Relatório de 2026-04-23
A forte recuperação na geração de caixa marcou o mês, impulsionada por um resultado líquido de R$ 1,13 por cota, revertendo a pressão sobre as reservas observada no período anterior. Com esse desempenho, o **MCCI11** conseguiu não apenas manter o pagamento de dividendos no topo do guidance (R$ 1,00 por cota), mas também recompor seu saldo de reservas acumuladas para R$ 0,22 por cota. Diferente da inércia do mês passado, a gestão realizou um novo investimento de R$ 33,8 milhões, destacando-se a aquisição do CRI LUX (CDI + 3,00%). No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 93,83, enquanto o valor patrimonial ajustou-se para R$ 95,14, resultando em um P/VP de 0,99. A taxa média de aquisição subiu levemente para IPCA + 8,5%, com a marcação a mercado avançando para IPCA + 9,3% devido à abertura das NTN-Bs. Para investidores avaliando se o fundo vale a pena, a manutenção da adimplência em 100% da carteira de crédito e a recomposição do caixa oferecem maior previsibilidade para os rendimentos mensais no curto prazo, mitigando riscos imediatos de corte na distribuição.
Relatório de 2026-03-27
A compressão do resultado líquido para R$ 0,75 por cota exigiu um consumo mais acentuado das reservas acumuladas para sustentar o patamar de distribuição no topo do guidance. Diferente do mês anterior, que contou com alocações pontuais, o **MCCI11** não realizou novas movimentações na carteira neste período. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, o que demandou a utilização de parte do caixa retido, reduzindo o saldo de reservas para R$ 0,09 por cota. No mercado secundário, a cotação avançou para R$ 95,90, alinhando-se ao valor patrimonial de R$ 95,70 e ajustando a relação P/VP para 1,00. A rentabilidade dos ativos segue ancorada em uma taxa média de aquisição de IPCA + 8,4%, com marcação a mercado estável em IPCA + 9,0%. Investidores avaliando se o fundo vale a pena devem monitorar a capacidade de geração de caixa nos próximos meses, dado o esgotamento iminente do saldo de reservas, fator crítico para a manutenção dos rendimentos mensais projetados. A carteira de crédito permanece saudável, mitigando riscos de calote no curto prazo.
Relatório de 2026-02-27
A alocação de R$ 33,8 milhões no CRI JALGP a uma taxa de IPCA + 10,90% marcou a movimentação do portfólio neste mês, enquanto o resultado líquido recuou para R$ 0,88 por cota após o pico de receitas extraordinárias do período anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos no topo do guidance (R$ 1,00 por cota), o **MCCI11** utilizou R$ 0,12 de suas reservas acumuladas, que agora totalizam R$ 0,34 por cota. No mercado secundário, o valor da cota a mercado avançou para R$ 94,50, comprimindo o desconto patrimonial e elevando a relação P/VP para 0,99, dado que o valor patrimonial também subiu para R$ 95,67. A taxa média de aquisição da carteira teve leve incremento para IPCA + 8,4%, enquanto a marcação a mercado recuou marginalmente para IPCA + 9,0%. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem monitorar o carrego das novas operações e o consumo do saldo de reservas, fatores essenciais para a manutenção dos rendimentos mensais projetados até junho de 2026. A carteira segue sem inadimplência, mitigando riscos de crédito no curto prazo.
Relatório de 2026-01-27
A forte reciclagem da carteira impulsionou os resultados do **MCCI11** neste mês, com o recebimento antecipado dos CRIs Vista Faria Lima e Varejo Essencial gerando R$ 6,3 milhões em receitas extraordinárias. O resultado líquido saltou de R$ 1,02 para R$ 1,18 por cota, permitindo o aumento das reservas acumuladas para R$ 0,46 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, no topo do guidance estipulado para o primeiro semestre de 2026. No mercado secundário, o valor da cota a mercado avançou para R$ 91,54, reduzindo o desconto patrimonial (P/VP de 0,96), enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 95,04. A gestão realizou três novos investimentos que somam R$ 228,3 milhões (CRIs SKR Maestro Cardim, River South e Emergent Cold), realocando capital oriundo da venda de ativos que rendia IPCA + 6,8% para novas operações a IPCA + 9,8%. Com isso, a taxa média de aquisição do portfólio subiu para IPCA + 8,3%, enquanto a marcação a mercado avançou para IPCA + 9,1%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar a capacidade do fundo em manter a originação de crédito com prêmios elevados sem comprometer a qualidade das garantias, fator essencial para a sustentabilidade dos rendimentos mensais e mitigação de riscos de crédito.
