Relatório de 2026-04-30
A entrada de receitas não recorrentes e uma leve melhora operacional ditaram o ritmo do **PVBI11** em abril de 2026. O recebimento da multa rescisória da Julius Baer (R$ 0,08/cota) impulsionou o resultado distribuível para R$ 0,47 por cota, permitindo ao fundo recompor seu colchão financeiro e elevar a reserva acumulada para R$ 0,23/cota, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40/cota. No campo imobiliário, a vacância física recuou sutilmente para 18,5% com a movimentação de locatários (saída da Fidessa e entrada da Mombak), mas a projeção de vacância para julho de 2026 piorou para 24,9% devido à futura saída do Banco ABC. O patrimônio líquido manteve-se robusto em R$ 2,9 bilhões, com o valuation no mercado secundário mostrando leve recuperação, elevando o P/VP para 0,71x, livre de alavancagem financeira.
Relatório de 2026-03-31
A concretização da desocupação no edifício Vera Cruz e a readequação dos rendimentos mensais ditaram o ritmo do **PVBI11** neste mês. A vacância física do fundo saltou de 16,5% para 18,7%, reflexo direto da saída da Julius Baer, cujo espaço foi apenas parcialmente (50%) absorvido pela entrada da ServiceNow. No front comercial, a gestão mitigou parte do impacto futuro ao assinar novas locações no ativo VOC com a Aguassanta e a CSL, o que ajudou a revisar a projeção de vacância para 24,1% em julho de 2026 (frente aos 25,5% estimados no mês anterior), período em que se concretizará a saída do Banco ABC do ativo CJ. O resultado financeiro recuou para R$ 0,37 por cota, sem o auxílio de multas rescisórias, consumindo parte da reserva acumulada, que agora repousa em R$ 0,16/cota. Confirmando o guidance prévio, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,40 por cota. No mercado secundário, a percepção de valor do patrimônio continuou pressionada, levando o múltiplo P/VP a uma nova mínima de 0,70x, embora a estrutura de capital permaneça defensiva, com carrego isento de alavancagem.
Relatório de 2026-02-27
A notificação de devolução parcial pelo UBS no ativo FL4440 e a confirmação da saída do Banco ABC no CJ agravaram a projeção de vacância do **PVBI11**, que deve atingir 25,5% em julho de 2026. No curtíssimo prazo, a vacância física recuou de 17,3% para 16,5% impulsionada pelas entradas de Paralaxe, Veritas, Zagros e Lakeshore no Union FL, além da nova locação para a Mombak no VOC. O resultado mensal saltou para R$ 0,47 por cota, beneficiado pelo recebimento não recorrente da multa rescisória da Cascione (R$ 0,02/cota), permitindo uma leve recomposição da reserva acumulada para R$ 0,19/cota. Apesar da manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,45 por cota neste mês, a gestão oficializou a expectativa de redução dos rendimentos mensais para o patamar de R$ 0,40 por cota até o final do semestre, refletindo os riscos no fluxo de caixa gerados pelas desocupações iminentes. No mercado secundário, o valuation do fundo sofreu nova contração, impactando a percepção de valor do patrimônio, com o múltiplo P/VP caindo de 0,77x para 0,73x. A estrutura de capital segue defensiva, mantendo o carrego isento de alavancagem financeira.
Relatório de 2026-01-31
A notificação de rescisão antecipada pelo Banco ABC no ativo CJ transformou o panorama operacional do **PVBI11** neste início de 2026, projetando um salto na vacância física para 24,1% até julho. No curtíssimo prazo, a vacância atual marcou 17,3%, contida pela entrada de novos locatários como ServiceNow (1.800 m² no Vera Cruz) e a consolidação de ocupações no Union FL. Contudo, o impacto financeiro de taxas de comercialização não recorrentes comprimiu o resultado mensal para R$ 0,40 por cota, frente aos R$ 0,43 do mês anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,45, a gestão consumiu mais lucros retidos, desidratando a reserva acumulada de R$ 0,22 para R$ 0,17 por cota. Esse esgotamento, somado à futura saída do Banco ABC, levou a gestão a sinalizar uma provável revisão para baixo nos rendimentos mensais ao longo do primeiro semestre. No mercado secundário, o valuation do portfólio apresentou leve alta, com o múltiplo P/VP passando de 0,76x para 0,77x, enquanto a estrutura de capital permanece defensiva, com carrego isento de alavancagem.
