Relatório de 2026-04-30
A amortização do fundo Hedge Desenvolvimento Logístico (HDEL11) marcou a dinâmica operacional do **HFOF11** em abril de 2026, gerando um impacto contábil negativo de R$ 0,017 por cota e reduzindo o resultado mensal para R$ 0,040, frente aos R$ 0,092 registrados no mês anterior. Apesar dessa pressão pontual, o FFO manteve-se estável em R$ 0,058, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,060 por cota. A reserva de lucros acumulada, no entanto, sofreu um ajuste de baixa, passando de R$ 0,108 para R$ 0,089 por cota. No carrego da carteira, o valor patrimonial subiu para R$ 7,97, enquanto a cotação de mercado avançou levemente para R$ 6,86. Essa assimetria de valuation ampliou o deságio do portfólio para 14,7%, esticando o potencial upside para 34,5%. A gestão aproveitou esse cenário para intensificar o programa de recompra, cancelando 2,69 milhões de cotas (salto expressivo contra as 920 mil do mês anterior) com desconto médio de 14,3%. O giro de portfólio desacelerou para R$ 14,4 milhões, com a venda de ativos focada em fundos de CRI e shopping que apresentavam menor desconto no mercado secundário.
Relatório de 2026-03-31
A forte geração de ganho de capital impulsionou o resultado do **HFOF11** em março de 2026, elevando a reserva de lucros acumulada para R$ 0,108 por cota, uma recuperação expressiva frente aos R$ 0,075 registrados no mês anterior. Apesar da manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,060 por cota, o FFO apresentou leve alta, passando para R$ 0,058. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 6,80 e o valor patrimonial ajustou para R$ 7,92, o que ampliou o deságio da carteira para 14,2% e esticou o potencial de valorização (upside) para 34,3%. A gestão intensificou o programa de recompra, cancelando 920.000 cotas com desconto médio de 14,3%, enquanto o giro de portfólio somou R$ 27,5 milhões, focado na venda de ativos de shopping e na arbitragem de fundos de CRI.
Relatório de 2026-02-27
A manutenção do patamar de pagamento de dividendos em R$ 0,060 por cota contrastou com a retração do FFO gerado pelo **HFOF11** em fevereiro de 2026, que recuou de R$ 0,065 para R$ 0,057. Para sustentar essa distribuição, o fundo consumiu marginalmente sua reserva de lucros acumulada, que passou de R$ 0,077 para R$ 0,075 por cota. No aspecto de valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 8,02 (ante R$ 7,96 no mês anterior), enquanto a cotação de mercado subiu para R$ 7,10, comprimindo o deságio para 12,2% e ajustando o potencial de valorização (upside) para 28,6%. A gestão reduziu o ritmo de giro da carteira, com a venda de ativos e compras totalizando R$ 26,1 milhões (frente aos R$ 46,3 milhões de janeiro), focando no segmento corporativo e na arbitragem de fundos de CRI. O programa de recompra seguiu ativo, com o cancelamento de 331.000 cotas adquiridas com deságio médio de 14,7%, gerando valor patrimonial adicional para os cotistas remanescentes.
Relatório de 2026-01-30
O aumento na distribuição de dividendos e a contínua execução do programa de recompra marcaram a evolução do **HFOF11** no primeiro mês de 2026. O fundo elevou o pagamento de rendimentos mensais de R$ 0,056 para R$ 0,060 por cota, suportado por um salto expressivo no FFO, que passou de R$ 0,055 para R$ 0,065. Esse resultado operacional permitiu não apenas o incremento na distribuição, mas também a recomposição da reserva de lucros acumulada, que subiu de R$ 0,072 para R$ 0,077 por cota. No mercado secundário, a cotação avançou de R$ 6,63 para R$ 7,00, enquanto o valor patrimonial subiu de R$ 7,82 para R$ 7,96. Consequentemente, o deságio da cota de mercado em relação ao patrimônio comprimiu de 15,9% para 12,8%, ajustando o potencial de valorização (upside) para 30,7%. A gestão manteve o ativismo na alocação, movimentando R$ 46,3 milhões no mês, com destaque para a venda de ativos no segmento corporativo e arbitragem em fundos de CRI, além de cancelar mais 343.872 cotas adquiridas com deságio médio de 18,2%, destravando valor para o investidor focado em carrego e valuation.
