Relatório de 2026-07-31
A desaceleração dos índices inflacionários de maio (0,58%) e junho (0,16%) pressionou a geração contábil do **KNHY11** para R$ 1,15 por cota em julho de 2026, levando a gestão a consumir parte do acumulado para garantir o pagamento de dividendos no patamar estável de R$ 1,20 por cota. Com essa dinâmica, a reserva acumulada não distribuída recuou de R$ 0,54 para R$ 0,48 por cota. Paralelamente, o patrimônio líquido expandiu para R$ 3,06 bilhões e a base de cotistas atingiu 30.050 investidores. O ritmo de alocações arrefeceu em relação ao mês anterior: foram aportados R$ 14,5 milhões em novos CRIs a uma taxa média de IPCA + 11,57% a.a., situando a taxa média MTM global em IPCA + 12,74% a.a. A alavancagem em compromissadas reversas encerrou em 7,0% do PL. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o fundo oferece carrego defensivo de alto rendimento, porém exposto a oscilações inflacionárias de curto prazo.