Relatório de 2026-05-07
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** comunicou que não haverá atualização do valor das novas cotas no âmbito de sua 16ª (décima sexta) emissão de cotas. O preço de aquisição por nova cota permanece fixado em R$ 102,51, mantendo os parâmetros originais estabelecidos no prospecto da oferta pública.
Relatório de 2026-04-30
A quitação de R$ 661,1 milhões referentes ao Portfólio Prime e o anúncio da 16ª emissão de cotas reconfiguraram a estrutura de capital do **BTLG11** neste mês. Em comparação ao período anterior, o pagamento de dividendos avançou para R$ 0,81 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 9,4%. A gestão comercial foi ativa, reduzindo a vacância financeira de 2,9% para 2,6% após uma nova locação no ativo Cabreúva e a renovação antecipada no Cajamar I, que garantiu um reajuste de 20% no aluguel. A cota patrimonial sofreu leve ajuste negativo, passando de R$ 102,69 para R$ 102,51, enquanto a alavancagem (LTV) permaneceu estabilizada em 3,2%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego financeiro demonstra resiliência com a liquidação quase total das obrigações de aquisição, restando apenas R$ 50 milhões vincendos no final de 2026. O lucro projetado com vendas em curso manteve-se em R$ 1,26 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais em meio à captação inicial de R$ 1,6 bilhão que visa novas oportunidades no mercado imobiliário.
Relatório de 2026-04-30
A liquidação integral do Portfólio Prime, com o pagamento de R$ 661 milhões, e o início da 16ª emissão de cotas para captar R$ 1,6 bilhão redefiniram a estrutura de capital e liquidez do **BTLG11** neste mês. No aspecto operacional, a vacância financeira recuou de 2,9% para 2,6%, impulsionada por uma nova locação no ativo Cabreúva. O carrego financeiro apresentou melhora, com o pagamento de dividendos subindo de R$ 0,80 para R$ 0,81 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 9,4%. A cota patrimonial, por sua vez, ajustou-se levemente para baixo, passando de R$ 102,69 para R$ 102,51. A gestão também obteve êxito em revisões contratuais, garantindo aumentos reais de 31% no aluguel em Navegantes e 20% em Cajamar I, o que reforça a previsibilidade dos rendimentos mensais. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o balanço mostra uma redução drástica nas obrigações por aquisição de imóveis após a quitação do portfólio Prime, restando apenas R$ 50 milhões vincendos no final de 2026, enquanto a alavancagem (LTV) permaneceu estabilizada em 3,2%.
Relatório de 2026-04-23
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** anuncia a realização de sua 16ª emissão de cotas com o objetivo de captar até R$ 1.600.156.190,07. A oferta primária será conduzida sob o rito de registro automático da CVM e destina-se a investidores em geral, ofertando inicialmente até 15.609.757 novas cotas ao preço unitário de R$ 102,51.
Os recursos líquidos provenientes desta captação serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários prontos ou em construção, expansão dos empreendimentos atuais do portfólio e otimização da estrutura de capital do **BTLG11**.
Relatório de 2026-04-16
**BTLG11** realiza o pagamento da última parcela referente à aquisição de portfólio de 13 ativos. Em comunicado ao mercado, o fundo de investimento imobiliário **BTLG11** informou o desembolso do montante de R$ 661.090.002,86, referente à última parcela do preço de aquisição do portfólio de 13 ativos logísticos, a maioria situada no Estado de São Paulo. Com o pagamento realizado, a transação imobiliária originalmente divulgada em outubro de 2024 encontra-se integralmente quitada pelo fundo.