Relatório de 2025-12-31
A expressiva ampliação do programa de recompra e o avanço no preço de tela reconfiguraram o valuation do **HFOF11** no fechamento de 2025. O volume de cotas canceladas saltou de 1,63 milhão no mês anterior para 4.331.128, consolidando um ganho patrimonial relevante e ajustando o deságio médio das aquisições para 19,22%. No mercado secundário, a cota de mercado subiu de R$ 6,35 para R$ 6,63, o que comprimiu o desconto em relação ao patrimônio de 17,8% para 15,9% e revisou o potencial de valorização (upside) para 38,1%. A cota patrimonial também registrou alta, passando de R$ 7,66 para R$ 7,82. Para o investidor focado em carrego e rendimentos mensais, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,056 por cota. O resultado recorrente (FFO) do mês cravou R$ 0,055, exigindo um leve consumo da reserva de lucros acumulada, que recuou de R$ 0,073 para R$ 0,072 por cota, evidenciando uma gestão ativa para sustentar o atual patamar de distribuição.
Relatório de 2025-11-28
A aquisição estratégica de 13,5 andares no Edifício Continental Tower, via fundo HJCT11, marcou a principal alocação de capital do **HFOF11** em novembro de 2025. A transação, estruturada com seller's finance atrelado ao IPCA por 30 meses, projeta um dividend yield inicial de 13,4%. Paralelamente, o programa de recompra de cotas foi intensificado, com o cancelamento de 1.637.200 cotas a um deságio médio ampliado para 20,0% (ante 18,8% no mês anterior), gerando ganho patrimonial direto. No mercado secundário, a cota de mercado avançou para R$ 6,35, o que reduziu o desconto em bolsa de 19,9% para 17,8% e ajustou o potencial de valorização (upside) para 44,4%. Para o investidor focado em carrego e valuation, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota. Contudo, a geração de caixa recorrente (FFO) recuou levemente para R$ 0,055 por cota, consumindo parte da reserva de lucros acumulada, que caiu de R$ 0,079 para R$ 0,073 por cota. A cota patrimonial permaneceu estável em R$ 7,66.
Relatório de 2025-10-31
A intensificação do programa de recompra de cotas e o aumento do valor patrimonial ditaram o ritmo do **HFOF11** em outubro de 2025. O fundo acelerou significativamente o cancelamento de cotas, passando de 350 mil no mês anterior para 1.575.734 cotas adquiridas com deságio médio de 18,8%, gerando ganho direto no patrimônio. A cota patrimonial avançou de R$ 7,55 para R$ 7,66, enquanto a cota de mercado teve leve alta para R$ 6,19. Esse descasamento ampliou o desconto em bolsa para 19,9%, elevando o potencial de valorização (upside) para 49,8%. No que tange à movimentação da carteira, o volume total recuou para R$ 25,4 milhões, com forte concentração em compras (R$ 24,7 milhões) e drástica redução nas vendas de ativos (R$ 0,7 milhão). Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena com base no valuation e carrego, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota. A previsibilidade dos rendimentos mensais segue ancorada em um FFO estável de R$ 0,057 por cota e em uma reserva de lucros acumulada que permaneceu inalterada em R$ 0,079 por cota.
Relatório de 2025-09-30
O avanço no volume de negociações e a execução agressiva do programa de recompra ditaram o ritmo do **HFOF11** em setembro de 2025. O fundo movimentou R$ 28,4 milhões no mês, um salto expressivo em relação aos R$ 11,4 milhões de agosto, concentrando R$ 22,1 milhões na compra de fundos corporativos descontados e giro de CRIs, além de R$ 6,2 milhões em venda de ativos. A cota patrimonial registrou alta, passando de R$ 7,28 para R$ 7,55, enquanto a cota de mercado avançou para R$ 6,15. Esse movimento reduziu levemente o desconto em bolsa para 19,3%, ajustando o potencial de valorização (upside) para 49,0%. No âmbito do valuation e para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota. O FFO mensal ficou em R$ 0,057 por cota, e a reserva de lucros acumulada permaneceu estável em R$ 0,079 por cota, mitigando riscos e garantindo previsibilidade para os rendimentos mensais no curto prazo. O cancelamento de 350.000 cotas adquiridas com 18,9% de deságio gerou ganho no patrimônio direto aos cotistas remanescentes.
