Relatório de 2026-04-30
A assinatura de um memorando de entendimentos (MoU) para a venda parcial de cinco shoppings por R$ 257,1 milhões marca a estratégia de reciclagem de portfólio do **VISC11** neste mês, visando mitigar a pressão de sua estrutura de capital. O resultado gerado recuou para R$ 0,68 por cota (ante R$ 0,71 no mês anterior), impactado por descasamentos temporários no repasse de caixa do BH Shopping e do Shopping Paralela FII. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,84 por cota, consumindo parte do saldo acumulado, que passou de R$ 1,47 para R$ 1,27 por cota. Operacionalmente, o carrego dos ativos mostrou força: o crescimento do NOI Caixa por m² acelerou expressivamente para 15,3% na comparação anual. Por outro lado, a taxa de ocupação apresentou leve queda, passando de 94,8% para 94,3%, enquanto a inadimplência líquida ajustou-se para -1,0%. O passivo do fundo segue como o principal risco intrínseco, com obrigações a prazo somando R$ 1,07 bilhão, justificando o foco da gestão na venda de ativos para gerar liquidez e cobrir a projeção de consumo de caixa de R$ 147,0 milhões em 2026.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão da aquisição de 10% do BH Shopping e a forte recuperação da inadimplência líquida redefinem o balanço do **VISC11** neste mês. O indicador de inadimplência recuou drasticamente de 8,5% para -3,3%, refletindo o recebimento de aluguéis dobrados de dezembro. Operacionalmente, a taxa de ocupação subiu levemente para 94,8%, e o crescimento do NOI Caixa por m² acelerou para 7,2% na comparação anual. No aspecto financeiro, o resultado gerado caiu de R$ 0,92 para R$ 0,71 por cota, mas o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,84, consumindo parte do saldo acumulado total, que passou de R$ 1,56 para R$ 1,47 por cota. O balanço patrimonial sofreu impacto com o aumento das obrigações a prazo, que saltaram para R$ 1,067 bilhão devido à nova aquisição e emissão de CRIs atrelados ao ativo mineiro. Além disso, uma retificação na avaliação do Ribeirão Shopping gerou um impacto negativo de 1,2% no valor patrimonial da cota. A gestão segue focada em gerar liquidez via venda de ativos ou novas emissões para honrar a projeção de consumo de caixa de R$ 150,7 milhões em 2026.
Relatório de 2026-02-28
O salto da inadimplência líquida para 8,5% e a redução do resultado gerado marcam a transição operacional do **VISC11** no início de 2026. O resultado gerado recuou de R$ 1,17 para R$ 0,92 por cota, embora o pagamento de dividendos tenha sido mantido em R$ 0,84. O saldo acumulado total avançou de R$ 1,48 para R$ 1,56 por cota, conferindo resiliência para a distribuição de rendimentos mensais ao longo do ano. Operacionalmente, a taxa de ocupação sofreu um leve ajuste negativo, passando de 95,2% para 94,7%, enquanto o crescimento do NOI Caixa por m² desacelerou de 7,6% para 4,0% na comparação anual. No balanço patrimonial, as obrigações a prazo recuaram ligeiramente para R$ 781,3 milhões, com a projeção de consumo de caixa ajustada para R$ 160,8 milhões no ano. A gestão reitera o foco na venda de ativos ou novas emissões de cotas para honrar os compromissos de curto prazo atrelados ao Shopping Paralela e Midway Mall, mitigando os riscos de alavancagem.
Relatório de 2026-01-31
A elevação do pagamento de dividendos para R$ 0,84 por cota e a conclusão de uma nova securitização de R$ 98 milhões atrelada ao Midway Mall marcam o início de 2026 para o **VISC11**. O resultado gerado saltou para R$ 1,17 por cota, impulsionando o saldo acumulado total para R$ 1,48 por cota (frente aos R$ 1,15 do mês anterior), o que reforça a previsibilidade de rendimentos mensais. Operacionalmente, o carrego do portfólio mostrou forte aceleração: o crescimento do NOI Caixa por m² (considerando participações atuais) subiu de 4,8% para 7,6%. A inadimplência líquida recuou de forma expressiva, passando de 1,5% para um patamar negativo de -2,4%, enquanto a taxa de ocupação apresentou leve ajuste negativo, encerrando em 95,2%. No balanço patrimonial, o fundo reporta obrigações totais a prazo de R$ 786,4 milhões, com projeção de consumo de caixa de R$ 169 milhões para o ano. Esse cenário mantém a gestão focada em gerar liquidez via venda de ativos ou novas emissões de cotas para honrar as parcelas futuras do Shopping Paralela e Midway Mall.