Relatório de 2026-03-31
O reconhecimento de R$ 9,5 milhões em lucros represados de SPEs e a forte dinâmica de revisões contratuais ditaram o ritmo do **BTLG11** neste mês. Em relação ao período anterior, o pagamento de dividendos manteve-se em R$ 0,80 por cota, mas o dividend yield anualizado recuou levemente para 9,3%. A cota patrimonial ajustou-se de R$ 103,06 para R$ 102,69, enquanto a alavancagem (LTV) caiu de 3,3% para 3,2%. A gestão focou na rentabilização do portfólio, destacando-se a renovação no ativo Mauá com aumento de 25% no aluguel e a locação de um módulo em Ribeirão Preto com prêmio de 43% sobre o contrato anterior. Além disso, o fundo iniciou o ciclo de revisões das aquisições da 13ª emissão, obtendo 17% de ganho real no Louveira IV. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego financeiro mostra uma vacância financeira estabilizada em 2,9%. Contudo, o lucro projetado com vendas em curso recuou de R$ 1,44 para R$ 1,26 por cota, e o balanço ainda carrega R$ 673,3 milhões em obrigações por aquisição de imóveis, exigindo monitoramento da liquidez frente aos desembolsos futuros.
Relatório de 2026-02-27
O aumento antecipado no pagamento de dividendos para R$ 0,80 por cota marca a principal evolução do **BTLG11** neste mês, impulsionado pelo reconhecimento de R$ 5,0 milhões em lucro com a venda de ativos corporativos e da fração de Barueri, além de R$ 2,8 milhões oriundos da alienação de cotas do IRIM11. A vacância financeira permaneceu estável em 2,9%, refletindo a resiliência do portfólio, enquanto a gestão concluiu a locação total do ativo Ribeirão Preto, revertendo a vacância temporária de 40% vista em 2025 com um ganho real de 26% nos aluguéis. No carrego financeiro, a cota patrimonial apresentou leve recuo de R$ 103,13 para R$ 103,06, e a alavancagem (LTV) manteve-se em 3,3%. Para os investidores que avaliam se o fundo vale a pena, o valuation atual indica um dividend yield anualizado de 9,4%, suportado por uma projeção atualizada de lucro com vendas em curso de R$ 1,44 por cota, enquanto o fundo monitora de perto as obrigações por aquisição de imóveis que somam R$ 673,3 milhões no balanço patrimonial.
Relatório de 2026-01-30
A redução da vacância financeira para 2,9% e a consolidação das receitas dos novos galpões ditaram o ritmo operacional do mês. O **BTLG11** apresentou uma melhora na ocupação de seu portfólio após a locação de 4 mil m² no ativo Cabreúva para uma empresa do setor de embalagens, revertendo parte da pressão vista no mês anterior. No carrego financeiro, a cota patrimonial registrou leve recuo, passando de R$ 103,76 para R$ 103,13, enquanto a alavancagem (LTV) subiu de 2,3% para 3,3%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,79 por cota, agora suportado pelo início do reconhecimento das receitas de locação dos recém-adquiridos BTLG Mauá II e BTLG Osasco, além do lucro de R$ 7,7 milhões oriundo das vendas de frações dos ativos Campinas e Barueri. Para os investidores que analisam se o fundo vale a pena, o valuation atual reflete um dividend yield anualizado de 9,2%, com a gestão atualizando a projeção de lucro para R$ 1,54 por cota no semestre, enquanto monitora os riscos atrelados ao cronograma de desembolsos que soma R$ 664,2 milhões ao longo de 2026.
Relatório de 2025-12-31
A conclusão da 15ª emissão de cotas, que captou R$ 450,5 milhões, e o desinvestimento integral em ativos corporativos reconfiguraram a liquidez do **BTLG11** neste mês, elevando o caixa estimado para R$ 700 milhões visando o exercício de 2026. No carrego financeiro, o valor patrimonial avançou de R$ 103,53 para R$ 103,76 por cota, enquanto a alavancagem (LTV) recuou levemente para 2,3%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,79 por cota, suportado pelo recebimento de R$ 560,4 milhões na venda de ativos oriundos do FII SARE (lucro de R$ 0,49/cota) e da última parcela do BTLG Campinas. Na frente comercial, a vacância financeira subiu de 2,3% para 3,2%, pressionada pela saída de uma locatária inadimplente no ativo Cabreúva e outra desocupação no BTLG Embu, ofuscando a locação integral alcançada no BTLG Ribeirão Preto. Para os investidores que avaliam se o fundo vale a pena, o portfólio agora conta com dois novos galpões AAA (Osasco e Mauá) 100% locados, enquanto a gestão lida com o desafio de reocupar as áreas vagas recentes e administrar as obrigações de R$ 614,2 milhões programadas para o 2T26.
