Relatório de 2026-04-30
A suspensão integral do pagamento de dividendos marcou o mês de abril de 2026 para o **CACR11**, refletindo uma estratégia de retenção de caixa para suportar o avanço das obras em curso. O fundo gerou R$ 1,24 por cota no regime de caixa, mas optou por não distribuir rendimentos mensais devido a frustrações no fluxo de caixa projetado, impactado por atrasos em licenças e lentidão nas vendas. No valuation, a cota patrimonial subiu de R$ 94,86 para R$ 96,03, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 81,33, comprimindo a relação P/VP para 84,69%. O saldo de IPCA acruado (não caixa) avançou expressivamente para R$ 1,16 por cota (R$ 5,6 milhões), impulsionado pela inflação de fevereiro. As vendas no mercado secundário recuaram para R$ 644 mil. No carrego da carteira, o CRI Station obteve o Habite-se após derrubada de liminar, destravando o processo de repasse, enquanto o CRI Helvetia enfrenta descumprimento de cláusulas, com a AGT condicionando a não declaração de vencimento antecipado ao pagamento do saldo devedor até maio de 2026.
Relatório de 2026-04-10
A BRL Trust, na qualidade de administradora do **CACR11**, divulgou fato relevante esclarecendo os motivos da abstenção de opinião emitida pela auditoria independente RSM nas demonstrações financeiras do exercício de 2025. O evento decorreu do atraso no recebimento das demonstrações financeiras de transferência por parte do antigo administrador, o Banco Daycoval, impossibilitando o início tempestivo dos trabalhos de auditoria pela RSM antes do prazo regulatório final de 31 de março de 2026 exigido pela CVM.
Adicionalmente, a gestão do **CACR11** prestou esclarecimentos sobre a regularidade do pagamento de dividendos calculados por regime de competência e detalhou a substituição do incorporador original de quatro projetos imobiliários (Amalfi, Santo André, Savoie e Real Park), o que gerou incremento no Valor Geral de Vendas (VGV) estimado dos empreendimentos. O fundo também esclareceu a venda de ativos imobiliários e ausência de risco atualizado no mercado secundário sobre os ativos da Infinita Negócios desde o início de 2024.
Relatório de 2026-03-31
A retomada das vendas de ativos no mercado secundário e o avanço do IPCA acruado ditaram a dinâmica do **CACR11** em março de 2026. O pagamento de dividendos apresentou leve recuo na comparação mensal, passando de R$ 1,21 para R$ 1,20 por cota. No valuation, a cota patrimonial caiu para R$ 94,86, e a cota de mercado recuou para R$ 81,55, comprimindo a relação P/VP para 85,97%. O saldo de IPCA acruado (não caixa) manteve a trajetória de crescimento, atingindo R$ 0,72 por cota (R$ 3,47 milhões), impulsionado pela inflação de janeiro. A venda de ativos no mercado secundário saltou expressivamente para R$ 1,08 milhão, destravando correção monetária para os rendimentos mensais. A posição vendida (short) subiu marginalmente para 4,88%, exigindo monitoramento da pressão especulativa. No carrego da carteira, o CRI Monte Cristo teve obras finalizadas, enquanto o CRI Helvetia segue com vendas paralisadas em 23% para reavaliação estratégica frente às incertezas macroeconômicas.
Relatório de 2026-02-28
A elevação do IPCA acruado retido e a interrupção estratégica de vendas no CRI Helvetia ditaram a dinâmica operacional do **CACR11** em fevereiro. No carrego da carteira, o pagamento de dividendos apresentou leve alta, passando de R$ 1,20 para R$ 1,21 por cota, suportado pelo recebimento de juros e correção monetária. A cota patrimonial avançou marginalmente para R$ 95,04, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 82,39, aprofundando o desconto do valuation com uma relação P/VP de 86,69%. O saldo de IPCA acruado (não caixa) acumulou crescimento expressivo, saltando de R$ 0,40 para R$ 0,63 por cota. Em contrapartida, a venda de ativos no mercado secundário despencou de R$ 2,53 milhões no mês anterior para apenas R$ 73,8 mil. A pressão especulativa arrefeceu levemente, com a posição vendida (short) recuando para 4,82% do total de cotas, demandando acompanhamento contínuo dos riscos de liquidez.
