Relatório de 2026-05-12
**PMLL11** aprova a realização de sua 7ª emissão de cotas visando captar até R$ 1.000.000.035,20. O administrador Banco Genial S.A. e a gestora Pátria - VBI Asset Management Ltda. aprovaram a emissão de até 8.530.240 novas cotas sob o regime de melhores esforços. Os recursos líquidos decorrentes da oferta serão integralmente destinados à aquisição de ativos em conformidade com a política de investimentos do fundo, possibilitando a expansão do portfólio sem previsão imediata ou estimativa de alteração no pagamento de dividendos.
Relatório de 2026-05-05
O fundo **PMLL11** divulgou fato relevante comunicando a assinatura de instrumento para a aquisição de ativos, formalizando a intenção de compra de uma fração ideal de 13,328% do Shopping Curitiba, localizado em Curitiba/PR, pelo valor de R$ 54.087.509,00. A transação será realizada em conjunto com outros dois compradores, sendo um deles pertencente ao Grupo Soifer.
O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de condições precedentes usuais, incluindo a aprovação pelo CADE. O preço final será ajustado na data de fechamento para refletir um cap rate médio de 9,5% sobre o NOI Caixa do imóvel dos 12 meses anteriores, e o pagamento poderá ser realizado em moeda corrente ou compensado integralmente pela emissão e subscrição de novas cotas do **PMLL11**.
Relatório de 2026-04-30
A aceleração da queima de reservas para sustentar os dividendos de R$ 1,00 por cota e o anúncio de uma robusta 7ª emissão de cotas de R$ 1,0 bilhão marcam a dinâmica do **PMLL11** em abril de 2026. O resultado distribuível do fundo recuou de R$ 0,81 para R$ 0,75 por cota, forçando a gestão a consumir mais R$ 0,26 por cota de seu saldo acumulado, o que reduziu a reserva de R$ 1,52 para R$ 1,26 por cota. No mercado secundário, a liquidez média diária (ADTV) encolheu para R$ 5,4 milhões, enquanto o múltiplo P/VP registrou leve melhora para 0,94x. Operacionalmente, as vendas totais do portfólio reagiram fortemente, subindo para R$ 1.449/m² (+9,7% YoY), embora o NOI/m² tenha recuado para R$ 86,2/m². A alavancagem financeira permaneceu estável em 10,3% do patrimônio líquido, que encerrou o mês avaliado em R$ 1,636 bilhão. O período também foi marcado por intensa movimentação de portfólio, com novos memorandos de entendimento (MoUs) para a venda do Shopping Park Sul e aquisições estratégicas.
Relatório de 2026-04-16
O fundo **PMLL11** celebrou Memorando de Entendimento para a aquisição direta de participações em cinco shoppings centers, totalizando um investimento de R$ 257.064.193,00. A transação envolve a compra de frações ideais de 12% do Prudenshopping, 14% do Shopping Granja Vianna, 10% do Natal Shopping, 15% do North Shopping Maracanaú e 5% do Shopping Plaza Sul.
O pagamento será estruturado em três partes: R$ 35 milhões à vista na celebração do compromisso de compra e venda; R$ 167,06 milhões à vista que poderão ser pagos total ou parcialmente mediante compensação com novas cotas de emissão do fundo; e R$ 55 milhões a prazo, pagos em duas parcelas iguais corrigidas pelo IPCA aos 12 e 18 meses. A partir da data do compromisso, o **PMLL11** receberá o resultado operacional líquido dos ativos proporcionalmente às suas frações, sob o regime de caixa.
Relatório de 2026-03-31
O fundo **PMLL11** comunicou a assinatura de um instrumento de intenção de compra de uma fração ideal de 19% do Shopping Jardim Sul, localizado em São Paulo, pelo valor total de R$ 128.000.000,00. Esta aquisição de ativos imobiliários expande o portfólio do fundo em um empreendimento com 28.710 m² de Área Bruta Locável (ABL).
