Relatório de 2026-04-30
A desvalorização patrimonial de R$ 11,1 milhões marcou o encerramento de abril para o **RBRP11**, cujo patrimônio líquido recuou para R$ 983,2 milhões, embora o desconto de mercado tenha apresentado leve melhora com o P/VP subindo para 0,65x. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,40 por cota, sustentado novamente pela receita não-recorrente de R$ 0,04 por cota decorrente da venda de ativos do Edifício João Dias. Operacionalmente, as taxas de vacância física e financeira do portfólio imobiliário permaneceram estagnadas em 23,8% e 21,5%, respectivamente, refletindo a ausência de novas movimentações de locatários. No portfólio de ativos, a alocação estratégica em fundos imobiliários foi reduzida de 19,9% para 19,0% do PL, enquanto a reserva acumulada de lucros manteve-se em R$ 0,18 por cota, oferecendo um colchão de liquidez para os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2026-03-31
Avanços consistentes em negociações de locação e venda de ativos marcaram a dinâmica operacional de março, contrastando com a estabilidade dos indicadores macro do portfólio. O **RBRP11** registrou uma leve retração em seu patrimônio líquido, que passou de R$ 999,5 milhões no mês anterior para R$ 994,3 milhões, mantendo o valuation da cota a mercado com forte deságio, refletido no P/VP inalterado de 0,64x. A vacância financeira apresentou melhora marginal, recuando de 21,7% para 21,5%, enquanto a vacância física permaneceu estagnada em 23,8%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40 por cota, novamente suportado pelo impacto positivo e não-recorrente de R$ 0,04/cota referente ao recebimento de parcela da alienação do imóvel João Dias. Esse carrego operacional permitiu um incremento na reserva acumulada de lucros, que subiu de R$ 0,16 para R$ 0,18/cota. No portfólio de fundos imobiliários, a exposição total recuou levemente para 19,9% do PL. A gestão segue com o balanço zerado em alavancagem, direcionando esforços para a formalização de vendas a usuários finais nos edifícios Jacks Rabinovich e Castello Branco, além de tratativas para locação monousuária no Pátio Mauá, movimentos que visam destravar valor e otimizar os rendimentos mensais no médio prazo.
Relatório de 2026-02-27
A transição na gestão para o Patria Real Estate e o recebimento de parcelas extraordinárias ditaram o ritmo operacional do mês. O **RBRP11** registrou um leve avanço em seu patrimônio líquido, alcançando R$ 999,5 milhões, enquanto a cota a mercado segue negociada com forte deságio, refletido no P/VP de 0,64x. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40 por cota, sustentado em parte pelo impacto não-recorrente de R$ 0,04/cota oriundo da venda de ativos, especificamente a parcela do imóvel João Dias. No aspecto operacional, a ausência de movimentações de locatários estabilizou a vacância física em 23,8%, agora sob uma nova metodologia da gestão que isola espaços vagos exclusivamente em edifícios corporativos. A vacância financeira recuou para 21,7%, indicando um carrego mais eficiente das áreas locadas. A carteira de fundos imobiliários manteve sua representatividade em 20,3% do PL, com forte concentração no RBRL11 (17,9%). O fundo encerrou o período sem alavancagem, mitigando riscos de despesas financeiras no curto prazo e permitindo foco total na comercialização das lajes vagas nos edifícios Venezuela, Jacks Rabinovich e Delta Plaza.
Relatório de 2026-02-02
Conclusão da transação de aquisição da RBR Gestão de Recursos Ltda. pelo Patria Investimentos Ltda., resultando na alteração da gestão e do nome do fundo **RBRP11**. O fundo **RBRP11** passará a ser denominado 'Patria Properties' e será negociado sob o nome de pregão 'FII RBRP PAX' a partir de 09 de fevereiro de 2026, mantendo o seu código de negociação inalterado. A transferência da gestão foi efetivada após o cumprimento de condições suspensivas contratuais, sem impacto direto reportado nos rendimentos ou na carteira de ativos. Os cotistas do **RBRP11** devem utilizar os novos canais de comunicação e realizar cadastro no novo mailing do gestor para o recebimento de informações oficiais.