Relatório de 2025-12-22
A quitação antecipada do CRI WT Morumbi e a nova alocação no CRI BR Properties mudaram a dinâmica da carteira do **MCCI11** neste mês. O resultado líquido gerado saltou para R$ 1,02 por cota, superando o patamar anterior e permitindo o incremento do saldo de reservas acumuladas para R$ 0,28 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, alinhado ao guidance que projeta a manutenção deste valor para o primeiro semestre de 2026. No mercado secundário, o valor da cota a mercado recuou para R$ 87,75, aprofundando o desconto patrimonial (P/VP de 0,94), enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 93,32. A gestão realizou um novo investimento de R$ 27,8 milhões no CRI BR Properties (CDI + 2,00%), e o fundo recebeu a liquidação antecipada de sua maior posição, equivalente a 13% do patrimônio líquido, o que gerou um prêmio de pré-pagamento de R$ 0,15 por cota. A taxa média de aquisição subiu levemente para IPCA + 7,7%, com a marcação a mercado recuando para IPCA + 8,8%. Investidores que buscam avaliar se o ativo vale a pena devem monitorar a velocidade de realocação do caixa gerado pela venda de ativos e quitações, fator crucial para a sustentabilidade dos rendimentos mensais no médio prazo e mitigação de riscos de carrego.
Relatório de 2025-11-27
A recuperação do resultado líquido gerado para R$ 0,90 por cota aliviou a pressão sobre o caixa, mas o desconto no mercado secundário voltou a ampliar o múltiplo P/VP do **MCCI11** para 0,95. O valor da cota a mercado recuou para R$ 88,89, enquanto o valor patrimonial apresentou leve alta, atingindo R$ 93,31. Sem novas alocações ou venda de ativos no período, a gestão focou na manutenção da adimplência de 100% da carteira de crédito. O pagamento de dividendos foi mantido no topo do guidance (R$ 1,00 por cota), exigindo um consumo menor de lucros retidos (R$ 0,10 por cota contra R$ 0,17 no mês anterior). Consequentemente, o saldo de reservas acumuladas caiu para R$ 0,26 por cota. A taxa média de aquisição permaneceu estável em IPCA + 7,6%, com a marcação a mercado travada em IPCA + 9,0%. Investidores que buscam avaliar se o ativo vale a pena devem observar a sustentabilidade dos rendimentos mensais frente ao esgotamento gradual das reservas, embora o guidance garanta previsibilidade até o final do ano e mitigue riscos de curto prazo.
Relatório de 2025-10-22
A compressão do desconto no mercado secundário elevou o múltiplo P/VP do **MCCI11** para 0,98, impulsionado pela alta da cota a mercado para R$ 90,89, contrastando com o leve recuo do valor patrimonial para R$ 93,16. No âmbito operacional, a ausência de novas alocações ou movimentações relevantes marcou o período, refletindo-se em uma queda no resultado líquido gerado, que passou de R$ 0,96 para R$ 0,83 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no topo do guidance (R$ 1,00 por cota), a gestão elevou o consumo de reservas para R$ 0,17 por cota, reduzindo o saldo acumulado de lucros retidos para R$ 0,36 por cota. A carteira de crédito manteve 100% de adimplência, com a taxa média de aquisição estabilizada em IPCA + 7,6%, enquanto a marcação a mercado na cota patrimonial sofreu leve abertura para IPCA + 9,0%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena encontram um cenário de previsibilidade nos rendimentos mensais garantido pelo guidance até dezembro de 2025, suportado pelas reservas remanescentes.
Relatório de 2025-09-24
O resgate antecipado do CRI Sam's Club marcou a principal movimentação do portfólio, gerando um prêmio de R$ 0,3 milhão e encerrando a operação com retorno de 14,4% a.a. O resultado líquido avançou para R$ 0,96 por cota (ante R$ 0,94 no mês anterior), permitindo a manutenção do pagamento de dividendos no topo do guidance (R$ 1,00 por cota). O consumo de reservas caiu para R$ 0,04 por cota, deixando o saldo acumulado em R$ 0,53. No mercado secundário, a cotação do **MCCI11** subiu para R$ 86,64, enquanto o valor patrimonial ajustado alcançou R$ 93,36, elevando o múltiplo P/VP para 0,93. A taxa média de aquisição recuou levemente para IPCA + 7,6%, e a marcação a mercado na cota patrimonial cedeu para IPCA + 8,9%. A carteira mantém 100% de adimplência, sem novos riscos de crédito imediatos, oferecendo previsibilidade nos rendimentos mensais para investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual patamar de preço.