Relatório de 2026-02-02
O fundo **CACR11** registrou um impacto positivo de aproximadamente 25,68% em seu patrimônio líquido após a reavaliação a mercado de ativos de sua carteira.
A administradora do **CACR11** comunicou que, após revisão dos critérios de avaliação de ativos, realizou a remarcação do valor de mercado dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) atrelados aos empreendimentos Itaparica, Real Park, Savoie e Santo André. A medida baseia-se em análise técnica de laudo emitido por terceiro independente e será refletida no informe mensal de janeiro de 2026.
Relatório de 2026-01-30
A reavaliação extraordinária da carteira de ativos ditou a nova dinâmica de valuation do **CACR11** neste início de ano, elevando a cota patrimonial de R$ 74,73 para R$ 94,87. Esse salto patrimonial de 25,68% comprimiu a relação P/VP de 106,97% para 89,71%, mesmo com a cota de mercado avançando para R$ 85,11. No carrego da carteira, o pagamento de dividendos recuou de R$ 1,35 para R$ 1,20 por cota, convergindo para o guidance do semestre. A gestão manteve a estratégia de venda de ativos no mercado secundário, destravando R$ 2,53 milhões em ganhos e reduzindo o saldo de IPCA acruado retido para R$ 0,40 por cota. Paralelamente, a pressão especulativa apresentou leve alta, com a posição vendida (short) atingindo 4,93% do total de cotas, exigindo monitoramento contínuo dos riscos técnicos e de liquidez.
Relatório de 2025-12-31
A valorização da cota de mercado e o aumento no pagamento de dividendos ditaram a dinâmica do **CACR11** no fechamento do ano, impulsionados por novas reciclagens de portfólio. A cota de mercado saltou para R$ 79,94, elevando a relação P/VP para 106,97%, enquanto a cota patrimonial avançou para R$ 74,73. O rendimento mensal distribuído subiu para R$ 1,35 por cota, suportado pela venda de ativos no mercado secundário (CRIs Real Park e Viva), que destravaram R$ 1,13 milhão em IPCA acruado, reduzindo o saldo retido para R$ 0,70 por cota. A pressão especulativa cresceu, com a posição vendida (short) atingindo 236.191 cotas (4,88% do total). Para o primeiro semestre de 2026, a gestão revisou o guidance de distribuição para a faixa de R$ 1,20 a R$ 1,30 por cota, antecipando um aumento no nível de caixa devido às amortizações previstas nos CRIs Station, Monte Cristo e La Maison, o que deve gerar um carrego temporariamente inferior à rentabilidade média da carteira.
Relatório de 2025-11-28
A aprovação da BRL Trust DTVM como nova administradora do **CACR11**, efetivada em assembleia no final de novembro, encerra o capítulo de divergências contábeis que marcou os meses anteriores. No aspecto de valuation, a cota patrimonial recuou de R$ 75,18 para R$ 73,91, enquanto a cota de mercado ajustou-se para R$ 75,45, resultando em uma relação P/VP de 102,08%. Para o pagamento de dividendos, o fundo distribuiu R$ 1,31 por cota, mantendo-se aderente ao guidance estipulado (R$ 1,30 a R$ 1,40). Este patamar de rendimentos mensais foi suportado por novas operações de venda de ativos no mercado secundário, especificamente os CRIs Viva, Real Park e Station, que destravam ganhos de capital e mantiveram o IPCA acruado estabilizado em R$ 0,80 por cota. O cenário de pressão especulativa persiste, com a posição vendida (short) subindo marginalmente para 226.615 cotas. Adicionalmente, a gestão reportou que o fundo opera com exposição superior ao limite regulatório em determinados projetos, exigindo a execução de um plano de reenquadramento traçado até dezembro de 2026.