Relatório de 2025-12-18
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** concluiu a venda de ativos corporativos pelo valor de R$ 560.491.997,51, gerando um lucro estimado de R$ 0,49 por cota. A transação envolveu a alienação dos edifícios WT Morumbi e Work Bela Cintra, localizados em São Paulo, adquiridos anteriormente na operação com o SARE11.
Com o recebimento dos recursos, o **BTLG11** realiza o desinvestimento integral de sua posição em ativos corporativos dessa transação específica, direcionando o montante para o reforço do caixa do fundo para o exercício de 2026.
Relatório de 2025-12-17
O fundo imobiliário **BTLG11** informou a conclusão da venda do ativo BTLG Campinas com o recebimento da parcela final de R$ 15.691.053,37, o que permitiu a formalização da escritura de transferência de propriedade do imóvel.
A transação da parcela final gerou lucro contábil de R$ 4.375.508,47, representando R$ 0,0869 por cota e uma taxa interna de retorno anualizada de 22,66%. O caixa do **BTLG11** também foi reforçado por meio da liquidação integral de R$ 27.000.004,25 em cotas de outro fundo imobiliário recebidas anteriormente como parte do negócio.
Relatório de 2025-12-05
O fundo **BTLG11** conclui a aquisição de dois ativos logísticos de padrão AAA na região metropolitana de São Paulo por R$ 385,96 milhões. A administração do **BTLG11** formalizou o fechamento da transação de compra de galpões em Osasco e Mauá, adicionando 83.428 m² de Área Bruta Locável (ABL) ao seu portfólio, com contratos 100% locados.
A operação foi estruturada de forma parcelada, compreendendo um sinal já quitado, uma parcela intermediária paga na data do fechamento e uma parcela diferida com vencimento em 12 meses. Com essa transação, o **BTLG11** expande sua presença no raio de 30 km da capital paulista e passa a deter integralmente o direito de recebimento das receitas de locação dos imóveis.
Relatório de 2025-11-28
A redução da vacância financeira para 2,3% e a queda da alavancagem (LTV) para 2,4% marcam a evolução operacional do **BTLG11** neste mês, superando as pressões de desocupação observadas no período anterior. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,79 por cota, sustentado estrategicamente pelo reconhecimento de R$ 10,8 milhões em lucros com a venda de ativos, o que ajudou a compensar a variação negativa na receita de locações causada por carências concedidas em novos contratos. No carrego financeiro, o valor patrimonial apresentou leve alta, passando de R$ 103,33 para R$ 103,53 por cota. A gestão manteve um forte ritmo comercial, concluindo uma nova locação no ativo Ribeirão Preto e uma revisional no BTLG Mauá com ganho real de 14%. Para os investidores que monitoram se o fundo vale a pena, a estratégia de reciclagem de portfólio segue ativa, com a 15ª emissão em fase final de diligência para novas aquisições, enquanto as obrigações futuras de R$ 614,2 milhões programadas para o 2T26 exigem acompanhamento contínuo da liquidez e do fluxo de caixa.
Relatório de 2025-10-31
A conclusão da aquisição do portfólio SARE11 e a imediata assinatura de venda de dois ativos corporativos ditaram o ritmo do **BTLG11** em outubro de 2025. Diferente do mês anterior, a vacância financeira do fundo subiu de 1,7% para 2,6%, impacto direto da incorporação do ativo Santo André, que possui 44% de desocupação. No carrego financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,79 por cota, estabilizando a receita após os ajustes contábeis de setembro. O valuation patrimonial recuou levemente para R$ 103,33 por cota, enquanto a alavancagem (LTV) permaneceu inalterada em 2,7%. A gestão demonstrou forte atividade comercial com a revisional no BTLG Mauá, que gerou aumento real de 25% no aluguel, e a reposição imediata de locatários no BTLG Hortolândia com prêmio de 10%. Para os investidores que avaliam se o fundo vale a pena, o destaque fica para a estratégia de reciclagem: a venda de ativos como WT Morumbi e Work Bela Cintra por R$ 557 milhões projeta um lucro líquido de R$ 0,54 por cota, destravando valor no curto prazo. Além disso, o fundo encerrou a 14ª emissão captando R$ 604 milhões e já anunciou a 15ª emissão de cotas, visando R$ 300 milhões para novas aquisições logísticas no raio de 30 km de São Paulo.
