Relatório de 2026-04-30
A redução no número de dias úteis e o corte da taxa Selic para 14,50% a.a. impactaram diretamente a geração de caixa do **KNUQ11** em abril de 2026. O resultado gerado recuou para R$ 1,21 por cota, frente aos R$ 1,44 registrados no mês anterior, o que motivou um ajuste no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota. Apesar da queda nos rendimentos mensais, o fundo conseguiu elevar sua reserva acumulada não distribuída, que passou de R$ 0,57 para R$ 0,63 por cota, conferindo maior previsibilidade para distribuições futuras. No front de alocação de capital, o ritmo de aquisições desacelerou levemente, com R$ 56,8 milhões investidos em novas operações (ante R$ 61,4 milhões em março), com destaque para CRIs pulverizados da Creditas e Galleria, além de projetos imobiliários. A exposição total em CRI subiu ligeiramente para 88,3% do patrimônio líquido, enquanto a taxa média da carteira apresentou leve melhora, passando para CDI + 4,79% a.a. No monitoramento de riscos, a gestão precisou atuar ativamente na operação Rivello, implementando um mecanismo de cash sweep para acelerar a amortização frente a uma dinâmica mais fraca no nicho de atuação da devedora.
Relatório de 2026-03-31
O salto no volume de novos investimentos e o maior número de dias úteis impulsionaram a geração de caixa do **KNUQ11** em março de 2026. O resultado gerado avançou expressivamente para R$ 1,44 por cota, superando os R$ 1,15 registrados no mês anterior. Esse incremento permitiu a elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,20 por cota (ante R$ 1,10 em fevereiro), além de reforçar a reserva acumulada não distribuída, que saltou de R$ 0,32 para R$ 0,57 por cota. O ritmo de alocação de capital foi retomado com força: o fundo investiu R$ 61,4 milhões em operações pulverizadas (Creditas, Galleria e Crediblue), um aumento substancial frente aos R$ 17,5 milhões do mês anterior. Essas novas aquisições focaram em taxas prefixadas e atreladas ao IPCA (acima de 12,50%), mantendo a exposição total em CRI estável em 88,0% do patrimônio líquido. A gestão destaca que o patamar elevado da Selic (14,75% a.a.) continua beneficiando o carrego da carteira, cujo yield médio marca CDI + 4,68% a.a., enquanto monitora os impactos da defasagem da política monetária e dos conflitos geopolíticos no valuation dos ativos e na previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2026-02-28
O ajuste contábil retroativo e a redução no ritmo de alocação redefiniram os números do **KNUQ11** em fevereiro de 2026. O resultado gerado recuou para R$ 1,15 por cota (ante R$ 1,39 no mês anterior), refletindo um cenário de menor número de dias úteis e o impacto de um ajuste negativo de R$ 0,12 por cota na reserva acumulada, originado por uma reversão de amortização tratada incorretamente como remuneração pelo administrador. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 1,10 por cota, reduzindo a reserva não distribuída para R$ 0,32. O ritmo de novos investimentos desacelerou drasticamente de R$ 50 milhões para R$ 17,5 milhões, divididos entre R$ 10 milhões em operações atreladas ao CDI (spread médio de 4,07%) e R$ 7,5 milhões em IPCA (taxa média de 13,0%). A exposição total em CRI apresentou leve retração, passando de 88,8% para 87,8% do patrimônio líquido, enquanto a gestão mantém a tese de carrego em ativos pulverizados com juros reais elevados para blindar o valuation do fundo contra a volatilidade geopolítica e a defasagem da política monetária.
Relatório de 2026-01-31
A recomposição da reserva acumulada e o forte salto no lucro gerado marcaram a dinâmica do **KNUQ11** em janeiro de 2026. O resultado por cota saltou expressivamente de R$ 0,95 para R$ 1,39, permitindo que o fundo retivesse capital e elevasse sua reserva não distribuída de R$ 0,30 para R$ 0,39 por cota. Em contrapartida, o pagamento de dividendos sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 1,35 para R$ 1,30 por cota, refletindo uma postura mais conservadora de retenção. O ritmo de alocação desacelerou em relação ao mês anterior, totalizando R$ 50 milhões em novos investimentos, divididos entre operações atreladas ao CDI (R$ 12,5 milhões) e ao IPCA (R$ 37,5 milhões). A exposição total em CRI recuou ligeiramente de 90,9% para 88,8% do patrimônio líquido. A gestão manteve a estratégia de travar juros reais elevados (IPCA + 12,68% a.a. em média nas novas operações pulverizadas) para mitigar o impacto de eventuais cortes na taxa Selic previstos para os próximos meses, mantendo o valuation do fundo ancorado em uma carteira diversificada e com maior margem de manobra contábil para absorver riscos de crédito.
