Relatório de 2026-01-30
A aprovação da conversão para FIAGRO e a adoção do regime contábil por competência redefiniram a dinâmica de pagamento de dividendos do **BTAL11** neste início de ano. O fundo destravou uma reserva de lucros acumulada de R$ 95 milhões, permitindo à gestão estabelecer um guidance de rendimentos mensais de pelo menos R$ 1,00 por cota para os próximos 18 meses, superando o patamar histórico de R$ 0,95. No mercado secundário, o valuation da cota avançou de R$ 83,99 para R$ 86,80, impulsionando o dividend yield anualizado para 13,82%, enquanto o valor do patrimônio recuou marginalmente para R$ 116,00. Operacionalmente, o resultado líquido apresentou recuperação frente ao mês anterior, subindo de R$ 0,63 para R$ 0,76 por cota. A posição de caixa permanece robusta, acima de R$ 137 milhões, com a gestão ainda aguardando a conclusão da venda de ativos da SPE Santo Antônio para viabilizar novas alocações e otimizar o carrego do portfólio.
Relatório de 2025-12-31
A valorização da cota no mercado secundário e a forte dependência de reservas acumuladas marcam o fechamento de ano do **BTAL11**. O preço de tela avançou de R$ 75,99 para R$ 83,99, movimento que comprimiu o dividend yield anualizado para 13,57%, enquanto o valor patrimonial recuou levemente para R$ 116,20. No âmbito operacional, o resultado líquido sofreu uma contração expressiva, caindo de R$ 0,88 para R$ 0,63 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar histórico de R$ 0,95 por cota, o fundo distribuiu 150% do resultado mensal, consumindo parte de sua reserva de lucros. A posição de caixa encerrou dezembro em R$ 138 milhões, com a gestão ainda aguardando a conclusão da venda de ativos referente à SPE Santo Antônio para destravar novas alocações. Adicionalmente, a transição regulatória para FIAGRO introduziu a possibilidade de recompra de até 10% das cotas, visando mitigar o deságio frente ao patrimônio e otimizar a alocação de capital.
Relatório de 2025-11-30
A recuperação do preço no mercado secundário e o avanço na geração de caixa operacional ditam o ritmo do **BTAL11** em novembro de 2025. O valor de negociação da cota subiu de R$ 75,99 para R$ 79,23, movimento que comprimiu o dividend yield anualizado para 14,39%, refletindo um alívio parcial no severo deságio de valuation frente ao valor patrimonial inalterado de R$ 116,50. Sob a ótica financeira, o resultado líquido saltou de R$ 0,79 para R$ 0,88 por cota, fortalecendo a sustentabilidade do pagamento de dividendos, que foi mantido no patamar de R$ 0,95 por cota. A liquidez do veículo sofreu leve retração, passando de R$ 141 milhões para R$ 139 milhões em caixa. Estrategicamente, a gestão mantém o foco na venda de ativos, com o desinvestimento da SPE Santo Antônio ainda em andamento, cujo desfecho é aguardado para destravar novas alocações e otimizar a estrutura de capital após a recente aprovação da conversão para FIAGRO.
Relatório de 2025-10-31
A proposta de conversão estrutural para FIAGRO e a aprovação de um programa de recompra de cotas redefinem a tese de investimento do **BTAL11** em outubro de 2025. No comparativo com o mês anterior, a cotação no mercado secundário sofreu retração, recuando de R$ 80,74 para R$ 75,99, movimento que elevou o dividend yield anualizado para 15,00%. O patrimônio do fundo também registrou leve ajuste, com o valor patrimonial passando para R$ 116,50 por cota, evidenciando a persistência de um severo deságio no valuation. Operacionalmente, a geração de caixa permaneceu estável, com resultado líquido de R$ 0,79 por cota, o que garantiu a manutenção dos rendimentos mensais (pagamento de dividendos) no patamar de R$ 0,95 por cota. A gestão preserva uma liquidez robusta, com mais de R$ 141 milhões em caixa, e segue focada na venda de ativos, especificamente a pendência do desinvestimento da SPE Santo Antônio. A transição regulatória visa mitigar riscos de concentração ao permitir alocações em equity e dívida, enquanto a recompra busca capturar valor frente às distorções de preço.
