Relatório de 2026-05-20
O fundo imobiliário **VIUR11** comunica o encerramento do leilão de frações de cotas e define a data para o pagamento de reembolso aos cotistas afetados. O leilão, decorrente da liquidação do TRXF11 e concluído em 19 de maio de 2026, apurou o valor aproximado de R$ 90,57 por cota, com o pagamento do reembolso proporcional programado para ocorrer em 28 de maio de 2026.
Relatório de 2026-05-15
O fundo **VIUR11** divulgou informações sobre o leilão de frações de cotas do TRX Real Estate FII (TRXF11), resultantes do processo de amortização parcial realizado anteriormente. No total, foram agrupadas 15.102 cotas inteiras, que serão vendidas em leilão estruturado na B3 em 19 de maio de 2026 por meio da corretora Mirae Asset.
Após a conclusão do leilão, os cotistas do **VIUR11** afetados pela liquidação das frações receberão o reembolso proporcional dos valores arrecadados, em data de pagamento que será anunciada futuramente. Além disso, o fundo comunicou o repasse de rendimentos decorrentes dessas frações para o dia 18 de maio de 2026.
Relatório de 2026-05-12
O fundo **VIUR11** informou a prorrogação por 3 dias do prazo limite para que os cotistas declarem ao administrador o custo médio de aquisição de suas cotas. Com a prorrogação, a data final para o envio das informações operacionais passou a ser 14 de maio de 2026, devendo o preenchimento ocorrer de forma exclusiva pelo endereço eletrônico disponibilizado pelo Banco Daycoval S.A.
A administração esclareceu que a prorrogação do cronograma não altera a data programada para o pagamento de rendimentos e amortização do fundo, mantendo-se o dia 28 de maio de 2026 para a liquidação financeira da amortização em caixa, no valor bruto de R$ 0,26294411 por cota.
Relatório de 2026-04-30
A concretização da primeira etapa de amortização parcial e a assinatura do Memorando de Entendimentos (MOU) para a venda do último ativo imobiliário redefiniram a estrutura de capital do **VIUR11** em abril de 2026. O pagamento de R$ 102,2 milhões aos cotistas (R$ 3,79 por cota), majoritariamente via cotas do TRXF11, provocou um ajuste mecânico severo no valuation do fundo: o valor patrimonial recuou de R$ 7,65 para R$ 3,49, enquanto a cota de mercado despencou para R$ 2,53. Operacionalmente, o cenário de carrego apresentou leve alívio com o recebimento de um aluguel atrasado do inquilino único (FACAMP), reduzindo a inadimplência para dois meses em aberto. Contudo, o resultado financeiro mensal afundou para R$ -35,1 milhões devido ao reconhecimento de prejuízo não recorrente atrelado à venda das cotas do TRXF11 e à própria amortização. O pagamento de dividendos segue zerado, alinhado ao guidance da gestão até o fim de 2026, enquanto o fundo avança para o desinvestimento total com a potencial alienação do imóvel FACAMP por R$ 37,3 milhões.
Relatório de 2026-04-24
O fundo **VIUR11** comunicou a assinatura de um Memorando de Entendimentos (MOU) para a potencial venda do imóvel FACAMP, situado em Campinas-SP, pelo montante de R$ 35 milhões, além do comprador assumir uma obrigação de aproximadamente R$ 2,3 milhões. Essa alienação representa o último ativo imobiliário do portfólio do fundo, alinhando-se ao plano de desinvestimento de ativos e posterior devolução de capital aos cotistas.
O fundo recebeu R$ 1 milhão a título de sinal na data de assinatura do termo, sendo que o saldo remanescente será liquidado de forma parcelada em até 36 meses. O movimento acarretou um ajuste contábil na carteira que reduziu o patrimônio líquido do **VIUR11** em cerca de 10,3%, passando para R$ 93,4 milhões, montante que ainda configura um patamar superior ao valor de mercado atual da carteira.
Relatório de 2026-04-08
O fundo imobiliário **VIUR11** anunciou uma retificação em seu cronograma de amortização parcial de cotas, detalhando as datas e procedimentos operacionais para a entrega de ativos e pagamento de dividendos em dinheiro. A amortização ocorrerá em duas etapas para os cotistas com posição em 08/04/2026: a primeira consiste na entrega de cotas do fundo TRXF11 (proporção de 0,03881679 por cota) e a segunda no pagamento de uma parcela em moeda corrente de R$ 0,26294411 por cota.