Relatório de 2025-12-31
Quatro novas locações no ativo Union FL reconfiguraram a dinâmica de ocupação do **PVBI11** neste encerramento de 2025, reduzindo a projeção de vacância futura para 18,8% em fevereiro de 2026, uma melhora frente aos 19,8% estimados no mês anterior. A absorção de 1.557 m² por inquilinos como Sten Capital, Paralaxe, Veritas e Zagros demonstra tração comercial, embora o ativo ainda concentre ociosidade relevante. No âmbito financeiro, o resultado gerado recuou para R$ 0,43 por cota, exigindo o consumo de lucros retidos para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,45 por cota. Consequentemente, a reserva acumulada encolheu de R$ 0,24 para R$ 0,22 por cota. No mercado secundário, o valuation do fundo manteve a trajetória de recuperação, com o múltiplo P/VP avançando de 0,74x para 0,76x, impulsionado pela percepção de fim do ciclo de aperto monetário e resiliência dos fundamentos imobiliários. O portfólio segue com carrego isento de alavancagem, mitigando riscos de despesas financeiras em um cenário de Selic a 15% ao ano.
Relatório de 2025-11-28
A assinatura de novos contratos de locação reverteu parcialmente a trajetória de alta projetada para a ociosidade do **PVBI11**, reduzindo a estimativa de vacância futura para 19,8% em abril de 2026. O mês de novembro de 2025 consolidou a entrada da Timbro Trading no edifício Vera Cruz e trouxe o anúncio de ocupações pela ServiceNow e Volken Capital, mitigando as saídas programadas da Cascione e Julius Baer. No âmbito financeiro, o resultado gerado recuou marginalmente para R$ 0,45 por cota, alinhando-se exatamente ao patamar de pagamento de dividendos distribuídos, o que manteve a reserva acumulada estagnada em R$ 0,24/cota. O valuation do fundo no mercado secundário apresentou recuperação frente ao mês anterior, com o indicador P/VP avançando de 0,68x para 0,74x, refletindo uma percepção de risco atenuada pelos recentes movimentos comerciais. A gestão também assegurou a renovação antecipada com a CBMM até 2030, garantindo reajuste positivo no aluguel e reforçando a estabilidade do portfólio, que segue sem alavancagem.
Relatório de 2025-10-31
A ausência de receitas não recorrentes reduziu o resultado gerado pelo **PVBI11** em outubro de 2025, enquanto o mercado precifica as cotas com um desconto ampliado frente ao valor patrimonial. O fundo apurou um lucro de R$ 0,46 por cota (queda ante os R$ 0,49 do mês anterior), reflexo da normalização das receitas após o fim do impacto da multa rescisória do ativo FL 4440. Apesar da retração no carrego, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,45 por cota, permitindo um leve incremento na reserva acumulada, que passou para R$ 0,24/cota. No âmbito operacional, a vacância física permaneceu inalterada em 16,5%. Contudo, a gestão confirmou a entrada da Timbro Trading no edifício Vera Cruz, mitigando parcialmente a desocupação da Serena. O valuation do portfólio sofreu compressão no mercado secundário, com o indicador P/VP recuando de 0,72x para 0,68x, refletindo a cautela dos investidores quanto aos riscos intrínsecos de novas desocupações programadas para o final de 2025 e início de 2026, que podem elevar a ociosidade para 22,2%.
