Relatório de 2026-04-30
Queda no número de dias úteis pressiona o resultado gerado e reduz os rendimentos mensais distribuídos aos cotistas. O **KNCR11** registrou um recuo no resultado gerado para R$ 1,09 por cota em abril de 2026, impactando diretamente o pagamento de dividendos, que foi ajustado para R$ 1,10 por cota (frente aos R$ 1,15 do mês anterior). A reserva acumulada também sofreu retração, passando de R$ 0,25 para R$ 0,19 por cota. Na dinâmica de portfólio, a alocação em ativos-alvo subiu levemente para 78,2%, com a posição em instrumentos de caixa caindo para 6,9%. O fundo realizou R$ 70,5 milhões em novas aquisições de CRIs (operações Huma e HSLG), um volume de desembolso inferior ao reportado no mês passado. A taxa média da carteira (MTM) apresentou leve alta, alcançando CDI + 2,07% a.a. Para investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a cota patrimonial encerrou o período com leve alta a R$ 102,38, enquanto o pipeline de estruturação futuro foi revisado para R$ 1,8 bilhão, mantendo a carteira imune a eventos de inadimplência.
Relatório de 2026-03-31
Aceleração na alocação de recursos reduz o peso do caixa e impulsiona o resultado gerado por cota no mês. O **KNCR11** apresentou uma evolução significativa na sua dinâmica de portfólio em março de 2026, revertendo parte do efeito de cash drag observado no mês anterior. A posição em instrumentos de caixa recuou de 14,3% para 7,8%, enquanto a alocação em CRIs subiu de 75,6% para 77,9%, reflexo direto do investimento de R$ 320,5 milhões em novas operações, com destaque para o CRI Brokfield - Ed. Passeio Paulista. Com o maior número de dias úteis e a taxa Selic mantida em patamar elevado, o resultado gerado saltou de R$ 0,96 para R$ 1,24 por cota. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi elevado para R$ 1,15 por cota, permitindo ainda a recomposição da reserva acumulada, que passou de R$ 0,10 para R$ 0,25 por cota. O patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 10,96 bilhões, com a cota patrimonial registrando leve avanço para R$ 102,36. A taxa média da carteira (MTM) teve um ajuste marginal positivo para CDI + 2,05% a.a. Para investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a gestão reporta um pipeline de R$ 2,2 bilhões em estruturação para os próximos meses, mantendo a carteira sem eventos negativos de crédito.
Relatório de 2026-02-28
A conclusão da 12ª emissão de cotas injetou liquidez massiva no portfólio, elevando o patrimônio líquido para R$ 10,95 bilhões e aprofundando o efeito de cash drag. Com a captação de R$ 3,18 bilhões, a posição de caixa do **KNCR11** saltou de 9,9% para 14,3%, diluindo a alocação em CRIs para 75,6%. Esse carrego de capital, somado ao menor número de dias úteis em fevereiro, pressionou o resultado gerado, que recuou de R$ 1,18 para R$ 0,96 por cota. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 1,00 por cota, consumindo parte da reserva acumulada, que agora repousa em R$ 0,10. No front de alocação, o fundo acelerou o ritmo de originação frente ao mês anterior, adquirindo R$ 425 milhões no CRI JHSF Malls II a CDI + 2,25%. Contudo, a taxa média da carteira (MTM) sofreu leve compressão, passando de CDI + 2,08% para CDI + 2,04% a.a. Para os investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a cota patrimonial registrou leve alta para R$ 102,29. A gestão sinaliza um pipeline robusto de R$ 2,5 bilhões em estruturação para mitigar a ociosidade do caixa nas próximas 8 a 12 semanas, mantendo a carteira sem eventos de crédito e com riscos controlados.
Relatório de 2026-01-31
A entrada de recursos da emissão vigente reconfigurou o balanço do **KNCR11** em janeiro, elevando o patrimônio líquido de R$ 9,74 bilhões para R$ 10,38 bilhões. Esse carrego de capital gerou um efeito de "cash drag", ampliando a posição de caixa de 6,2% para 9,9% e reduzindo a parcela alocada em CRIs para 80,5%. Como reflexo direto dessa transição tática, o resultado gerado recuou de R$ 1,33 para R$ 1,18 por cota, impactando o pagamento de dividendos, que foi ajustado para R$ 1,20 por cota, e consumindo parte da reserva acumulada, agora em R$ 0,15. No front de aquisições, o ritmo desacelerou frente a dezembro, somando R$ 189,4 milhões em duas operações atreladas a shopping centers (HGBS e VISC) com taxas entre CDI + 1,64% e 1,73%. Essa dinâmica provocou uma leve compressão no yield médio da carteira (MTM), que passou de CDI + 2,09% para CDI + 2,08% a.a. Para investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a cota patrimonial manteve-se estável em R$ 102,27, enquanto a gestão sinaliza um robusto pipeline de R$ 1,3 bilhão para mitigar o excesso de liquidez nas próximas semanas, mantendo o portfólio sem eventos de crédito.