Relatório de 2025-08-29
A execução prática do programa de recompra e o lançamento da estratégia Hedge Opportunities (HOPP) reconfiguraram a alocação do **HFOF11** em agosto de 2025. Em contraste com a calmaria do mês anterior, o volume de movimentações subiu para R$ 11,4 milhões, divididos entre R$ 6,2 milhões em compras (focadas em fundos de CRI e corporativos) e R$ 5,2 milhões em venda de ativos. No balanço patrimonial, a cota contábil avançou de R$ 7,25 para R$ 7,28, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 5,91. Esse movimento ampliou o desconto em bolsa para 19,6%, elevando o potencial de valorização (upside) da carteira para 54,5%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota. Embora o FFO tenha recuado de R$ 0,062 para R$ 0,058 no mês, a reserva de lucros acumulada cresceu, atingindo R$ 0,079 por cota, conferindo maior previsibilidade aos rendimentos mensais no curto prazo.
Relatório de 2025-07-30
A aprovação de um programa pioneiro de recompra de cotas e a forte desaceleração no giro da carteira redefiniram a dinâmica do **HFOF11** em julho de 2025. O volume de movimentações despencou de R$ 42,9 milhões no mês anterior para apenas R$ 7,0 milhões (R$ 4,0 milhões em compras e R$ 3,0 milhões em vendas de ativos), com a gestão focando no início de uma posição em um fundo de shoppings descontado e no giro tático de fundos de CRI. A cota patrimonial recuou de R$ 7,37 para R$ 7,25, enquanto a cota de mercado permaneceu estável em R$ 5,95, o que reduziu o desconto em bolsa para 18,8%. O potencial de valorização (upside) subiu marginalmente para 54,3%, impulsionado pelo aumento do desconto dos FIIs de tijolo da carteira, que passou de 22,2% para 23,7%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota, amparado por um FFO que avançou para R$ 0,062 e uma reserva de lucros acumulada que cresceu para R$ 0,070 por cota. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o novo programa de recompra permite a aquisição e cancelamento de até 5% das cotas em circulação, visando capturar o duplo desconto e gerar ganho patrimonial direto aos cotistas remanescentes.
Relatório de 2025-06-30
O salto no volume de movimentações para R$ 42,9 milhões e o aprofundamento do desconto em bolsa para 20,0% marcaram a dinâmica do **HFOF11** em junho de 2025. Em comparação ao mês anterior, a gestão intensificou o giro da carteira, realizando R$ 21,6 milhões em compras e R$ 21,3 milhões em venda de ativos, com destaque para operações de renda urbana e desenvolvimento no mercado primário. A cota patrimonial avançou de R$ 7,21 para R$ 7,37, enquanto a cota de mercado sofreu retração, encerrando a R$ 5,95. Esse movimento ampliou o potencial de valorização (upside) para 54,0%, refletindo o duplo desconto dos ativos investidos. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,056 por cota, suportado por um FFO mensal que subiu para R$ 0,058 e uma reserva de lucros estabilizada em R$ 0,063 por cota. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o relatório gerencial destaca que os FIIs de tijolo da carteira acumulam um desconto de 22,2%, evidenciando a estratégia de carrego e valuation adotada pela gestão em um cenário macroeconômico desafiador.
Relatório de 2025-05-30
O aumento no volume de movimentações para R$ 19,2 milhões e a ampliação do desconto em bolsa para 16,3% ditaram o ritmo do **HFOF11** em maio de 2025. Diferente da postura defensiva do mês anterior, a gestão dobrou o giro da carteira, focando na compra de fundos de desenvolvimento no mercado primário e na venda de ativos de CRI no mercado secundário. A cota patrimonial fechou em R$ 7,21, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 6,09. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,056 por cota, suportado por um FFO mensal de R$ 0,057 e uma reserva de lucros estabilizada em R$ 0,063 por cota. Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o fundo apresenta um potencial de valorização (upside) de 51,8%, refletindo o duplo desconto dos ativos investidos, especialmente nos FIIs de tijolo que negociam 25,4% abaixo do custo de reposição.