Relatório de 2025-10-31
A convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para destituir o atual administrador marcou a dinâmica operacional do **CACR11** em outubro, refletindo o aprofundamento das divergências contábeis. Diferente do mês anterior, onde o preço de tela sofreu forte pressão, a cota de mercado recuperou-se para R$ 77,22, elevando a relação P/VP para 102,72%, enquanto a cota patrimonial continuou sua trajetória de ajuste, recuando para R$ 75,18. O embate técnico escalou após o administrador lançar R$ 22,2 milhões referentes a compromissos futuros de CRIs não integralizados diretamente no balanço, distorcendo as demonstrações financeiras na visão da gestora. Para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 1,32 por cota e manter a aderência ao guidance, a gestão intensificou a venda de ativos no mercado secundário (CRIs Viva, Alto Lindoia, Savoie e Station), destravando ganhos de capital e reduzindo o IPCA acruado para R$ 0,80 por cota. Paralelamente, os riscos atrelados à volatilidade persistem, com as posições vendidas (short) alcançando 226.240 cotas, mantendo o fundo sob escrutínio especulativo.
Relatório de 2025-09-30
O embate técnico entre a gestora e o administrador sobre a reprecificação de ativos marcou o mês de setembro para o **CACR11**, resultando em um impacto negativo de 18,2% no valor da cota patrimonial, que recuou para R$ 76,58. Esse ajuste contábil compulsório nos CRIs Santo André, Itaparica, Savoie e Real Park elevou a relação P/VP para 98,00%, visto que o preço de tela também sofreu forte pressão, atingindo a mínima de R$ 62,30 antes de fechar em R$ 75,05. A volatilidade no valuation foi exacerbada por um aumento atípico de 26.000% nas posições vendidas (short), saltando de 825 para 220 mil cotas alugadas. Para contrapor a avaliação do administrador, a gestão contratou a Binswanger Brasil, que emitiu laudos independentes corroborando as premissas originais de VGV dos projetos. Apesar do estresse no mercado secundário e do recorde de volume negociado (R$ 139 milhões), o pagamento de dividendos entregou R$ 1,33 por cota, mantendo-se aderente ao guidance semestral. O carrego da carteira permaneceu estável em IPCA + 12,76% ao ano, com leve alta no IPCA acruado para R$ 0,89 por cota, destravado parcialmente por vendas táticas de ativos nos CRIs Alto Lindóia e Viva, que geraram ganhos de capital para suportar os rendimentos mensais.
Relatório de 2025-09-19
O administrador do **CACR11** comunicou a reprecificação a valor de mercado de quatro Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) integrantes de sua carteira (CRI Itaparica, CRI Real Park, CRI Santo André e CRI Savoie), que representavam 56,87% do portfólio. A medida reduz o valor de face total desses ativos de R$ 247.324.710,92 para R$ 186.652.324,22, gerando um decréscimo patrimonial imediato a ser refletido no informe mensal de setembro de 2025 do **CACR11**.
A reavaliação decorre de alterações societárias e na estrutura de garantias das SPEs devedoras das notas que lastreiam os CRIs, levando a uma deterioração de crédito e redução da capacidade de geração de caixa. A gestão do **CACR11** declarou acompanhar a situação de modo a permitir ajustes futuros de preço caso novos fatos favoráveis se concretizem.
