Relatório de 2026-05-29
A forte retração na liquidez média diária para R$ 363 mil e a ampliação do deságio patrimonial para 19,59% marcaram o desempenho do **AIEC11** em maio de 2026. O fundo imobiliário registrou uma desvalorização de 2,15% na cota de mercado (fechando a R$ 61,12), revertendo a alta do mês anterior. Operacionalmente, a ocupação do portfólio manteve-se estável em 92% (vacância de 8%), mas o carrego financeiro de curto prazo deteriorou-se significativamente: o resultado gerado no mês caiu para o campo negativo de -R$ 0,04 por cota (prejuízo de R$ 172 mil), pressionado por despesas operacionais de R$ 943 mil. Para sustentar o pagamento de dividendos recorrentes de R$ 0,34 por cota (dividend yield anualizado de 6,50%), a gestão precisou queimar R$ 1,81 milhão de suas reservas de caixa (R$ 0,37 por cota). No lado positivo, o guidance de rendimentos mensais estabilizados foi revisado ligeiramente para cima, projetando um yield a mercado de 10,8% ao ano (R$ 0,53 a R$ 0,58 por cota a partir de 2028). A base de cotistas seguiu em trajetória de forte contração anual, recuando 31,5% em 12 meses para 11.514 investidores, o que acende um alerta sobre a liquidez estrutural do ativo no mercado secundário para quem avalia se o fundo vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2026-04-30
A locação de 3.750 m² para a fintech Gooroo na Torre D do Rochaverá e a ocupação total do Standard Building pela Rede D'Or transformaram a dinâmica do **AIEC11** neste mês, derrubando a vacância física do portfólio de 24,2% para apenas 8%. Com o fundo atingindo 92% de ocupação, o deságio patrimonial recuou de 19,67% para 17,38%, impulsionado por uma valorização de 3,53% da cota no mercado secundário. Apesar do forte avanço comercial, o carrego financeiro de curto prazo segue pressionado pelos períodos de carência e descontos dos novos contratos: o resultado gerado no mês caiu para R$ 0,01 por cota, exigindo o uso contínuo de reservas de caixa para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,34 por cota (dividend yield anualizado de 6,50%). Para ancorar as expectativas de valuation e rendimentos mensais, a gestão divulgou um guidance projetando a estabilização da distribuição entre R$ 0,53 e R$ 0,58 por cota a partir de 2028, o que representaria um yield estabilizado a mercado de 10,5% ao ano. A liquidez média diária recuou frente ao pico do mês anterior, fixando-se em R$ 1,8 milhão, enquanto a base de cotistas registrou uma expressiva contração anual, demandando atenção quanto à liquidez estrutural das cotas.
Relatório de 2026-04-27
O fundo **AIEC11** celebrou, em 22 de abril de 2026, um Contrato de Locação de Imóvel Não Residencial com a Gooroo Crédito e Cobrança Ltda. para ocupação de uma área de 3.750,11 m² no Edifício Rochaverá Torre D, em São Paulo, englobando as unidades 401 e 501, com prazo de vigência estabelecido em 60 meses. A operação representa um incremento relevante no aproveitamento do portfólio do fundo por meio de novos recebimentos de aluguéis.
Com a concretização deste contrato, a taxa de ocupação do **AIEC11** atinge o patamar de 92%. A estimativa de receita mensal gerada por essa locação, após transcorridos os prazos de carência e descontos, é de aproximadamente R$ 0,101 por cota, montante que se posiciona cerca de 13% acima da premissa de locação originalmente estimada no laudo de avaliação do imóvel.
Relatório de 2026-03-31
O salto expressivo na liquidez diária e o avanço nas negociações da Torre D ditaram o ritmo operacional do **AIEC11** neste mês, consolidando a recuperação do valor de mercado da cota. O volume médio negociado disparou para R$ 2,9 milhões diários, superando largamente os R$ 723,5 mil do mês anterior. O deságio patrimonial recuou para 19,67%, impulsionado por uma valorização de 2,16% no mercado secundário (contra um IFIX negativo de -1,05%). No front comercial, a vacância física permanece estabilizada em 24,2% (5.605 m² vagos no Rochaverá), mas o volume de áreas em fase final de negociação de minuta saltou de 3.750 m² para 14.960 m², sinalizando uma potencial ocupação total no curto prazo. Apesar do otimismo comercial e do recebimento de R$ 3,94 por cota referente à multa do antigo locatário do Standard Building, o carrego financeiro segue pressionado: o resultado gerado no mês foi de apenas R$ 0,03 por cota, exigindo novamente o consumo de reservas de caixa para manter o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,34 por cota, o que reflete um dividend yield anualizado de 6,69%.