O cronograma de pagamento e caixa prevê que 50% do valor (R$ 64.000.000,00) será quitado em moeda corrente nacional, com parcelamento em até 18 meses corrigido pelo IPCA. O saldo remanescente de 50% será pago na data de fechamento em dinheiro ou compensado integralmente mediante a emissão de novas cotas do **PMLL11** a serem subscritas pelo vendedor.
Relatório de 2026-03-31
A convocação da AGE para a aquisição integral do RBR Malls e a modernização do regulamento dominaram a pauta do mês, enquanto o fundo consumiu mais reservas para manter o patamar de rendimentos. O resultado distribuível do **PMLL11** recuou para R$ 0,81 por cota em março de 2026, frente aos R$ 0,90 do mês anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 1,00 por cota, alinhado ao guidance do semestre, a gestão utilizou parte do saldo retido, reduzindo a reserva acumulada de R$ 1,71 para R$ 1,52 por cota. No mercado secundário, a liquidez diária (ADTV) sofreu uma retração expressiva, caindo de R$ 9,4 milhões para R$ 6,4 milhões, acompanhada por um leve ajuste no múltiplo P/VP, que passou a 0,92x. Operacionalmente, os dados referentes a fevereiro mostraram uma taxa de ocupação de 96% (queda de 1 p.p. frente ao mês anterior) e um NOI de R$ 90,6/m², com crescimento interanual de 1,9%. As vendas totais registraram retração de 2,7% (R$ 1.277/m²), distorcidas pelo efeito calendário do Carnaval. A alavancagem financeira subiu marginalmente para 10,3%, com a perspectiva de diluição para 8,3% condicionada à aprovação da compra do portfólio do RBR Malls, movimento que busca destravar valor e otimizar o valuation da carteira.
Relatório de 2026-02-28
A manutenção dos rendimentos mensais em R$ 1,00 por cota e o salto na liquidez secundária para R$ 9,4 milhões diários marcam o mês de fevereiro do **PMLL11**, em meio à votação decisiva para a incorporação do RBR Malls. O resultado distribuível recuou para R$ 0,90 por cota, refletindo a ausência dos ganhos de capital não recorrentes vistos no mês anterior. Para sustentar o patamar de pagamento de dividendos alinhado ao guidance do 1S2026, o fundo consumiu parte de sua reserva acumulada, que passou de R$ 1,81 para R$ 1,71 por cota. No mercado secundário, o múltiplo P/VP avançou de 0,90x para 0,93x, acompanhado por um forte aumento no ADTV. Operacionalmente, o NOI atingiu R$ 133,2/m² (crescimento de 1,7% YoY), e a taxa de ocupação permaneceu em patamares históricos de 97%. A inadimplência líquida saltou para 8% no mês, justificada pela sazonalidade do faturamento em dobro de dezembro, embora o acumulado de 12 meses siga controlado em 2,3%. A alavancagem financeira atual de 10,2% tem perspectiva de diluição para 8,3% caso a aquisição do portfólio do RBR Malls seja aprovada na AGE em andamento, o que pode destravar valor e melhorar o valuation da carteira.
Relatório de 2026-01-30
A convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a aquisição integral das cotas do RBR Malls FII e o salto nos rendimentos mensais para R$ 1,00 por cota marcam a virada operacional do **PMLL11** em janeiro de 2026. O resultado distribuível disparou de R$ 0,69 no mês anterior para R$ 2,08 por cota, impulsionado pela forte sazonalidade comercial, pelo lucro da venda de ativos (Boulevard Shopping Bauru, agregando R$ 0,58/cota) e pelo vencimento de uma aplicação de renda fixa (R$ 0,10/cota). Esse carrego robusto permitiu que a reserva acumulada do fundo saltasse para R$ 1,81 por cota, garantindo o cumprimento do guidance de dividendos estipulado pela gestão. No âmbito patrimonial, o fundo registrou um leve aumento no patrimônio líquido para R$ 1,65 bilhão, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,90x, enquanto a liquidez no mercado secundário (ADTV) recuou de R$ 4,8 milhões para R$ 4,1 milhões. Operacionalmente, o NOI atingiu R$ 126,3/m², refletindo um crescimento de 12,8% frente a dezembro de 2024, suportado por recuperações expressivas de inadimplência em ativos como Madureira Shopping e Shopping Park Sul. A alavancagem financeira apresentou leve recuo para 10,2%, com a gestão propondo na AGE a modernização do regulamento, incluindo o aumento do capital autorizado para R$ 30 bilhões e a permissão para recompra de cotas, visando otimizar a estrutura de capital.