Relatório de 2025-12-31
O forte volume de aquisições de R$ 461,7 milhões e o calendário favorável ditaram a dinâmica de resultados de dezembro. O **KNCR11** registrou um salto expressivo no pagamento de dividendos, passando de R$ 1,11 no mês anterior para R$ 1,30 por cota, reflexo direto do maior número de dias úteis e da manutenção da Selic em 15,00% ao ano. O resultado gerado acompanhou a alta, atingindo R$ 1,33 por cota, o que permitiu o incremento da reserva acumulada não distribuída de R$ 0,14 para R$ 0,17. No valuation, a cota patrimonial avançou de R$ 102,12 para R$ 102,26. A alocação do patrimônio líquido de R$ 9,74 bilhões sofreu ajustes táticos: a parcela investida em CRIs recuou levemente para 85,8%, enquanto o caixa fechou em 6,2% e os LCIs representaram 7,9%. A rentabilidade média da carteira (MTM) apresentou nova e sutil compressão, passando de CDI + 2,11% para CDI + 2,09% a.a., influenciada pelas novas operações estruturadas com taxas entre CDI + 1,75% e CDI + 2,50%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão reforça a ausência de eventos de crédito e sinaliza um pipeline robusto de R$ 750 milhões para as próximas semanas.
Relatório de 2025-11-30
A liquidação integral das operações compromissadas reversas e o início da 2ª série da 12ª emissão ditaram a dinâmica de alocação do **KNCR11** em novembro de 2025. Com a utilização expressiva dos recursos captados para enxugar o passivo, a posição de caixa recuou de 10,8% para 6,5%, enquanto a parcela investida em CRIs ajustou-se para 87,7% do patrimônio líquido. No valuation, a cota patrimonial apresentou leve alta, passando de R$ 102,00 para R$ 102,12. O pagamento de dividendos, no entanto, sofreu retração, caindo de R$ 1,33 para R$ 1,11 por cota, reflexo direto do menor número de dias úteis no mês, que pressionou o resultado gerado para o mesmo patamar de R$ 1,11. Para quem avalia se o ativo vale a pena, a gestão manteve a reserva acumulada em R$ 0,14 por cota e reportou a ausência de eventos de crédito. Na frente de aquisições, o fundo alocou R$ 50 milhões no CRI HSLG - BTS Meli, com taxa de CDI + 1,90%, o que contribuiu para uma nova e leve compressão na rentabilidade média da carteira, que passou de CDI + 2,14% para CDI + 2,11% a.a.
Relatório de 2025-10-31
A conclusão da 12ª emissão de cotas, que captou R$ 1,36 bilhão, transformou a dinâmica de alocação do **KNCR11** em outubro de 2025, elevando temporariamente a posição de caixa para 10,8% do patrimônio líquido. Diferente do mês anterior, onde a exposição a ativos-alvo havia atingido 105,5%, o forte ingresso de recursos diluiu a parcela investida em CRIs para 90,2% e em LCIs para 5,9%. Esse carrego elevado de liquidez impactou diretamente a geração de caixa, fazendo o resultado gerado recuar de R$ 1,34 para R$ 1,23 por cota. Consequentemente, o pagamento de dividendos (rendimentos mensais) foi ajustado para R$ 1,33 por cota (frente aos R$ 1,35 anteriores), embora a reserva acumulada tenha apresentado melhora, subindo de R$ 0,12 para R$ 0,14 por cota. Na frente de investimentos, a gestão alocou R$ 50,0 milhões no CRI CPSH - Internacional Guarulhos, movimento que manteve a tendência de leve compressão na taxa média da carteira (MTM), que passou de CDI + 2,16% para CDI + 2,14% a.a. Do lado do passivo, a exposição a operações compromissadas reversas caiu de 8,0% para 6,9% do PL, com a gestão sinalizando a recompra de R$ 700 milhões em novembro para otimizar a estrutura de capital. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o valuation mostra a cota patrimonial estável em R$ 102,00, suportada por um portfólio sem eventos de crédito e beneficiada pela manutenção da Selic em 15,00% a.a.
