Relatório de 2026-03-31
A forte correção na cotação de mercado e a venda estratégica de cinco ativos de equity marcaram o mês de março para o **TGAR11**. Enquanto o pagamento de dividendos se manteve estável em R$ 0,72 por cota, o valor a mercado despencou de R$ 80,11 para R$ 71,20, gerando um retorno total negativo de -10,32%, a despeito do leve avanço do valor patrimonial para R$ 110,54. A base de cotistas acentuou sua retração, perdendo mais de 3.700 investidores e fechando em 144.117. Operacionalmente, a gestão acelerou a reciclagem do portfólio com a venda de ativos que injetou R$ 73,46 milhões no caixa, visando realocação em CRIs. A representatividade das receitas de equity saltou para 93,56%, mas a reserva de lucros sofreu forte compressão, caindo de R$ 0,13 para R$ 0,05 por cota. No front comercial, as vendas de incorporação bateram novo recorde de R$ 36,48 milhões. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais seguem pressionados pela necessidade de giro, com a inadimplência média do portfólio em 4,57% exigindo monitoramento contínuo em um cenário macroeconômico adverso.
Relatório de 2026-02-27
A leve recuperação na cotação de mercado e o aumento marginal no pagamento de dividendos marcaram o mês de fevereiro para o **TGAR11**, contrastando com a forte queda observada no período anterior. O rendimento distribuído subiu de R$ 0,71 para R$ 0,72 por cota, impulsionando um retorno total positivo de 3,31% no mês, enquanto a cota a mercado avançou de R$ 78,25 para R$ 80,11. Em contrapartida, o valor patrimonial recuou de R$ 113,05 para R$ 110,15. A base de cotistas manteve a trajetória de retração, encolhendo para 147.891 investidores. Na composição de receitas, a classe de equity reduziu sua representatividade para 90,43% (ante 92,59%), e o segmento de crédito caiu para 2,89%. A reserva de lucros apresentou recomposição, passando de R$ 0,10 para R$ 0,13 por cota. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os indicadores operacionais mostram uma inadimplência de urbanismo em leve queda para 4,08%, acompanhada pelo melhor desempenho de vendas em incorporação dos últimos 17 meses, refletindo os esforços de reciclagem e gestão ativa do portfólio em meio a um cenário macroeconômico que ainda exige cautela.
Relatório de 2026-02-24
A administradora do fundo **TGAR11**, Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda., publicou um comunicado de retificação para informar que, por conta de uma falha operacional, foi realizado o upload incorreto de um Fato Relevante no dia 23 de fevereiro de 2026.
A instituição esclareceu de forma objetiva que o **TGAR11** não possui cotas de investimento no TG Real Fundo de Investimento em Direitos Creditórios. Desse modo, não há correlação entre as informações veiculadas de forma indevida e o portfólio de ativos do fundo, tendo sido adotadas medidas imediatas para a correção do erro de publicação.
Relatório de 2026-02-02
O fundo de investimento imobiliário **TGAR11** comunicou uma variação patrimonial positiva de 5,52% em seu patrimônio líquido, apurada em 30 de dezembro de 2025. O ajuste decorre da remarcação contábil de suas investidas por meio do método de equivalência patrimonial.
Essa reavaliação contábil resultou na valorização do valor patrimonial da cota do **TGAR11**, que passou a ser avaliada em R$ 113,64, em linha com as normas de regência da CVM.
Relatório de 2026-01-30
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,71 por cota materializou as pressões de liquidez antecipadas no guidance do semestre, impactando diretamente o retorno total do **TGAR11**, que amargou -14,95% no mês. O movimento no mercado secundário foi severo, com a cota a mercado recuando de R$ 93,00 para R$ 78,25, enquanto o valor patrimonial se sustentou em R$ 113,05, reflexo da reavaliação de ativos de dezembro. A base de investidores, que vinha em recuperação, encolheu para 148.957 cotistas. Na matriz de receitas, a classe de equity cedeu levemente para 92,59%, e o crédito representou 4,83%. A reserva de lucros, antes em R$ 0,19, foi consumida e encerrou o mês em R$ 0,10 por cota. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram uma inadimplência de urbanismo subindo levemente para 4,12%, exigindo monitoramento contínuo da resiliência operacional frente ao cenário de juros restritivos e à necessidade de reciclagem do portfólio para destravar valor.