Com o ajuste no cronograma, a negociação das cotas recebidas do TRXF11 foi autorizada para o dia útil subsequente à data-base (09/04/2026), antes mesmo de sua efetiva entrega física em custódia, agendada para 13/04/2026. O pagamento da parcela em dinheiro está agendado para 28/05/2026, após a finalização do período de apuração fiscal dos custos de aquisição declarados pelos investidores.
Relatório de 2026-04-02
**VIUR11** anuncia primeira amortização parcial no valor total de R$ 102,2 milhões por meio de entrega de cotas de TRXF11 e pagamento em caixa. O fundo **VIUR11** divulgou os procedimentos para a realização de sua primeira amortização parcial de cotas, que corresponderá a cerca de R$ 102,2 milhões, equivalente a R$ 3,79139112 por cota. Os investidores que forem cotistas do fundo no fechamento do mercado de 08 de abril de 2026 receberão R$ 3,52844701 por cota na forma de cotas do TRXF11 (proporção de 0,03881679 cotas de TRXF11 para cada cota do **VIUR11** detida) e R$ 0,26294411 por cota em dinheiro, cujo pagamento de dividendos e amortização em caixa ocorrerá em 28 de maio de 2026.
Para viabilizar o cálculo do imposto de renda retido na fonte à alíquota de 20% sobre o ganho de capital, os cotistas deverão manifestar e comprovar seu custo médio de aquisição das cotas do **VIUR11** no período de 09 de abril de 2026 a 11 de maio de 2026 por meio do site do administrador. O evento decorre do desinvestimento do fundo, que, após a liquidação das obrigações da transação com o TRXF11 originadas pela venda de ativos do portfólio, realizará uma segunda amortização e passará a deter apenas o imóvel FACAMP e saldo mínimo de caixa.
Relatório de 2026-04-01
O fundo **VIUR11** comunicou ao mercado a ocorrência de inadimplemento no pagamento do aluguel de competência de fevereiro de 2026, com vencimento em março de 2026, referente ao imóvel de uso exclusivo da FACAMP, localizado em Campinas. Com este evento, o fundo acumula dois meses de inadimplência locatícia sob o mesmo contrato, dado que o aluguel de competência de novembro de 2025 também permanece em aberto. A gestora informou que está adotando as providências legais pertinentes para o recebimento dos valores devidos e resguardo dos interesses operacionais, o que pode influenciar o caixa de distribuição e o pagamento de dividendos futuros.
Relatório de 2026-03-31
A inadimplência integral do locatário único redefiniu o perfil de risco do **VIUR11** em março de 2026, contrastando fortemente com a estabilidade operacional do mês anterior. O imóvel FACAMP, que até então blindava o portfólio contra oscilações de fluxo de caixa, registrou 100% de inadimplência líquida média após o não pagamento do aluguel de fevereiro, somando-se à pendência já existente de novembro de 2025. Financeiramente, o fundo aprofundou seu déficit mensal para R$ -2,75 milhões (R$ -0,102 por cota), pressionado pelas despesas financeiras das obrigações a prazo e pela ausência de receitas imobiliárias, elevando o saldo negativo acumulado para R$ -3,85 milhões. Consequentemente, o pagamento de dividendos permaneceu zerado, em estrito alinhamento ao guidance da gestão. No mercado secundário, o valor da cota recuou de R$ 5,87 para R$ 5,52, ampliando o desconto frente ao valor patrimonial, que sofreu leve ajuste para R$ 7,65. Como contraponto estrutural à deterioração do carrego, a gestão formalizou a primeira amortização parcial de R$ 102,2 milhões, a ser liquidada majoritariamente via cotas do TRXF11, concretizando a estratégia de devolução de capital aos investidores.
