhado pela expansão contínua da base de cotistas, que atingiu 88.817 investidores. Adicionalmente, as obras do ativo atípico BTS Portobello avançaram de 97,9% para 99,5% de conclusão, aproximando-se da fase de entrega. A liquidez de caixa encerrou o período em R$ 14,0 milhões, enquanto o passivo de aquisições a pagar foi reduzido para cerca de R$ 195 milhões.
Relatório de 2025-10-31
A venda de quatro imóveis e a celebração de duas novas locações reconfiguraram a exposição do **RBVA11** em outubro de 2025, reduzindo a dependência do setor bancário para menos de 25% do ativo investido. O fundo apurou um lucro de R$ 6,7 milhões com a venda de ativos, impulsionando o resultado mensal para R$ 0,084 por cota, frente aos R$ 0,082 do mês anterior. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 11,1% nas métricas de valuation atuais. A vacância física recuou de 6,7% para 6,4%, beneficiada pela entrada de novos inquilinos nos edifícios Monsenhor Celso e Olivetti. No front operacional, as obras do BTS Portobello saltaram de 73,6% para 97,9% de conclusão. Apesar do avanço nos fundamentos imobiliários, o volume médio diário negociado no mercado secundário sofreu uma retração, caindo de R$ 2,9 milhões para R$ 1,8 milhão, enquanto a base de cotistas continuou em expansão, alcançando 87.514 investidores. O caixa do fundo suportou o pagamento de R$ 26,8 milhões referente à segunda parcela da aquisição do portfólio Pernambucanas, restando um saldo de R$ 37,0 milhões, montante que a gestão aponta como suficiente para honrar as obrigações de alavancagem até o final de 2026.
Relatório de 2025-10-22
O fundo de investimento imobiliário **RBVA11** anunciou a alienação da totalidade de sua participação de 75 cotas no Shopping Iguatemi Faria Lima pelo valor total de R$ 6,0 milhões. A venda do ativo foi realizada com um preço equivalente a R$ 98.184,00/m², gerando um ganho de capital de R$ 1.344.804,32, o que equivale a R$ 0,009 por cota e representa uma transação realizada 28,9% acima do custo de aquisição do imóvel.
O pagamento foi estruturado em 4 parcelas semestrais de R$ 1.500.000,00 cada, sendo que a primeira parcela já foi recebida pelo fundo. O lucro auferido na transação passará a integrar os recursos destinados ao pagamento de dividendos extraordinários do **RBVA11**, enquadrando-se no guidance de distribuição de R$ 0,09 por cota ao mês projetado para o semestre corrente.
Relatório de 2025-10-21
**RBVA11** realiza venda de ativo em São Gonçalo por R$ 8,1 milhões e reduz exposição ao setor bancário.
O fundo de investimento imobiliário **RBVA11** assinou Escritura Pública de Compra e Venda para a alienação do imóvel São Gonçalo Centro/RJ, locado ao banco Santander, pelo montante total de R$ 8,1 milhões. A transação foi estruturada com o recebimento de 50% do valor à vista (R$ 4,05 milhões, já liquidados) e o saldo remanescente em parcela única a ser paga em até 14 meses, corrigida pelo IPCA e garantida por alienação fiduciária do próprio imóvel. A operação gerou lucro líquido de R$ 35.447,46 e adiciona R$ 7,9 milhões em liquidez ao caixa do fundo.
A venda de ativos resultou em um ganho de capital imediato de R$ 0,0002 por cota, que passa a integrar os resultados para o pagamento de dividendos extraordinários do **RBVA11**, preservando o guidance de distribuição de R$ 0,09 por cota ao mês projetado para o semestre corrente. Adicionalmente, o desinvestimento reduz a exposição do portfólio do **RBVA11** ao setor financeiro de 25,1% para 24,9% do ativo investido, em conformidade com a estratégia de reciclagem e diversificação da carteira imobiliária.
Relatório de 2025-10-08
O fundo imobiliário **RBVA11** anunciou a conclusão da venda dos imóveis Barra Funda, em São Paulo/SP, e Nilo Peçanha, em São Gonçalo/RJ, ambos locados à Caixa Econômica Federal, pelo valor total de R$ 13,5 milhões. A transação foi realizada em linha com o laudo patrimonial e gerou um ganho de capital líquido de R$ 5,328.241,74, equivalente a R$ 0,034 por cota.
O desinvestimento reduz a exposição do portfólio do **RBVA11** ao segmento bancário, que passa a representar menos de 26% do ativo total do fundo. Os recursos da venda serão recebidos de forma parcelada, sendo 47% à vista, 26% em 30 dias e os 27% restantes em 12 parcelas mensais corrigidas pelo IPCA.
