Relatório de 2026-05-04
**XPML11** conclui venda de 30% de participação no Shops Jardins por R$ 20,0 milhões.
O fundo de investimento imobiliário **XPML11** concluiu a alienação total de sua participação de 30% nas ações da SPE Cidade Jardim Shops S.A., correspondente ao ativo Shops Jardins, para o FII JCCJ11. O valor total da transação é de R$ 20.000.018,36, quitado integralmente por meio de compensação de créditos para a subscrição de cotas na 3ª emissão do FII JCCJ11. A operação faz parte da estratégia de reciclagem de ativos e otimização de portfólio do fundo.
Relatório de 2026-04-30
A conclusão da venda de ativos referente à participação de 30% no Shops Jardins e a contínua compressão da liquidez no mercado secundário ditaram o ritmo do **XPML11** neste ciclo. Em relação ao mês anterior, o carrego de rendimentos mensais foi mantido com o pagamento de dividendos de R$ 0,92 por cota, embora o resultado acumulado não distribuído tenha sofrido nova retração, passando de R$ 3,79 para R$ 2,99 por cota. No front operacional, a inadimplência líquida manteve a trajetória de queda, atingindo 1,7%, enquanto a vacância estabilizou em 3,7%. O valuation da cota refletiu resiliência, com o preço de tela avançando para R$ 111,26, a despeito do volume médio diário de negociações ter encolhido 23,6%, fechando em R$ 14,0 milhões. O cenário exige monitoramento das obrigações de curto prazo, que somam R$ 69 milhões com o Jundiaí Shopping no próximo semestre, em meio a um varejo pressionado.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão da 14ª emissão de cotas, que captou R$ 621,7 milhões, e a finalização da compra de cinco participações em shoppings da Iguatemi reconfiguraram a estrutura de capital e o portfólio do **XPML11** neste mês. O resultado acumulado não distribuído recuou de R$ 4,12 para R$ 3,79 por cota, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92. Nos indicadores operacionais, a inadimplência líquida apresentou forte melhora, caindo de 5,6% para 2,9%, mas as Vendas Mesmas Lojas (SSS) desaceleraram bruscamente para 0,5% (ante 4,4% no mês anterior). A liquidez média diária no mercado secundário também sofreu retração de 20,9%, fechando em R$ 18,3 milhões, e o valor da cota encerrou o período a R$ 108,09. O carrego atual de rendimentos mensais e o valuation evidenciam a absorção das novas aquisições em meio a um cenário de varejo mais restritivo, exigindo atenção aos próximos vencimentos e obrigações assumidas pelo fundo.
Relatório de 2026-03-13
O fundo imobiliário **XPML11** anunciou a conclusão da aquisição de participações em cinco shopping centers administrados pela Iguatemi S.A., pelo montante total de R$ 608.670.605,05. Os ativos adquiridos incluem fatias societárias no Shopping Pátio Higienópolis, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São José do Rio Preto e Shopping Praia de Belas, anteriormente detidas pelo fundo BBIG e por subsidiárias da Iguatemi S.A.
A operação de aquisição de ativos altera a carteira do **XPML11**, consolidando sua presença em praças estratégicas de varejo. O formato de pagamento combina quitação de caixa imediato, parcelamento corrigido pelo CDI e compensação de créditos com subscrição de cotas, alterando as projeções de resultados e potencial pagamento de dividendos do fundo para o ano de 2026.
Relatório de 2026-02-28
O salto no resultado acumulado não distribuído para R$ 4,12 por cota consolida um carrego expressivo para o **XPML11**, oferecendo forte previsibilidade no pagamento de dividendos, que se manteve em R$ 0,92 por cota. Operacionalmente, o portfólio reverteu a desaceleração do mês anterior, com as Vendas Mesmas Lojas (SSS) avançando de 0,5% para 4,4%, enquanto a liquidez média diária no mercado secundário disparou 51,8%, atingindo R$ 23,2 milhões. Em contrapartida, a inadimplência líquida sofreu uma piora expressiva, saltando de -2,0% para 5,6%, e a vacância subiu levemente para 3,6%. No âmbito da alocação de capital, a gestão iniciou a 14ª emissão de cotas buscando captar R$ 400 milhões para fazer frente aos compromissos de aquisições, cujo cronograma aponta desembolsos relevantes até 2027. O valor de fechamento da cota subiu para R$ 111,83, refletindo a percepção do mercado sobre o valuation atual e a capacidade de geração de rendimentos mensais contínuos.