Relatório de 2026-02-27
A consolidação do resultado financeiro negativo de R$ -1,1 milhão redefiniu a dinâmica de curto prazo do **VIUR11** em fevereiro de 2026. Após o esgotamento da reserva de lucros no mês anterior, o fundo registrou um déficit de R$ -0,041 por cota, pressionado pelas despesas de juros das obrigações de aquisição a prazo que superaram as receitas imobiliárias. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi zerado, alinhando-se ao guidance prospectivo de ausência de distribuições até dezembro. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 6,12 para R$ 5,87, enquanto o valor patrimonial sofreu leve ajuste de R$ 7,78 para R$ 7,67. Estruturalmente, a gestão avançou na venda de ativos ao alienar parte da posição em TRXF11 para constituir uma conta garantia de R$ 49 milhões, preparando o terreno para a prometida amortização parcial que devolverá a maior parte do patrimônio aos cotistas. Operacionalmente, o ativo remanescente FACAMP segue blindando o portfólio contra riscos de vacância, mantendo 100% de ocupação e inadimplência zerada.
Relatório de 2026-01-31
A distribuição extraordinária de R$ 0,2067 por cota marcou uma reversão pontual na dinâmica de caixa do **VIUR11** em janeiro de 2026. Após a expressiva venda de ativos no fim do ano anterior, o fundo optou por esgotar integralmente sua reserva de lucros acumulados (R$ 4,06 milhões), gerando um dividend yield anualizado atípico de 40,5%. Contudo, o carrego de resultados foi zerado e o guidance prospectivo reafirma a ausência de pagamento de dividendos (R$ 0,00/cota) até dezembro. No mercado secundário, a liquidez média diária recuou de R$ 758 mil para R$ 462 mil, enquanto a cota de mercado teve leve alta para R$ 6,12. O patrimônio do fundo sofreu nova compressão, com o valor patrimonial caindo de R$ 8,08 para R$ 7,78, reduzindo o deságio para 21,3%. Operacionalmente, o ativo único FACAMP manteve a vacância zerada e o aluguel estabilizado em R$ 38,3/m², com a inadimplência recuando para 0,0%, mitigando os riscos de curto prazo com o locatário.
Relatório de 2025-12-31
Inadimplemento de aluguel no ativo FACAMP impacta fluxo de caixa do fundo **VIUR11** em dezembro de 2025. A administração e a gestão do **VIUR11** comunicaram a falta de pagamento de aluguel referente ao contrato de locação do empreendimento localizado em Campinas, locado de forma exclusiva à FACAMP.
A gestão do **VIUR11** informou estar adotando medidas legais para a defesa dos interesses do fundo. O contrato conta com garantia de seguro fiança de 12 meses de aluguel vigente, cuja execução pode mitigar impactos imediatos no recebimento de receitas e na distribuição de dividendos.
Relatório de 2025-12-31
A liquidação de 83,2% do patrimônio imobiliário reconfigurou drasticamente a tese de investimento do **VIUR11** no fechamento de 2025. A venda de seis ativos por R$ 269,2 milhões reduziu a alavancagem atrelada ao CRI Ânima e viabilizou a aprovação de uma amortização parcial de R$ 120,3 milhões aos cotistas. Contudo, a transação gerou um impacto negativo de caixa estimado em R$ 43 milhões devido a juros acumulados e tributação sobre ganho de capital, levando a gestão a projetar a suspensão total no pagamento de dividendos até dezembro de 2026. Operacionalmente, a alienação concentrou o portfólio no ativo remanescente FACAMP, elevando a ocupação para 100% e o aluguel médio para R$ 38,3/m² (frente aos R$ 26,8/m² de novembro). Imediatamente após essa concentração, o locatário único apresentou inadimplência no aluguel de dezembro, forçando o acionamento do seguro fiança. No mercado secundário, a liquidez média diária saltou expressivamente para R$ 758 mil, enquanto a cota encerrou negociada a R$ 6,09, mantendo um desconto de 23,5% frente ao valor patrimonial de R$ 8,08.
Relatório de 2025-12-29
Os cotistas do **VIUR11** aprovaram a amortização parcial de cotas do fundo, que envolverá a entrega de cotas do TRXF11 e parcela em moeda corrente aos investidores. A primeira amortização parcial terá o valor de até R$ 120,3 milhões, sendo que o cronograma e os procedimentos operacionais e tributários serão divulgados em momento oportuno.
Após a conclusão da amortização, a carteira do **VIUR11** passará a ser composta de forma exclusiva pelo Imóvel FACAMP (avaliado em R$ 48 milhões), disponibilidades de R$ 49 milhões em cotas do TRXF11 e aplicações destinadas a uma Conta Garantia, e R$ 5 milhões em disponibilidades estimadas.