Relatório de 2025-08-31
A forte desvalorização da cota no mercado secundário e a troca de controle em projetos na Bahia centralizaram as atenções operacionais do **CACR11** em agosto de 2025. O preço de tela recuou drasticamente para R$ 82,01, comprimindo a relação P/VP para 87,55% (frente aos 101,50% do mês anterior). Esse movimento foi catalisado pelo cancelamento da 7ª emissão de cotas e agravado por notícias especulativas sobre a suposta ausência de licenças ambientais e garantias nos CRIs Santo André, Viva e Savoie. A gestão refutou as alegações e confirmou a entrada do Grupo SIAN para assumir as obras, mitigando a incapacidade do antigo incorporador, fato que gerou um atraso de 20 meses no lançamento de dois desses projetos. Apesar da volatilidade patrimonial, o pagamento de dividendos manteve-se resiliente em R$ 1,35 por cota, suportado pela venda de ativos (CRI Santo André) que gerou R$ 1,24 milhão em ganhos de capital. A alocação em CRIs subiu levemente para 98,38%, com a taxa de carrego estabilizada em IPCA + 12,76% ao ano. O saldo de correção monetária acruada (não caixa) continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 0,99 para R$ 0,85 por cota, reduzindo o buffer futuro para distribuição de rendimentos mensais. Para investidores que avaliam o valuation atual, a gestão reafirmou o guidance de R$ 1,30 a R$ 1,40 para o semestre, ancorando a previsibilidade do fluxo de caixa em meio ao estresse do mercado.
Relatório de 2025-08-18
A venda de papéis do CRI Santo André e o recuo no IPCA acruado ditaram o ritmo de distribuição do **CACR11** em julho de 2025, marcando uma redução nos rendimentos mensais para R$ 1,35 por cota. A gestão ampliou a alocação em CRIs para 97,74% do patrimônio, mantendo a taxa média de carrego estabilizada em IPCA + 12,77% ao ano. O saldo de correção monetária acruada (não caixa) sofreu uma retração, passando de R$ 1,15 para R$ 0,99 por cota, impactado pela amortização e venda de ativos que destravou R$ 1,4 milhão de IPCA. No mercado secundário, o valor patrimonial da cota continuou sua trajetória de leve queda, atingindo R$ 95,17, enquanto o preço de tela recuou para R$ 96,60, comprimindo o ágio (P/VP) de 106,01% para 101,50%. Eventos subsequentes trouxeram volatilidade: uma queda abrupta no valor de mercado em agosto inviabilizou temporariamente a 7ª Oferta de Novas Cotas. Além disso, a gestora reportou atritos comerciais e acusações infundadas envolvendo a Infinita Incorporadora, exigindo medidas jurídicas. No monitoramento de obras, o CRI Station manteve o protagonismo com avanço de 5,13 p.p., enquanto os projetos Savoie e Real Park seguem em fases embrionárias, exigindo atenção quanto ao risco de execução. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a dinâmica de destravamento de inflação e a resolução dos imbróglios jurídicos recentes são vetores centrais para o carrego da carteira nos próximos meses.
Relatório de 2025-07-28
O **CACR11** anunciou a aprovação de sua 7ª (sétima) emissão de cotas, com montante inicial planejado de R$ 120.000.033,00, equivalente a 1.261.830 novas cotas. A oferta pública é destinada a investidores qualificados e será realizada sob o rito de registro automático de distribuição (Resolução CVM 160). O preço de emissão unitário foi fixado em R$ 95,10, com acréscimo de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,70 por cota (0,74%), resultando em um preço de subscrição de R$ 95,80.
Os recursos captados serão integrados ao patrimônio para novas aquisições de ativos imobiliários em linha com a política do fundo, visando gerar receitas para o futuro pagamento de dividendos. Aos cotistas atuais do **CACR11**, é assegurado o direito de preferência na subscrição de novas cotas, aplicando-se o fator de proporção de 0,26090683751 sobre a posição detida no terceiro dia útil após a divulgação do anúncio.