Relatório de 2025-09-30
A alienação de dois imóveis locados à Caixa Econômica Federal destravou um lucro de R$ 5,3 milhões e marcou a dinâmica do **RBVA11** em setembro de 2025. O volume médio diário negociado saltou de R$ 1,5 milhão para R$ 2,9 milhões, acompanhado por um expressivo aumento na base de investidores, que passou de 77.476 para 85.777 cotistas. O resultado gerado no mês avançou para R$ 0,082 por cota (ante R$ 0,065 em agosto), suportando a manutenção do pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota. Com essa distribuição, o dividend yield anualizado ajustou-se para 11,7%, refletindo a precificação atual do portfólio no mercado secundário e as métricas de valuation. A vacância física permaneceu estável em 6,7%, mesmo com a formalização do distrato de duas agências da CEF, cujo impacto financeiro negativo de R$ 0,001 por cota está previsto apenas para março de 2026 devido ao cumprimento de aviso prévio e multas. Do lado operacional, as obras do BTS Portobello atingiram 73,6% de conclusão, um leve avanço em relação ao mês anterior. A alavancagem do fundo encerrou o período em 10,85% do patrimônio líquido, com a gestão indicando que a liquidez de R$ 7,7 milhões gerada pelas vendas recentes poderá ser direcionada para amortização de dívidas ou novas operações de carrego.
Relatório de 2025-08-31
A inauguração da Ultra Academia no imóvel Berrini e o avanço nas negociações para venda de cinco ativos, com destravamento de lucro potencial de R$ 19,9 milhões, ditaram a dinâmica do **RBVA11** em agosto de 2025. Comparado ao mês anterior, a vacância física recuou de 6,9% para 6,7%, refletindo o esforço comercial da gestão, que projeta fechar mais três contratos de locação até o fim do ano. No mercado secundário, a liquidez sofreu uma retração expressiva, com o volume médio diário caindo de R$ 2,3 milhões para R$ 1,5 milhão, embora a base de investidores tenha continuado em expansão, alcançando 77.476 cotistas. O resultado gerado no período recuou para R$ 0,065 por cota (ante R$ 0,081 em julho), exigindo o uso de reservas para manter o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota. Esse patamar de rendimentos mensais consolida um dividend yield anualizado de 12,4%, métrica essencial para investidores que avaliam o valuation e o carrego do portfólio. Do lado financeiro, o caixa encerrou o mês em R$ 38,1 milhões, montante suficiente para cobrir a última parcela da aquisição das lojas Pernambucanas e as obrigações da alavancagem, que subiu levemente para 10,83% do patrimônio líquido. Operacionalmente, as obras do BTS Portobello avançaram para 73,35% de execução, mantendo a previsão de entrega para o final de setembro.
Relatório de 2025-08-08
**RBVA11** anuncia a alienação de ativo imobiliário em São Paulo por R$ 5,5 milhões e reduz sua exposição ao setor financeiro. O fundo de investimento imobiliário **RBVA11** assinou a Escritura Pública para a venda do imóvel São Matheus, atualmente locado para a Caixa Econômica Federal. O pagamento da venda de ativos será realizado em cinco parcelas, sendo a primeira de R$ 1,5 milhão já recebida na assinatura e as quatro parcelas remanescentes de R$ 1,0 milhão pagas mensalmente. A transação gerou um lucro de R$ 572.117,24, correspondente a R$ 0,004 por cota, montante que comporá os ganhos extraordinários para fins de pagamento de dividendos, mantendo o guidance projetado de R$ 0,09 por cota ao mês.
Relatório de 2025-07-31
A venda estratégica do imóvel São Matheus por R$ 5,5 milhões e a reciclagem de posições no FII CPSH11 ditaram o ritmo do **RBVA11** em julho de 2025, com foco no reforço de caixa para honrar compromissos de R$ 25 milhões atrelados à aquisição de lojas Pernambucanas em outubro. No mercado secundário, a liquidez reagiu positivamente, com o volume médio diário saltando de R$ 1,6 milhão para R$ 2,3 milhões, enquanto a base de cotistas rompeu a marca de 75 mil investidores. A vacância física estabilizou em 6,9%, interrompendo a alta do mês anterior. O resultado gerado no período recuou para R$ 0,081 por cota, contudo, a gestão utilizou reservas para manter o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota. Esse patamar de rendimentos mensais consolida um dividend yield anualizado de 12,8%, métrica acompanhada de perto por quem avalia o valuation e o carrego do portfólio. Do lado operacional, as obras do BTS Portobello atingiram 64,4% de execução, mas a entrega foi postergada para o final de setembro devido a ajustes de acabamento solicitados pela locatária. No balanço patrimonial, a alavancagem apresentou leve recuo, passando a representar 10,28% do patrimônio líquido.
Relatório de 2025-06-30
A rescisão de contratos com o Santander e a Caixa Econômica Federal elevou a vacância física do **RBVA11** para 6,9% em junho de 2025, marcando uma piora frente aos 5,0% do mês anterior. Apesar do impacto operacional, o fundo garantiu uma indenização de R$ 4 milhões pelas devoluções do banco privado, o que ajudou a compor o resultado de R$ 0,098 por cota no período. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 12,7%, métrica atrativa para investidores focados em carrego e valuation. A base de cotistas continuou em expansão, atingindo 74.125 investidores, embora a liquidez no mercado secundário tenha recuado, com o volume médio diário de negociação caindo para R$ 1,6 milhão. No balanço patrimonial, a alavancagem apresentou leve alta, passando a representar 10,78% do patrimônio líquido, com obrigações atreladas ao IPCA. Para o segundo semestre, o guidance projeta a manutenção dos rendimentos mensais no mesmo patamar, apoiado pela correção inflacionária dos aluguéis e pela futura entrega do BTS Portobello, cujas obras superaram o cronograma previsto.