Relatório de 2025-12-11
O fundo de investimento imobiliário **VIUR11** anunciou a conclusão da venda de 6 ativos de seu portfólio imobiliário pelo preço total de R$ 269,2 milhões. O montante da venda de ativos será recebido por meio da compensação de R$ 157,7 milhões para a subscrição e integralização de cotas do TRXF11 em sua 12ª emissão, além de R$ 111,5 milhões por meio da assunção, pelo comprador, do saldo devedor referente aos imóveis Ânima Porto Alegre e Ânima Canoas.
Com a conclusão do desinvestimento, a gestão do **VIUR11** convocou uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a amortização parcial de cotas no valor de até R$ 120,3 milhões através da entrega direta das cotas de TRXF11 recebidas aos cotistas. O portfólio remanescente do fundo passará a ser composto pelo ativo FACAMP, além de caixa mínimo e recursos alocados em conta garantia para suportar as obrigações contratuais da transação.
Relatório de 2025-11-28
A reavaliação patrimonial dos ativos e a compressão do deságio no mercado secundário reconfiguraram o valuation do **VIUR11** em novembro de 2025. O laudo anual da Colliers marcou os imóveis a mercado com uma redução de 2,3%, o que impactou negativamente o valor patrimonial da cota em 3,1%. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação frente ao novo VP, reduzindo o desconto patrimonial de 36,1% para 30,1% e ajustando o dividend yield anualizado para 13,7%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,067 por cota, consumindo marginalmente a reserva de lucros, que recuou de R$ 0,192 para R$ 0,185 por cota. Operacionalmente, os indicadores de carrego seguiram estáticos, com a taxa de ocupação cravada em 97,0% e o aluguel médio em R$ 26,8/m². Contudo, o resultado financeiro aprofundou seu déficit para R$ 365 mil negativos, pressionado pelo serviço da dívida atrelada às obrigações a prazo de R$ 113,5 milhões. A liquidez diária também acendeu um alerta ao retrair para R$ 173 mil, exigindo atenção dos investidores quanto à negociabilidade das cotas.
Relatório de 2025-11-26
O fundo **VIUR11** anunciou a substituição de seu administrador fiduciário, com a saída da BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. e a contratação do Banco Daycoval S.A. A mudança foi formalizada por meio de Assembleia Geral Extraordinária e envolve a prestação dos serviços de administração, custódia, tesouraria, controladoria e escrituração.
A transição de responsabilidade será concluída no início do mês de dezembro, sendo que o atual administrador prestará serviços para o **VIUR11** até o encerramento do dia 2 de dezembro de 2025. O novo administrador assumirá todas as funções operacionais na abertura do mercado do dia 3 de dezembro de 2025.
Relatório de 2025-10-31
O alargamento do deságio patrimonial para 36,1% e o incremento das reservas de lucros marcam a dinâmica do **VIUR11** em outubro de 2025. A cotação no mercado secundário recuou, elevando o dividend yield anualizado para 14,4%, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,067 por cota. A liquidez diária manteve a tendência de queda, registrando R$ 194 mil negociados em média. No âmbito operacional, os indicadores de carrego permaneceram inalterados, com a taxa de ocupação travada em 97,0% e o aluguel médio estabilizado em R$ 26,8/m². O resultado financeiro apresentou leve alívio, fechando negativo em R$ 307 mil, reflexo das despesas com obrigações a prazo que somam R$ 113,5 milhões. Para garantir a previsibilidade dos rendimentos mensais, a gestão reforçou o resultado acumulado não distribuído, que atingiu R$ 0,192 por cota, fortalecendo o valuation e a margem de segurança da operação.
Relatório de 2025-09-30
A compressão do desconto patrimonial e o reforço das reservas de lucros ditam o ritmo do **VIUR11** em setembro de 2025. O fundo apresentou uma redução no deságio de suas cotas na B3, passando de 37,3% para 35,0% frente ao valor patrimonial de R$ 8,74. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,067 por cota, o que, ajustado à variação de preço, resultou em um dividend yield anualizado de 14,2%. A liquidez no mercado secundário continuou em trajetória descendente, atingindo um volume médio diário de R$ 199 mil. Operacionalmente, o portfólio manteve a estabilidade com aluguel médio de R$ 26,8/m² e vacância física travada em 3,0%. O resultado financeiro registrou leve melhora, fechando negativo em R$ 322 mil, enquanto o saldo de obrigações a prazo recuou marginalmente para R$ 113,5 milhões. Para sustentar a previsibilidade dos rendimentos mensais, a gestão elevou a reserva acumulada para R$ 0,189 por cota.