Relatório de 2026-02-18
**XPML11** aprova a realização de sua 14ª emissão de cotas para captação de recursos destinados à aquisição e expansão de ativos imobiliários.
O fundo **XPML11** comunicou ao mercado a aprovação de sua 14ª emissão de cotas, que visa captar inicialmente R$ 400.000.016,00 por meio da distribuição pública primária de 3.698.225 novas cotas sob o rito de registro automático. Destinada exclusivamente a investidores profissionais, cada nova cota possui o preço de emissão de R$ 108,16, acrescido de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,72, totalizando o preço de subscrição de R$ 108,88. Os recursos líquidos provenientes da oferta serão direcionados para a aquisição e expansão de ativos imobiliários do portfólio, além de otimização da estrutura de capital do fundo, não havendo garantia de pagamento de dividendos futuros sobre as novas frações até que os recursos sejam efetivamente alocados.
Relatório de 2026-01-31
A conclusão da venda de nove participações para o fundo Riza Malls impulsionou o resultado acumulado não distribuído do **XPML11**, que saltou de R$ 0,39 para R$ 2,70 por cota, garantindo um carrego robusto. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92 por cota, alinhado ao teto do guidance, oferecendo previsibilidade aos cotistas que avaliam se o ativo vale a pena. Operacionalmente, a inadimplência líquida atingiu um patamar negativo de -2,0% (ante 1,1% no mês anterior), indicando forte recuperação de recebíveis, enquanto a vacância recuou para 3,0%. Por outro lado, as Vendas Mesmas Lojas (SSS) desaceleraram significativamente para 0,5%, comparado aos 4,5% do ciclo passado. No mercado secundário, a liquidez média diária contraiu 13,6%, registrando R$ 15,3 milhões, embora o valor de fechamento da cota tenha avançado para R$ 110,75, refletindo um valuation sustentado. Adicionalmente, a gestão realizou uma amortização extraordinária de R$ 88 milhões em CRIs, otimizando a estrutura de capital frente aos compromissos de aquisições futuras mapeados no relatório gerencial.
Relatório de 2026-01-19
O **XPML11** anunciou a aprovação de sua 14ª emissão de cotas para captação de recursos no valor inicial de R$ 400.000.016,00, correspondente a 3.698.225 novas cotas. A oferta do **XPML11**, destinada exclusivamente a investidores profissionais, terá o preço de emissão de R$ 108,16 por cota, que acrescido da taxa de distribuição de R$ 0,72 resulta em um preço de subscrição de R$ 108,88 por cota.
Os recursos líquidos captados pelo **XPML11** serão destinados à aquisição e expansão de ativos imobiliários, bem como à otimização da estrutura de capital do fundo. Os cotistas do **XPML11** que possuírem cotas na data-base de 22 de janeiro de 2026 terão direito de preferência para a subscrição das novas cotas, utilizando o fator de proporção de 0,06315290568.
Relatório de 2025-12-31
A assinatura de um novo MOU de R$ 608,6 milhões com o grupo Iguatemi e a BBIG marcou a alocação de capital do **XPML11** neste mês, redirecionando parte da liquidez recém-adquirida com a venda de ativos para a Riza. O fundo expandiu sua participação em shoppings premium, enquanto operacionalmente registrou uma recuperação expressiva: a inadimplência líquida recuou pela metade, caindo de 2,2% para 1,1%, e as Vendas Mesmas Lojas (SSS) aceleraram para 4,5%. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego de resultados não distribuídos ajustou para R$ 0,39 por cota, mas o pagamento de dividendos foi mantido no teto do guidance (R$ 0,92), reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. No mercado secundário, a liquidez média diária continuou em expansão, atingindo R$ 17,7 milhões, com a cota fechando a R$ 108,06, refletindo um valuation resiliente. Contudo, o mês também trouxe um grave risco intrínseco ao patrimônio: um incêndio com vítimas fatais no Shopping Tijuca forçou o fechamento temporário do ativo, exigindo monitoramento rigoroso sobre os impactos no fluxo de caixa futuro.
Relatório de 2025-12-10
O fundo **XPML11** anunciou a assinatura de Memorandos de Entendimento (MOUs) para a aquisição de participações em cinco shopping centers atualmente detidos pelo fundo BBIG e por subsidiárias da Iguatemi S.A. O valor total acordado para a transação é de R$ 608.670.605,05, abrangendo fatias nos empreendimentos Shopping Pátio Higienópolis, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi São José do Rio Preto e Shopping Praia de Belas.