Relatório de 2025-10-31
**BTLG11** aprova a realização de sua 15ª emissão de cotas com o objetivo de captar inicialmente R$ 299,9 milhões.
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** anunciou o início de sua 15ª emissão de cotas, que visa a captação inicial de R$ 299.999.952,27, correspondente a 2.903.319 novas cotas. O preço de emissão por cota foi definido em R$ 103,33, acrescido de uma taxa de distribuição de R$ 2,48 (2,40%), totalizando um preço de integralização unitário de R$ 105,81. Os recursos captados serão destinados à aquisição de ativos imobiliários comerciais ou industriais, expansão de ativos já existentes e otimização da estrutura de capital do fundo.
Relatório de 2025-10-27
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** assinou compromissos de compra e venda para a alienação de sua participação total nos imóveis corporativos WT Morumbi (75% de participação) e Edifício Work Bela Cintra, ambos localizados em São Paulo - SP. O valor total estimado da transação de venda de ativos é de R$ 557.008.840,00, a ser liquidado de forma integral à vista no fechamento do negócio, gerando um ganho de capital estimado de 12% para o portfólio.
Com a conclusão definitiva da operação, a gestão do **BTLG11** estima um lucro de aproximadamente R$ 24.000.000,00, o que equivale a R$ 0,54 por cota, além de um reforço de caixa estimado de até R$ 360.000.000,00. O fechamento do negócio depende de condições precedentes usuais, como a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e o não exercício do direito de preferência pelos locatários.
Relatório de 2025-10-17
O fundo **BTLG11** concluiu a alienação de dois ativos de seu portfólio após o recebimento da parcela final de R$ 21.909.914,42, o que possibilitou a lavratura da escritura definitiva de transferência do imóvel BTLG Guarulhos. A transação total envolveu a venda de participações em ativos localizados em Feira de Santana-BA e Guarulhos-SP, somando o montante de R$ 136.955.067,07.
O recebimento desta última parcela gerou um lucro de R$ 8.754.175,54, o correspondente a R$ 0,1968 por cota. No resultado consolidado da venda dos dois ativos, o lucro total apurado pelo **BTLG11** alcançou R$ 35.165.850,15, equivalente a R$ 0,7905 por cota, registrando uma taxa interna de retorno (TIR) de 19,3% ao ano.
Relatório de 2025-10-16
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** concluiu a aquisição dos ativos integrantes do portfólio do Santander Renda de Aluguéis FII (SARE11) pelo montante total de R$ 447.673.201,50. A transação foi integralmente liquidada por meio da emissão e subscrição de novas cotas do **BTLG11** ao seu respectivo valor patrimonial, sem desembolso imediato de caixa.
Com a conclusão do negócio, o **BTLG11** passa a deter um ativo logístico em Santo André (SP), além de uma carteira de fundos imobiliários líquidos e dois ativos de escritórios corporativos (WBC e WT Morumbi). Estes dois últimos ativos, por não fazerem parte do escopo de atuação principal do fundo, já se encontram em processo avançado para venda de ativos com foco em ganho de capital.
Relatório de 2025-09-30
A elevação da distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,79 por cota e a assinatura do compromisso de compra dos ativos do SARE11 marcaram a evolução operacional do **BTLG11** em setembro de 2025. O fundo registrou uma compressão na vacância financeira, que recuou de 1,9% para 1,7% após a locação de 1.300 m² no ativo BTLG Campinas, atingindo 100% de ocupação no imóvel com um novo contrato de cinco anos. O valor patrimonial apresentou leve alta, passando para R$ 103,87 por cota, enquanto a alavancagem (LTV) manteve sua trajetória de queda, atingindo 2,7%. Do lado financeiro, a receita de locação sofreu um impacto pontual negativo decorrente de um desconto retroativo concedido durante uma renegociação contratual, o que reduziu a reserva acumulada para R$ 0,74 por cota. A gestão foca agora na conclusão da aquisição de R$ 448 milhões do portfólio SARE11, prevista para outubro, consolidando a estratégia de reciclagem e expansão do patrimônio imobiliário.