Relatório de 2025-12-31
A conclusão da venda do portfólio logístico para o XPLG11 transformou a estrutura do **RBRP11**, que passa a contabilizar exclusivamente ativos de escritórios, impactando diretamente seus indicadores de área bruta locável e vacância. O patrimônio líquido avançou para R$ 996,7 milhões (ante R$ 937,2 milhões no mês anterior). A vacância física consolidada saltou de 8,51% para 23,05%, e a financeira de 19,02% para 28,46%, reflexo não apenas da exclusão dos galpões 100% locados da base de cálculo, mas também da desocupação de duas lajes pela CVM no Edifício Delta Plaza. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40 por cota, alinhado ao centro do guidance. A gestão projeta um incremento de 5% nos rendimentos mensais para o primeiro semestre de 2026 (R$ 0,42), impulsionado pelo fim de carências e descontos contratuais, especialmente no River One, que encerrou o ano com 94% de ocupação. No mercado secundário, a cota negocia com desconto de 31,76% frente ao valor patrimonial, enquanto a exposição indireta via RBRL11 apresenta deságio de 40,87%.
Relatório de 2025-12-11
Patria Investimentos anuncia a aquisição da totalidade das quotas da RBR Gestão de Recursos Ltda., atual gestora do fundo **RBRP11**. A operação, celebrada em 10 de dezembro de 2025, marca a futura transição do comando da gestão para a estrutura de Real Estate do Pátria.
A conclusão definitiva do negócio está sujeita ao cumprimento de condições suspensivas habituais para este tipo de transação. Após o fechamento, a equipe do Pátria Real Estate assumirá a gestão da gestora do **RBRP11**, integrando o fundo a uma plataforma consolidada que somará cerca de R$ 38 bilhões sob gestão em mais de 30 fundos imobiliários.
Relatório de 2025-11-28
A locação de metade de um andar no Edifício River One reduziu a vacância física do portfólio, marcando o principal avanço do **RBRP11** em novembro de 2025. A ocupação deste ativo subiu para 94,0% (ante 90,9% no mês anterior), restando apenas a fachada ativa. Com isso, a vacância física consolidada recuou de 9,22% para 8,51%. Em contrapartida, a vacância financeira apresentou nova deterioração, saltando de 16,60% para 19,02%, pressionada por descontos e carências vigentes. O patrimônio líquido registrou leve alta, fechando em R$ 937,2 milhões. Analisando o carrego e o valuation no mercado secundário, a cota do fundo negocia com um desconto de 31,90%, enquanto a posição indireta via RBRL11 embute um deságio de 44,28%. O pagamento de dividendos foi mantido no centro do guidance, a R$ 0,40 por cota. A gestão reforçou a projeção de rendimentos mensais de R$ 0,42 para o primeiro semestre de 2026, impulsionada pelo fim contratual de carências. Entre os riscos, o Edifício Venezuela segue 100% vago, embora venha recebendo visitas comerciais.
Relatório de 2025-10-31
A emissão do Habite-se do Edifício Jacks Rabinovich (JC589) marcou o principal avanço operacional do **RBRP11** em outubro de 2025, tornando o ativo de alto padrão oficialmente pronto para ocupação. Em contrapartida a essa entrega, os indicadores do portfólio apresentaram deterioração frente ao mês anterior: a vacância física subiu para 9,22% (ante 6,6%), e a vacância financeira saltou expressivamente para 16,60% (ante 6,57%). No mercado secundário, o carrego do fundo refletiu um aumento no desconto da cota, que passou a negociar com 32,00% de deságio patrimonial, enquanto a posição indireta via RBRL11 ampliou o desconto para 44,55%. O patrimônio líquido recuou marginalmente para R$ 936,3 milhões. Apesar da pressão nos indicadores de vacância e da desocupação integral do Edifício Venezuela, a gestão atualizou o guidance de pagamento de dividendos para o primeiro semestre de 2026. A projeção sinaliza um incremento de 5% nos rendimentos mensais, com alvo de R$ 0,42 por cota, sustentado pelas negociações comerciais recentes e pelo fim de carências no ativo River One, que encerrou o mês com 90,9% de ocupação.