Relatório de 2025-09-30
O recebimento de parcela não recorrente e a leve redução da vacância física marcaram a estabilidade operacional do **PVBI11** em setembro de 2025, embora o horizonte de curto prazo exija atenção para novas desocupações. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,45 por cota, sustentado por um resultado de R$ 0,49/cota. Esse montante foi positivamente impactado em R$ 0,04/cota pelo saldo remanescente da multa rescisória do imóvel FL 4440. Com a retenção parcial, a reserva de lucros avançou de R$ 0,19 para R$ 0,23 por cota, reforçando o caixa para os próximos meses. No portfólio, a entrada da NF Advocacia no edifício The One reduziu a ociosidade de 16,8% para 16,5%. Contudo, o valuation reflete um P/VP de 0,72x, e a gestão já mapeia um risco intrínseco relevante: a saída programada da Julius Baer do Vera Cruz e do locatário Cascione do FL 4440, o que pode elevar a vacância para 22,2% no início de 2026, caso os espaços não sejam locados previamente.
Relatório de 2025-08-31
O corte nos rendimentos mensais de R$ 0,50 para R$ 0,45 por cota marcou a postura conservadora do **PVBI11** em agosto de 2025, visando a recomposição de sua reserva de lucros. Diferente do mês anterior, onde a gestão consumiu caixa para manter o patamar de distribuição, o resultado distribuível de R$ 0,53/cota superou o valor pago, elevando a reserva acumulada de R$ 0,12 para R$ 0,19 por cota. Esse incremento financeiro foi impulsionado pelo recebimento de R$ 0,08/cota referente à multa rescisória no imóvel FL 4440. No aspecto operacional, a vacância física apresentou expressiva melhora, recuando de 19,6% para 16,8%, refletindo a efetivação das locações da Infra Capital e BW, além de novos acordos com a NF Advocacia no The One e Timbro Trading no Vera Cruz. No valuation, o indicador P/VP registrou leve avanço para 0,71x, com o valor de mercado do portfólio alcançando R$ 2,1 bilhões. Apesar da melhora no carrego atual, o fundo segue monitorando o risco de desocupações futuras já formalizadas, que podem pressionar a ociosidade no início do próximo ano.
Relatório de 2025-07-31
A redução da vacância física para 19,6% e a expansão de locatários marcaram a dinâmica operacional do **PVBI11** em julho de 2025, contrastando com a compressão contínua de seus múltiplos na bolsa. O fundo registrou uma melhora na ociosidade frente aos 20,9% do mês anterior, impulsionada pela locação para a Infra Capital no edifício Union e a expansão da BW no FL 4440. Apesar do avanço comercial, o resultado gerado recuou de R$ 0,47 para R$ 0,45 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,50 por cota, a gestão consumiu novamente a reserva de lucros, que desceu de R$ 0,16 para R$ 0,12 por cota. No valuation, o valor de mercado do portfólio sofreu nova desidratação, levando o indicador P/VP de 0,71x para 0,69x. O cenário prospectivo exige atenção aos riscos intrínsecos de desocupação, com saídas já formalizadas que podem elevar a vacância para 22,2% no início de 2026, exigindo agilidade na reposição de inquilinos para proteger o carrego do fundo.
Relatório de 2025-06-30
A concretização da saída do locatário CCB no ativo FL 4440 elevou a vacância física do **PVBI11** para 20,9% em junho, marcando uma transição severa no portfólio frente aos 13,4% registrados no mês anterior. Para mitigar o impacto na ociosidade, a gestão firmou novas locações no edifício Union (Ensen, Agibank, Infra e Perfin) e garantiu a Timbro Trading no Vera Cruz, que ocupará o espaço deixado pela Serena Energia. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,50 por cota, exigindo o consumo da reserva de lucros, que recuou de R$ 0,19 para R$ 0,16 por cota, dado o resultado gerado de R$ 0,47 no período. O valuation do veículo sofreu ajustes mistos: enquanto a reavaliação anual dos imóveis impulsionou o patrimônio líquido em 2,75%, o valor de mercado recuou para R$ 2,1 bilhões, comprimindo o indicador P/VP de 0,76x para 0,71x.