Relatório de 2025-09-18
O fundo **BTLG11** comunicou a assinatura de um Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda de Ativos para a aquisição da totalidade dos imóveis integrantes do portfólio do fundo SARE11. Essa operação de aquisição de ativos está avaliada em aproximadamente R$ 448,5 milhões.
O encerramento do negócio depende do cumprimento de condições precedentes regulamentares e contratuais, incluindo o período para eventual direito de preferência dos atuais locatários dos imóveis. Após a conclusão definitiva, novos detalhes sobre a alocação de recursos e impactos no pagamento de dividendos serão informados ao mercado.
Relatório de 2025-08-29
O reconhecimento de lucro na venda do ativo Campinas e a renovação antecipada em Louveira ditaram a dinâmica operacional do **BTLG11** neste mês. O valor patrimonial recuou levemente para R$ 103,71 por cota, enquanto a distribuição de rendimentos mensais foi mantida em R$ 0,78 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,5%. A reserva gerencial acumulada saltou de R$ 0,73 para R$ 0,86 por cota, impulsionada pelo lucro contábil de R$ 4,2 milhões (R$ 0,09 por cota) destravado com a parcela recebida pela alienação do BTLG Campinas. No âmbito comercial, a gestão mitigou riscos de vacância ao renovar o contrato dos galpões Louveira V, VI e VII por mais três anos, garantindo cerca de 6% da receita do fundo com penalidades mais rígidas para rescisão. A estrutura de capital apresentou nova desalavancagem, com o LTV caindo de 2,9% para 2,8% após o pagamento de R$ 366 milhões referentes às aquisições de Cajamar I, Cajamar II e Campinas II, o que reduziu temporariamente a linha de rendimento caixa. A aquisição do portfólio do SARE11 permanece em fase de due diligence, mantendo o foco do mercado na alocação dos recursos da 14ª emissão para a geração de valor no longo prazo.
Relatório de 2025-08-04
O fundo **BTLG11** informou o recebimento da última parcela, no valor de R$ 1.557.928,09 corrigido pelo IPCA, referente à venda de ativos do imóvel BTLG Camaçari. Com a quitação do saldo, foi celebrada a escritura de transferência definitiva da propriedade do imóvel para a compradora. A transação gerou um lucro total de R$ 8.149.943,63, o equivalente a R$ 0,1947 por cota, com uma taxa interna de retorno (TIR) de 24,60%.
Além disso, o administrador do **BTLG11** destacou que o fundo possui um montante a receber de R$ 14.999.995,75 até o último trimestre de 2025. Este valor corresponde à última parcela do preço de venda do imóvel BTLG Campinas e será corrigido pelo índice IPCA.
Relatório de 2025-07-31
A reavaliação patrimonial do portfólio e a conclusão de uma nova revisional no ativo Jundiaí ditaram o ritmo do **BTLG11** neste mês. O valor do patrimônio avançou para R$ 104,21 por cota, impulsionado por uma valorização média de 3,32% nos imóveis, com destaque para os ganhos em Embu (+11,5%) e Jundiaí (+7,9%). No carrego financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,78 por cota, enquanto a reserva gerencial acumulada subiu para R$ 0,73 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais futuros. A gestão também avançou na reciclagem da carteira com o recebimento de R$ 13,9 milhões referentes à primeira parcela da venda de ativos (BTLG Campinas), destravando um lucro contábil de R$ 0,1012 por cota. A estrutura de capital apresentou leve desalavancagem, com o LTV recuando de 3,0% para 2,9%. Por fim, a primeira liquidação da 14ª emissão captou R$ 127,5 milhões, enquanto a aquisição do SARE11 segue em fase de diligência, compondo o quadro de riscos e oportunidades no curto prazo.