Relatório de 2025-12-31
A revisão do guidance de distribuição para o primeiro semestre de 2026, agora estimado entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota, reflete os desafios de liquidez enfrentados pelo **TGAR11** neste mês. O atraso no recebimento da venda da Viel Participações, somado à lentidão nos repasses bancários e na velocidade de vendas, pressionou o fluxo de caixa de curto prazo. Apesar desse cenário, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, com a reserva de lucros subindo levemente para R$ 0,19. Na matriz de receitas, a classe de equity ampliou sua dominância para 96,10% (frente aos 85,65% anteriores), enquanto o crédito recuou para 5,76%. No mercado secundário, a cota a mercado saltou de R$ 85,73 para R$ 93,00, contrastando com a leve queda do valor patrimonial, que passou de R$ 108,84 para R$ 106,71. A base de cotistas reverteu a tendência de queda, alcançando 151.072 investidores. Para quem avalia se o ativo vale a pena, a inadimplência da carteira de urbanismo seguiu em trajetória de melhora, caindo de 4,16% para 4,02%, demonstrando resiliência operacional em meio ao aperto monetário.
Relatório de 2025-11-28
A reversão na matriz de receitas marcou o desempenho do **TGAR11** neste mês, com a classe de equity retomando a representatividade ao atingir 85,65% do resultado (frente aos 76,06% anteriores), enquanto o segmento de crédito recuou para 9,45%. O destaque operacional foi a amortização extraordinária de R$ 20,62 milhões do CRI Cumaru Golf, realizada via dação em pagamento de 19 unidades imobiliárias. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, suportado por uma reserva de lucros estabilizada em R$ 0,18. No mercado secundário, a cota a mercado apresentou leve recuo para R$ 85,73, acompanhando a queda do valor patrimonial, que passou de R$ 108,84 para R$ 107,50. A base de cotistas manteve a tendência de contração, caindo para 150.846 investidores. Pelo lado positivo, a inadimplência da carteira de urbanismo apresentou melhora significativa, recuando de 5,07% para 4,16%, aliviando pressões de curto prazo no fluxo de caixa.
Relatório de 2025-10-31
A forte aceleração na venda de ativos de crédito reconfigurou a matriz de receitas do **TGAR11** neste mês, com o segmento de recebíveis saltando para 16,26% do resultado (ante 10,74% no período anterior), enquanto a classe de equity recuou para 76,06%. O movimento de desinvestimento foi expressivo, totalizando R$ 73,76 milhões na alienação de nove operações de CRI, além da venda à vista do Garavelo Center por R$ 5,00 milhões, que destravou um lucro de R$ 800 mil. Essa dinâmica operacional permitiu a recomposição da reserva de lucros, que subiu de R$ 0,11 para R$ 0,18 por cota, reforçando a sustentabilidade do pagamento de dividendos, mantido em R$ 1,00. No mercado secundário, a cota a mercado apresentou leve alta para R$ 85,83, reduzindo marginalmente o deságio frente ao valor do patrimônio, que permaneceu estável em R$ 108,84. Para os investidores que monitoram se o fundo vale a pena, é importante observar a base de cotistas, que registrou nova contração, encerrando o mês com 151.603 investidores, e a inadimplência da carteira de urbanismo, que atingiu 5,07%. O guidance de rendimentos mensais segue inalterado entre R$ 0,90 e R$ 1,10 para o semestre.
Relatório de 2025-09-30
A compressão do desconto patrimonial marcou o mês de setembro para o **TGAR11**, com a cota a mercado avançando para R$ 85,33, enquanto a cota patrimonial recuou de R$ 109,67 para R$ 108,84. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentado por uma nova inversão na matriz de receitas: a classe de equity voltou a ganhar tração, representando 84,51% do resultado (ante 80,24% em agosto), enquanto o segmento de crédito recuou para 10,74%. A reciclagem da carteira de recebíveis continuou, mas em menor intensidade, com R$ 35,20 milhões em venda de ativos e R$ 13,80 milhões em aquisições. Um ponto de atenção para quem avalia se o fundo vale a pena é a redução da reserva de lucros, que caiu de R$ 0,16 para R$ 0,11 por cota, embora o guidance de rendimentos mensais permaneça inalterado entre R$ 0,90 e R$ 1,10 para o semestre. Operacionalmente, os ativos da Cipasa e Nova Colorado seguem no balanço até a assinatura definitiva da alienação, contribuindo com R$ 17,28 milhões em VGV no mês. A base de investidores registrou leve contração de 0,51%, encerrando com 152.622 cotistas.