Relatório de 2025-05-12
O fundo **HFOF11**, na qualidade de detentor de 66,2% das cotas do Fundo de Investimento Imobiliário Memorial Office (**FMOF11**), solicitou formalmente a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) sob a forma de consulta formal para deliberar sobre a venda do edifício 'Memorial Office Building' por R$ 44.500.000,00. O pedido de convocação também engloba propostas para a transferência da administração do fundo alvo para a administradora do **HFOF11** (Hedge Investments), a contratação de nova gestora, a liquidação do fundo após a conclusão da venda e o ressarcimento das despesas de convocação pelo próprio fundo alvo.
A proposta de venda do imóvel prevê o pagamento do preço de R$ 44.500.000,00 em três parcelas, sendo a primeira de R$ 24.475.000,00 paga na assinatura da escritura, e as outras duas parcelas de R$ 10.012.500,00 com vencimento em 365 e 730 dias, respectivamente, corrigidas pelo IPCA. Caso a venda seja consumada e a alteração da administração aprovada, a nova administradora receberá uma taxa fixa mensal de R$ 15.000,00 somada a uma taxa de 1% sobre o valor de venda do imóvel, paga proporcionalmente ao recebimento de cada parcela.
Relatório de 2025-05-09
**HFOF11** anuncia desdobramento de suas cotas na proporção de 1 para 10. O fundo **HFOF11** comunicou ao mercado que, conforme deliberado em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 30 de abril de 2025, foi aprovado o desdobramento de suas cotas de emissão, tomando como base a posição de fechamento de mercado no dia 9 de maio de 2025.
A partir de 12 de maio de 2025, as novas cotas resultantes do desdobramento do **HFOF11** passarão a ser negociadas. O número total de cotas representativas do patrimônio líquido do fundo subirá de 23.046.000 para 230.460.000, e o novo valor unitário de cada cota será ajustado mediante divisão por 10, sem que a medida gere qualquer impacto financeiro no valor global do patrimônio líquido do fundo.
Relatório de 2025-04-30
A redução do deságio patrimonial para 13,8% e a retração no volume de negociações marcaram o mês de abril para o **HFOF11**. Em comparação ao mês anterior, a cota patrimonial avançou de R$ 68,39 para R$ 69,33, refletindo a marcação a mercado positiva do portfólio. Diante da elevada volatilidade, a gestão adotou uma postura mais defensiva, reduzindo o volume de movimentações de R$ 14,0 milhões para R$ 9,8 milhões, divididos entre compras de fundos corporativos e venda de ativos no mercado secundário (CRIs e FOFs). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, suportado por um FFO de R$ 0,57 no mês e um colchão de resultados acumulados que subiu de R$ 0,62 para R$ 0,63 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o fundo apresenta agora um upside potencial ajustado para 52,1% (ante 66,2% no mês anterior), evidenciando o duplo desconto dos ativos investidos, o que confere previsibilidade aos rendimentos mensais no curto prazo mesmo em um cenário de juros restritivos.
Relatório de 2025-03-31
A ampliação do desconto patrimonial para 20,3% e o crescimento das reservas de lucros ditaram a dinâmica do **HFOF11** em março de 2025. Em comparação ao mês anterior, a cota patrimonial avançou de R$ 65,22 para R$ 68,39, mas a volatilidade no mercado secundário pressionou o preço de tela, elevando o deságio. O volume de movimentações subiu levemente para R$ 14,0 milhões, com a gestão adotando uma postura mais defensiva na compra de fundos logísticos e no giro de CRIs, em detrimento de um maior volume de venda de ativos. O resultado recorrente (FFO) permaneceu alinhado à distribuição, sustentando o pagamento de dividendos de R$ 0,56 por cota. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o portfólio agora carrega um upside potencial ajustado para 66,2% e um colchão de liquidez ampliado para R$ 0,62 por cota, conferindo maior previsibilidade aos rendimentos mensais no curto prazo, mesmo diante do duplo desconto intrínseco aos ativos investidos.