Relatório de 2025-07-02
O fundo **BTLG11** recebeu o montante de R$ 13.987.461,87 referente à primeira parcela da venda de ativos do imóvel BTLG Campinas. O recebimento gerou um ganho de capital de R$ 4.375.508,47, correspondente a R$ 0,1012 por cota, que impacta diretamente o resultado financeiro corrente do fundo.
A transação ainda possui um saldo remanescente a receber no valor de R$ 16.499.991,50, com vencimento previsto até o último trimestre de 2025. Esse montante pendente será corrigido pelo IPCA, influenciando o fluxo de caixa futuro do **BTLG11** e o eventual pagamento de dividendos oriundos deste desinvestimento.
Relatório de 2025-06-30
A locação integral do ativo BTLG Suape e a conclusão do pagamento de R$ 337 milhões referentes aos ativos Cajamar I, Cajamar II e Campinas II ditaram o ritmo operacional do **BTLG11** neste mês. O Fundo zerou a vacância remanescente de 15 mil m² em Suape com um contrato até 2033, firmado 10% acima das premissas de aquisição. No carrego financeiro, o pagamento de dividendos manteve-se em R$ 0,78 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,3%. O valor patrimonial apresentou leve alta, passando de R$ 104,00 para R$ 104,09 por cota, enquanto a vacância financeira do portfólio permaneceu estabilizada em 1,9%. A reserva gerencial acumulada subiu de R$ 0,67 para R$ 0,69 por cota, conferindo resiliência para os rendimentos mensais futuros. No âmbito estratégico, a 14ª emissão de cotas, no volume de R$ 600 milhões, avança para viabilizar a aquisição do FII SARE11, operação já aprovada em assembleia e atualmente em fase de diligência. A estrutura de capital segue inalterada com LTV de 3,0%.
Relatório de 2025-06-27
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** realizou a quitação da última parcela para a conclusão financeira da aquisição dos galpões logísticos Cajamar I, Cajamar II e Campinas II, localizados no estado de São Paulo, mediante o pagamento de R$ 336.979.974,59 na data do documento. Com a liquidação desta parcela, o valor total histórico da transação perfez o montante corrigido de R$ 785.039.071,42.
A transação passa a refletir uma taxa de capitalização (cap rate) de 9,5% com base nas receitas vigentes de locação geradas pelos imóveis adquiridos. O administrador do **BTLG11** não divulgou estimativas numéricas de impacto direto no caixa ou no pagamento de dividendos periódicos futuros decorrentes deste encerramento de fluxo de pagamento.
Relatório de 2025-06-12
O fundo **BTLG11** aprovou a realização de sua 14ª emissão de cotas de classe única, visando a captação inicial de R$ 599.999.920,00, correspondente a 5.769.230 novas cotas, com possibilidade de lote adicional de até 50%. Os recursos líquidos obtidos com a oferta pública serão direcionados de forma ativa para a aquisição de ativos imobiliários estratégicos, com destaque para a proposta de incorporação do FII SARE11, que possibilitará a entrada do Ativo Santo André no portfólio e posterior alienação de ativos corporativos.
O preço de emissão foi fixado em R$ 104,00 por cota de **BTLG11**, acrescido de uma taxa de distribuição de R$ 0,10, totalizando o preço de integralização de R$ 104,10 por cota. É assegurado aos cotistas atuais o direito de preferência na subscrição das novas cotas na proporção de 0,133395219, cujo período de exercício ocorrerá de acordo com o cronograma indicativo divulgado no fato relevante.
Relatório de 2025-05-30
A proposta de aquisição integral dos ativos do fundo SARE11 marcou a principal movimentação do **BTLG11** neste mês, visando a incorporação de um portfólio logístico com desconto patrimonial por meio de emissão de novas cotas. No carrego financeiro, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,78 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,4%, levemente inferior aos 9,6% do mês anterior devido à dinâmica de mercado. O valuation do fundo registrou um ajuste marginal positivo, com o valor patrimonial passando de R$ 103,99 para R$ 104,00 por cota. A vacância financeira manteve-se inalterada em 1,9%, com a gestão reportando tratativas avançadas para a locação de espaços vagos nos ativos BTLG Suape e BTLG Ribeirão Preto. Adicionalmente, o reconhecimento contábil de R$ 6 milhões de lucro (R$ 0,15/cota), oriundo da parcela recebida pela venda de ativos (Feira de Santana e Guarulhos), elevou a reserva gerencial para robustos R$ 0,67/cota, garantindo forte previsibilidade para os rendimentos mensais futuros. A estrutura de capital segue conservadora, com o LTV estabilizado em 3,0%.