Relatório de 2025-06-30
O destravamento de IPCA acruado e o ganho de capital no mercado secundário impulsionaram o pagamento de dividendos do **CACR11** para R$ 1,45 por cota em junho de 2025, superando a distribuição do mês anterior. A gestão ativa realizou a venda de ativos, especificamente papéis do CRI Savoie, gerando ganho de spread e juros, o que contribuiu diretamente para o resultado transitado em caixa. A alocação da carteira avançou para 96,53% em CRIs, com a taxa média de carrego indexada à inflação ajustando-se levemente para IPCA + 12,77% ao ano. O saldo de correção monetária acruada (não caixa) manteve forte expansão, saltando de R$ 0,94 para R$ 1,15 por cota, consolidando uma reserva de valor robusta contra oscilações do indexador. Em contrapartida, o valor patrimonial da cota apresentou novo recuo, fechando em R$ 95,85, o que elevou o ágio da cotação de mercado para um P/VP de 106,01%. No monitoramento físico das garantias, o CRI Station liderou os avanços com +6,22 p.p. no mês. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o ponto de atenção recai sobre os projetos Savoie e Real Park, que seguem com obras não iniciadas e dependem de aprovações de alvarás e lançamentos futuros para mitigar o risco de execução.
Relatório de 2025-05-30
O destravamento de correção monetária acruada via giro no mercado secundário impulsionou o pagamento de dividendos do **CACR11** para R$ 1,41 por cota em maio de 2025, superando os R$ 1,37 do mês anterior. A alocação da carteira avançou, com a exposição em CRIs passando de 91,92% para 95,25%, enquanto a taxa média do carrego subiu marginalmente para IPCA + 12,78% ao ano. O saldo de correção monetária acruada (não caixa) saltou de R$ 0,73 para R$ 0,94 por cota, reforçando a reserva de valor do fundo contra oscilações do indexador. O valor patrimonial registrou leve recuo para R$ 96,26, e o dividend yield acumulado em 12 meses alcançou 16,55%. No monitoramento de obras, os projetos Alto Lindóia e Chianti lideraram os avanços físicos com +3,40 p.p. e +3,23 p.p., respectivamente. Contudo, os ativos Savoie e Real Park continuam com obras não iniciadas, mantendo o risco de execução atrelado a trâmites burocráticos de alvarás. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, a gestão segue focada em operações customizadas de crédito imobiliário, exigindo acompanhamento contínuo da evolução física das garantias e da liquidez na venda de ativos.
Relatório de 2025-04-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,37 por cota reflete a gestão ativa no mercado secundário e o destravamento de correção monetária acruada no mês de abril de 2025. O carrego da carteira do **CACR11** apresentou aumento na exposição em CRIs, passando de 90,54% para 91,92%, com a taxa média ajustando-se marginalmente para IPCA + 12,76% ao ano. O valor patrimonial reverteu a queda do mês anterior, subindo de R$ 95,14 para R$ 96,35, impulsionado pelo salto no saldo de correção monetária acruada, que atingiu R$ 0,73 por cota (ante R$ 0,34). Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o dividend yield acumulado em 12 meses avançou para 16,51%. No monitoramento de obras, o CRI Mallorca demonstrou recuperação ao avançar 2,16% no mês, superando os entraves técnicos anteriores. Por outro lado, os projetos Savoie e Real Park permanecem sem obras iniciadas, dependendo da emissão de alvarás de demolição e finalização de etapas preparatórias, exigindo acompanhamento contínuo dos riscos de execução.
Relatório de 2025-03-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,33 por cota marca o resultado de março de 2025, impulsionada por ganhos de capital na venda de ativos no mercado secundário (CRIs Viva, Savoie e Santo André). Em comparação ao mês anterior, o carrego da carteira do **CACR11** reduziu sua exposição em CRIs de 92,84% para 90,54%, com a taxa média recuando levemente para IPCA + 12,78% ao ano. O valor patrimonial continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 95,60 para R$ 95,14, o que ajustou o saldo de correção monetária acruada para R$ 0,34 por cota (ante R$ 0,50 no mês anterior). Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o dividend yield acumulado em 12 meses ajustou-se para 16,48%. No monitoramento de riscos intrínsecos, enquanto projetos como Sophia e Monte Cristo atingiram 100% de conclusão, o CRI Mallorca reportou problemas técnicos nas estacas de perfuração, limitando o avanço da obra a 0,20% no mês, e os ativos Savoie e Real Park seguem sem obras iniciadas, dependendo de alvarás e trâmites burocráticos.