Relatório de 2025-05-31
O aporte adicional de R$ 1,1 milhão nas obras do BTS Portobello e o reconhecimento contábil da venda de ativos impulsionaram o resultado do **RBVA11** para R$ 0,127 por cota neste mês, superando o patamar recorrente anterior. A gestão optou por manter o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota, retendo o excedente gerado pela alienação do imóvel Santa Cecília para compor reservas. No aspecto operacional, a vacância física apresentou um leve incremento, passando de 4,8% na medição anterior para 5,0%, enquanto a alavancagem do portfólio recuou de 10,48% para 10,28% do patrimônio líquido. O desdobramento de cotas na proporção de 1:10, efetivado em 9 de maio, já reflete seus efeitos na base de investidores, que saltou da marca de 70 mil para 73.051 cotistas, com o volume médio diário de negociação atingindo R$ 1,98 milhão. Para os investidores focados no valuation e carrego, o dividend yield anualizado alcançou 12,5%, suportado pela reciclagem do portfólio e pela nova dinâmica de receitas, agora liderada pelo setor educacional.
Relatório de 2025-05-13
**RBVA11** conclui a venda de ativo imobiliário e reduz exposição ao setor bancário com ganho de capital. O fundo de investimento imobiliário **RBVA11** assinou a Escritura Pública de Compra e Venda para a alienação do imóvel Santa Cecília, localizado em São Paulo e locado para a Caixa Econômica Federal, pelo valor à vista de R$ 9.400.000,00. A transação gerou um lucro de R$ 4.931.172,66, equivalente a R$ 0,03 por cota, que passará a compor a distribuição de dividendos do fundo no semestre corrente.
Relatório de 2025-05-05
O fundo de investimento imobiliário **RBVA11** anunciou o desdobramento de suas cotas na proporção de 1:10, conforme aprovado na Consulta Formal nº 01/2024. Com essa medida, a quantidade de cotas de emissão do fundo aumentará de 15.614.305 para 156.143.050 cotas.
A data de corte estabelecida para o desdobramento é o encerramento do pregão de 08 de maio de 2025. A partir de 09 de maio de 2025, as cotas do **RBVA11** serão negociadas ex-desdobramento, e o crédito correspondente ocorrerá na abertura do mercado do dia 13 de maio de 2025.
Relatório de 2025-04-30
A venda do imóvel Santa Cecília e a efetivação do desdobramento de cotas reconfiguraram o perfil do **RBVA11** neste mês. Diferente do cenário anterior, a alienação do ativo locado para a Caixa Econômica por R$ 9,4 milhões gerou um lucro de R$ 0,03 por cota (TIR de 17,75% a.a.) e provocou uma virada histórica: pela primeira vez, o principal inquilino do portfólio passa a ser um operador não bancário (Cogna, com 24,7% da receita). No front operacional, as obras do BTS Portobello (Gabriel Monteiro) aceleraram significativamente, saltando de 22,3% para 31,0% de execução, superando o cronograma sem a necessidade de novos aportes de caixa em abril. A vacância física manteve-se inalterada em 4,8%, enquanto a alavancagem recuou levemente para 10,48% do patrimônio líquido. Para os investidores que analisam o valuation e o carrego do ativo, a gestão confirmou o pagamento de dividendos linearizado em R$ 0,09 por cota (já na base pós-desdobramento de 1:10), suportado pela venda de ativos, visto que o resultado recorrente projetado para o semestre estacionou em R$ 0,08. O marco de 70 mil cotistas reflete a busca por maior liquidez no mercado secundário após a readequação da base de cotas.
Relatório de 2025-03-31
A aprovação do desdobramento de cotas na proporção de 1:10 e o avanço físico das obras do BTS Portobello ditaram a dinâmica operacional do **RBVA11** neste mês. Programado para a segunda quinzena de abril, o desdobramento visa aumentar a liquidez do ativo no mercado secundário, acompanhado pelo leilão de frações de cotas remanescentes da incorporação do RBED11. No front imobiliário, as obras do imóvel Gabriel Monteiro atingiram 22,3% de execução, superando o cronograma previsto, com aporte de R$ 1 milhão realizado em março. A vacância física permaneceu estável em 4,8%, e a alavancagem foi mantida em 10,74% do patrimônio líquido. Contudo, o portfólio exige atenção quanto à desmobilização de agências do Santander em Fortaleza e Santos, que já motivaram visitas de novos interessados. Financeiramente, o resultado gerado no mês subiu levemente para R$ 0,81 por cota, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90, suportado pela estratégia de linearização e venda de ativos, com a gestão reafirmando o guidance de R$ 0,80 de resultado recorrente para o primeiro semestre.