Relatório de 2025-05-19
O fundo **BTLG11** apresentou uma proposta formal para a aquisição da totalidade dos ativos integrantes da carteira do Santander Renda de Aluguéis FII (SARE11) pelo montante de R$ 475.950.779,00. O pagamento da transação está estruturado para ser realizado integralmente por meio da emissão e entrega de novas cotas do **BTLG11**, emitidas pelo seu respectivo valor patrimonial de fechamento.
A conclusão da operação está condicionada ao cumprimento de obrigações precedentes, que englobam a realização de auditoria confirmatória, a celebração definitiva dos contratos de transferência e a aprovação regulatória, além da deliberação favorável por parte dos cotistas do fundo SARE11 em consulta formal com prazo limite estipulado até 05 de junho de 2025.
Relatório de 2025-04-30
A desocupação de aproximadamente 6 mil m² no ativo BTLG Ribeirão Preto elevou a vacância financeira do **BTLG11** de 1,4% para 1,9% neste mês. Apesar do impacto físico, a gestão reporta que o espaço encontra-se em fase avançada de minuta com um novo locatário, caracterizando o movimento como uma vacância transitória. No carrego financeiro, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,78 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 9,6%. O valor patrimonial do fundo registrou leve alta, passando de R$ 103,83 para R$ 103,99 por cota. Paralelamente, a estrutura de capital apresentou uma sutil desalavancagem, com o LTV recuando de 3,1% para 3,0%. Do lado das movimentações extraordinárias, o fundo concluiu o recebimento de R$ 22,2 milhões referentes à terceira parcela da venda de ativos (BTLG Feira de Santana e BTLG Guarulhos), reforçando o caixa para a sustentação dos rendimentos mensais e mitigando riscos de liquidez no curto prazo.
Relatório de 2025-04-16
O fundo de investimento imobiliário **BTLG11** anunciou o recebimento de R$ 22.248.861,96, referente à terceira parcela da alienação da totalidade de sua participação em dois ativos de seu portfólio, localizados em Feira de Santana-BA e Guarulhos-SP. Com essa entrada, o montante total já recebido pelo fundo decorrente desta transação soma R$ 115.045.152,65, englobando o sinal e as parcelas quitadas até o momento.
O cronograma financeiro da venda de ativos prevê ainda o recebimento de uma última parcela de igual valor, a qual será corrigida por IPCA + 2,00% a.a., com liquidação programada para ocorrer no último trimestre de 2025, integrando o fluxo de caixa planejado do **BTLG11**.
Relatório de 2025-03-31
A expansão concluída para a Ceva Logistics no ativo de Jundiaí e revisões contratuais com forte ganho real reverteram a pressão de desocupação do mês anterior, reduzindo a vacância financeira do portfólio. O **BTLG11** reportou no mês de referência março/2025 uma queda na vacância de 1,6% para 1,4%, impulsionada pela entrega de aproximadamente 6 mil m² que zerou a disponibilidade física do BTLG Jundiaí. Paralelamente, a gestão concluiu uma revisão de aluguel no mesmo ativo, abrangendo 12% da área, com incremento de cerca de 30% no valor da locação. Esses movimentos compensaram o distrato de 2.500 m² ocorrido no BTLG Campinas. No carrego financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,78 por cota, sustentando um dividend yield de 9,9% a.a. O valor patrimonial apresentou leve variação positiva, passando de R$ 103,81 para R$ 103,83 por cota. Houve também um impacto pontual nas despesas operacionais devido ao pagamento de seguro de R$ 110 mil referente a aquisições recentes, montante que possui previsão de reembolso. O nível de alavancagem (LTV) permaneceu inalterado em 3,1%, reforçando a estabilidade na estrutura de capital para a distribuição de rendimentos mensais aos cotistas.