Relatório de 2026-05-29
A ausência de ganho de capital em maio de 2026 derrubou o resultado líquido do **ARRI11** pela metade, totalizando R$ 1,00 milhão, enquanto a forte desvalorização de 17,94% no mercado secundário fez o desconto patrimonial saltar para 40,80%. Apesar da queda no lucro líquido decorrente da zeragem de receitas não recorrentes (que haviam somado R$ 1,18 milhão no mês anterior), o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,07 por cota. Essa manutenção, combinada com a queda no preço de mercado da cota, elevou o dividend yield mensal para 1,39% (18,04% anualizado), atraindo investidores que analisam se o fundo vale a pena sob a ótica de rendimentos mensais de carrego. No portfólio, a indexação ao IPCA subiu ligeiramente para 81,3%, enquanto a exposição direta a crédito imobiliário recuou para 79,5%. O patrimônio líquido permaneceu ancorado em uma cota patrimonial estável de R$ 8,43, mas os riscos de crédito se mantêm no radar com a provisão de perdas em ativos estressados.
Relatório de 2026-04-30
A expressiva recuperação na rubrica de ganho de capital e outras receitas, que saltou de R$ 375,7 mil para R$ 1,18 milhão, impulsionou o resultado líquido do **ARRI11** para R$ 2,13 milhões em abril de 2026. Apesar da melhora operacional na demonstração de resultados, o mercado secundário penalizou severamente o ativo: enquanto o IFIX avançou 1,53%, as cotas do fundo amargaram uma variação negativa de 10,77%, aprofundando o desconto patrimonial para 72,12% do seu valor justo. A cota patrimonial registrou leve alta no período, passando de R$ 8,38 para R$ 8,43. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado de carrego para 14,60%. A carteira segue com perfil High-Yield, concentrando 80,7% de indexação ao IPCA e 80,0% de exposição ao crédito imobiliário. A gestão mantém o foco na venda de ativos do fundo AROK para destravar valor e sustentar os rendimentos mensais futuros, em meio a um cenário macroeconômico de juros pressionados.
Relatório de 2026-03-31
A retração expressiva nas operações de ganho de capital ditou o ritmo do **ARRI11** em março de 2026, comprimindo o pagamento de dividendos mensais para R$ 0,07 por cota, ante os R$ 0,09 distribuídos no mês anterior. O resultado líquido do fundo recuou de R$ 1,61 milhão para R$ 1,40 milhão, impactado diretamente pela queda na rubrica de ganho de capital e outras receitas, que passou de R$ 698,2 mil para R$ 375,7 mil. Em contrapartida, a venda de ativos da carteira do fundo AROK gerou uma amortização de R$ 500 mil no período, reforçando a liquidez. No mercado secundário, as cotas do fundo registraram variação negativa de 2,41%, ampliando o desconto patrimonial, com o ativo passando a ser negociado a 81,32% do seu valor patrimonial (frente aos 83,30% de fevereiro). A cota patrimonial teve leve avanço, fixando-se em R$ 8,38. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os indicadores de carrego apontam um dividend yield anualizado de 12,94%, com a carteira mantendo 80,5% de indexação ao IPCA e 79,8% de exposição ao crédito imobiliário. A gestão sinaliza que a inflação mais alta de fevereiro e março deve refletir positivamente nos rendimentos mensais futuros devido à correção monetária acruada.
Relatório de 2026-02-27
A valorização de 6,67% no mercado secundário e o avanço contínuo nos ganhos de capital marcaram a dinâmica do **ARRI11** em fevereiro de 2026, mitigando a queda nas receitas de juros. O resultado líquido recuou de R$ 1,66 milhão para R$ 1,61 milhão, impactado diretamente pela redução nas receitas de juros de CRIs, que caíram de R$ 1,17 milhão para R$ 1,08 milhão no período. Para compensar essa variação negativa, a rubrica de ganho de capital e outras receitas subiu para R$ 698,2 mil. O pagamento de dividendos mensais permaneceu estável em R$ 0,09 por cota. A cota patrimonial sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 8,38 para R$ 8,36. No mercado secundário, o desconto da cota diminuiu, passando a ser negociada a 83,30% do seu valor patrimonial, ante os 78,63% do mês anterior. A exposição ao crédito imobiliário teve leve retração para 79,4%, assim como a indexação ao IPCA, que ajustou para 80,5%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram um dividend yield anualizado de 16,47%, refletindo a estratégia high yield de estruturação de operações com desconto e garantias.
