Relatório de 2026-04-30
O aumento expressivo nas despesas imobiliárias e a retração na liquidez secundária marcaram o desempenho operacional do **RBRD11** em abril de 2026. O resultado caixa do fundo recuou ligeiramente de R$ 0,60 para R$ 0,59 por cota, pressionado pelo salto nas despesas imobiliárias, que subiram de R$ 18,9 mil para R$ 60,6 mil. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,55 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 16,09% devido à desvalorização da cota de mercado para R$ 41,02. Esse movimento ampliou o deságio patrimonial para 42,8%. No âmbito de liquidez, o volume mensal negociado despencou para R$ 1,62 milhão, enquanto o caixa líquido recuou para R$ 3,66 milhões. A vacância física manteve-se estável em 16%, concentrada no ativo vago de Natal, onde a prefeitura concluiu obras de revitalização no entorno, potencialmente auxiliando na prospecção de novos locatários para investidores que avaliam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-03-31
A inauguração da loja Zona Sul no ativo Catete e a forte redução nas despesas imobiliárias ditaram o ritmo operacional do **RBRD11** neste mês. O resultado caixa saltou de R$ 0,48 para R$ 0,60 por cota, impulsionado pela queda expressiva nas despesas imobiliárias, que recuaram de R$ 108 mil para R$ 18,9 mil. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,55 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 16,04% devido ao leve recuo da cota de mercado para R$ 41,15. Consequentemente, o deságio patrimonial sofreu um ligeiro agravamento, passando de 42,2% para 42,5%. A margem de segurança financeira apresentou melhora, com o caixa líquido subindo para R$ 3,75 milhões. A vacância física permanece inalterada em 16%, concentrada na megaloja de Natal, enquanto o volume financeiro negociado registrou nova queda, atingindo R$ 2,2 milhões. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o carrego atual reflete um valuation descontado e a dependência da prospecção de um novo locatário para o ativo vago, além do monitoramento de passivos jurídicos da antiga locatária.
Relatório de 2026-02-27
A conclusão das obras de revitalização no entorno do ativo em Natal e a finalização da reforma no refeitório em São Gonçalo marcam o avanço operacional do **RBRD11** neste mês. O desconto patrimonial do fundo sofreu uma forte ampliação, saltando de 36,0% para 42,2%, com a cota de mercado recuando para R$ 41,40. Apesar da leve queda no volume financeiro negociado, que passou de R$ 2,7 milhões para R$ 2,6 milhões, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,55 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 15,94%. Do lado das despesas imobiliárias, houve um alívio expressivo, caindo de R$ 184 mil para R$ 108 mil, embora o resultado caixa gerado tenha recuado marginalmente para R$ 0,48 por cota. A margem de segurança financeira continuou sua trajetória de leve retração, com o caixa líquido atingindo R$ 3,68 milhões. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego atual exige atenção ao valuation descontado e à vacância física, que permanece em 16%, enquanto a gestão atua com a consultoria imobiliária para prospecção de um novo locatário para a megaloja ociosa.
Relatório de 2026-02-19
Banco Daycoval anuncia reavaliação de ativos a valor justo e recálculo da cota do **RBRD11**.
O administrador do fundo **RBRD11**, Banco Daycoval S.A., comunicou que o ativo integrante do portfólio do fundo foi remarcado a valor justo na data-base de 31 de dezembro de 2025. A avaliação foi realizada pela empresa especializada Binswanger Brazil, contratada para mensurar o valor justo da propriedade para investimento pertencente à carteira. Como resultado, o valor patrimonial da cota do **RBRD11** foi recalculado retroativamente a partir da referida data-base para atender aos requisitos regulatórios da Instrução CVM nº 516.
Relatório de 2026-01-30
O novo adiamento da inauguração da operação da rede Zona Sul no imóvel do Catete, agora prevista para março de 2026, e o agendamento das obras no ativo de São Gonçalo marcam a transição operacional do **RBRD11** neste início de ano. No mercado secundário, a cota recuou 0,60%, encerrando cotada a R$ 41,49, o que ampliou marginalmente o deságio patrimonial para 36,0%. Apesar da desvalorização, o volume financeiro negociado apresentou forte recuperação, saltando de R$ 1,8 milhão para R$ 2,7 milhões no mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,55 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 15,91%. A margem de segurança financeira do fundo sofreu leve retração, com o caixa líquido recuando para R$ 3,78 milhões frente às obrigações, enquanto a vacância física permanece estagnada em 16% devido à ociosidade crônica da megaloja em Natal, cujas obras de revitalização no entorno seguem paralisadas. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o carrego atual exige monitoramento das despesas imobiliárias, que saltaram para R$ 184 mil no mês, impactando o resultado caixa gerado, que foi de R$ 0,49 por cota.