Relatório de 2025-09-30
A rápida reposição de um locatário no Edifício Mario Garnero, garantindo um aluguel 18% superior, marcou a dinâmica do **RBRP11** em setembro de 2025. O fundo manteve a ocupação física estabilizada em 93,4%, mas registrou uma melhora expressiva na vacância financeira, que recuou de 11,22% para 6,57% no comparativo mensal. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,40 por cota, rigorosamente alinhado ao guidance estipulado pela gestão. No aspecto de valuation e carrego, o desconto da cota no mercado secundário apresentou fechamento, passando de 34,45% para 30,00%, enquanto o deságio embutido na posição do RBRL11 caiu para 42,93%. O patrimônio líquido do fundo teve leve avanço, alcançando R$ 936,5 milhões. O portfólio logístico segue blindado com 100% de locação, e as atenções de curto prazo continuam voltadas para a comercialização dos espaços vagos no Edifício Venezuela e no River One, além da iminente emissão do Habite-se do projeto JC589, prevista para outubro.
Relatório de 2025-08-29
A estabilidade operacional ditou o ritmo de agosto de 2025 para o **RBRP11**, com a manutenção da ocupação física consolidada em 93,4% e o pagamento de dividendos cravado em R$ 0,40 por cota, rigorosamente alinhado ao guidance do semestre. O portfólio logístico segue como âncora de resiliência, mantendo 100% de locação, enquanto o segmento corporativo concentra os esforços comerciais da gestão. No aspecto de valuation e carrego, o desconto da cota no mercado secundário sofreu leve ampliação em relação ao mês anterior, passando de 33,44% para 34,45%, movimento acompanhado pela posição estratégica no RBRL11, cujo deságio embutido atingiu 47,81%. A vacância financeira apresentou um recuo marginal, acomodando-se em 11,22%, refletindo a ausência de novas desocupações no período. O patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 932 milhões. O foco de curto prazo recai sobre a conversão de visitas em contratos no Edifício Venezuela e no River One, além da reta final das obras do projeto JC589, que se aproxima da entrega.
Relatório de 2025-07-31
O avanço nas negociações do Edifício River One elevou a ocupação do ativo para 90,9%, restando apenas meia laje e lojas disponíveis, o que ditou o ritmo operacional do **RBRP11** neste mês. Apesar da estabilidade na vacância física consolidada em 6,63%, a vacância financeira do portfólio saltou de 8,06% para 11,24%, refletindo os desdobramentos da desocupação total do Ed. Venezuela no Rio de Janeiro, que agora não gera receita para o fundo. No aspecto de valuation e carrego, o deságio da cota no mercado secundário apresentou leve melhora, passando para 33,44%, enquanto o desconto embutido na posição estratégica do RBRL11 recuou para 47,04%. O patrimônio líquido registrou um sutil incremento, alcançando R$ 932 milhões. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40 por cota, em linha com o guidance de rendimentos mensais estipulado pela gestão até o final de 2025. O portfólio logístico, por sua vez, segue blindado com 100% de ocupação física.