Relatório de 2026-01-06
O fundo de investimento imobiliário **PMLL11** concluiu uma transação de alienação e aquisição de ativos imobiliários, resultando no recebimento líquido de R$ 40.335.000,00 em moeda corrente. A operação envolveu a aquisição de uma fração ideal adicional de 15% do Suzano Shopping pelo montante de R$ 51.120.000,00, elevando a participação do fundo no ativo para 40%, em conjunto com a alienação de 35% das ações de uma SPE proprietária do Boulevard Shopping Bauru pelo preço de R$ 91.455.000,00.
A conclusão da transação gerou para o **PMLL11** um lucro não recorrente, sob o regime de caixa, estimado em aproximadamente R$ 0,58 por cota. A venda do Boulevard Shopping Bauru foi realizada por um valor aproximadamente 9% superior ao montante investido e 4% acima do laudo de avaliação de 2025, apresentando uma taxa interna de retorno nominal de cerca de 14% ao ano, enquanto a aquisição no Suzano Shopping possui cap rate estimado de 9,4% para o ano de 2026.
Relatório de 2025-12-31
A concretização da reciclagem de portfólio e o impacto de passivos tributários redefiniram as métricas do **PMLL11** no fechamento do ano. A operação envolvendo a compra de 15% do Suzano Shopping e a venda de ativos (35% do Boulevard Shopping Bauru) foi concluída, gerando um lucro de R$ 0,58 por cota, superando a estimativa anterior. No entanto, o resultado distribuível do mês recuou para R$ 0,69 por cota, pressionado pelo adiantamento não recorrente de despesas de indenização tributária do ativo de Bauru (R$ 0,23/cota). Para manter a previsibilidade de rendimentos mensais, o pagamento de dividendos seguiu em R$ 0,86 por cota, o que consumiu parte da reserva acumulada, agora em R$ 0,72 por cota. Operacionalmente, o fundo apresentou evolução de carrego, com o NOI atingindo R$ 96,1/m² impulsionado por fortes recuperações de inadimplência no Madureira e Caxias Shopping. No valuation, a reavaliação anual dos ativos pela CBRE marcou uma desvalorização média de 4,7%, refletindo o aumento das taxas de desconto, o que ajustou o patrimônio líquido para R$ 1,64 bilhão e o múltiplo P/VP para 0,90x. A liquidez no mercado secundário subiu para R$ 4,8 milhões de ADTV, enquanto a alavancagem teve leve incremento para 10,3%. A gestão projeta elevar o patamar de distribuição para R$ 1,00 por cota no primeiro semestre de 2026.
Relatório de 2025-12-26
A assinatura de um Memorando de Entendimentos para a rotação de ativos marcou a dinâmica do **PMLL11** neste mês, prevendo a aquisição de 15% do Suzano Shopping e a venda de 35% do Boulevard Shopping Bauru. Essa operação de reciclagem de portfólio estima gerar um lucro de R$ 0,48 por cota, com conclusão prevista para janeiro de 2026. No âmbito financeiro, após o pico não recorrente do ciclo anterior, o resultado distribuível normalizou para R$ 0,93 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,86 por cota, permitindo um leve incremento na reserva acumulada, que passou de R$ 0,81 para R$ 0,89 por cota, reforçando a previsibilidade de rendimentos mensais. Operacionalmente, o fundo registrou expressiva recuperação de inadimplência em ativos como Campinas Shopping e Rio Anil, impulsionando o NOI para R$ 93,0/m². O valuation permanece estável, com patrimônio líquido de R$ 1,71 bilhão e múltiplo P/VP de 0,84x, enquanto a liquidez no mercado secundário (ADTV) ajustou levemente para R$ 4,2 milhões. A alavancagem segue ancorada em 9,9%, exigindo acompanhamento das obrigações de longo prazo atreladas a CRIs.