Relatório de 2025-12-31
A forte aceleração no ritmo de alocações e a desvinculação integral da incorporadora Patriani redefiniram a dinâmica do **KNUQ11** no encerramento de 2025. O volume de novos investimentos saltou expressivamente de R$ 62,6 milhões no mês anterior para R$ 271,9 milhões, elevando a exposição em ativos-alvo (CRI) de 78,9% para 90,9% do patrimônio líquido de R$ 2,18 bilhões. Estrategicamente, a gestão inseriu operações atreladas à inflação (CRI Creditas a IPCA + 13,93%) para travar juros reais elevados diante da perspectiva de cortes na Selic. No âmbito dos resultados, o lucro gerado recuou de R$ 1,23 para R$ 0,95 por cota. Contudo, o pagamento de dividendos foi elevado de R$ 1,15 para R$ 1,35 por cota. Esse descasamento, somado à absorção dos impactos da reestruturação dos ativos da Patriani — cujas SPEs foram vendidas para a Tarjab devido aos desafios impostos pelo ambiente de juros —, consumiu grande parte da reserva acumulada não distribuída, que despencou de R$ 0,70 para R$ 0,30 por cota. O valuation do fundo reflete agora uma carteira mais alocada, porém com menor margem de manobra contábil para sustentar os rendimentos mensais em caso de novos estresses de crédito.
Relatório de 2025-11-30
A redução no volume de novas alocações e o menor número de dias úteis pressionaram o resultado gerado do **KNUQ11** em novembro de 2025, que recuou de R$ 1,45 para R$ 1,23 por cota. Consequentemente, o pagamento de dividendos sofreu um ajuste, passando de R$ 1,25 para R$ 1,15 por cota. No aspecto de alocação, a exposição em ativos-alvo (CRI) avançou de 76,9% para 78,9% do patrimônio líquido, que encerrou o período avaliado em R$ 2,19 bilhões. O ritmo de novos investimentos desacelerou frente ao mês anterior, totalizando R$ 62,6 milhões direcionados a operações Pro-Soluto (Construtora Vasco e Vic) com taxa de CDI + 4,90%. Apesar da queda pontual nos rendimentos mensais, o valuation do fundo ganha resiliência com o incremento da reserva acumulada não distribuída, que saltou de R$ 0,59 para R$ 0,70 por cota. Olhando para frente, os riscos de reinvestimento se fazem presentes: o pipeline indicativo encolheu para R$ 390 milhões, e a taxa média esperada sofreu compressão para CDI + 4,09%, exigindo monitoramento da capacidade de manutenção do carrego atual da carteira.
Relatório de 2025-10-31
A aceleração na alocação de recursos captados na 4ª emissão marcou a dinâmica do **KNUQ11** em outubro de 2025, com R$ 141,6 milhões investidos em novas operações de CRI, um salto expressivo frente aos R$ 7,4 milhões do mês anterior. Esse movimento reduziu o carrego de caixa (cash drag), elevando a exposição em ativos-alvo para 76,9% do patrimônio líquido de R$ 2,18 bilhões (ante 71,8% em setembro). O resultado gerado avançou de R$ 1,37 para R$ 1,45 por cota, beneficiado pelo patamar da Selic a 15,00% e pelo maior número de dias úteis. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 1,25 por cota, o que permitiu um incremento substancial na reserva acumulada não distribuída, que saltou de R$ 0,39 para R$ 0,59 por cota, reforçando o valuation e a previsibilidade de rendimentos mensais no curto prazo. O pipeline indicativo para os próximos meses foi ajustado para R$ 427 milhões a uma taxa média de CDI + 4,24%.
