Relatório de 2026-03-31
A forte elevação nas despesas operacionais comprimiu o resultado de caixa e derrubou o pagamento de dividendos do **MGRI11** para R$ 0,83 por cota em março de 2026, uma queda expressiva frente aos R$ 1,13 distribuídos no mês anterior. Enquanto a receita de aluguel atrelada ao Hospital da Bahia permaneceu estável em R$ 938.062, o salto nos custos operacionais para R$ 196.824 limitou severamente a geração de valor no período. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o carrego da dívida continua sendo o principal ofensor do balanço: as obrigações financeiras indexadas ao IPCA + 7,00% (CRI Dasa) somam R$ 85,03 milhões e consumiram R$ 476.197 do caixa. Em contrapartida, o valuation do portfólio apresentou uma recuperação, com o patrimônio líquido avançando para R$ 16,05 milhões, o que impulsionou o valor da cota patrimonial para R$ 50,25. A estrutura permanece altamente alavancada, exigindo monitoramento contínuo sobre a capacidade de absorção desses passivos frente à receita atípica gerada.
Relatório de 2026-02-27
A compressão contínua do valuation e a queda nos rendimentos mensais marcam o desempenho do **MGRI11** em fevereiro de 2026. O pagamento de dividendos recuou para R$ 1,13 por cota, refletindo o aumento das despesas operacionais para R$ 107.058 e a manutenção do pesado carrego da dívida atrelada ao CRI Dasa, que consumiu R$ 480.978 do caixa. No balanço patrimonial, o patrimônio líquido encolheu para R$ 15,33 milhões, puxando o valor da cota patrimonial para R$ 49,10, uma desvalorização frente aos R$ 51,75 do mês anterior. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, a estrutura permanece altamente alavancada, com obrigações financeiras de R$ 84,99 milhões indexadas ao IPCA + 7,00%. Apesar da estabilidade na receita de aluguel do Hospital da Bahia (R$ 938.062) e da vacância zerada, os riscos atrelados à alavancagem continuam limitando a geração de caixa livre do portfólio.
Relatório de 2026-01-30
A escalada das despesas financeiras atreladas ao CRI Dasa impactou diretamente o fluxo de caixa do **MGRI11** em janeiro de 2026, forçando uma redução no pagamento de dividendos para R$ 1,18 por cota, frente aos R$ 1,35 distribuídos no mês anterior. Embora a receita de aluguel do Hospital da Bahia tenha se mantido estável em R$ 938.062 e os custos operacionais tenham recuado para R$ 99.920, o salto nas obrigações financeiras, que atingiram R$ 480.978, comprimiu o resultado líquido. No balanço de valuation, o patrimônio líquido apresentou leve recuperação para R$ 15,75 milhões, contudo, o valor da cota patrimonial ajustou-se para R$ 51,75. Para os investidores que monitoram os riscos e avaliam se o ativo vale a pena, a estrutura de capital permanece altamente alavancada, com um passivo de R$ 85,20 milhões indexado ao IPCA + 7,00%. Sem o suporte de eventos extraordinários como a venda de ativos, o carrego da dívida continua sendo o principal ofensor na geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2026-01-07
A administradora do fundo **MGRI11** divulgou comunicado informando sobre a conclusão da reavaliação anual dos ativos imobiliários de seu portfólio a valor justo, referente ao encerramento do exercício social. O processo de avaliação patrimonial foi conduzido por consultoria externa e independente, seguindo as diretrizes contábeis vigentes para carteiras de investimento.
Como impacto imediato desse ajuste contábil no portfólio de ativos, o fundo **MGRI11** registrou uma desvalorização de -12,69% no valor patrimonial de sua cota (PL/Cota).
Relatório de 2025-12-31
O aumento simultâneo nas despesas operacionais e financeiras comprimiu o resultado líquido do **MGRI11** em dezembro de 2025, resultando em um recuo no pagamento de dividendos para R$ 1,35 por cota. Apesar da receita de aluguel do Hospital da Bahia ter registrado um incremento positivo, saltando de R$ 896.116 para R$ 938.062, os custos operacionais subiram para R$ 132.886 e a despesa financeira atrelada ao CRI Dasa avançou para R$ 419.221. No balanço de valuation, o patrimônio líquido sofreu uma contração relevante, caindo de R$ 17,98 milhões para R$ 15,65 milhões, o que levou o valor da cota patrimonial a R$ 52,11. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a estrutura de capital segue altamente alavancada, com obrigações financeiras na casa de R$ 85,40 milhões, mantendo o carrego da dívida como o principal ofensor do fluxo de caixa mensal e exigindo monitoramento contínuo.