Relatório de 2025-12-03
O fundo imobiliário **PMLL11** assinou um Memorando de Entendimento (MOU) que prevê a venda de ativos e a aquisição de participação adicional em shopping de seu portfólio. A transação consiste na aquisição de 15% do Suzano Shopping por R$ 51.120.000,00 e na alienação de 35% das ações de uma SPE detentora do Boulevard Shopping Bauru por R$ 91.455.000,00.
Como resultado líquido da operação, o **PMLL11** receberá o montante de R$ 40.335.000,00 em moeda corrente, com fechamento previsto para janeiro de 2026. A estimativa da administração é de que a conclusão do negócio gere um ganho de capital e lucro em regime de caixa de aproximadamente R$ 0,48 por cota, que poderá impactar positivamente o caixa disponível para futuro pagamento de dividendos.
Relatório de 2025-12-01
A forte geração de caixa não recorrente e a entrega de expansões físicas ditaram o ritmo do **PMLL11** neste ciclo. O resultado distribuível saltou expressivamente para R$ 1,24 por cota, impulsionado por receitas financeiras e novas alocações de caixa, descolando-se do patamar anterior de R$ 0,86. Esse movimento permitiu que a reserva acumulada quase dobrasse, atingindo R$ 0,81 por cota, conferindo alta previsibilidade para o pagamento de dividendos futuros, que foram mantidos em R$ 0,86. No portfólio, o destaque operacional foi a inauguração da expansão do Shopping Park Sul, agregando 2,6 mil m² de ABL com novas operações de varejo e 380 vagas de estacionamento. A liquidez no mercado secundário também apresentou forte evolução, com o volume médio diário (ADTV) escalando de R$ 2,3 milhões para R$ 4,4 milhões. O valuation do fundo permanece estável, com patrimônio líquido de R$ 1,71 bilhão e múltiplo P/VP de 0,83x. A estrutura de capital mantém a alavancagem ancorada em 9,9%, exigindo acompanhamento das obrigações atreladas a CRIs indexados ao IPCA e CDI.
Relatório de 2025-09-30
A reversão positiva no desempenho operacional ditou o ritmo do **PMLL11** neste ciclo, superando a retração vista no mês anterior. O indicador de NOI/m² registrou um avanço de 4,8% na comparação anual, impulsionado por uma expressiva recuperação de inadimplência líquida, que atingiu o patamar negativo de -2% em agosto. Em paralelo, as vendas totais ganharam tração, crescendo 4,9% ano contra ano, refletindo um aquecimento no fluxo dos shoppings. No âmbito financeiro, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,86 por cota, alinhado ao guidance, enquanto o resultado distribuível gerado foi de R$ 0,86. Essa dinâmica permitiu que a reserva acumulada de lucros avançasse marginalmente para R$ 0,44 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais futuros. O valuation do portfólio reflete um patrimônio líquido de R$ 1,71 bilhão, com o múltiplo P/VP subindo levemente para 0,83x. A liquidez das cotas no mercado secundário também apresentou melhora substancial, com o volume médio diário (ADTV) saltando de R$ 1,7 milhão para R$ 2,3 milhões. A estrutura de capital segue com alavancagem ancorada em 9,9%, suportada por obrigações atreladas a CRIs que demandam monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-09-26
O impacto de uma base comparativa atípica marcou o desempenho operacional do **PMLL11** neste mês, ofuscando a melhora na geração de caixa. O fundo registrou um recuo de 7,4% no NOI/m² na comparação anual, uma reversão frente ao crescimento do mês anterior, distorcido por uma recuperação expressiva de inadimplência no Madureira Shopping ocorrida em julho de 2024, além do forte fluxo gerado por lançamentos de cinema na mesma época. As vendas totais também desaceleraram, crescendo 2,2% a/a. Apesar do freio operacional, a vertente financeira apresentou evolução: o resultado distribuível subiu para R$ 0,87 por cota, superando o pagamento de dividendos mantido em R$ 0,86. Com isso, a reserva de lucros voltou a crescer, passando de R$ 0,42 para R$ 0,43 por cota, garantindo maior previsibilidade para os rendimentos mensais futuros. No valuation, o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 1,70 bilhão, com o P/VP ajustando levemente para 0,82x. A liquidez no mercado secundário, contudo, seguiu em contração, com o volume médio diário (ADTV) caindo para R$ 1,7 milhão. A ocupação física do portfólio manteve-se no patamar histórico de 96,7%, enquanto a alavancagem financeira continuou ancorada em 9,9%.