Relatório de 2025-09-15
**TGAR11** assina compromisso de desinvestimento na Viel Participações Ltda., prevendo a venda de ativos que englobam a totalidade de sua participação na referida empresa. O fundo **TGAR11** celebrou instrumento particular de promessa de compra e venda de quotas visando alienar sua fatia na companhia, que detém o controle das desenvolvedoras de projetos urbanos Cipasa Urbanismo e Nova Colorado, cujo portfólio conjunto soma 66 loteamentos residenciais distribuídos por 14 estados brasileiros.
A conclusão da venda de ativos está condicionada à superação de termos usuais, como auditoria pelo comprador e o aval concorrencial do CADE. Estima-se que a transação confira ao **TGAR11** uma Taxa Interna de Retorno (TIR) anualizada de 25,23%, sem que ocorra impacto ou alteração imediata na expectativa de pagamento de dividendos recorrentes aos cotistas.
Relatório de 2025-08-29
A venda da participação na Viel Participações LTDA (controladora da Cipasa e Nova Colorado) por R$ 302,52 milhões marcou uma virada estratégica para o **TGAR11** em agosto de 2025, gerando um prêmio de 50% sobre o valor patrimonial e consolidando um lucro líquido projetado de R$ 90,40 milhões. Em contraste com a forte correção do mês anterior, a cota a mercado recuperou terreno, fechando a R$ 84,40 e entregando um retorno total positivo de 4,20%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentado por uma mudança na composição de receitas: a classe de equity recuou para 80,24%, enquanto o segmento de crédito dobrou sua representatividade para 15,56%. A tese de reciclagem de crédito acelerou com a venda de ativos somando R$ 55,55 milhões contra R$ 16,05 milhões em aquisições. Operacionalmente, a emissão do Habite-se do projeto Folks (SP) destrava repasses bancários. Apesar da cota patrimonial registrar leve queda para R$ 109,67, a reserva de lucros saltou de R$ 0,07 para R$ 0,16 por cota, fortalecendo o carrego para investidores que avaliam se o fundo vale a pena frente ao guidance mantido de R$ 0,90 a R$ 1,10 para o semestre. No radar de riscos, a investigação da CVM sobre a Virgo Securitizadora reteve R$ 904 mil do fundo de reserva do CRI Green Park, exigindo monitoramento.
Relatório de 2025-07-31
A forte correção na cota a mercado, que encerrou julho cotada a R$ 82,00 e gerou um retorno total de -10,09% no mês, contrastou com a estabilidade no pagamento de dividendos do **TGAR11**, mantidos em R$ 1,00 por cota (dividend yield de 1,22%). Na composição de resultados, a classe de equity ampliou sua dominância, saltando para 88,31% das receitas totais, enquanto o segmento de crédito encolheu para 7,19%. O balanço de movimentações de crédito seguiu a tese de desinvestimento líquido, com a venda de ativos somando R$ 25,20 milhões em seis operações e aquisição de R$ 10,97 milhões em quatro CRIs. Operacionalmente, a emissão do Habite-se do New York Residence destrava o processo de individualização e repasse bancário, acelerando a quitação de saldos devedores. A cota patrimonial manteve a leve tendência de queda, passando para R$ 110,24, mas a reserva de lucros avançou para R$ 0,07 por cota, reforçando o carrego para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena dentro do guidance reiterado de rendimentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,10 para o semestre.