Relatório de 2025-09-30
A normalização do resultado líquido para R$ 0,79 por cota, após o pico extraordinário do mês anterior, marca a dinâmica operacional do **BTAL11** em setembro de 2025. Apesar da retração contábil frente a agosto, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 14,12%. No mercado secundário, a cotação apresentou recuperação, subindo para R$ 80,74, enquanto o valor patrimonial também avançou para R$ 116,70 por cota, mantendo um deságio persistente no valuation. A gestão preserva uma posição de caixa robusta superior a R$ 141 milhões, impulsionada por rendimentos mensais de renda fixa, e segue focada na venda de ativos, especificamente o desinvestimento da SPE Santo Antônio. Esta manobra visa destravar valor e viabilizar novas alocações estratégicas dentro do agronegócio, suportada por uma carteira blindada com 100% de contratos atípicos e adimplência total.
Relatório de 2025-08-31
O salto expressivo no resultado líquido para R$ 1,51 por cota, impulsionado pela distribuição extraordinária da SPE Serpasa, marca a evolução operacional do **BTAL11** em agosto de 2025. Comparado ao mês anterior, o pagamento de dividendos subiu de R$ 0,90 para R$ 0,95 por cota, elevando o dividend yield anualizado a 14,71%. No mercado secundário, a cotação sofreu leve ajuste negativo para R$ 77,50, enquanto o valor patrimonial avançou para R$ 113,10 por cota, evidenciando um deságio persistente. A gestão mantém o foco na reciclagem do portfólio, com mais de R$ 141 milhões em caixa e a continuidade do processo de venda de ativos da SPE Santo Antônio. Adicionalmente, o resgate antecipado do CRI Andali reflete a estratégia de readequar o valuation da carteira frente aos riscos de um cenário restritivo, buscando otimizar a alocação de recursos e garantir a sustentabilidade dos rendimentos mensais, sem comprometer a adimplência de 100% dos contratos atípicos.
Relatório de 2025-08-08
**BTAL11** anuncia resgate antecipado de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) com acréscimo de R$ 117,7 milhões em caixa e impacto projetado na distribuição mensal de dividendos.
A administradora e a gestora do **BTAL11** comunicaram ao mercado que, em comum acordo com a Andali S.A., decidiram pelo resgate antecipado da 233ª série da 1ª emissão de CRI emitida pela Habitasec Securitizadora S.A. O montante financeiro da operação estará disponível no caixa do **BTAL11** em 11 de agosto de 2025 e, quando aplicado em ativos de alta liquidez, projeta um acréscimo de aproximadamente R$ 0,04 por cota nas futuras distribuições mensais do fundo.
Relatório de 2025-07-31
A proposta de conversão estrutural para FIAGRO e a implementação de um programa de recompra de cotas protagonizam as atualizações do **BTAL11** em julho de 2025. No mercado secundário, a cotação recuou 3,74% no mês, encerrando a R$ 78,26, o que ampliou o deságio frente ao valor patrimonial (R$ 112,50) e elevou o dividend yield anualizado para 13,80%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, patamar superior ao resultado líquido gerado, que sofreu leve retração para R$ 0,74 por cota. Para sustentar esses rendimentos mensais, a gestão segue utilizando reservas, que agora somam R$ 0,70 por cota após a incorporação do saldo de caixa da SPE Santo Antônio, cujo processo de venda de ativos segue em trâmite. Adicionalmente, o portfólio passou por um ajuste tático com o resgate antecipado do CRI Andali, visando readequar o valuation e a precificação da carteira em um ambiente macroeconômico restritivo, mantendo a vacância zerada e 100% de adimplência nos contratos atípicos.