Relatório de 2025-11-28
A expressiva redução nas despesas financeiras e operacionais impulsionou a recuperação no pagamento de dividendos do **MGRI11** em novembro de 2025. O rendimento mensal saltou para R$ 1,48 por cota, revertendo a queda do mês anterior, sustentado por um resultado líquido de R$ 416.988. A principal alavanca para essa melhora foi a queda na despesa financeira atrelada ao CRI Dasa, que recuou de R$ 464.047 para R$ 396.383, além da redução nas despesas operacionais para R$ 104.616. A receita de aluguel do Hospital da Bahia permaneceu estável em R$ 896.116, garantindo a previsibilidade do contrato atípico. No balanço patrimonial, as obrigações financeiras fecharam em R$ 85,70 milhões. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, o valuation atual aponta um patrimônio líquido de R$ 17,98 milhões e uma cota patrimonial de R$ 60,87, evidenciando que, apesar da melhora no fluxo de caixa mensal, a alta alavancagem segue como o principal componente de risco da estrutura de capital.
Relatório de 2025-10-31
A contínua compressão das receitas de liquidez e o novo avanço nas despesas operacionais forçaram um novo corte no pagamento de dividendos do **MGRI11** em outubro de 2025. O rendimento mensal recuou para R$ 1,12 por cota, refletindo a queda no resultado líquido, que atingiu R$ 326.479. A linha de LCI e liquidez encolheu para R$ 13.541 (ante R$ 20.235 no mês anterior), enquanto as despesas operacionais subiram para R$ 119.130. A receita de aluguel permaneceu inalterada em R$ 896.116, sustentada pelo contrato atípico com o Hospital da Bahia (DASA), indexado ao IPCA. No balanço patrimonial, o fundo registrou um leve alívio nas obrigações financeiras atreladas ao CRI Dasa, que recuaram para R$ 85,87 milhões. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o valuation atual reflete uma cota patrimonial de R$ 61,14 e um patrimônio líquido de R$ 17,75 milhões, evidenciando que a alta alavancagem financeira (despesa de R$ 464.047 no mês) continua consumindo mais da metade das receitas imobiliárias geradas.
Relatório de 2025-09-30
A forte elevação nas despesas operacionais e a queda nas receitas de liquidez pressionaram o resultado do **MGRI11** em setembro de 2025, resultando em um corte no pagamento de dividendos para R$ 1,16 por cota. O patrimônio líquido recuou de R$ 17,78 milhões para R$ 17,59 milhões, refletindo o impacto direto do aumento expressivo nas despesas operacionais, que saltaram de R$ 40.914 no mês anterior para R$ 115.786, somado à redução na linha de LCI e Liquidez, que caiu para R$ 20.235. Apesar da receita de aluguel permanecer estável em R$ 896.116, ancorada pelo contrato atípico do Hospital da Bahia, o resultado líquido mensal recuou para R$ 334.302. Do lado do passivo, as obrigações financeiras atreladas ao CRI Dasa continuaram sua trajetória de amortização, recuando levemente para R$ 86,09 milhões. Para investidores que analisam o valuation e buscam entender se o ativo vale a pena, a estrutura de carrego mantém a previsibilidade de rendimentos mensais indexados ao IPCA até 2031, porém a alta alavancagem e a volatilidade das despesas operacionais seguem consumindo parcela relevante da geração de caixa.
Relatório de 2025-08-29
A recuperação no pagamento de dividendos para R$ 1,49 por cota marca o mês de agosto, impulsionada pela redução das despesas operacionais e pelo aumento nas receitas de liquidez. O **MGRI11** registrou um avanço em seu patrimônio líquido, que subiu de R$ 17,53 milhões para R$ 17,78 milhões. A receita de aluguel manteve-se estável em R$ 896.116, mas o resultado líquido mensal saltou para R$ 421.913, refletindo a queda das despesas operacionais para R$ 40.914 e o incremento da linha de LCI e Liquidez para R$ 35.178. Do lado do passivo, as obrigações financeiras atreladas ao CRI Dasa apresentaram nova amortização, recuando para R$ 86,35 milhões, com despesas financeiras de R$ 468.467. Para os investidores que avaliam o valuation e buscam entender se o ativo vale a pena, a estrutura de carrego continua dependente do contrato atípico do Hospital da Bahia, que sustenta 100% de ocupação e indexação ao IPCA, garantindo previsibilidade de rendimentos mensais até novembro de 2031, a despeito da alavancagem expressiva que ainda consome grande parte da geração de caixa.