Relatório de 2026-02-28
A locação integral do Standard Building transformou o panorama de vacância do **AIEC11** neste mês, reduzindo a desocupação física do portfólio de 39,1% para 24,2%. O ativo no Rio de Janeiro, que estava vazio após a saída do IBMEC, foi 100% locado para um inquilino de grande porte por 60 meses, gerando um incremento estimado de R$ 0,132 por cota em receitas futuras e afastando, no curto prazo, a tese de conversão residencial. No mercado secundário, a liquidez diária saltou expressivamente de R$ 260,1 mil para R$ 723,5 mil, enquanto o deságio da cota a mercado frente ao valor patrimonial recuou para 20,94% (impulsionado por uma valorização de 11,81% no mês). Apesar das boas notícias comerciais, o carrego financeiro do mês exigiu atenção: o resultado apurado foi de apenas R$ 0,06 por cota, demandando o uso de reservas de caixa constituídas anteriormente para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,34 por cota, o que traduz um dividend yield anualizado de 6,79%. Na Torre D do Rochaverá, a gestão segue com 5.605 m² vagos, reportando 3.750 m² em fase de negociação de minutas.
Relatório de 2026-02-12
O fundo de investimento imobiliário **AIEC11** comunicou ao mercado a celebração de um novo contrato de locação não residencial abrangendo 100% do Standard Building, localizado no Rio de Janeiro. O acordo foi firmado com uma empresa de grande porte pelo prazo de 60 meses, envolvendo uma área locável de 8.471 m², tamanho este que se mostrou 1,6% superior à locação anterior após revisão da área útil.
A operação gerará para o **AIEC11** uma receita mensal estimada em cerca de R$ 0,132 por cota, após o decurso dos prazos de carência e descontos previstos. O rendimento equivale a um cap rate anualizado de 13,3% sobre o valor patrimonial atual do ativo, estipulado em R$ 11,85 por cota, impactando o fluxo financeiro destinado ao futuro pagamento de dividendos.
Relatório de 2026-01-31
A aprovação em assembleia para retenção de lucros e uma nova locação no Rochaverá redefiniram a dinâmica operacional do **AIEC11** neste início de ano. Contrastando com o cenário de queima de caixa do mês anterior, o fundo apurou um resultado expressivo de R$ 1,45 por cota em janeiro de 2026, impulsionado pelo recebimento de cerca de R$ 6 milhões referentes à multa rescisória da inquilina Seven. Conforme deliberado em AGE, a gestão reteve R$ 1,11/cota desse montante para compor reservas de caixa, mantendo o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,34 por cota (dividend yield anualizado de 7,55%). No front comercial, o portfólio apresentou avanços com a locação de 3.804 m² na Torre D do Rochaverá, elevando a ocupação do ativo para 62% e agregando uma receita futura estimada em R$ 0,102/cota. Em contrapartida, a desocupação integral do Standard Building pelo IBMEC elevou a vacância física total do fundo para 39,1%, embora a gestão reporte negociações avançadas para a totalidade da área e o protocolo de um projeto legal para conversão residencial do imóvel. O deságio patrimonial apresentou leve melhora, situando-se em 29,35%, enquanto a liquidez no mercado secundário sofreu forte retração, caindo para R$ 260,1 mil diários.
Relatório de 2026-01-26
O fundo **AIEC11** comunicou ao mercado a celebração de um novo contrato de locação de imóvel não residencial para uma área de 3.804 m² no empreendimento Rochaverá Torre D, localizado na cidade de São Paulo. A locação, que engloba o 6º e o 7º andares do edifício, possui prazo de vigência de 60 meses e conta com garantia por meio de fiança bancária de primeira linha.
Este movimento operacional eleva a ocupação do imóvel para 62%. Após os períodos de carência e aplicação de descontos previstos, o contrato gerará um incremento na receita mensal do **AIEC11** de aproximadamente R$ 0,102 por cota, sem que isso represente uma garantia de rendimentos futuros aos cotistas.
Relatório de 2025-12-31
A reavaliação anual do portfólio e a forte dependência de reservas de caixa marcaram o encerramento do ano para o **AIEC11**. O fundo registrou um impacto negativo de R$ 16,8 milhões (R$ -3,49/cota) no valor patrimonial devido à remarcação dos edifícios Standard Building e Rochaverá. Operacionalmente, o cenário deteriorou-se frente ao mês anterior: o resultado mensal despencou para R$ -0,03 por cota (ante R$ 0,27 em novembro), forçando o uso expressivo de R$ 0,37/cota em reservas para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 0,34. Em paralelo, a gestão convocou uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para reter a multa rescisória da inquilina Seven (cerca de R$ 2,30/cota), visando custear reformas e comissões de locação no Rochaverá. O deságio da cota de mercado recuou para 30,56%, enquanto a liquidez média diária subiu para R$ 571,9 mil. Outro revés estrutural é a saída confirmada do fundo da carteira do IFIX a partir de janeiro de 2026, adicionando um novo componente de risco à tese de carrego e valuation do ativo.