Relatório de 2025-08-29
O salto no resultado líquido para R$ 0,94 por cota permitiu atingir o topo do guidance de rendimentos mensais estipulado pela gestão. O **MCCI11** distribuiu R$ 1,00 por cota referente a julho de 2025, consumindo apenas R$ 0,06 de suas reservas acumuladas, que agora repousam em R$ 0,57 por cota. Este movimento contrasta positivamente com o mês anterior, onde o consumo de reservas havia sido substancialmente maior (R$ 0,27) apenas para manter o patamar inferior da banda. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 89,30 para R$ 85,20, o que, aliado à leve queda do valor patrimonial para R$ 91,55, ajustou o múltiplo P/VP para 0,91. A carteira de crédito segue sem novas alocações ou venda de ativos e mantém 100% de adimplência, mitigando riscos de crédito imediatos. A taxa média de aquisição oscilou levemente para IPCA + 7,7%, enquanto a marcação a mercado na cota patrimonial subiu para IPCA + 9,1%, refletindo a abertura das taxas das NTN-Bs. Estes dados de valuation e carrego fornecem a base técnica para investidores que analisam se o ativo vale a pena nas atuais condições de preço e buscam previsibilidade no pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-07-29
A elevação do guidance de rendimentos mensais para a banda de R$ 0,90 a R$ 1,00 por cota no segundo semestre de 2025 marca o principal movimento do **MCCI11** neste ciclo, impulsionada pela tendência de alta nos indicadores de inflação e pelo saldo retido nos meses anteriores. Em contraste com o mês anterior, que foi beneficiado pela venda de ativos e expressivo ganho de capital, o resultado líquido atual recuou drasticamente para R$ 0,63 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,90, a gestão precisou consumir R$ 0,27 por cota de suas reservas, que agora totalizam R$ 0,63 por cota. No mercado secundário, a cotação apresentou valorização, saltando de R$ 85,49 para R$ 89,30, o que ajustou o múltiplo P/VP para 0,95, enquanto o valor patrimonial teve leve acréscimo para R$ 92,84. A carteira permanece sem novas alocações no período e mantém 100% de adimplência, com uma taxa média de aquisição de IPCA + 7,6% e marcação a mercado de IPCA + 8,7%. Esses dados de valuation e carrego fornecem a base técnica para investidores que analisam se o ativo vale a pena nas atuais condições de preço.
Relatório de 2025-06-25
A venda definitiva de um CRI alocado taticamente impulsionou fortemente a geração de caixa do **MCCI11**, elevando o resultado líquido de R$ 0,94 para R$ 1,34 por cota e gerando um ganho de capital de R$ 3,9 milhões. Com esse salto, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,90 por cota e praticamente dobrou suas reservas acumuladas, que passaram de R$ 0,46 para R$ 0,89 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais futuros. No mercado secundário, a cota a mercado apresentou leve avanço para R$ 85,49, enquanto o valor patrimonial recuou marginalmente para R$ 92,52, ajustando a relação preço sobre valor patrimonial (P/VP) para 0,91. A gestão também realizou a aquisição do CRI BRF no montante de R$ 48,1 milhões a uma taxa de IPCA + 8,25%, contribuindo para o carrego da carteira. A taxa média de aquisição do portfólio alcançou IPCA + 7,6%, marcada a mercado em IPCA + 8,8%. A carteira de crédito segue com 100% de adimplência, oferecendo dados concretos de valuation e carrego para investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual nível de preço.
Relatório de 2025-05-21
A forte recuperação na geração de caixa marcou o mês, impulsionando o resultado líquido e reforçando as reservas do fundo. O resultado apurado saltou de R$ 0,73 para R$ 0,94 por cota, permitindo que o **MCCI11** mantivesse o pagamento de dividendos no teto do guidance (R$ 0,90) e ainda elevasse suas reservas acumuladas de R$ 0,41 para R$ 0,46 por cota. No mercado secundário, a cota a mercado avançou para R$ 85,00, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 92,66, ajustando o múltiplo P/VP para 0,90. A taxa média de aquisição marcada na curva recuou de IPCA + 9,1% para IPCA + 8,8% a.a., refletindo a dinâmica de precificação das NTN-Bs. A carteira de crédito permanece blindada com 100% de adimplência, fornecendo previsibilidade para os investidores que buscam avaliar se o ativo vale a pena no atual cenário de distribuição de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-24
O recebimento de multa por pré-pagamento dos CRIs "Grupo CB" e a realocação de capital em taxas superiores impulsionaram a revisão do guidance de rendimentos mensais do **MCCI11** para o primeiro semestre de 2025. A gestão elevou a projeção em R$ 0,05 por cota, fixando a nova banda entre R$ 0,80 e R$ 0,90. Apesar da geração de resultado líquido ter recuado para R$ 0,73 por cota no mês (frente aos R$ 0,81 apurados no período anterior), o pagamento de dividendos foi mantido no teto de R$ 0,90. Esse movimento consumiu parte do lucro retido, que agora registra R$ 0,41 por cota em reservas acumuladas, indicando um risco de médio prazo caso a geração não convirja para o patamar distribuído. No mercado secundário, o desconto do ativo foi reduzido, com o indicador preço sobre valor patrimonial (P/VP) avançando de 0,88 para 0,91, refletindo uma cota a mercado de R$ 83,54 contra um valor patrimonial de R$ 92,21. A carteira de crédito segue blindada com 100% de adimplência e a taxa média de aquisição marcada na curva permanece em IPCA + 9,1% a.a., fornecendo dados essenciais para investidores que buscam avaliar se o ativo vale a pena no atual cenário macroeconômico.