Relatório de 2025-07-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,42 por cota reflete o aumento das despesas operacionais no mês de julho, interrompendo a estabilidade observada no período anterior. O **MGRI11** apresentou um leve avanço em seu patrimônio líquido, que passou de R$ 17,44 milhões para R$ 17,53 milhões. Apesar da receita de aluguel permanecer estável em R$ 896.116, o resultado líquido mensal recuou para R$ 396.631, pressionado por despesas operacionais que subiram para R$ 48.539. Do lado do passivo, as obrigações financeiras atreladas ao CRI Dasa tiveram uma marginal amortização, caindo para R$ 86,59 milhões, enquanto as despesas financeiras registraram R$ 470.658. Para os investidores que analisam o valuation e buscam entender se o ativo vale a pena, a estrutura de carrego segue ancorada no contrato atípico do Hospital da Bahia, que mantém 100% de ocupação e indexação ao IPCA, garantindo previsibilidade de rendimentos mensais até novembro de 2031, mesmo diante da alta alavancagem do fundo.
Relatório de 2025-06-30
A leve recuperação do patrimônio líquido e a manutenção do patamar de pagamento de dividendos marcam o mês de junho de 2025 para o **MGRI11**. O fundo registrou um PL de R$ 17,44 milhões, revertendo a compressão observada no mês anterior, impulsionado por uma nova redução nas despesas financeiras, que recuaram para R$ 472.837, e nas despesas operacionais. O resultado líquido mensal atingiu R$ 400.878, permitindo a distribuição estável de R$ 1,46 por cota. Para investidores que avaliam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, a estrutura de capital segue altamente alavancada, com obrigações financeiras na casa de R$ 86,75 milhões atreladas ao CRI Dasa. Contudo, a previsibilidade dos rendimentos mensais é sustentada pela resiliência da locação atípica do Hospital da Bahia, que mantém 100% de ocupação e indexação ao IPCA até o final de 2031, garantindo o carrego da operação e mitigando o risco de vacância no curto prazo.
Relatório de 2025-05-30
Um leve alívio nas despesas financeiras permitiu um incremento marginal no pagamento de dividendos do **MGRI11** em maio de 2025, passando de R$ 1,45 para R$ 1,46 por cota. Apesar dessa melhora pontual no fluxo de caixa, com as despesas financeiras recuando para R$ 475.003, a estrutura de capital segue fortemente pressionada. O patrimônio líquido do fundo sofreu nova compressão, caindo de R$ 17,59 milhões no mês anterior para R$ 17,30 milhões, evidenciando o peso do carrego da alavancagem. As obrigações financeiras atreladas ao CRI Dasa avançaram para R$ 86,81 milhões, mantendo o risco intrínseco elevado. Para os cotistas que analisam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, a tese de investimento continua ancorada na resiliência da locação atípica com o Hospital da Bahia, que sustenta 100% de ocupação e garante previsibilidade de rendimentos mensais indexados ao IPCA até 2031.
Relatório de 2025-04-30
A compressão no pagamento de dividendos marcou a transição para abril de 2025, com a distribuição do **MGRI11** recuando de R$ 1,80 para R$ 1,45 por cota. Essa redução nos rendimentos mensais reflete diretamente o aumento das despesas financeiras atreladas à alavancagem do fundo, que saltaram de R$ 397.988 para R$ 477.158 no período. O carrego do portfólio permanece inalterado, sustentado pela locação atípica integral ao Hospital da Bahia (DASA), garantindo 100% da receita indexada ao IPCA. Contudo, do ponto de vista de valuation, o patrimônio líquido sofreu uma retração, passando de R$ 18,1 milhões para R$ 17,59 milhões, pressionado pelo saldo das obrigações financeiras (CRI Dasa) que agora somam R$ 86,7 milhões. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a dinâmica de risco-retorno continua fortemente dependente do custo dessa dívida indexada (IPCA + 7,00%) frente à estabilidade das receitas de aluguel, exigindo monitoramento contínuo da solvência e da estrutura de capital.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: 9743.6641
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.