Relatório de 2026-04-30
O consumo de reservas acumuladas marcou a dinâmica de pagamentos do **KNHY11** neste mês, permitindo a elevação da distribuição mesmo diante de uma queda na geração de caixa. O resultado gerado recuou de R$ 1,28 para R$ 0,97 por cota, forçando o fundo a utilizar sua gordura prévia para elevar os rendimentos mensais de R$ 1,10 para R$ 1,15 por cota. Consequentemente, a reserva não distribuída sofreu uma forte contração, caindo de R$ 0,33 para R$ 0,14 por cota. O ritmo de aquisição de ativos desacelerou drasticamente em relação ao mês anterior, registrando apenas R$ 15,8 milhões alocados no CRI Galleria 140 (Mezanino), frente aos R$ 74,8 milhões prévios. Apesar do menor volume de compras, a taxa média da carteira indexada à inflação subiu levemente para IPCA + 12,32% a.a. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 3,09 bilhões, enquanto a base de cotistas encolheu de 28.049 para 27.940 investidores. A alavancagem via compromissadas reversas manteve-se no patamar de 6,5% do PL. No monitoramento de riscos do portfólio, o Projeto Residencial Campinas exigiu maior provisionamento dos CRIs para refletir a cobertura real de recebíveis, embora o Habite-se tenha sido finalmente emitido.
Relatório de 2026-04-30
A elevação do carrego inflacionário, impulsionada pelos índices de fevereiro (0,70%) e março (0,88%), permitiu ao **KNHY11** aumentar o pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota, mesmo diante de uma retração no resultado gerado no mês. O resultado gerado caiu de R$ 1,28 para R$ 0,97 por cota na comparação mensal. Para sustentar o aumento nos rendimentos mensais, a gestão consumiu parte do valuation de segurança, reduzindo a reserva acumulada não distribuída de R$ 0,33 para R$ 0,14 por cota. O ritmo de alocação de capital desacelerou expressivamente: foram investidos apenas R$ 15,8 milhões no CRI Galleria 140 Mezanino, ante R$ 74,8 milhões no mês anterior. A taxa média da carteira indexada à inflação subiu levemente para IPCA + 12,32% a.a. O patrimônio líquido manteve-se estável na casa de R$ 3,09 bilhões, enquanto a base de investidores recuou ligeiramente para 27.940 cotistas. A alavancagem via compromissadas reversas subiu de 6,5% para 7,0% do PL. No monitoramento de riscos da carteira, o Projeto Residencial Campinas exigiu provisionamento parcial do saldo do CRI para adequação de garantias, apesar da obtenção do Habite-se.
Relatório de 2026-03-31
A forte recuperação nos índices de inflação referentes a dezembro e janeiro impulsionou substancialmente a geração de caixa do **KNHY11** neste mês, revertendo a contração observada no período anterior. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,90 para R$ 1,10 por cota, refletindo um resultado gerado robusto de R$ 1,28 por cota. Essa performance foi fortemente beneficiada pelo carrego do IPCA (0,33% e 0,70% nos meses de defasagem de apuração) e pelo maior número de dias úteis, que favoreceu a rentabilidade da parcela atrelada ao CDI. A gestão aproveitou o cenário de alta arrecadação para reforçar o valuation de segurança do fundo, elevando a reserva acumulada não distribuída de R$ 0,15 para expressivos R$ 0,33 por cota. O ritmo de alocação de capital também acelerou significativamente: foram investidos R$ 74,8 milhões em novas operações de CRI (frente aos R$ 24,1 milhões do mês passado), com foco no devedor Galleria. Essa movimentação de compra de ativos elevou a taxa média da carteira indexada à inflação para IPCA + 12,23% a.a. O patrimônio líquido oscilou levemente para baixo, fechando em R$ 3,09 bilhões, enquanto a base de investidores permaneceu estagnada em exatos 28.049 cotistas. A alavancagem via compromissadas reversas teve um leve ajuste de alta, passando a representar 6,5% do PL.
Relatório de 2026-02-28
A desaceleração nos índices de inflação de dezembro e janeiro pressionou diretamente a geração de caixa do **KNHY11** neste mês, resultando em um recuo no pagamento de dividendos para R$ 0,90 por cota, frente aos R$ 0,96 distribuídos no período anterior. O resultado gerado também acompanhou essa contração, fechando em R$ 0,92 por cota. Em contrapartida, a gestão optou por reter capital, elevando a reserva acumulada não distribuída de R$ 0,12 para R$ 0,15 por cota, fortalecendo o carrego futuro. No âmbito do valuation e base de investidores, o patrimônio líquido registrou leve avanço para R$ 3,10 bilhões, enquanto o número de cotistas permaneceu praticamente estável em 28.049. O ritmo de novos investimentos sofreu forte redução: foram desembolsados apenas R$ 24,1 milhões em novas operações de CRI (frente aos R$ 74,3 milhões do mês anterior), com destaque para a operação Crediblue 159. Essa dinâmica de alocação e a marcação a mercado comprimiram levemente a taxa média da carteira atrelada à inflação, que passou de IPCA + 12,30% a.a. para IPCA + 12,12% a.a. A alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se inalterada em 6,4% do PL.
