Análise Estratégica IA - ALMI11
A forte compressão na distribuição de rendimentos marcou o mês de fevereiro, com os dividendos recuando de R$ 4,53 para R$ 2,55 por cota. Apesar do avanço nas receitas de propriedades para investimento, que subiram de R$ 770,8 mil para R$ 882,7 mil, o resultado líquido do fundo foi penalizado por um novo salto nas despesas operacionais, que atingiram R$ 539,9 mil. Esse descompasso operacional reduziu o lucro ajustado por cota para R$ 3,40 e pressionou o resultado líquido, que caiu para R$ 378,1 mil. Fisicamente, o portfólio não apresentou evolução, mantendo a vacância estagnada em 46,34%.
Relatório de 2026-02-27
A forte compressão na distribuição de rendimentos marcou o mês de fevereiro, com os dividendos recuando de R$ 4,53 para R$ 2,55 por cota. Apesar do avanço nas receitas de propriedades para investimento, que subiram de R$ 770,8 mil para R$ 882,7 mil, o resultado líquido do fundo foi penalizado por um novo salto nas despesas operacionais, que atingiram R$ 539,9 mil. Esse descompasso operacional reduziu o lucro ajustado por cota para R$ 3,40 e pressionou o resultado líquido, que caiu para R$ 378,1 mil. Fisicamente, o portfólio não apresentou evolução, mantendo a vacância estagnada em 46,34%.
Relatório de 2026-01-30
A ausência de ajustes contábeis extraordinários e o salto nas despesas operacionais ditaram o recuo nos resultados do ALMI11 em janeiro de 2026. Sem o efeito não recorrente de R$ 4,75 milhões registrado no mês anterior, o resultado líquido recuou de R$ 560 mil para R$ 447,4 mil. Esse movimento ocorreu a despeito do aumento nas receitas de propriedades para investimento, que subiram de R$ 539,4 mil para R$ 770,8 mil, sendo ofuscado por uma elevação expressiva nas despesas operacionais, que saltaram de R$ 123,3 mil para R$ 402,3 mil no período. Consequentemente, o lucro ajustado por cota caiu de R$ 5,04 para R$ 4,02, refletindo em um corte na distribuição de dividendos, fixada em R$ 4,53 por cota. No aspecto físico, a vacância do Edifício Torre Almirante permaneceu estagnada em 46,34%, evidenciando a persistente dificuldade de locação das lajes inferiores do imóvel.
Relatório de 2025-12-31
Um forte ajuste contábil positivo de R$ 4,75 milhões reverteu o expressivo prejuízo líquido do período e garantiu a estabilidade do resultado ajustado do ALMI11 em dezembro de 2025. Enquanto o lucro líquido antes dos ajustes despencou para um patamar negativo de R$ 4,21 milhões, a manobra contábil elevou o resultado líquido final para R$ 560 mil, superando os R$ 543,1 mil de novembro. O lucro ajustado por cota subiu de R$ 4,89 para R$ 5,04, mas a distribuição de dividendos sofreu um leve recuo, fixando-se em R$ 4,80 por cota. No âmbito operacional, a vacância física do Edifício Torre Almirante permaneceu inalterada em 46,34%, refletindo a dificuldade contínua de absorção no mercado de lajes corporativas do Rio de Janeiro, setor que a própria gestão classifica como o mais descontado do ano devido às incertezas macroeconômicas.