A estrutura de pagamento envolve o desembolso à vista de R$ 437.905.039,97, dos quais R$ 78.620.485,16 serão pagos em dinheiro e R$ 359.284.554,81 quitados via compensação por subscrição de novas cotas de emissão do **XPML11**. O valor restante será liquidado em duas parcelas a prazo de R$ 60.867.060,50 e R$ 109.898.504,57, a serem pagas em 12 e 24 meses, respectivamente, corrigidas pela variação do CDI.
Relatório de 2025-12-05
**XPML11** anuncia a maior alienação de ativos de sua história com a venda de fatias em 9 shopping centers por R$ 1,65 bilhão para o FII Atria. A transação envolve participações em empreendimentos como Tietê Plaza, Shopping Downtown e Grand Plaza Shopping, estruturada em três parcelas de pagamento.
O desinvestimento visa otimizar a estrutura de capital do **XPML11**, gerando um ganho de capital estimado de R$ 278,19 milhões (aproximadamente R$ 4,75 por cota). O fluxo financeiro imediato permite expressiva desalavancagem e o recebimento de recursos à vista, mitigando compromissos de curto prazo sem pressionar o caixa operacional do fundo.
Relatório de 2025-11-30
A efetivação da venda bilionária de ativos para a Riza Real Estate transformou a estrutura de liquidez do **XPML11** neste mês, solucionando o déficit de caixa projetado. A alienação de nove participações por R$ 1,65 bilhão garantiu uma injeção à vista de R$ 1,028 bilhão, montante crucial para cobrir as pesadas obrigações de curto prazo, como a parcela de R$ 630 milhões do portfólio SYN vincenda em dezembro de 2025. Com um ganho de capital estimado em R$ 4,75 por cota, a operação permitiu ao fundo recompor seu fôlego financeiro sem recorrer a novas alavancagens. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92 por cota, mas o carrego de resultados não distribuídos apresentou forte recuperação, saltando de R$ 0,24 para R$ 0,53 por cota, o que fornece maior previsibilidade para a sustentação dos rendimentos mensais guiados pela gestão. No âmbito operacional, as Vendas Mesmas Lojas (SSS) aceleraram para 2,8%, porém a inadimplência líquida piorou, subindo de 1,3% para 2,2%. No mercado secundário, investidores que avaliam se o ativo vale a pena reagiram positivamente: a cota encerrou cotada a R$ 107,00 e a liquidez média diária disparou 40,4%, atingindo R$ 14,6 milhões.
Relatório de 2025-11-28
O fundo **XPML11** concluiu com sucesso a venda de ativos imobiliários correspondentes à totalidade de sua participação de 23,00% no Shopping D, por meio da alienação de suas quotas na Syn Laranjeira Empreendimentos Imobiliários Ltda. A liquidação financeira da transação resultou na entrada imediata de recursos para o caixa do fundo no montante de R$ 22.243.388,96.
A transação gerou um ganho de capital estimado de R$ 4.335.143,62 para o **XPML11**, abrindo caminho para o potencial pagamento de dividendos de cerca de R$ 0,07 por cota, calculados com base na quantidade atual de cotas em circulação.
Relatório de 2025-10-31
A conclusão da transação com o fundo Capitânia e a consequente redução do déficit de caixa projetado reconfiguraram a estrutura de capital do **XPML11** neste mês. O veículo registrou um ganho de capital de aproximadamente R$ 20 milhões com a venda de ativos (fração do Internacional Shopping), o que auxiliou na mitigação das obrigações de curto prazo, reduzindo a projeção de caixa negativo ao final de 2025 de R$ 420 milhões para R$ 391 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92 por cota, porém o carrego do resultado acumulado não distribuído sofreu nova retração, passando de R$ 0,45 para R$ 0,24 por cota, o que exige atenção de investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo para a sustentação dos rendimentos mensais. No aspecto operacional, a inadimplência líquida apresentou forte melhora, recuando de 2,8% para 1,3%, enquanto as Vendas Mesmas Lojas (SSS) registraram 2,4%. No mercado secundário, a cota encerrou a R$ 105,50, mas a liquidez média diária caiu 9,0% em relação ao mês anterior. A gestão segue dependente da efetivação do MoU com a Riza Real Estate para equacionar integralmente o passivo remanescente.