Relatório de 2025-09-30
A manutenção da Selic no patamar de 15,00% ao ano e o maior número de dias úteis impulsionaram a geração de caixa do **KNUQ11** em setembro de 2025, revertendo a compressão de resultados do mês anterior. O resultado gerado saltou de R$ 1,10 para R$ 1,37 por cota. Contudo, a gestão optou por um pagamento de dividendos mais conservador, distribuindo R$ 1,25 por cota (frente aos R$ 1,40 de agosto), o que permitiu a recomposição da reserva acumulada não distribuída, que retornou ao patamar de R$ 0,39 por cota, fortalecendo o valuation de curto prazo. O carrego de caixa (cash drag) decorrente da 4ª emissão ainda se faz presente, com a alocação em ativos-alvo (CRI) recuando levemente de 72,2% para 71,8%, enquanto LCI e instrumentos de liquidez somam 28,2% do patrimônio de R$ 2,18 bilhões. O ritmo de alocação foi tímido no período, com apenas R$ 7,4 milhões investidos em novas operações, deixando um pipeline indicativo de R$ 587 milhões para os próximos meses a uma taxa média de CDI + 4,33%.
Relatório de 2025-08-31
A captação de R$ 624,9 milhões provenientes da 4ª emissão de cotas reconfigurou a estrutura de alocação do **KNUQ11** em agosto de 2025. Com o expressivo aumento do patrimônio líquido para R$ 2,18 bilhões, a exposição a ativos-alvo (CRI) recuou de 99,3% para 72,2%, gerando um efeito temporário de carrego de caixa (cash drag), com 27,8% dos recursos alocados em instrumentos de liquidez e LCI. Como reflexo direto dessa diluição, o resultado gerado no mês caiu de R$ 1,59 para R$ 1,10 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,40 por cota, a gestão precisou consumir parte da reserva acumulada não distribuída, que reduziu de R$ 0,39 para R$ 0,26 por cota, impactando marginalmente o valuation de curto prazo. Em contrapartida, o veículo zerou seu risco de alavancagem ao realizar a recompra total de R$ 192,1 milhões em operações compromissadas reversas. A manutenção da adimplência integral da carteira, mitigando riscos de crédito (equivalente à vacância em fundos de tijolo), e o mapeamento de um pipeline de R$ 608 milhões para futuros desembolsos indicam um caminho claro para a recomposição dos rendimentos mensais nos próximos períodos.
Relatório de 2025-07-31
O forte ritmo de alocação retornou ao **KNUQ11** com R$ 45,4 milhões investidos em quatro novas operações de CRI, impulsionando a exposição a ativos-alvo de 97,5% para 99,3% do patrimônio líquido. O pagamento de dividendos subiu de R$ 1,40 para R$ 1,50 por cota, refletindo o carrego da Selic a 15,00% a.a. e o maior número de dias úteis no mês de julho. O resultado gerado atingiu R$ 1,59 por cota, superando a distribuição e permitindo um novo incremento na reserva acumulada não distribuída, que saltou de R$ 0,29 para R$ 0,39 por cota, reforçando o valuation do veículo. A taxa média de aquisição da carteira permaneceu estável em CDI + 5,02% a.a., enquanto o nível de alavancagem via operações compromissadas reversas teve um leve ajuste de 7,2% para 7,3% do PL. A gestão reporta que a totalidade da carteira de crédito permanece adimplente, mitigando riscos de curto prazo para os rendimentos mensais dos cotistas.
Relatório de 2025-07-10
O fundo imobiliário **KNUQ11** anunciou o início de sua 4ª emissão de cotas para captação de recursos no mercado de capitais. A oferta pública de distribuição primária de cotas visa captar, inicialmente, o montante de R$ 499.999.906,58, com preço unitário de emissão estabelecido em R$ 101,26 por cota.
Os recursos captados pela oferta do **KNUQ11** serão integralmente destinados à aquisição de ativos imobiliários em conformidade com a política de investimento do fundo. A operação conta com direito de preferência para os atuais cotistas e prevê a cobrança de taxa de distribuição de 1,80% sobre o preço das novas cotas.