Relatório de 2025-12-31
A conclusão da aquisição do Midway Mall e a assinatura de um MoU para compra de 10% do BH Shopping reconfiguram a tese de alocação do **VISC11** neste fechamento de ano, impulsionando a nova estimativa de rendimentos mensais para a faixa de R$ 0,84 a R$ 0,90 por cota até o fim de 2026. Operacionalmente, o carrego do portfólio demonstrou aceleração: o crescimento do NOI Caixa por m² subiu para 4,8% (considerando participações atuais), enquanto a inadimplência líquida recuou expressivamente de 2,9% para 1,5%. A taxa de ocupação também avançou, atingindo 95,3%. No balanço patrimonial, contudo, materializaram-se riscos de desvalorização: a reavaliação anual dos ativos a valor justo pela Colliers gerou uma marcação negativa de 3,87% nos imóveis, o que comprimiu o patrimônio líquido do fundo de R$ 3,55 bilhões para R$ 3,40 bilhões. O resultado financeiro gerado no mês saltou para R$ 0,89 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,81 e elevando o saldo acumulado total para R$ 1,15 por cota, reforçando a previsibilidade para os próximos meses.
Relatório de 2025-11-28
A elevação da taxa de ocupação para 95,0% e o incremento na geração de caixa marcam a transição operacional do **VISC11** neste mês de novembro. Comparado ao mês anterior, o fundo imobiliário registrou um avanço no resultado financeiro gerado, passando de R$ 0,73 para R$ 0,78 por cota, o que reduziu a necessidade de consumo de reservas para manter o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,81 por cota. Consequentemente, o saldo acumulado não distribuído sofreu leve retração, ajustando-se de R$ 1,10 para R$ 1,07 por cota (incluindo o FII Paralela). No carrego operacional, o crescimento do NOI Caixa por m² desacelerou de 11,2% para 3,1% (3,5% nas participações atuais), acompanhado por uma retração no fluxo de veículos, que virou para o campo negativo em -0,6%. A inadimplência líquida apresentou leve alta, subindo de 2,7% para 2,9%. No balanço patrimonial, o valuation do portfólio segue estável com patrimônio líquido de R$ 3,55 bilhões, enquanto as obrigações a prazo caíram para R$ 695,4 milhões, suportadas por um caixa de R$ 207,5 milhões em aplicações financeiras.
Relatório de 2025-10-31
O salto expressivo de 11,2% no crescimento do NOI Caixa por m² e a taxa de ocupação recorde dos últimos 5 anos (94,8%) redefinem o carrego operacional do **VISC11** neste mês de outubro de 2025. Em contraste com o período anterior, o fundo imobiliário apresentou uma forte aceleração nas métricas de varejo, com as vendas por m² subindo 3,4% e o fluxo de veículos revertendo a queda para uma alta de 2,3%. Apesar do robusto desempenho físico dos shoppings e da queda na inadimplência líquida para 2,7%, a geração de resultado financeiro recuou de R$ 0,76 para R$ 0,73 por cota. Para manter o pagamento de dividendos mensais estabilizado em R$ 0,81 por cota, a gestão continuou consumindo suas reservas, o que reduziu o saldo acumulado não distribuído de R$ 1,18 para R$ 1,10 por cota (incluindo o FII Paralela). No balanço patrimonial, o valuation permaneceu estável com um patrimônio líquido de R$ 3,55 bilhões, enquanto as obrigações a prazo referentes a aquisições prévias recuaram levemente para R$ 698,9 milhões, suportadas por um caixa de R$ 220,1 milhões em aplicações financeiras.