Relatório de 2025-10-22
O fundo imobiliário **XPML11**, por meio do veículo Internacional FII (integralmente detido), concluiu uma transação de compra e venda de ativos que envolve a aquisição de participações em quatro shopping centers e a venda de ativos parcial de um empreendimento. As aquisições compreendem 10,00% do Praia de Belas Shopping, 4,53% do Shopping Metrô Tatuapé, 15,00% do Shopping Metrô Boulevard Tatuapé e 5,50% do Shopping Iguatemi Bosque, enquanto a alienação parcial correspondeu a 4,81% do Internacional Shopping Guarulhos.
A operação de venda gerou um ganho de capital estimado em R$ 20 milhões, equivalente a R$ 0,35 por cota para os cotistas do **XPML11**. O pagamento à vista das aquisições somou R$ 266.645.003,39, quitado com recursos da 13ª emissão de cotas do fundo e parte do caixa gerado pela venda do ativo em Guarulhos, restando parcelas futuras a prazo para outubro de 2026 e outubro de 2027 corrigidas pelo IPCA.
Relatório de 2025-09-30
O aprofundamento do déficit de caixa projetado para o final de 2025, que saltou para R$ 420 milhões negativos, reforça a urgência na conclusão do MoU de venda de ativos com a Riza Real Estate. O **XPML11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,92 por cota, o que continuou a consumir o resultado acumulado não distribuído, agora reduzido para R$ 0,45 por cota. No aspecto operacional, o fundo apresentou uma recuperação nas Vendas Mesmas Lojas (SSS), que aceleraram para 3,5%, contrastando com a forte desaceleração do mês anterior. Contudo, a inadimplência líquida sofreu uma deterioração expressiva, saltando de 0,7% para 2,8%. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, encerrando a R$ 105,30, com um aumento de 6,6% na liquidez média diária. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem monitorar de perto a efetivação do evento de liquidez das 9 participações em shoppings para equacionar a estrutura de capital e as obrigações de curto prazo.
Relatório de 2025-09-24
O fundo **XPML11** comunicou a aprovação de sua 13ª emissão de cotas, com o objetivo de realizar uma captação inicial de até R$ 207.601.715,06, desconsiderando a taxa de distribuição. Os recursos líquidos provenientes da oferta serão destinados à aquisição e expansão de ativos imobiliários, além de viabilizar a otimização de sua estrutura de capital.
A oferta será destinada exclusivamente a investidores profissionais sob o preço de emissão de R$ 112,61 por cota. Os atuais detentores de cotas do **XPML11** em 26 de setembro de 2025 terão direito de preferência assegurado para subscrição, com prazo de exercício estipulado entre os dias 30 de setembro de 2025 e 14 de outubro de 2025.
Relatório de 2025-09-23
O fundo **XPML11** aprovou a realização de sua 13ª emissão de cotas, com o objetivo de captar inicialmente o montante de até R$ 207.601.715,06 destinados à aquisição de novos ativos imobiliários, à expansão de propriedades do portfólio atual e à otimização da estrutura de capital.
As novas cotas serão emitidas ao preço unitário de R$ 112,61, acrescido de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,75, totalizando um preço de subscrição de R$ 113,36 por cota para os subscritores. Será assegurado aos cotistas do **XPML11** o direito de preferência na proporção de 0,03250212307 sobre as cotas detidas na data-base de 26 de setembro de 2025, com o período de exercício ocorrendo de 30 de setembro a 14 de outubro de 2025.
Relatório de 2025-08-29
A assinatura de um Memorando de Entendimentos (MoU) de R$ 1,6 bilhão com a Riza Real Estate para a venda de participações em nove shoppings reconfigura a estrutura de capital do **XPML11** neste mês. A transação endereça diretamente a ampliação do déficit de caixa projetado para o final de 2025, que subiu de R$ 347 milhões para R$ 369 milhões negativos. Com a expectativa de gerar R$ 1 bilhão em liquidez imediata, a gestão afasta pressões de curto prazo e projeta um ganho de capital de até R$ 278 milhões (potencial de R$ 4,90 por cota em dividendos). No front operacional, a inadimplência líquida reverteu a queda anterior e subiu para 0,7%, enquanto as Vendas Mesmas Lojas (SSS) desaceleraram drasticamente para 0,1%. O pagamento de rendimentos mensais foi mantido em R$ 0,92 por cota, consumindo parte do resultado acumulado, que recuou para R$ 0,58 por cota. No mercado secundário, a cota encerrou a R$ 101,90, mantendo o deságio frente ao valor patrimonial. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem monitorar a superação das condições precedentes do MoU nos próximos 90 dias.