Relatório de 2026-01-30
A consolidação da alocação tática no fundo Arok e o avanço contínuo na rubrica de ganho de capital ditaram o ritmo do **ARRI11** no primeiro mês de 2026. O resultado líquido apresentou leve retração, passando de R$ 1,69 milhão para R$ 1,66 milhão, pressionado pela queda nas receitas de juros de CRIs, que recuaram de R$ 1,19 milhão para R$ 1,17 milhão. Para compensar essa variação, os ganhos de capital e outras receitas subiram de R$ 628,1 mil para R$ 660,2 mil. A cota patrimonial registrou leve valorização, subindo de R$ 8,36 para R$ 8,38, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota. No mercado secundário, o desconto se aprofundou, com o ativo sendo negociado a 78,63% do seu valor patrimonial, ante os 81,07% do fechamento anterior. A exposição ao crédito imobiliário subiu marginalmente para 80,3%, com a indexação ao IPCA ajustada para 81,0%. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego apontam um dividend yield anualizado de 17,48%, refletindo o perfil high yield da carteira e a busca por valorização patrimonial via ativos descontados.
Relatório de 2025-12-31
A recuperação na rubrica de ganho de capital impulsionou o resultado líquido do **ARRI11** no fechamento de 2025, compensando o leve recuo nas receitas de juros. O lucro líquido saltou de R$ 1,51 milhão em novembro para R$ 1,69 milhão em dezembro, tracionado pelo aumento nos ganhos de capital e outras receitas, que passaram de R$ 438,6 mil para R$ 628,1 mil. Em contrapartida, a linha de juros de CRIs apresentou discreta retração, fechando em R$ 1,19 milhão. Apesar da cota patrimonial ter sofrido um leve ajuste negativo, passando de R$ 8,40 para R$ 8,36, o fundo manteve a consistência no pagamento de dividendos, distribuindo R$ 0,09 por cota. No mercado secundário, o desconto patrimonial diminuiu, com o ativo sendo negociado a 81,07% do seu valor justo, frente aos 78,09% do mês anterior. A alocação em crédito imobiliário permaneceu estável em 79,7%, com a indexação ao IPCA praticamente inalterada em 81,2%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram um dividend yield anualizado de 16,96%, refletindo a estratégia high yield da carteira, embora a execução de garantias em ativos inadimplentes exija monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-11-28
A forte retração na rubrica de ganho de capital reconfigurou o resultado líquido do **ARRI11** em novembro de 2025, caindo de R$ 2,52 milhões no mês anterior para R$ 1,51 milhão. Diferente de outubro, quando as vendas de ativos geraram R$ 1,47 milhão, o ganho de capital recuou para R$ 438,6 mil neste mês. Apesar dessa queda, a resiliência na receita de juros de CRIs, que subiu de R$ 1,18 milhão para R$ 1,22 milhão, permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,09 por cota. O dividend yield anualizado ajustou levemente para 17,56%, enquanto a cota patrimonial permaneceu estável em R$ 8,40. No mercado secundário, o desconto patrimonial apresentou leve melhora, com o fundo passando a ser negociado a 78,09% do seu valor justo. Na alocação do portfólio, a exposição em crédito imobiliário subiu para 79,7%, com a indexação ao IPCA recuando marginalmente para 81,3%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os dados de carrego evidenciam consistência na distribuição de rendimentos mensais, embora a execução de garantias em ativos inadimplentes exija monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-10-30
O forte ganho de capital de R$ 1,47 milhão impulsionou a recuperação do resultado líquido do **ARRI11** em outubro de 2025, saltando de R$ 1,06 milhão no mês anterior para R$ 2,52 milhões. Diferente de setembro, onde a ausência de venda de ativos penalizou o caixa, a rubrica de ganho de capital compensou as quedas sequenciais em juros de CRIs (de R$ 1,23 milhão para R$ 1,18 milhão) e na correção monetária (de R$ 48,2 mil para R$ 37,7 mil). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 17,74%. A cota patrimonial sofreu leve desvalorização, passando de R$ 8,45 para R$ 8,40, enquanto o desconto a mercado se aprofundou marginalmente, com o fundo sendo negociado a 77,39% do seu valor patrimonial. Na composição da carteira, a alocação em crédito imobiliário subiu levemente para 79,3%, com a indexação ao IPCA recuando para 81,5%. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego mostram resiliência na distribuição de rendimentos mensais, mas exigem atenção à execução de garantias em ativos inadimplentes.
Relatório de 2025-09-30
A ausência de venda de ativos e a forte retração na linha de correção monetária derrubaram o resultado líquido do **ARRI11** em setembro de 2025, recuando de R$ 2,25 milhões no mês anterior para R$ 1,06 milhão. Enquanto os juros de CRIs apresentaram leve alta para R$ 1,23 milhão, a correção monetária despencou de R$ 378,6 mil para R$ 48,2 mil, e as receitas de FIIs caíram para R$ 32,4 mil. Apesar da compressão na geração de caixa, o pagamento de dividendos foi sustentado no patamar de R$ 0,09 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 17,59%. A cota patrimonial registrou leve desvalorização, fechando em R$ 8,45. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão destaca o desconto da cota a mercado, negociada a 78,33% do valor patrimonial, e a resiliência da carteira, que ampliou a alocação em crédito imobiliário para 79,1%, mantendo 81,9% de indexação ao IPCA.