Relatório de 2026-01-31
A recuperação expressiva no resultado gerado, que saltou para R$ 0,96 por cota, marcou a dinâmica do **KNHY11** neste início de ano, aliviando a pressão sobre a reserva acumulada. Apesar dessa melhora operacional na geração de caixa, o pagamento de dividendos sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 1,00 para R$ 0,96 por cota, reflexo direto do impacto defasado dos baixos índices inflacionários de novembro e dezembro. A reserva não distribuída permaneceu estável em R$ 0,12 por cota. No front de valuation e base de investidores, o patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 3,09 bilhões, acompanhado por um incremento para 28.050 cotistas. O ritmo de alocação desacelerou em relação ao mês anterior, com R$ 74,3 milhões desembolsados em novas operações de CRI focadas em Home Equity, o que contribuiu para uma leve compressão na taxa média da carteira atrelada à inflação, agora em IPCA + 12,30% a.a. A exposição a operações compromissadas reversas manteve-se inalterada em 6,4% do PL, evidenciando a manutenção da estratégia de passivo financeiro da gestão.
Relatório de 2025-12-31
O desinvestimento nas operações da incorporadora Patriani e o impacto defasado de índices inflacionários baixos ditaram a dinâmica do **KNHY11** neste fechamento de ano. O pagamento de dividendos apresentou leve alta na comparação mensal, passando para R$ 1,00 por cota, porém o resultado gerado sofreu forte retração, caindo de R$ 0,97 para R$ 0,55 por cota. Essa compressão no carrego exigiu o consumo expressivo da reserva acumulada não distribuída, que despencou de R$ 0,57 para R$ 0,12 por cota, a fim de manter o patamar de rendimentos mensais. O valuation do fundo refletiu uma leve contração no patrimônio líquido, que recuou para R$ 3,07 bilhões, acompanhado por uma redução na base de investidores para 28.002 cotistas. No front de alocação, o ritmo de desembolsos acelerou significativamente, totalizando R$ 163,5 milhões em novas operações de CRI, com destaque para o financiamento de plantas solares (Brasol I). Esse movimento elevou a taxa média da carteira atrelada à inflação para IPCA + 12,43% a.a. A exposição a operações compromissadas reversas apresentou leve recuo, fixando-se em 6,4% do PL.
Relatório de 2025-11-30
A desaceleração do IPCA nos meses de referência pressionou o valuation e os rendimentos mensais do **KNHY11**, resultando em uma compressão no pagamento de dividendos para R$ 0,97 por cota. O resultado gerado acompanhou a queda, recuando de R$ 1,01 na medição anterior para R$ 0,97 por cota, reflexo direto dos índices de inflação mais baixos apurados em setembro (0,48%) e outubro (0,09%). Apesar da redução na distribuição, o patrimônio líquido do fundo registrou leve expansão, alcançando R$ 3,09 bilhões. Houve uma reversão expressiva na tendência de evasão de cotistas, com a base saltando de 27.698 para 30.425 investidores. No front de alocação, o ritmo de desembolsos desacelerou para R$ 109,5 milhões em novas operações de CRI (frente aos R$ 125,1 milhões do mês anterior), com foco em recebíveis pulverizados e galpões logísticos. A taxa média da carteira atrelada à inflação sofreu nova compressão, passando de IPCA + 12,59% para IPCA + 12,30% a.a. A reserva acumulada não distribuída teve um incremento marginal, fixando-se em R$ 0,57 por cota, enquanto a exposição a operações compromissadas reversas manteve-se estável em 6,5% do PL, patamar considerado adequado pela gestão.