Relatório de 2025-09-30
A recuperação do resultado gerado para R$ 1,34 por cota e a alocação de R$ 194,64 milhões em novas operações ditaram o ritmo do **KNCR11** em setembro de 2025. Diferente do mês anterior, onde o lucro havia recuado, o fundo apresentou melhora na geração de caixa, embora ainda tenha utilizado uma pequena fração de seus lucros retidos para manter o pagamento de dividendos estável em R$ 1,35 por cota, o que reduziu a reserva acumulada de R$ 0,14 para R$ 0,12 por cota. Na frente de investimentos, a exposição a ativos-alvo saltou de 103,1% para 105,5% do patrimônio líquido, impulsionada pelas aquisições dos CRIs JW Marriott Hotel e Tenda Pro-soluto. Esse movimento de compra de ativos com spreads mais comprimidos refletiu na taxa média da carteira (MTM), que recuou de CDI + 2,28% para CDI + 2,16% a.a. A cota patrimonial registrou leve valorização, passando de R$ 101,72 para R$ 101,97, enquanto as operações compromissadas reversas permaneceram estáveis em 8,0% do PL. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais continuam suportados pela Selic em 15,00% a.a., mantendo a rentabilidade isenta atrativa e sem novos eventos de crédito na carteira.
Relatório de 2025-08-31
A compressão do resultado gerado para R$ 1,28 por cota e o consequente consumo da reserva acumulada ditaram a dinâmica do **KNCR11** em agosto de 2025. Para manter o pagamento de dividendos estável em R$ 1,35 por cota, o fundo utilizou parte de seus lucros retidos, reduzindo a reserva de R$ 0,20 para R$ 0,14 por cota. Na alocação de capital, a exposição a ativos-alvo avançou de 102,9% para 103,1% do patrimônio líquido, impulsionada por um novo aporte de R$ 23,5 milhões no CRI Irmãos Muffato. Esse movimento contribuiu para uma leve expansão na taxa média da carteira (MTM), que passou de CDI + 2,24% para CDI + 2,28% a.a. A cota patrimonial sofreu leve retração, recuando de R$ 101,88 para R$ 101,72, enquanto o nível de operações compromissadas reversas subiu marginalmente para 8,0% do PL. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, os rendimentos mensais seguem beneficiados pela Selic mantida em 15,00% a.a., sem o registro de eventos de crédito negativos no período.
Relatório de 2025-08-07
O fundo **KNCR11** comunicou ao mercado a aprovação da sua 12ª emissão de cotas, que visa à captação de recursos por meio da oferta pública de até 24.555.544 novas cotas sob o regime de melhores esforços. O valor unitário de emissão foi definido em R$ 101,81, equivalente ao valor patrimonial das cotas em 30 de junho de 2025, sujeito a possíveis correções até a data do anúncio de início.
A operação conta com a possibilidade de lote adicional de até 25% (6.138.886 novas cotas) e prevê uma taxa de distribuição primária limitada a 2,00% do valor da nova cota para cobrir os custos de distribuição. O direito de preferência será assegurado aos atuais cotistas do **KNCR11** com posição no terceiro dia útil após a divulgação do anúncio de início, aplicando-se o fator de proporção de até 0,3209467073754.
Relatório de 2025-07-31
O salto nos dividendos para R$ 1,35 por cota e a manutenção da Selic em 15,00% a.a. protagonizaram o desempenho do **KNCR11** em julho de 2025. O pagamento de dividendos cresceu R$ 0,15 em relação ao mês anterior, impulsionado pelo maior número de dias úteis e pelo carrego da carteira em um cenário monetário restritivo. A alocação em ativos-alvo subiu de 101,9% para 102,9% do patrimônio líquido, reflexo de R$ 156,2 milhões investidos em duas novas operações de CRI (Irmãos Muffato e Shopping Iguatemi Bosque), superando o ritmo de aquisições de junho. A cota patrimonial registrou leve alta, passando de R$ 101,82 para R$ 101,88, enquanto a taxa média do portfólio (MTM) apresentou leve compressão, recuando de CDI + 2,27% para CDI + 2,24% a.a. A exposição a operações compromissadas reversas permaneceu estável em 7,8%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o fundo gerou R$ 1,39 por cota no mês, retendo uma reserva acumulada de R$ 0,20 por cota, mantendo a estabilidade dos rendimentos mensais sem registrar eventos de crédito negativos.