Relatório de 2025-12-31
A compressão do deságio patrimonial para 35,8% e o recuo no volume de negociação marcam a transição do **RBRD11** em dezembro de 2025. No mercado secundário, a cota valorizou 3,01%, encerrando a R$ 41,74, o que pressionou o dividend yield anualizado para 15,81%, mesmo com a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,55 por cota. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, o carrego operacional apresenta novidades que exigem atenção: a inauguração da operação da rede Zona Sul no imóvel do Catete sofreu novo adiamento para fevereiro de 2026, enquanto o fundo assumiu integralmente os custos de troca de piso no refeitório do ativo locado para a Enel em São Gonçalo. A liquidez recuou para R$ 1,8 milhão no mês, mas a margem de segurança financeira teve leve incremento, com o caixa líquido atingindo R$ 3,88 milhões frente às obrigações. A vacância física permanece engessada em 16%, refletindo a ociosidade persistente da megaloja em Natal, que segue sem perspectiva de retomada das obras públicas no entorno.
Relatório de 2025-11-28
O salto expressivo na liquidez das cotas, com o volume financeiro negociado atingindo R$ 2,3 milhões no mês, marca a principal alteração na dinâmica de mercado do **RBRD11** em novembro de 2025. No carrego operacional, o pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,55 por cota, enquanto o dividend yield anualizado sofreu leve compressão para 16,29%, reflexo direto da valorização da cota a mercado, que encerrou o período cotada a R$ 40,52 (+0,30%). Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o valuation atual reflete um deságio de 37,7% frente ao patrimônio, com o caixa líquido subindo para R$ 3,84 milhões, conferindo maior margem de segurança frente às obrigações. Os riscos intrínsecos do portfólio permanecem inalterados: a vacância física segue estagnada em 16% devido à ociosidade do imóvel de Natal, que continua prejudicado pela paralisação das obras públicas no entorno, e a operação da rede Zona Sul no ativo do Catete mantém previsão de abertura apenas para janeiro de 2026, exigindo monitoramento contínuo na projeção de rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-10-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,55 por cota marca a evolução operacional do **RBRD11** neste mês, impulsionando o dividend yield anualizado para 16,34%. Em contraste com o carrego anterior, o caixa líquido apresentou robustez ao subir para R$ 3,79 milhões, enquanto o deságio frente ao patrimônio recuou levemente para 37,9%, com a cota a mercado fechando em R$ 40,40 (+0,65%). Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, a dinâmica de riscos e valuation segue atrelada à vacância estagnada em 16% no imóvel de Natal, cujas obras públicas no entorno continuam paralisadas. Adicionalmente, o cronograma de maturação do portfólio sofreu um revés: a previsão de abertura da operação da rede Zona Sul no ativo do Catete foi postergada para janeiro de 2026, exigindo monitoramento contínuo dos rendimentos mensais e das tratativas judiciais envolvendo a antiga locatária Leader.
Relatório de 2025-09-30
O aprofundamento do deságio patrimonial para 38,3% e a redução do caixa líquido para R$ 3,09 milhões ditam o ritmo do **RBRD11** neste mês. No mercado secundário, a cota sofreu nova retração de 0,59%, fechando cotada a R$ 40,14, o que elevou mecanicamente o dividend yield anualizado para 14,95%. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,50 por cota, absorvendo parte do carrego operacional. A vacância física permanece estagnada em 16%, reflexo direto do imóvel em Natal, cujas tratativas de locação seguem travadas pela paralisação das obras públicas de revitalização no entorno. O valuation do portfólio continua ancorado na expectativa de maturação das obras do ativo locado para a rede Zona Sul no Catete, com entrega mantida para dezembro de 2025, e no monitoramento contínuo dos passivos judiciais envolvendo a antiga locatária Leader.
Relatório de 2025-08-29
A ampliação do deságio patrimonial para 37,8% e o monitoramento ativo de processos judiciais envolvendo a antiga locatária Leader marcam a dinâmica do **RBRD11** neste mês. No mercado secundário, a cota aprofundou a desvalorização, recuando 0,30% para R$ 40,38, o que pressionou o dividend yield anualizado para 14,86%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,50 por cota, suportado por um carrego operacional que registrou leve incremento no caixa líquido, agora em R$ 3,68 milhões. A vacância física permanece estagnada em 16%, reflexo direto do imóvel vago em Natal, cujas tratativas de locação continuam prejudicadas pela paralisação das obras públicas no entorno. Sem novas movimentações de venda de ativos, o valuation do portfólio segue dependente da maturação das obras no ativo do Catete e da resolução dos passivos atrelados à vacância nordestina.