Relatório de 2025-11-28
O avanço regulatório para a conversão do Standard Building em empreendimento residencial e a melhora na geração de caixa ditaram o ritmo do **AIEC11** em novembro de 2025. Diferente do mês anterior, a gestão protocolou o Projeto Legal na prefeitura do Rio de Janeiro, consolidando o MOU com a AZO Inc para mitigar o risco intrínseco da desocupação do IBMEC prevista para o fim do ano. No aspecto financeiro, o resultado operacional saltou de R$ 0,15 para R$ 0,27 por cota, reduzindo a dependência de reservas de caixa (que caiu de R$ 0,19 para R$ 0,07/cota) para sustentar o pagamento de dividendos de R$ 0,34. A cota de mercado, contudo, recuou 1,83%, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial para 34,36%, enquanto o dividend yield anualizado ajustou-se para 7,75%. A liquidez no mercado secundário manteve viés de alta, com volume médio diário de R$ 544,1 mil, a despeito da contínua evasão na base de cotistas, que encolheu 23,5% nos últimos 12 meses. No portfólio, a vacância física segue ancorada em 9.409 m², mas o funil comercial da Torre D do Rochaverá encorpou, registrando 14.000 m² em demandas engajadas.
Relatório de 2025-10-31
A aceleração da liquidez no mercado secundário e o avanço nas negociações comerciais da Torre D do Rochaverá marcaram a dinâmica operacional do **AIEC11** em outubro de 2025. Diferente do mês anterior, onde o foco esteve na formalização de contratos, o destaque atual recai sobre o salto no volume médio diário negociado, que atingiu R$ 522,7 mil, superando a média histórica do fundo. No mercado de capitais, a cota registrou valorização de 3,11% no mês, superando o IFIX (0,11%) e comprimindo levemente o deságio frente ao valor patrimonial para 32,79%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,34 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 7,56%. Contudo, a sustentação desses rendimentos mensais dependeu fortemente do uso de reservas de caixa (R$ 0,19/cota), visto que o resultado operacional gerado no mês foi de R$ 0,15/cota. No âmbito imobiliário, a vacância física permanece estabilizada em 41%, mas o funil de comercialização demonstra tração com 9.409 m² em fase de negociação inicial, volume exato da área disponível na Torre D. Paralelamente, o plano de reposicionamento do Standard Building segue em estruturação para mitigar o risco intrínseco da saída do IBMEC programada para o final de 2025, com o fundo explorando frentes corporativas, residenciais e educacionais.
Relatório de 2025-10-09
O fundo imobiliário **AIEC11** comunicou a assinatura de um Termo Aditivo ao Contrato de Locação com o Grupo Smurfit Westrock para expandir a área ocupada no edifício Rochaverá Torre D, em São Paulo. Com a locação adicional de 1.839 m² no 2º andar, a locatária passa a ocupar um total de 4.679 m² do imóvel, resultando na redução da vacância do portfólio do fundo para 41%.
O aditivo contratual projeta um incremento na receita imobiliária mensal de aproximadamente R$ 0,048 por cota, após transcorridos os prazos de carência e aplicação de descontos. Adicionalmente, o prazo de vigência das locações dos demais andares ocupados pela Smurfit Westrock foi estendido por mais 11 meses, postergando o encerramento do vínculo contratual para agosto de 2030.
Relatório de 2025-09-30
A concretização da locação para a Smurfit Westrock na Torre D do Rochaverá e a assinatura de um MOU para o Standard Building ditaram o ritmo operacional do **AIEC11** neste mês. O portfólio reduziu sua vacância física de 49% para 41% após o aditivo contratual que expandiu a área da Smurfit para 4.679 m², mitigando parcialmente o impacto do distrato da Seven ocorrido no mês anterior. No Rio de Janeiro, o plano de reposicionamento do Standard Building avançou com a formalização de um memorando de entendimentos com a incorporadora AZO Inc para conversão residencial do ativo, enquanto o IBMEC cumpre aviso prévio até dezembro de 2025. No mercado secundário, a cota apresentou forte valorização de 12,85%, o que reduziu o deságio frente ao valor patrimonial para 33,36% e ajustou o dividend yield anualizado para 7,74%. A liquidez média diária também demonstrou recuperação, atingindo R$ 330 mil. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,34 por cota, sustentado pelas reservas de caixa e multas rescisórias previamente retidas, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais no curto prazo.