Relatório de 2025-08-29
A retração aguda na liquidez no mercado secundário e o avanço do aluguel médio marcam o carrego do **VIUR11** em agosto de 2025. O volume médio diário despencou de R$ 297 mil para R$ 210 mil, evidenciando um esfriamento nas negociações das cotas na B3. Em contrapartida, a operação imobiliária demonstrou resiliência com a elevação do aluguel médio para R$ 26,8/m² e o ligeiro aumento da representatividade dos contratos atípicos para 80%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,067 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 14,7%. O resultado financeiro, contudo, aprofundou seu impacto negativo para R$ 333 mil, pressionado pelas despesas de juros das obrigações a prazo que somam R$ 113,7 milhões. Para mitigar esses riscos e garantir previsibilidade para os próximos rendimentos mensais, o fundo ampliou sua reserva de lucros para R$ 0,183 por cota, enquanto o desconto frente ao patrimônio líquido permanece expressivo na casa dos 37,3%.
Relatório de 2025-07-31
A expansão do dividend yield anualizado para 14,7% e o aumento do desconto patrimonial ditam o ritmo do **VIUR11** em julho de 2025. Diferente do salto de liquidez visto no mês anterior, o volume médio diário de negociação recuou de R$ 314 mil para R$ 297 mil, indicando uma leve retração no apetite do mercado secundário. Apesar da cota patrimonial sofrer um ajuste marginal para R$ 8,74, a queda no preço de tela (R$ 5,41) ampliou o deságio do fundo para 37,3% frente ao seu patrimônio líquido. No front operacional, a estabilidade impera: a vacância segue travada em 3% (ocupação de 97%) e a inadimplência permanece zerada, sustentada pela forte presença de contratos atípicos (79%). O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,067 por cota, suportado por uma nova melhora no resultado financeiro, que reduziu seu impacto negativo para R$ 302 mil. Adicionalmente, a reserva de lucros acumulada avançou para R$ 0,179 por cota, mitigando riscos de curto prazo e garantindo previsibilidade para os próximos rendimentos.
Relatório de 2025-06-30
O salto expressivo na liquidez diária e o incremento no dividend yield marcam a evolução do **VIUR11** neste fechamento de junho de 2025. O volume médio de negociação disparou de R$ 137 mil para R$ 314 mil, indicando maior apetite e giro no mercado secundário. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,067 por cota, mas a retração na cota de mercado ajustada elevou o yield anualizado para 14,0%. O desconto frente ao patrimônio líquido também foi ampliado para 34,4%, com o valor patrimonial ajustando marginalmente para R$ 8,75. Operacionalmente, o portfólio preservou a estabilidade com vacância travada em 3% (ocupação de 97%) e inadimplência zerada, ainda fortemente ancorado em contratos atípicos (79%) no setor educacional. No passivo, o resultado financeiro negativo apresentou nova melhora, recuando para R$ 322 mil negativos, enquanto a reserva de lucros acumulada subiu para R$ 0,177 por cota, mitigando riscos de curto prazo e reforçando a segurança para distribuições futuras.
Relatório de 2025-06-12
**VIUR11** anuncia contratação da XP Investimentos como nova formadora de mercado para fomentar liquidez.
A gestora e a administradora do **VIUR11** comunicaram ao mercado que o fundo contratou a XP Investimentos para exercer a função de formadora de mercado a partir de 13 de junho de 2025, visando aprimorar a liquidez de suas cotas em bolsa. Simultaneamente, foi encerrado o contrato de prestação deste mesmo serviço com o Banco Fator, iniciado originalmente em agosto de 2022. Esta medida possui caráter estritamente operacional e de liquidez de mercado, não se relacionando de forma direta com eventos de venda de ativos da carteira ou alterações no fluxo de pagamento de dividendos do fundo.