Relatório de 2025-07-31
O início das obras no ativo do Catete, locado para a rede Zona Sul, com previsão de inauguração para dezembro de 2025, marca o principal avanço operacional do **RBRD11** em julho. Apesar dessa evolução mitigar incertezas anteriores, a cota de mercado aprofundou sua desvalorização no secundário, recuando 1,22% e fechando a R$ 40,50. Esse movimento ampliou o deságio patrimonial para 37,6%, frente aos 36,8% do mês anterior. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,50 por cota, o que, combinado à queda no preço do ativo, impulsionou o dividend yield anualizado para 14,81%. O carrego da operação segue sustentado por um leve incremento no caixa líquido, que atingiu R$ 3,64 milhões. A vacância física permanece inalterada em 16%, ainda pressionada pelo imóvel em Natal, cujas obras públicas no entorno seguem paralisadas, exigindo da gestão a continuidade das tratativas com a CBRE para prospecção de novos inquilinos. Sem novas movimentações para venda de ativos, o valuation do fundo permanece ancorado nos contratos atípicos e típicos vigentes.
Relatório de 2025-06-30
A ampliação do deságio patrimonial para 36,8% e o fortalecimento da posição de caixa ditaram o ritmo do **RBRD11** em junho de 2025. Diferente da leve alta observada no mês anterior, a cota de mercado recuou 1,16%, encerrando o período a R$ 41,00. Apesar da desvalorização no secundário, o pagamento de dividendos permaneceu inalterado em R$ 0,50 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 14,63%. O carrego da operação demonstrou resiliência com o aumento do caixa líquido, que passou de R$ 3,45 milhões para R$ 3,60 milhões. No âmbito operacional, a vacância física segue estagnada em 16% (84% de ocupação), penalizada pela vacância crônica no ativo de Natal, onde as obras públicas de requalificação continuam paralisadas, elevando os riscos locais. No imóvel do Catete, a rede Zona Sul mantém a adimplência dos rendimentos mensais, porém a inauguração da loja segue sem prazo definido. Sem novas movimentações para venda de ativos, a gestão foca no monitoramento das ações judiciais contra a Leader e na prospecção de inquilinos, mantendo o valuation ancorado nos contratos atípicos e típicos vigentes.
Relatório de 2025-05-30
A leve compressão do deságio sobre o patrimônio marcou o mês de maio para o **RBRD11**, recuando de 36,7% para 36,1% após a cota de mercado registrar alta de 1,05%, fechando a R$ 41,48. Apesar da valorização no mercado secundário, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar estável de R$ 0,50 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 14,46%. O carrego da operação apresentou uma sutil redução na liquidez, com o caixa líquido passando de R$ 3,48 milhões para R$ 3,45 milhões frente às obrigações. No âmbito operacional, a vacância física permanece estagnada em 16%, reflexo direto da desocupação persistente no ativo de Natal, cujas obras públicas de revitalização no entorno seguem paralisadas e sem previsão de retomada, elevando os riscos locais. Paralelamente, o imóvel do Catete mantém a adimplência dos rendimentos mensais pela rede Zona Sul, embora a inauguração da loja continue indefinida. Sem novas movimentações para venda de ativos, a gestão foca no monitoramento das ações judiciais contra a antiga locatária Leader e na busca por novos inquilinos via consultoria imobiliária, mantendo o valuation ancorado na resiliência dos contratos vigentes.
Relatório de 2025-04-30
A contínua valorização no mercado secundário comprimiu o deságio patrimonial do **RBRD11** para 36,7% em abril, refletindo uma alta mensal de 7,46% na cota de mercado. Com o preço de fechamento a R$ 41,05, o dividend yield anualizado ajustou-se para 14,62%, enquanto o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,50 por cota. A liquidez para o carrego da operação apresentou leve incremento, com o caixa líquido subindo de R$ 3,42 milhões para R$ 3,48 milhões. No âmbito operacional, a vacância física segue estagnada em 16%, perpetuada pela desocupação do ativo em Natal, que continua prejudicado pela paralisação sem prazo das obras públicas no entorno. Paralelamente, o imóvel do Catete, locado para a rede Zona Sul, mantém a adimplência dos rendimentos mensais, mas segue sem previsão de inauguração. A gestão passiva foca na manutenção da rentabilidade e no acompanhamento das ações judiciais contra a antiga locatária Leader, sem novas alienações ou venda de ativos no período, mantendo o valuation ancorado na resiliência dos contratos vigentes.