Relatório de 2025-10-31
A aceleração nos desembolsos para R$ 125,1 milhões em novas operações de CRI marcou a dinâmica do **KNHY11** em outubro, impulsionando o resultado gerado para R$ 1,01 por cota, uma leve recuperação frente aos R$ 0,98 do mês anterior. Esse avanço operacional permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,00 por cota, aliviando a pressão sobre a reserva acumulada não distribuída, que sofreu uma desidratação marginal para R$ 0,56 por cota. O patrimônio líquido do fundo expandiu para R$ 3,07 bilhões, contrastando com a contínua evasão na base de investidores, que encolheu de 30.168 para 27.698 cotistas. No front da alocação, a taxa média da parcela atrelada à inflação comprimiu de IPCA + 12,85% para IPCA + 12,59% a.a., refletindo as novas aquisições. Sob a ótica de riscos intrínsecos e saúde de crédito, a gestão reportou a necessidade de acionar medidas de proteção referentes ao CRI CD Camaçari, embora ressalte que as garantias imobiliárias superam o valor financiado, mitigando impactos severos no valuation e nos rendimentos mensais futuros. A exposição a operações compromissadas reversas permaneceu inalterada em 6,5% do PL.
Relatório de 2025-09-30
A deflação atípica do IPCA registrada em agosto (-0,11%) pressionou diretamente a geração de caixa do **KNHY11**, forçando um ajuste no pagamento de dividendos para R$ 1,00 por cota em setembro de 2025, ante os R$ 1,30 distribuídos no mês anterior. O resultado gerado no período recuou para R$ 0,98 por cota, o que exigiu novo consumo da reserva acumulada não distribuída, agora reduzida a R$ 0,58 por cota, limitando a margem para suavização de rendimentos mensais futuros. Em contrapartida à queda na base de cotistas, que passou de 35.822 para 30.168, o patrimônio líquido do fundo expandiu para R$ 3,04 bilhões. O ritmo de alocação de capital acelerou, com R$ 95,6 milhões desembolsados em novas operações de CRI, elevando a taxa média da parcela atrelada à inflação para IPCA + 12,85% a.a. A exposição a operações compromissadas reversas manteve-se estável em 6,5% do PL, preservando o valuation e o carrego da carteira em um patamar de risco controlado, com a gestão reportando a manutenção da saúde de crédito dos ativos.
Relatório de 2025-08-31
A captação de R$ 193,2 milhões na 1ª série da 7ª emissão de cotas impulsionou o patrimônio líquido do **KNHY11** para R$ 2,97 bilhões em agosto de 2025, acompanhada por um salto expressivo na base de investidores, que atingiu 35.822 cotistas. Em contrapartida ao crescimento estrutural, o carrego da carteira sofreu os reflexos da desinflação recente, comprimindo o resultado gerado no mês para R$ 1,02 por cota, ante R$ 1,15 no período anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,30 por cota, a gestão consumiu novamente a reserva acumulada não distribuída, que sofreu uma forte retração de R$ 0,97 para R$ 0,62 por cota, reduzindo a margem de manobra para a suavização de rendimentos mensais futuros. O ritmo de originação demonstrou recuperação frente a julho, com R$ 78,4 milhões alocados em novas operações de CRI, enquanto a taxa média da parcela atrelada à inflação cedeu para IPCA + 12,52% a.a. A alavancagem via operações compromissadas reversas foi reduzida para 6,5% do PL, e a carteira de crédito segue com 100% de adimplência, mantendo o valuation dos ativos saudável.
Relatório de 2025-07-31
A elevação da taxa média da parcela atrelada à inflação para IPCA + 13,05% a.a. marcou a dinâmica do **KNHY11** em julho de 2025, contrastando com a forte desaceleração no ritmo de originação. O volume de novos investimentos despencou de R$ 153,3 milhões no mês anterior para R$ 33,0 milhões, focados agora em operações como Galleria e projetos residenciais em São Paulo. Apesar do resultado gerado no mês ter sido de apenas R$ 1,15 por cota, impactado pelos baixos índices de inflação de maio e junho, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,30 por cota. Essa manutenção exigiu o consumo da reserva acumulada não distribuída, que recuou de R$ 1,11 para R$ 0,97 por cota, reduzindo a margem de manobra para a suavização de rendimentos mensais futuros. O patrimônio líquido do veículo apresentou leve retração, fechando em R$ 2,76 bilhões, enquanto a base de cotistas subiu marginalmente para 25.796 investidores. Para sustentar a estrutura de capital, a alavancagem via operações compromissadas reversas subiu de 6,8% para 7,0% do PL. A gestão reforça que o valuation da carteira de crédito permanece saudável, com 100% de adimplência nos recebíveis.
Relatório de 2025-06-30
A desaceleração do IPCA repassado à carteira pressionou os rendimentos mensais do **KNHY11**, resultando em um pagamento de dividendos de R$ 1,30 por cota, recuo frente aos R$ 1,35 do mês anterior. Em contrapartida, o ritmo de originação acelerou substancialmente: o fundo investiu R$ 153,3 milhões em novas operações de CRI (com destaque para MRV, Tenda e Creditas), um salto expressivo em relação aos R$ 62,1 milhões prévios. O patrimônio líquido manteve-se estável na casa de R$ 2,79 bilhões, com a base de cotistas praticamente inalterada (25.693 investidores). A taxa média da parcela atrelada à inflação sofreu leve compressão para IPCA + 12,45% a.a., enquanto a exposição ao CDI permaneceu em 9,3%. Para suportar o volume de novas aquisições, a alavancagem via operações compromissadas reversas subiu de 6,0% para 6,8% do PL. A gestão reforça a manutenção de 100% de adimplência no carrego de recebíveis, preservando uma reserva acumulada não distribuída de R$ 1,11 por cota para suavização futura do valuation e da distribuição.