Relatório de 2025-09-30
A aceleração do crescimento do NOI Caixa e das vendas por m² dita o ritmo do **VISC11** neste mês, contrapondo-se a um salto expressivo na inadimplência líquida. O fundo imobiliário manteve o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,81 por cota, suportado por uma melhora na geração de resultado, que subiu para R$ 0,76 por cota (ante R$ 0,71 no mês anterior). Apesar do avanço operacional, o fundo continuou utilizando suas reservas para compor a distribuição, reduzindo o saldo acumulado para R$ 1,18 por cota. No detalhe da operação, o crescimento do NOI Caixa acelerou para 2,8% na comparação anual, acompanhado por uma alta idêntica nas vendas por m² e uma recuperação no fluxo de veículos, que reduziu a queda para -0,5%. Em contrapartida, a inadimplência líquida saltou para 3,3%, revertendo o cenário atípico de recebimentos atrasados do mês anterior. No valuation e balanço, o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 3,55 bilhões, com as obrigações a prazo recuando levemente para R$ 702,6 milhões e as aplicações financeiras caindo para R$ 224,9 milhões.
Relatório de 2025-08-29
A conclusão da aquisição de mais 25% do Shopping Paralela e a forte recuperação na inadimplência marcam o mês do **VISC11**, contrastando com uma desaceleração nos indicadores de vendas e fluxo. O fundo imobiliário manteve o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,81 por cota, apesar da geração de resultado ter recuado para R$ 0,71 por cota (frente aos R$ 0,78 do mês anterior). Para sustentar o patamar de rendimentos, o fundo consumiu parte de suas reservas, que agora somam R$ 1,23 por cota (incluindo o saldo retido no Shopping Paralela FII). Operacionalmente, a inadimplência líquida despencou de 1,7% para -0,5%, evidenciando o recebimento de aluguéis atrasados. Por outro lado, o crescimento do NOI Caixa desacelerou bruscamente para 1,7% na comparação anual, enquanto as vendas por m² cresceram apenas 0,8% e o fluxo de veículos aprofundou a queda para -4,3%. No valuation, o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 3,55 bilhões, mas a alavancagem subiu: as obrigações a prazo saltaram para R$ 706,6 milhões devido à nova aquisição, contrapondo aplicações financeiras que recuaram para R$ 238,4 milhões.
Relatório de 2025-07-31
Aceleração expressiva no NOI Caixa e leve melhora na ocupação ditam o ritmo do portfólio, compensando a alta pontual na inadimplência. O **VISC11** registrou um crescimento de 12,0% no NOI/m² em comparação anual, superando a marca de 6,5% do mês anterior. A taxa de ocupação subiu marginalmente para 94,6%, enquanto a inadimplência líquida avançou de 1,4% para 1,7%. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,81 por cota, suportado por uma geração de resultado de R$ 0,78 por cota (frente aos R$ 0,71 anteriores). Para complementar a distribuição, o fundo utilizou parte de sua reserva de lucros, que agora totaliza R$ 0,98 por cota. No valuation, o patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 3,57 bilhões. A estrutura de capital apresentou leve redução nas obrigações a prazo, que passaram para R$ 528,7 milhões, contrapondo aplicações financeiras de R$ 255,8 milhões. O crescimento das vendas por m² desacelerou para 3,4%, refletindo um cenário de consumo mais moderado, evidenciado também pela queda de 3,9% no fluxo de veículos.
Relatório de 2025-06-30
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,81 por cota e a forte retração da inadimplência líquida marcaram o desempenho operacional do **VISC11** em junho de 2025. Diferente do mês anterior, onde a inadimplência pressionava o portfólio, o indicador recuou expressivamente de 2,6% para 1,4%, acompanhado por uma redução nos descontos concedidos, que caíram para 1,7%. A taxa de ocupação apresentou leve melhora, atingindo 94,5%. No carrego financeiro, o fundo gerou um resultado de R$ 0,71 por cota, exigindo novo consumo da reserva de lucros acumulada, que passou de R$ 1,11 para R$ 1,01 por cota. O crescimento das vendas por m² desacelerou para 8,0% na comparação anual, enquanto o NOI Caixa acelerou, registrando alta de 6,5%. A estrutura de capital revela obrigações a prazo de R$ 530,6 milhões e aplicações financeiras de R$ 261,6 milhões, mantendo o valuation do patrimônio líquido estável na casa dos R$ 3,57 bilhões.