Relatório de 2025-08-29
O distrato formalizado pela inquilina Seven na Torre D do Rochaverá redefiniu o perfil de risco e a ocupação do **AIEC11** neste mês, elevando a vacância física do portfólio de zero para 49%. A rescisão antecipada referente a 11.248 m² gerou uma multa de R$ 18,3 milhões (equivalente a R$ 3,80 por cota), dos quais R$ 11,8 milhões já foram recebidos em agosto, compondo o caixa para a sustentação do pagamento de dividendos, que se manteve em R$ 0,34 por cota (dividend yield anualizado de 8,68%). No mercado secundário, a liquidez diária recuou para R$ 279,7 mil, e o deságio da cota de mercado frente ao valor patrimonial aprofundou-se levemente para 41,93%. Para mitigar o carrego do portfólio, a gestão reporta negociações avançadas para locação de 1.839 m² no Rochaverá, o que pode reduzir a vacância para 41%. Paralelamente, o Standard Building segue com desocupação programada pelo IBMEC para dezembro de 2025, com a gestão conduzindo estudos de viabilidade para conversão do ativo para uso residencial, educacional ou de saúde.
Relatório de 2025-07-31
O aumento na distribuição de rendimentos mensais e o reajuste inflacionário do contrato atípico do Standard Building reconfiguraram os indicadores do **AIEC11** neste mês. O pagamento de dividendos subiu de R$ 0,32 para R$ 0,34 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 8,85%. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação de 1,64%, fechando a R$ 46,10, o que reduziu marginalmente o deságio frente ao valor patrimonial para 40,68%. A liquidez diária também registrou avanço, atingindo R$ 329,7 mil, embora permaneça 37,2% abaixo da média histórica desde o início das negociações. Operacionalmente, a vacância segue zerada, sustentada pelo fim da carência de 51% da área do Rochaverá Torre D na competência anterior e pelo reajuste de 7,02% (IGP-M) no aluguel do IBMEC. Contudo, o carrego do portfólio exige atenção devido à rescisão antecipada solicitada pelo IBMEC, com saída prevista para dezembro de 2025. Os desdobramentos deste evento, incluindo a retenção da multa rescisória de R$ 12,6 milhões (R$ 2,62 por cota) e a possível conversão de uso dos imóveis para fins residenciais ou mistos, estão em pauta na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), sinalizando uma postura ativa na gestão que pode envolver futura venda de ativos ou recompra de cotas.
Relatório de 2025-06-30
O encerramento da carência para 51% da área locada no Rochaverá Torre D e a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) redefinem as perspectivas operacionais do **AIEC11** neste mês. Diferente do período anterior, a cotação no mercado secundário recuou 3,51%, fechando em R$ 45,59, o que ampliou o deságio frente ao patrimônio para 41,03% e ajustou o dividend yield anualizado para 8,42%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,32 por cota. A liquidez diária continuou sua trajetória de queda, atingindo R$ 265,8 mil. No carrego do portfólio, a vacância permanece zerada, mas o foco recai sobre a AGE que deliberará sobre a retenção da multa rescisória do IBMEC (equivalente a R$ 2,62 por cota), a permissão para conversão residencial do Standard Building, a possibilidade de alavancagem de até 30% do valuation do fundo e a recompra de cotas, sinalizando uma postura ativa na gestão e potencial venda de ativos.
Relatório de 2025-05-30
A valorização da cota de mercado e o avanço nas tratativas para a conversão residencial do ativo carioca marcaram a dinâmica do **AIEC11** neste mês. Revertendo a leve queda do período anterior, o preço no mercado secundário subiu 3,90%, fechando em R$ 47,58 e reduzindo o deságio frente ao patrimônio para 38,73%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,32 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 8,07%, reflexo direto da apreciação do ativo. A liquidez, contudo, aprofundou sua retração, com o volume médio diário caindo para R$ 295,8 mil. No carrego operacional, a vacância física permanece zerada, mas o fluxo de caixa segue pressionado pelas carências vigentes no Rochaverá Torre D. Paralelamente, a gestão intensificou as negociações com incorporadoras para o Standard Building, visando mitigar os riscos atrelados à desocupação integral do IBMEC programada para o final do ano, enquanto avalia a retenção da multa rescisória equivalente a 11,3 aluguéis mensais.
Relatório de 2025-04-30
Avanços nas negociações para a conversão residencial do Standard Building e a execução de obras no Rochaverá Torre D com recursos de desmobilização ditaram o ritmo do **AIEC11** neste mês. Em contraste com a alta do mês anterior, a cota de mercado recuou para R$ 46,10, gerando uma desvalorização de 0,17% e ampliando levemente o deságio patrimonial para 40,63%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,32 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 8,33% devido à queda no preço do ativo. A liquidez no mercado secundário também apresentou retração, com o volume médio diário caindo de R$ 358,8 mil para R$ 314,3 mil. Apesar da vacância física seguir zerada, o carrego do portfólio exige atenção: os novos locatários do Rochaverá continuam em período de carência, enquanto a gestão estrutura a transição do ativo carioca após a saída programada do IBMEC para dezembro de 2025, avaliando a retenção de multas rescisórias adicionais.