Relatório de 2025-06-27
**KNHY11** aprova a realização de sua 7ª emissão de cotas para captação de até 6.000.000 de novas cotas. A administradora do **KNHY11** divulgou fato relevante informando sobre a aprovação da oferta em assembleia geral extraordinária, que visa captar novos recursos financeiros para o caixa do fundo. A distribuição, sob coordenação do Itaú BBA, contará com a possibilidade de lote adicional de até 25% das cotas inicialmente ofertadas.
O preço definido para a nova cota do **KNHY11** é de R$ 99,31, baseado no valor patrimonial de 30 de maio de 2025, sujeito a atualizações monetárias. Os recursos arrecadados serão direcionados à aquisição de novos ativos para composição de carteira, impactando o fluxo de caixa operacional e o futuro pagamento de dividendos aos cotistas do fundo.
Relatório de 2025-05-30
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,35 por cota reflete a normalização da inflação repassada ao portfólio do **KNHY11**, capturando o IPCA de março (0,56%) e abril (0,43%), após os picos do início do ano. O ritmo de alocação desacelerou expressivamente na comparação mensal, com R$ 62,1 milhões investidos em novas operações de CRI (Creditas e Galleria), frente aos quase R$ 195 milhões do mês anterior. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 2,80 bilhões, enquanto a base de cotistas registrou um leve acréscimo, totalizando 25.692 investidores. A taxa média da parcela atrelada à inflação apresentou um ajuste marginal para cima, atingindo IPCA + 12,50% a.a., ao passo que a exposição em CDI recuou para 9,3% do patrimônio. A alavancagem via operações compromissadas reversas manteve-se no patamar de 6,0%, e a gestão reporta manutenção de 100% de adimplência na carteira de crédito. O valuation e os rendimentos mensais continuam ancorados na originação estruturada e no carrego de recebíveis indexados à inflação.
Relatório de 2025-04-30
O salto expressivo no pagamento de dividendos para R$ 1,40 por cota marca o resultado de abril do **KNHY11**, impulsionado pelo carrego da inflação alta de fevereiro (1,31%) e março (0,56%). Em comparação ao mês anterior, a gestão acelerou fortemente a alocação de recursos, investindo R$ 194,7 milhões em novas operações de CRI, um volume substancialmente maior que os R$ 34,5 milhões da baseline. O patrimônio líquido do fundo acompanhou o ritmo e cresceu para R$ 2,80 bilhões, enquanto a base de cotistas sofreu uma leve retração para 25.678 investidores. A taxa média da parcela atrelada à inflação ajustou-se para IPCA + 12,49% a.a. (frente aos 13,10% a.a. anteriores), e a exposição em CDI recuou marginalmente para 10,0%. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas caiu de 6,6% para 6,0%, mantendo o perfil de risco controlado, fato corroborado pela manutenção da adimplência em 100% da carteira de crédito. O valuation atual reflete um portfólio robusto, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais e consolidando a estratégia de originação da gestão.
Relatório de 2025-03-31
A forte elevação da inflação referente aos meses de janeiro e fevereiro impulsionou o pagamento de dividendos do **KNHY11** para R$ 1,23 por cota em março de 2025, um salto expressivo em relação aos R$ 1,10 distribuídos no mês anterior. O carrego da carteira refletiu o repasse do IPCA de 1,31% (fevereiro), elevando a taxa média da parcela atrelada à inflação para IPCA + 13,10% a.a., superando os 12,75% a.a. registrados na baseline. Paralelamente, a rentabilidade da fração pós-fixada capturou o novo patamar da Selic a 14,25%, embora a exposição em CDI tenha recuado de 12,7% para 10,5% do patrimônio líquido, que encerrou o período levemente ajustado em R$ 2,76 bilhões. A gestão intensificou a alocação de recursos com R$ 34,5 milhões em novas aquisições de CRIs (Creditas e Galleria), mais que o dobro do volume investido em fevereiro. Do ponto de vista de riscos, o nível de operações compromissadas reversas subiu marginalmente para 6,6%, enquanto a carteira de crédito permanece 100% adimplente, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais para a base de 25.722 cotistas.