Relatório de 2025-05-30
A aquisição de mais 25% do Shopping Paralela e o forte repique nas vendas ditaram o ritmo do **VISC11** em maio de 2025, contrastando com a pressão contínua na inadimplência. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, gerando um resultado mensal de R$ 0,70 e consumindo mais uma parcela da reserva de lucros, que recuou de R$ 1,21 para R$ 1,11 por cota. No varejo físico, o crescimento das vendas por m² saltou expressivamente para 11,8% (recuperando-se da forte desaceleração de 1,6% do mês anterior), enquanto o NOI Caixa apresentou um avanço mais tímido de 3,6% na comparação anual. A taxa de ocupação recuou levemente para 94,3%. Do lado dos riscos intrínsecos e dados de carrego, a inadimplência líquida piorou, saltando de 1,5% para 2,6%, e os descontos oscilaram para 2,1%. A estrutura de capital mostra obrigações a prazo de R$ 532,6 milhões contra aplicações financeiras de R$ 270,3 milhões, elevando a dívida líquida para R$ 262,3 milhões. O valuation do portfólio permanece ancorado em um patrimônio líquido de R$ 3,57 bilhões.
Relatório de 2025-04-30
O descasamento do calendário do varejo e o aumento da inadimplência ditaram o ritmo operacional do **VISC11** em abril de 2025, contrastando com a resiliência da distribuição de proventos. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, gerando um resultado mensal de R$ 0,70 e consumindo parte da reserva de lucros, que recuou de R$ 1,30 para R$ 1,21 por cota. No varejo físico, o crescimento das vendas por m² sofreu uma forte desaceleração, caindo de 11,5% no mês anterior para 1,6%, impacto justificado pela mudança da Páscoa (celebrada em março no ano anterior e em abril neste ano). Em contrapartida, o NOI Caixa manteve tração, acelerando levemente para 11,0% na comparação anual. A taxa de ocupação permaneceu estável em 94,5%. Do lado dos riscos intrínsecos e dados de carrego, a inadimplência líquida saltou de 0,0% para 1,5%, e os descontos subiram para 2,0%. A estrutura de capital revela um passivo líquido maior, com as obrigações a prazo atingindo R$ 533,3 milhões frente a um caixa de R$ 278,5 milhões, resultando em uma dívida líquida de R$ 254,8 milhões. O valuation do portfólio segue ancorado em R$ 3,6 bilhões de patrimônio líquido.
Relatório de 2025-03-31
A aceleração expressiva no crescimento do NOI Caixa e das vendas por metro quadrado marcou a transição operacional do **VISC11** neste mês, compensando a normalização do resultado financeiro após os eventos não recorrentes do período anterior. Sem o efeito da venda de ativos do Iguatemi Bosque, a geração de caixa do fundo retornou ao patamar de R$ 0,71 por cota. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80, consumindo parte da reserva de lucros, que recuou de R$ 1,39 para R$ 1,30 por cota. No varejo físico, os indicadores operacionais mostraram forte tração: o crescimento do NOI Caixa saltou de 3,5% para 10,7% na comparação anual, enquanto as vendas por m² aceleraram de 8,4% para 11,5%. A taxa de ocupação apresentou leve melhora, atingindo 94,5%. A estrutura de capital e os dados de carrego revelam obrigações a prazo de R$ 532,2 milhões contra um caixa de R$ 289,5 milhões, resultando em um passivo líquido de R$ 242,6 milhões. O valuation do portfólio segue ancorado na resiliência da operação, com inadimplência zerada (0,0%) e descontos controlados em 1,7%, garantindo previsibilidade para os rendimentos mensais futuros.