Relatório de 2025-05-30
O ligeiro avanço na reserva de lucros para R$ 0,174 por cota e a queda expressiva na liquidez diária marcam o carrego do **VIUR11** neste fechamento. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,067 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 13,8%, levemente inferior ao mês anterior devido ao sutil ajuste positivo na cota de mercado (R$ 5,76). O desconto patrimonial recuou para 33,4%, com o valor patrimonial ajustado para R$ 8,76. Operacionalmente, o fundo manteve a estabilidade com vacância travada em 3% e inadimplência zerada, suportado pela forte presença de contratos atípicos (79%) no setor educacional. No passivo, o resultado financeiro negativo apresentou leve melhora, passando para R$ 339 mil negativos, embora o saldo das obrigações de aquisição a prazo tenha subido marginalmente para R$ 113,4 milhões. O ponto de maior atenção no valuation e na negociação no mercado secundário foi a retração do volume médio diário, que caiu de R$ 197 mil para R$ 137 mil.
Relatório de 2025-04-30
A manutenção de uma robusta reserva de lucros de R$ 0,172 por cota e o elevado desconto patrimonial de 34,5% marcam o carrego do **VIUR11** neste fechamento. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,067 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 14,0%, perfeitamente alinhado ao guidance da gestão. Operacionalmente, a estabilidade é evidente com a vacância física travada em 3% (ocupação de 97%) e inadimplência zerada, refletindo a resiliência dos contratos atípicos (79% da receita) atrelados ao setor educacional. Contudo, o valuation do portfólio segue pressionado no mercado secundário, com a cota negociada a R$ 5,75 contra um valor patrimonial de R$ 8,77. Do lado do passivo, o resultado financeiro negativo de R$ 353 mil evidencia o peso das obrigações de aquisição a prazo (R$ 113,1 milhões), majoritariamente indexadas ao IPCA+5,6%, exigindo monitoramento contínuo da alavancagem frente à atual política monetária restritiva. A liquidez das cotas também requer atenção, com volume médio diário restrito a R$ 197 mil.
Relatório de 2025-04-01
A estabilidade operacional e a manutenção dos rendimentos mensais dão o tom do **VIUR11** em abril de 2025, contrastando com o leve incremento nas obrigações financeiras. O fundo sustentou o pagamento de dividendos em R$ 0,067 por cota, alinhado ao guidance estabelecido pela gestão (entre R$ 0,065 e R$ 0,069 até o fim do ano). No âmbito do carrego e valuation patrimonial, o saldo devedor das obrigações por aquisição de imóveis avançou de R$ 112,3 milhões no mês anterior para R$ 113,1 milhões, concentrado majoritariamente no CRI Ânima (IPCA+5,6%). Apesar dessa pressão no passivo, a liquidez permanece confortável, com capital suficiente para cobrir as obrigações pelos próximos 3,2 anos. Operacionalmente, a carteira segue resiliente: a taxa de ocupação cravou 97,0% pelo décimo terceiro mês consecutivo, a inadimplência continuou zerada e o aluguel próprio por metro quadrado estabilizou em R$ 25,7. A forte ancoragem no setor educacional (89% da receita) e a predominância de contratos atípicos (79%) com WAULT longo de 9,7 anos garantem previsibilidade ao fluxo de caixa, mitigando riscos de vacância no curto prazo.
Relatório de 2025-03-31
A leve compressão no desconto patrimonial e o ligeiro aumento nas despesas financeiras marcaram a transição do **VIUR11** para março de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,067 por cota, o que agora reflete um dividend yield anualizado de 15,1%, reflexo direto da valorização da cota de mercado para R$ 5,34. Consequentemente, o deságio frente ao valuation patrimonial recuou de 41,9% para 39,4%, com o valor patrimonial ajustando-se marginalmente para R$ 8,81. Operacionalmente, a carteira segue inalterada e defensiva, preservando a taxa de ocupação em 97,0% e inadimplência zerada, fortemente ancorada no setor educacional. No passivo, as obrigações por aquisição a prazo subiram para R$ 112,3 milhões, elevando a despesa financeira líquida para R$ 360 mil no mês. Apesar dessa pressão no carrego da dívida, o fundo conseguiu incrementar sua reserva de lucros acumulada para R$ 0,171 por cota, garantindo previsibilidade para os próximos rendimentos mensais.