Relatório de 2025-06-30
A expansão de locatários no Edifício River One reverteu o risco de desocupação e impulsionou a ocupação do ativo para 90,1%, marcando a dinâmica do **RBRP11** neste mês. Com a absorção líquida de 2.126m² no prédio corporativo, o fundo mitigou a ameaça de queda na taxa de ocupação que pairava no radar. Em contrapartida, a vacância física do portfólio subiu de 4,27% para 6,63% (e a financeira para 8,06%), reflexo direto da formalização da saída da Estácio no Ed. Venezuela, no Rio de Janeiro, cujo impacto imediato no fluxo de caixa foi amortecido pelo pagamento da multa rescisória. No aspecto de valuation e carrego, o deságio da cota no mercado secundário apresentou leve recuo para 33,69%, enquanto a posição estratégica no RBRL11 manteve um desconto de 50,31%. O patrimônio líquido registrou sutil retração, fechando em R$ 930,7 milhões. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,40 por cota, alinhado ao guidance de rendimentos mensais. Adicionalmente, a gestão reportou a potencial venda de ativos com o anúncio de desinvestimento do portfólio logístico do RBRL11.
Relatório de 2025-05-30
A rápida substituição de locatários no galpão Extrema II marcou a dinâmica operacional do **RBRP11** neste mês, neutralizando impactos financeiros após a rescisão antecipada da Amaro. O espaço foi imediatamente absorvido pela Mimo, que expandiu sua operação com um aluguel ligeiramente superior e estendeu o prazo contratual até 2030. No aspecto financeiro, o patrimônio líquido do veículo registrou leve alta, alcançando R$ 934,2 milhões, enquanto o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,40 por cota, alinhado ao guidance projetado para o semestre. A vacância física do portfólio manteve-se inalterada em 4,27%, sustentada pela ocupação total do segmento logístico. Em relação ao valuation e carrego, os deságios apresentaram sutil retração: o desconto da cota no mercado secundário passou para 34,61%, e o deságio da posição estratégica no RBRL11 recuou para 50,36%. Apesar da estabilidade nos rendimentos mensais, o risco de desocupação no Edifício River One segue no radar, com a permanência física da locatária Experience adiando a potencial queda de ocupação do ativo para 76%.
Relatório de 2025-04-30
A recuperação de aluguéis em atraso e o recebimento de multas rescisórias da locatária Experience no ativo River One ditaram o ritmo do **RBRP11** neste mês, amortecendo os impactos de curto prazo no fluxo de caixa. O patrimônio líquido do veículo avançou para R$ 929,5 milhões, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,40 por cota, cravando o centro do guidance projetado para o semestre. A vacância física permaneceu inalterada em 4,27%, sustentada pela resiliência do portfólio logístico que segue 100% ocupado. No front de valuation e carrego, observou-se um fechamento expressivo nos deságios: o desconto da cota no mercado secundário recuou para 35,66%, e o deságio indireto na posição estratégica do RBRL11 caiu para 50,99%. Apesar da melhora nos indicadores de mercado, o risco intrínseco de desocupação física no River One persiste, podendo derrubar a ocupação do imóvel para 76%, embora a gestão reporte avanços em novas negociações comerciais com expectativa de desfecho ainda no primeiro semestre.
Relatório de 2025-03-31
A rescisão antecipada por inadimplência no River One e a rápida reposição de locatário no galpão Extrema II reconfiguraram a dinâmica do **RBRP11** neste mês. O patrimônio líquido avançou de R$ 908,2 milhões para R$ 919,9 milhões. O pagamento de dividendos recuou levemente para R$ 0,40 por cota, alinhado ao guidance projetado de R$ 0,38 a R$ 0,42 para o primeiro semestre. A vacância física manteve-se estável em 4,27%, mas a ocupação do River One está sob pressão e pode cair de 82% para 76% caso a desocupação da locatária Experience se efetive. No front logístico, o risco da saída da Belmicro foi mitigado com a Vulcabras assumindo imediatamente o espaço no Extrema II e expandindo sua área locada, isentando o fundo de custos de vacância. Em termos de valuation e carrego, o deságio da cota no mercado secundário reduziu para 40,77%, com o desconto indireto na posição estratégica do RBRL11 caindo para 59,39%.