Relatório de 2025-06-30
O incremento do ritmo de alocações e a elevação da Selic para 15,00% a.a. ditaram a dinâmica do **KNCR11** em junho de 2025. O fundo acelerou seus investimentos, aportando R$ 151,0 milhões em duas novas operações de CRI (Tenda e MRV, ambas com taxa de CDI + 2,0%), um salto expressivo frente aos R$ 28,8 milhões do mês anterior. Esse movimento elevou a exposição em ativos-alvo para 101,9% do patrimônio líquido, enquanto o uso de operações compromissadas reversas foi reduzido de 9,3% para 7,8%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,20 por cota, mas a rentabilidade relativa apresentou melhora, atingindo 107% do CDI líquido de IR, reforçando o carrego da carteira. O valuation da cota patrimonial sofreu um ajuste marginal para R$ 101,82, e a taxa média do portfólio (MTM) permaneceu estável em CDI + 2,27% a.a. A gestão reitera a ausência de eventos de crédito negativos, mantendo a estabilidade dos rendimentos mensais para os investidores que analisam se o ativo vale a pena no atual ciclo monetário restritivo.
Relatório de 2025-05-30
O aumento da taxa Selic para 14,75% a.a. e o elevado número de dias úteis impulsionaram o pagamento de dividendos do **KNCR11** em maio de 2025, atingindo R$ 1,20 por cota. Este valor representa uma rentabilidade isenta de 103,3% do CDI líquido, evidenciando um carrego robusto para o investidor que avalia se o ativo vale a pena no atual patamar de juros restritivos. Em relação ao mês anterior, a alocação em ativos-alvo (CRIs) recuou levemente de 101,1% para 100,6% do patrimônio líquido, acompanhada por uma sutil compressão na taxa média da carteira (MTM), que passou de CDI + 2,28% para CDI + 2,27% a.a. O ritmo de novas alocações desacelerou, com R$ 28,8 milhões investidos no CRI HSLG - BTS Meli, ante os R$ 76 milhões do período anterior. Para manter o nível de alocação superior ao patrimônio, as operações compromissadas reversas foram ajustadas marginalmente de 9,4% para 9,3% do PL. A gestão reforça a ausência de eventos de crédito negativos, mantendo a estabilidade dos rendimentos mensais e do valuation da cota patrimonial, que encerrou o período a R$ 101,83.
Relatório de 2025-04-30
O encerramento da 11ª emissão de cotas, que captou R$ 712,5 milhões, e o repasse da alta da Selic ditaram o ritmo do **KNCR11** em abril de 2025. O pagamento de dividendos saltou de R$ 1,04 para R$ 1,16 por cota, impulsionado pelo maior número de dias úteis e pela elevação da taxa básica de juros, entregando uma rentabilidade isenta equivalente a 108% do CDI líquido. A alocação em ativos-alvo (CRIs) subiu marginalmente para 101,1% do patrimônio líquido, com a taxa média da carteira (MTM) apresentando leve expansão para CDI + 2,28% a.a. O volume de novos investimentos recuou em relação ao mês anterior, somando R$ 76,0 milhões direcionados exclusivamente ao CRI Brookfield - CD Guarulhos. Para suportar essa dinâmica de alocação superior a 100%, o veículo ajustou suas operações compromissadas reversas para 9,4% do PL. A gestão reforça a ausência de eventos de crédito negativos, mantendo a estabilidade para o investidor que pesquisa se o carrego atual vale a pena diante do cenário de juros restritivos e incertezas macroeconômicas.
Relatório de 2025-03-31
A elevação da Selic para 14,25% a.a. e a alocação expressiva de R$ 392 milhões em novas operações tracionaram o nível de investimento em ativos-alvo do **KNCR11** para 100,8% do patrimônio líquido em março de 2025. Comparado ao mês anterior, o fundo acelerou sua exposição ao CDI, que saltou de 94,7% para 100,5% do PL, impulsionado pelas aquisições dos CRIs CPOF - Ed. FL Plaza e MRV pro-soluto 429. Apesar do cenário de juros mais restritivos, o pagamento de dividendos recuou para R$ 1,04 por cota, impactado pelo menor número de dias úteis no mês, entregando uma rentabilidade isenta equivalente a 106,0% do CDI líquido. O patrimônio líquido manteve-se estável na casa de R$ 7,79 bilhões. Para otimizar a estrutura de capital, o veículo ajustou marginalmente o uso de operações compromissadas reversas para 9,3% do PL. A taxa média da carteira (MTM) sofreu leve compressão, passando para CDI + 2,25% a.a., enquanto a gestão reforça a ausência de eventos de crédito negativos, fator relevante para o investidor que pesquisa se o carrego atual vale a pena.