Relatório de 2025-08-29
A forte reversão nas despesas operacionais, que recuaram de R$ 875,3 mil para R$ 285,5 mil, aliada ao retorno expressivo de R$ 825,3 mil em ganho de capital com a venda de ativos, impulsionou o resultado líquido do **ARRI11** para R$ 2,25 milhões em agosto de 2025. Esse salto compensou a queda abrupta nas receitas oriundas de FIIs, que despencaram de R$ 570 mil para R$ 78,3 mil no período. Apesar da forte geração de caixa, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,09 por cota, garantindo estabilidade nos rendimentos mensais. Para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena, o dividend yield anualizado avançou para 17,28%, enquanto a cota patrimonial fechou em R$ 8,47. A gestão reforça uma visão tática favorável, destacando o desconto sobre o patrimônio e a resiliência da carteira, que agora concentra 78,4% em crédito imobiliário direto, com a parcela atrelada ao IPCA subindo levemente para 82,1%, mitigando riscos inflacionários.
Relatório de 2025-07-31
A expressiva alta nas despesas operacionais, que saltaram para R$ 875,3 mil em julho, comprimiu o resultado líquido do **ARRI11**, que recuou para R$ 1,09 milhão frente aos R$ 1,33 milhão do mês anterior. Apesar dessa pressão no balanço e da ausência contínua de ganho de capital com a venda de ativos, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,09 por cota. Esse patamar de rendimentos mensais foi sustentado por um salto substancial nas receitas oriundas de FIIs, que atingiram R$ 570 mil. No mercado secundário, o dividend yield anualizado avançou para 16,72%, refletindo a negociação das cotas com um desconto de 18% em relação ao valor patrimonial. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão destacou uma nova alocação tática no fundo AROK, focado em estoque de imóveis prontos, buscando rentabilidade adicional. A exposição direta ao crédito imobiliário recuou levemente para 78,2%, com a parcela atrelada ao IPCA subindo para 81,9%.
Relatório de 2025-06-30
A ausência de venda de ativos e a consequente zeração da rubrica de ganho de capital impactaram diretamente o resultado líquido do fundo, que recuou de forma expressiva em relação a maio. O balanço do **ARRI11** fechou junho de 2025 com um lucro líquido de R$ 1,33 milhão, uma queda acentuada frente aos R$ 2,25 milhões do mês anterior. Esse movimento foi agravado pela contínua retração nos rendimentos mensais oriundos de FIIs, que caíram para R$ 79,2 mil, e pela redução na correção monetária. Apesar da compressão no resultado, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,09 por cota. O dividend yield anualizado avançou para 16,22%, refletindo a dinâmica de precificação no mercado secundário, onde a liquidez das cotas subiu para 3,2% do total. Na alocação de patrimônio, a exposição direta ao crédito imobiliário teve leve recuo para 79,9%, com a parcela atrelada ao IPCA subindo marginalmente para 80,2% (taxa média de IPCA + 11,25%). Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem observar a manutenção do perfil high-yield (83,4% da carteira) e os desdobramentos judiciais do CRI Ipatinga, que segue em execução avançada.
Relatório de 2025-05-30
O retorno expressivo da rubrica de ganho de capital reverteu a ausência do mês anterior e redefiniu o balanço do **ARRI11** em maio de 2025. Com a apuração de R$ 929,3 mil provenientes da venda de ativos e outras movimentações, o resultado líquido saltou de R$ 1,48 milhão para R$ 2,25 milhões, compensando a forte retração nos rendimentos mensais oriundos de FIIs, que despencaram de R$ 260,8 mil para R$ 87,6 mil. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,09 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 15,73%. Na alocação de patrimônio, a exposição direta ao crédito imobiliário avançou levemente para 80,2%, enquanto a parcela atrelada ao CDI subiu para 20,0%, com o IPCA recuando para 80,0% (taxa média de IPCA + 11,24%). Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem monitorar a liquidez no mercado secundário, que caiu para 2,3% do total de cotas, e os riscos intrínsecos da carteira high-yield, especialmente o CRI Ipatinga, que permanece com vencimento antecipado declarado e execução judicial avançada.
Relatório de 2025-04-30
A ausência total de ganho de capital em abril de 2025 redefiniu a composição do resultado do **ARRI11**, contrastando fortemente com o R$ 1,35 milhão registrado no mês anterior. Apesar da queda expressiva no resultado líquido, que recuou de R$ 2,70 milhões para R$ 1,48 milhão, o pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,09 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 15,41%. Para compensar a rubrica zerada de ganho de capital, os rendimentos mensais oriundos de FIIs saltaram expressivamente de R$ 83,7 mil para R$ 260,8 mil. Na alocação de patrimônio, a exposição direta a crédito imobiliário subiu levemente para 79,6%, enquanto a fatia em FIIs ajustou-se para 18,9%. A indexação da carteira apresentou variações marginais, com o IPCA representando 80,7% (taxa média de IPCA + 11,22%) e o CDI avançando para 19,3%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar o carrego da carteira e o monitoramento de riscos intrínsecos, como o CRI Ipatinga, que segue com vencimento antecipado declarado e execução judicial avançada de garantias.