Relatório de 2025-06-30
O novo patamar da taxa Selic, que atingiu 15,00% ao ano, impulsionou diretamente os rendimentos mensais do **KNUQ11** em junho de 2025, elevando o pagamento de dividendos de R$ 1,35 para R$ 1,40 por cota. Diferente do forte ritmo de alocação do mês anterior, o fundo realizou apenas uma nova aquisição pontual de R$ 4,6 milhões no CRI Projeto Residencial Brooklin (CDI + 4,00%), o que contribuiu para uma leve redução na exposição a ativos-alvo, passando de 98,9% para 97,5% do patrimônio líquido. A taxa média de aquisição da carteira sofreu uma compressão marginal, recuando de CDI + 5,03% para CDI + 5,02% a.a. O nível de alavancagem via operações compromissadas reversas também apresentou queda, ajustando-se de 7,8% para 7,2% do PL. O resultado gerado de R$ 1,41 por cota superou a distribuição, permitindo um novo acréscimo na reserva acumulada não distribuída, que agora soma R$ 0,29 por cota. O valuation do veículo permanece sustentado por uma carteira de crédito totalmente adimplente, sem eventos negativos reportados no período.
Relatório de 2025-05-30
O repasse do novo patamar da Selic a 14,75% e a aceleração nas alocações ditaram o ritmo do **KNUQ11** em maio de 2025, resultando em um incremento nos rendimentos mensais para R$ 1,35 por cota. A parcela investida em ativos-alvo (CRI) saltou de 96,3% para 98,9% do patrimônio líquido, impulsionada por R$ 57,9 milhões em novas operações, superando o volume do mês anterior. As aquisições focaram nos ativos CD Brasília e Contagem, Projetos Jardins e Zona Sul, e um pool de projetos residenciais, com taxas entre CDI + 4,20% e CDI + 4,75%. Esse movimento gerou uma leve compressão na taxa média de aquisição da carteira, que passou de CDI + 5,06% para CDI + 5,03% a.a. O uso de operações compromissadas reversas teve um ajuste marginal, atingindo 7,8% do PL. O pagamento de dividendos foi suportado por um resultado gerado de R$ 1,37 por cota, permitindo o reforço da reserva acumulada não distribuída, que subiu para R$ 0,28 por cota. O valuation do veículo segue ancorado em uma carteira 100% adimplente, mitigando riscos de crédito no curto prazo.
Relatório de 2025-04-30
O salto nos rendimentos mensais para R$ 1,30 por cota reflete a captura integral da Selic a 14,25% ao ano, impulsionando o dividend yield isento do **KNUQ11** para 1,29% em abril de 2025. Diferente do mês anterior, o ritmo de novas alocações acelerou significativamente, totalizando R$ 34,2 milhões distribuídos em cinco operações de CRI, com destaque para o Projeto Curitiba (R$ 19 milhões). O patrimônio líquido permaneceu estável na casa de R$ 1,55 bilhão, enquanto a parcela investida em ativos-alvo recuou marginalmente de 96,8% para 96,3%. A taxa média de aquisição da carteira manteve-se inalterada em CDI + 5,06% a.a., e a alavancagem via operações compromissadas reversas teve um leve acréscimo, passando de 7,6% para 7,7%. A gestão preservou a reserva acumulada não distribuída em R$ 0,26 por cota, mantendo a inadimplência zerada e sinalizando resiliência no valuation atual frente ao cenário de juros elevados e incertezas macroeconômicas.
Relatório de 2025-03-31
A elevação da taxa Selic para 14,25% ao ano marcou a dinâmica do mês, refletindo-se no pagamento de dividendos do **KNUQ11**, que ajustou seu patamar para R$ 1,18 por cota (yield isento de 1,17%). Em comparação ao período anterior, o volume de novas alocações desacelerou expressivamente, caindo de R$ 55,1 milhões para R$ 12,7 milhões, concentrados em apenas duas operações de CRI. A parcela investida em ativos-alvo subiu levemente para 96,8% do patrimônio líquido, que permaneceu estável na casa de R$ 1,55 bilhão. A taxa média de aquisição do carrego sofreu um ajuste marginal, passando para CDI + 5,06% a.a. O uso de operações compromissadas reversas oscilou de 7,5% para 7,6%, mantendo a estratégia de alavancagem controlada. A carteira de crédito segue sem inadimplência, e o veículo preserva uma reserva acumulada não distribuída de R$ 0,26 por cota, conferindo previsibilidade para os próximos rendimentos mensais e sustentando o valuation atual.