Relatório de 2025-05-31
A assinatura de três novos andares no edifício Union e a expansão da Desk Manager no ativo VOC ditaram o ritmo comercial do **PVBI11** em maio de 2025, contrapondo-se às desocupações já mapeadas no portfólio. O fundo manteve a vacância física estagnada em 13,4%, mas a gestão atuou ativamente para mitigar a saída iminente do China Construction Bank (FL 4440) e da Serena Energia (Vera Cruz). No Vera Cruz, as bases comerciais com um novo locatário já foram fechadas, absorvendo o espaço antes mesmo da desocupação efetiva. A projeção de ociosidade para setembro foi levemente ajustada para 22,4%. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,50 por cota, suportado por um resultado distribuível de R$ 13,57 milhões. A reserva de lucros não distribuídos foi preservada em R$ 0,19 por cota, reforçando a estratégia de estabilização dos rendimentos mensais até o final do ano. O valuation do veículo sofreu um leve ajuste, com o indicador P/VP recuando de 0,77x para 0,76x, refletindo um valor de mercado de R$ 2,2 bilhões frente a um patrimônio líquido que avançou para R$ 2,9 bilhões.
Relatório de 2025-04-30
A entrada do locatário Desk no ativo VOC marcou o mês de abril para o **PVBI11**, comprimindo a vacância física imediata de 13,8% para 13,4%. Apesar dessa melhora pontual na ocupação, o carrego do portfólio enfrenta o desafio das desocupações já mapeadas do China Construction Bank (maio) e Serena Energia (setembro), que devem elevar a ociosidade para a casa dos 23% até o final de 2025, o maior patamar histórico do veículo. No aspecto financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,50 por cota, suportado por um resultado distribuível de R$ 13,7 milhões no mês. A gestão preservou a reserva acumulada em R$ 0,19 por cota, uma estratégia de retenção de lucros não distribuídos para estabilizar os rendimentos mensais futuros frente à volatilidade esperada nas receitas de locação. O valuation do fundo apresentou leve reprecificação positiva, com o indicador P/VP passando de 0,75x para 0,77x, refletindo um valor de mercado de R$ 2,2 bilhões ante um patrimônio líquido robusto de R$ 2,8 bilhões.
Relatório de 2025-04-04
O fundo **PVBI11** comunica a rescisão antecipada de contrato de locação com o China Construction Bank no Ativo FL 4.440, com recebimento de indenização negociada de R$ 4,38 milhões. A desocupação está prevista para ocorrer em maio de 2025, após o cumprimento do aviso prévio de 30 dias.
A administradora e a gestora do **PVBI11** informaram que, embora o contrato de locação original não previsse multa rescisória, a negociação resultou no pagamento de indenização correspondente a R$ 0,16 por cota do fundo, além da devolução das lajes comerciais contendo o mobiliário e o layout atualmente utilizados. O valor mensal de locação das áreas desocupadas representa cerca de R$ 0,06 por cota do fundo.
Relatório de 2025-03-31
A notificação de rescisão antecipada de dois locatários relevantes alterou a dinâmica operacional do **PVBI11** neste mês, contrapondo a recente melhora nos indicadores de ocupação. Embora a vacância física tenha recuado de 15,4% para 13,8% em fevereiro com a entrada efetiva da Brasilleum e H Egidio, as saídas programadas do China Construction Bank (maio/2025) e da Serena Energia (setembro/2025) projetam uma elevação expressiva da desocupação, que deve atingir 23,0% no médio prazo. No aspecto financeiro, o carrego do portfólio permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,50 por cota. O ganho de capital oriundo da venda de ativos (lajes do VOC) não foi repassado imediatamente; a gestão optou por reter o montante, elevando a reserva acumulada para R$ 0,19 por cota, o que servirá como amortecedor para a estabilização dos rendimentos mensais futuros. O valuation do fundo apresentou leve ajuste, negociando a um P/B de 0,75x, suportado por um patrimônio sem alavancagem e pelo recebimento iminente de R$ 4,4 milhões em multas rescisórias que mitigarão o impacto inicial das devoluções.