Relatório de 2025-07-31
A efetivação da troca de gestão para o Pátria e a mudança de ticker marcam o mês, acompanhadas por uma forte desaceleração no crescimento operacional. O **PMLL11** (antigo MALL11) registrou um avanço no NOI/m² de apenas 3,9% na comparação anual, um recuo expressivo frente aos 23% do mês anterior. As vendas totais também perderam tração, crescendo 4,0% a/a. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,86 por cota, sustentado pelo consumo da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,46 para R$ 0,42 por cota, dado que o resultado gerado no mês foi de R$ 0,80. O valuation do fundo aponta um patrimônio líquido de R$ 1,70 bilhão (P/VP de 0,80x), enquanto a liquidez no mercado secundário continuou em queda, atingindo um volume médio diário (ADTV) de R$ 1,9 milhão. Pelo lado positivo, a vacância apresentou leve melhora, recuando para 3,3% (ocupação de 96,7%), e a gestão projeta a manutenção dos rendimentos mensais no patamar atual até o final do ano, apesar da alavancagem ter subido para 9,9% do portfólio.
Relatório de 2025-07-14
Transição de gestão do fundo **PMLL11** é oficializada com a transferência para a Pátria VBI Asset Management. O administrador do fundo **PMLL11** comunicou que, após a devida aprovação regulatória e por parte dos cotistas, a substituição da gestora atual será implementada em 15 de julho de 2025. Adicionalmente, o fundo **PMLL11** mudará sua denominação social para Patria Malls Fundo de Investimento Imobiliário, com novo nome de pregão a partir de 22 de julho de 2025, mantendo o ticker **PMLL11**.
Relatório de 2025-06-30
A aprovação final pelo CADE e pelos cotistas para a transição de gestão para o Pátria VBI Asset Management marca o mês do **PMLL11**, acompanhada de uma elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,86 por cota. Comparado ao mês anterior, o fundo apresentou uma aceleração no crescimento do NOI Caixa, que saltou para uma alta de 23% na comparação anual (ante 13% no período prévio), impulsionado pelo reconhecimento de receita não recorrente no Shopping Park Sul. As vendas totais atingiram R$ 222 milhões, mantendo um ritmo forte de expansão (+23% a/a), embora com leve desaceleração percentual frente ao pico do mês anterior. A liquidez no mercado secundário recuou, com o volume médio diário negociado caindo de R$ 3,7 milhões para R$ 2,3 milhões. O valuation do fundo permanece com um patrimônio líquido na casa de R$ 1,69 bilhão, enquanto a vacância segue estabilizada em 4%. A estrutura de capital registrou leve amortização, com o saldo de CRIs recuando para R$ 165,9 milhões (8,9% dos ativos). Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no longo prazo, o carrego de resultados acumulados sofreu nova e leve retração, passando de R$ 0,48 para R$ 0,46 por cota, exigindo monitoramento quanto à sustentabilidade do atual patamar de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-05-30
Aceleração expressiva nas vendas totais e o avanço formal da transição de gestão para o Patria Investimentos ditam o ritmo do **PMLL11** neste mês. Superando a marca anterior, o volume médio diário negociado saltou para R$ 3,7 milhões, refletindo maior liquidez no mercado secundário. No âmbito operacional, as vendas totais atingiram R$ 203 milhões, um robusto crescimento de 32% na comparação anual, impulsionado pelo efeito calendário da Páscoa em abril. Apesar desse salto comercial, o NOI Caixa total apresentou leve desaceleração no ritmo de alta, crescendo 13% (ante 15% no mês prévio), com o NOI caixa/m² ficando estável. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado sobre a cota de mercado para 10,11%. Contudo, o carrego de resultados acumulados sofreu nova retração, passando de R$ 0,55 para R$ 0,48 por cota, exigindo atenção quanto à sustentabilidade futura dos rendimentos mensais. A estrutura de capital mostra um leve incremento nominal no passivo atrelado a CRIs, agora em R$ 169,4 milhões (9,0% dos ativos), enquanto a vacância permanece controlada em 4%, mantendo o valuation e o patrimônio líquido do fundo na casa de R$ 1,69 bilhão para investidores que avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2025-05-22
Assinatura de contrato vinculante para a transferência de gestão de carteiras e reorganização do fundo **PMLL11** e outros veículos do grupo Genial e Plural para subsidiárias da Patria Investimentos. A operação prevê que, após a conclusão da transação, os ativos passem a ser geridos pela equipe do Patria Real Estate.
A eficácia do negócio e a consequente transição da gestão do **PMLL11** estão sujeitas ao cumprimento de condições precedentes habituais, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a autorização dos cotistas em assembleias gerais.
Relatório de 2025-04-30
A transição de gestão para o Patria Investimentos e a recuperação do NOI Caixa marcam a dinâmica do **PMLL11** neste mês de abril de 2025. Diferente do cenário anterior, a liquidez média diária recuou para o patamar de R$ 2 milhões, enquanto as vendas totais registraram um crescimento mais brando de 15% na comparação anual, atingindo R$ 196 milhões, influenciadas pelo descasamento do calendário da Páscoa. Em contrapartida, o NOI Caixa total acelerou para uma alta de 15% (ante 7% no mês passado), com o indicador de NOI caixa/m² revertendo a contração anterior para um leve avanço de 1%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, porém o carrego de resultados acumulados sofreu nova redução, passando de R$ 0,71 para R$ 0,55 por cota. O dividend yield anualizado sobre a cota de mercado recuou levemente para 9,92%, com o patrimônio líquido estável na casa de R$ 1,70 bilhão. A taxa de ocupação do portfólio permaneceu resiliente em 96%, e o passivo atrelado a CRIs segue inalterado em R$ 167 milhões (8,9% dos ativos), configurando um valuation e estrutura de capital estáveis para quem avalia se o ativo vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2025-03-31
O salto na liquidez média diária para R$ 4,1 milhões e a aceleração das vendas totais, que registraram alta de 29% na comparação anual, redefinem a dinâmica do **PMLL11** neste mês de março de 2025. Diferente do cenário anterior, o crescimento do NOI Caixa total desacelerou para 7% (ante 17% no mês passado), com o indicador de NOI caixa/m² apresentando uma contração de 6% frente ao mesmo período do ano anterior. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota, suportado por um carrego de resultados acumulados que sofreu leve ajuste para R$ 0,71 por cota. O dividend yield anualizado sobre a cota de mercado recuou para 10,13%, enquanto o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 1,70 bilhão. A taxa de ocupação do portfólio sustentou-se em 96%, embora movimentações pontuais, como a saída do Poupatempo no Suzano Shopping, exijam monitoramento de curto prazo. O passivo atrelado a CRIs segue controlado em R$ 167 milhões, representando 8,9% dos ativos totais.