Relatório de 2025-08-29
O fundo de investimento imobiliário **XPML11** divulgou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU) com a Riza Real Estate Gestora de Recursos LTDA. O acordo visa a estruturação de um novo fundo de investimento imobiliário, sob gestão da Riza, que adquirirá as participações do **XPML11** em 9 shopping centers de seu portfólio atual.
A transação totaliza o montante de aproximadamente R$ 1.600.000.000,00, estruturada com pagamento de 68,0% à vista e o saldo remanescente de 32,0% parcelado em até 5 anos. A conclusão definitiva da venda de ativos depende do cumprimento de condições precedentes usuais em até 90 dias, estimando-se a geração de ganho de capital e potencial pagamento de dividendos de forma não recorrente aos cotistas.
Relatório de 2025-07-31
A ampliação do déficit de caixa projetado para o final de 2025, agora estimado em R$ 347 milhões negativos, marca o principal desafio de liquidez do **XPML11** neste mês, exigindo da gestão a avaliação de novas emissões, alavancagem ou venda de ativos. Operacionalmente, o portfólio demonstrou resiliência com o NOI Caixa/m² subindo para R$ 133 (ante R$ 130 no mês anterior), embora o crescimento das Vendas Mesmas Lojas (SSS) tenha desacelerado de 9,6% para 7,9%. A vacância física registrou leve alta, passando de 4,0% para 4,3%, contrastando com a inadimplência líquida que apresentou forte recuo, caindo de 1,4% para 0,1%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92 por cota, suportado por um resultado acumulado não distribuído que reduziu de R$ 0,93 para R$ 0,77 por cota. No mercado secundário, a cotação encerrou a R$ 101,79, ampliando o deságio frente ao novo valor patrimonial de R$ 115,57. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem monitorar o carrego da alavancagem atual de 25,9% e os próximos desembolsos atrelados às aquisições parceladas.
Relatório de 2025-07-09
O fundo de investimento imobiliário **XPML11** assinou um contrato de compra e venda de quotas para a alienação da totalidade das quotas da SYN Laranjeira Empreendimentos Imobiliários Ltda., proprietária de 35,87% do Shopping D, no qual o fundo possui participação indireta de 23,00%. A transação foi realizada em conjunto com a SYN PROP E TECH S.A. pelo valor acordado de R$ 22.385.895,19, a ser pago na data de fechamento do negócio.
Esta venda de ativos visa a otimização de portfólio da carteira do **XPML11**, dado que o ativo apresentava indicadores operacionais inferiores à média do fundo. Com a conclusão, a gestora projeta um ganho de capital de R$ 5.618.591,77, abrindo espaço para um potencial pagamento de dividendos bruto estimado em R$ 0,10 por cota.
Relatório de 2025-06-30
A ampliação da necessidade de caixa projetada para o final de 2025, agora estimada em R$ 305 milhões negativos, exigiu do **XPML11** a venda de R$ 66 milhões em cotas de outros fundos imobiliários para reforçar a liquidez imediata. Comparado ao mês anterior, o portfólio apresentou um avanço no NOI Caixa/m², que subiu de R$ 125 para R$ 130, impulsionado pelo crescimento de 9,6% nas Vendas Mesmas Lojas (SSS). A vacância física teve um leve incremento, passando de 3,9% para 4,0%, enquanto a inadimplência líquida recuou de 1,9% para 1,4%. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,92 por cota, suportado por um resultado acumulado não distribuído que caiu de R$ 0,99 para R$ 0,93. No mercado secundário, a cotação encerrou a R$ 104,15, mantendo o deságio frente ao valor patrimonial de R$ 117,40. A gestão estuda novas emissões de cotas, alavancagem ou venda de ativos para equacionar os compromissos financeiros, fornecendo dados essenciais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual nível de preço e avaliam os riscos de carrego.
Relatório de 2025-05-30
A elevação da necessidade de caixa projetada para o final de 2025, que atingiu um patamar negativo de R$ 285 milhões, marca o principal desafio estrutural do **XPML11** neste mês, exigindo da gestão a avaliação de venda de ativos ou novas emissões. Operacionalmente, o fundo apresentou melhora na vacância, que recuou de 4,5% para 3,9%, e um avanço no NOI Caixa/m², saltando de R$ 118 para R$ 125. Em contrapartida, a inadimplência líquida deteriorou-se, subindo de 0,8% para 1,9%. O resultado acumulado não distribuído sofreu redução para R$ 0,99 por cota, enquanto o pagamento de dividendos mensais permaneceu estável em R$ 0,92. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 104,60, ampliando o deságio em relação ao valor patrimonial, que teve leve alta para R$ 117,39. A alavancagem subiu marginalmente para 8% (R$ 560 milhões), mantendo-se em níveis controlados, o que fornece dados essenciais para quem pesquisa se o fundo vale a pena no atual nível de preço.