Relatório de 2025-06-30
A emissão do Habite-se do Gran Life e a venda integral do Horizonte Flamboyant impulsionaram os resultados operacionais do **TGAR11** em junho de 2025, elevando a participação da classe de equity para 85,51% das receitas totais. Em contrapartida, a representatividade do crédito recuou para 8,97%. No balanço de movimentações, o fundo manteve a tese de desinvestimento líquido em crédito, vendendo R$ 31,61 milhões em seis operações, enquanto adquiriu R$ 19,03 milhões em cinco CRIs. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,00 por cota, refletindo um dividend yield mensal de 1,08%. A cota patrimonial continuou sua trajetória de compressão, passando de R$ 112,10 para R$ 111,15, ao passo que a cota a mercado apresentou recuperação, fechando a R$ 92,20. A reserva acumulada de lucros dobrou em relação ao mês anterior, atingindo R$ 0,04 por cota. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego do portfólio enfrenta o desafio do alongamento nos prazos de repasses bancários, que saltaram de 6 para até 12 meses, motivando a manutenção do guidance conservador de R$ 0,90 a R$ 1,10 para o segundo semestre.
Relatório de 2025-05-30
A inversão na estratégia de movimentação de ativos marcou o mês de maio para o **TGAR11**, com a venda de operações de crédito superando as aquisições, totalizando R$ 34,73 milhões em desinvestimentos contra R$ 10,47 milhões alocados. Esse movimento refletiu diretamente na composição das receitas, onde a classe de equity ampliou sua dominância para 83,69%, enquanto o crédito recuou para 11,55%. No aspecto de valuation e carrego, a cota patrimonial manteve a tendência de queda, passando de R$ 112,82 para R$ 112,10, enquanto a cota a mercado apresentou leve oscilação positiva, fechando a R$ 89,99. O pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 1,00 por cota (dividend yield de 1,11%), porém a reserva acumulada de lucros sofreu nova compressão, atingindo R$ 0,02 por cota. Para investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o cenário exige atenção à revisão do guidance para o segundo semestre, motivada pela taxa Selic a 15% ao ano, que encarece o financiamento e pressiona a liquidez no mercado imobiliário.
Relatório de 2025-04-30
A inversão na dinâmica de alocação de crédito e o avanço da representatividade do equity marcaram os resultados de abril para o **TGAR11**. Diferente do mês anterior, onde a venda de ativos ditou o ritmo, a gestão focou em aquisições, alocando R$ 42,77 milhões em quatro operações de crédito e liquidando apenas R$ 20,83 milhões. Esse movimento, aliado à performance dos projetos, impulsionou a composição de receitas: a vertical de equity saltou para 76,52% de representatividade, enquanto o crédito avançou para 17,70%. No âmbito do valuation e carrego, a cota patrimonial manteve a trajetória de leve recuo, fechando em R$ 112,82. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,00 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,11%. Contudo, a reserva acumulada de lucros sofreu uma contração expressiva, caindo para R$ 0,06 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena no mercado secundário, o fundo encerrou cotado a R$ 89,90, mantendo o desconto frente ao patrimônio em um cenário onde a velocidade de vendas (VSO) da carteira de incorporação apresenta desaceleração devido ao elevado custo de financiamento.
Relatório de 2025-03-31
A forte rotação na carteira de crédito ditou o ritmo de março para o **TGAR11**, com um volume de venda de ativos superando o dobro das novas alocações. Em comparação ao mês anterior, a gestão acelerou o desinvestimento, liquidando 12 operações de crédito que somaram R$ 68,81 milhões (frente aos R$ 25,12 milhões de fevereiro), enquanto alocou R$ 30,35 milhões em 6 operações. No âmbito dos resultados, a composição de receitas sofreu retração em suas principais linhas: a vertical de equity passou a representar 73,10% (ante 77,86% no mês anterior) e a de crédito caiu para 12,22% (ante 17,31%). O valuation patrimonial também registrou um leve recuo, passando de R$ 113,90 para R$ 113,19. Apesar das variações nas linhas de receita, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,00 por cota, sustentando o guidance estipulado pela gestão. Para investidores que analisam o carrego e ponderam se o ativo vale a pena, o fundo encerrou o mês negociado a R$ 91,80 no mercado secundário, mantendo um desconto expressivo frente ao seu valor patrimonial e acumulando uma reserva de lucros de R$ 0,13 por cota.