O fundo não distribuiu rendimentos em setembro de 2025 porque seu único ativo (imóvel CARJ) encontra-se 100% vago, não gerando receita de aluguel e consumindo o caixa com despesas de manutenção.
A vacância física e financeira do fundo é de 100%, visto que o único imóvel remanescente na carteira está totalmente desocupado após a saída do Banco do Brasil.
A venda de R$ 65 milhões enfrenta um impasse. O prazo de due diligence expirou sem resposta formal do comprador, o estudo de viabilidade foi prorrogado e há um pedido de assembleia por parte dos cotistas para deliberar sobre o distrato do negócio.
No fechamento de setembro de 2025, o valor patrimonial da cota foi de R$ 685,37, enquanto a cotação no mercado secundário encerrou o mês a R$ 351,00.