Relatório de 2025-05-20
Ajuste operacional nas datas do evento de rendimentos do fundo **XPML11** devido a inconsistência no processamento pela B3.
A administradora e a gestora do **XPML11** informaram ao mercado que, devido a uma falha operacional exclusiva da B3, o evento de distribuição de rendimentos anunciado originalmente em 16/05/2025 não foi processado de forma regular. Para corrigir a inconsistência, foi definida uma nova data-base para o dia 19/05/2025, com o início das negociações das cotas sob a condição ex-rendimentos a partir de 20/05/2025. O cronograma de pagamento de dividendos não sofreu postergação, permanecendo agendado para o dia 23/05/2025.
Relatório de 2025-04-30
A conclusão da compra de 10,04% do Shopping Pátio Higienópolis por R$ 243,6 milhões alterou drasticamente a projeção de liquidez do **XPML11**, elevando a necessidade de caixa para o final de 2025 a um patamar negativo de R$ 265 milhões (salto expressivo frente aos R$ 62 milhões projetados no mês anterior). Operacionalmente, a vacância média do portfólio subiu para 4,5% (ante 4,2%), e a inadimplência líquida reverteu o quadro de recuperação anterior, fixando-se em 0,8%. O NOI Caixa/m² médio recuou para R$ 118 no mês, embora ainda sustente um crescimento anual de 9,6%. O resultado acumulado não distribuído sofreu leve ajuste para R$ 1,14 por cota, enquanto o pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,92. No mercado secundário, a cota encerrou cotada a R$ 106,50, reduzindo o deságio frente ao patrimônio líquido, que subiu para R$ 117,33 por cota. Para equacionar os riscos do passivo, a gestão mantém a alavancagem controlada em um LTV de 7% (R$ 550 milhões) e estuda ativamente a venda de ativos, novas securitizações ou emissão de cotas, fornecendo dados cruciais para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena no atual nível de preço.
Relatório de 2025-04-14
**XPML11** conclui aquisição de 10,04% do Shopping Pátio Higienópolis por R$ 243,6 milhões.
O fundo de investimento imobiliário **XPML11** concluiu a aquisição de uma participação de 10,04% no Shopping Pátio Higienópolis pelo valor total de R$ 243.685.458,40. O pagamento da parcela à vista, correspondente a 70% do valor total (R$ 170,5 milhões), foi realizado por meio da subscrição de CRIs conversíveis. O saldo remanescente será liquidado em duas parcelas anuais consecutivas de R$ 36,5 milhões cada, corrigidas pela variação do CDI, com vencimento no primeiro e no segundo aniversário da data de conclusão do negócio. A administração estima um retorno inicial (yield) de aproximadamente 11% para o primeiro ano, fundamentado na expectativa de geração de caixa do ativo no período.
Relatório de 2025-03-31
A venda de aproximadamente R$ 66 milhões em cotas de FIIs listados durante o mês de março reforçou a liquidez do **XPML11**, gerando um retorno líquido de CDI + 1,0% a.a. e elevando o resultado acumulado não distribuído para R$ 1,18 por cota. Operacionalmente, o fundo registrou um avanço de 5,4% no NOI Caixa/m² (R$ 126), superando a marca do mês anterior, acompanhado de uma inadimplência líquida negativa de -1,9%, indicando forte recuperação de recebíveis. Por outro lado, a vacância média do portfólio subiu para 4,2% (frente aos 3,6% anteriores). No passivo, a necessidade de caixa projetada para o final de 2025 subiu para R$ 62 milhões, reflexo das obrigações assumidas em aquisições recentes (como os portfólios SYN e Allos). Para equacionar essa alavancagem, que se mantém em um LTV de 7% (R$ 550 milhões em dívidas), a gestão segue avaliando a venda de ativos, novas captações ou emissão de cotas, embora o valor de mercado (R$ 102,35) ainda negocie com desconto frente à cota patrimonial (R$ 117,21). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,92 por cota, conferindo previsibilidade aos investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual nível de preço.