Relatório de 2025-06-30
A compressão do deságio patrimonial e o consumo contínuo de reservas marcaram a dinâmica do **BTAL11** em junho de 2025. A cotação no mercado secundário avançou 2,86%, encerrando o mês a R$ 81,30, o que reduziu o desconto frente ao valor patrimonial (R$ 111,60) para 27%. Consequentemente, o dividend yield anualizado recuou para 13,28%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, exigindo novamente o uso de reservas acumuladas, uma vez que o resultado líquido gerado no mês caiu para R$ 0,76 por cota. Com essa movimentação, a reserva disponível para distribuição ajustou-se para R$ 0,53 por cota. A carteira permanece com 100% de adimplência em seus contratos atípicos, e a gestão reforça a intenção de venda de ativos, especificamente o desinvestimento da SPE Santo Antônio, visando aumentar a posição de caixa (atualmente superior a R$ 22 milhões) para viabilizar novas alocações no agronegócio e sustentar os rendimentos mensais no longo prazo.
Relatório de 2025-05-31
A valorização da cota a mercado reduziu o desconto patrimonial e ajustou o dividend yield do **BTAL11**, enquanto a gestão consumiu parte da reserva para manter o patamar de distribuição. Em maio de 2025, a cotação no mercado secundário avançou 3,54%, fechando a R$ 79,04 e comprimindo o deságio frente ao valor patrimonial (R$ 111,70) de 32% para 29%. Consequentemente, o dividend yield anualizado recuou de 14,15% para 13,66%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, exigindo o uso de reservas acumuladas, visto que o resultado líquido do mês caiu para R$ 0,79 por cota (ante R$ 0,93 no mês anterior). Com isso, a reserva disponível para distribuição ajustou-se de R$ 0,78 para R$ 0,67 por cota. A carteira segue com 100% de adimplência em contratos atípicos, e a gestão mantém em pauta a potencial venda de ativos, especificamente a SPE Santo Antônio, visando reforçar o caixa superior a R$ 21 milhões para novas alocações.
Relatório de 2025-04-30
O salto nos rendimentos mensais para R$ 0,90 por cota e a expressiva valorização de 4,58% no mercado secundário redefiniram o patamar de negociação do **BTAL11** em abril de 2025. O fundo imobiliário ajustou seu dividend yield anualizado para 14,15%, impulsionado por um resultado líquido de R$ 0,93 por cota no período. A gestão manteve a estratégia de retenção tática, elevando a reserva acumulada de R$ 0,76 para R$ 0,78 por cota, o que confere previsibilidade para os próximos pagamentos de dividendos. No aspecto de valuation, o desconto patrimonial recuou de 34% para 32%, com a cota a mercado fechando a R$ 76,34 frente ao valor patrimonial de R$ 111,70. A carteira permanece blindada com 100% de contratos atípicos e adimplência total, enquanto a base de cotistas sofreu leve retração para 39.754 investidores. O caixa superior a R$ 21 milhões e a contínua avaliação de venda de ativos, especificamente a SPE Santo Antônio, mantêm o portfólio preparado para eventuais reciclagens ou novas alocações.
Relatório de 2025-03-31
A avaliação de desinvestimento da SPE Santo Antônio e o avanço contínuo da reserva de lucros ditaram o ritmo do **BTAL11** em março de 2025. O fundo registrou uma nova valorização no mercado secundário, com a cota fechando a R$ 73,00 (+1,73% MoM), o que reduziu o desconto patrimonial de 36% para 34% e ajustou o dividend yield anualizado para 13,81%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,84 por cota, suportada por um resultado líquido de R$ 0,90 no mês, permitindo que a reserva acumulada saltasse de R$ 0,70 para R$ 0,76 por cota. A carteira segue com 100% de adimplência e contratos atípicos, enquanto a base de cotistas apresentou uma leve retração, passando de 39.898 para 39.881 investidores. O carrego do portfólio e as métricas de valuation refletem a estabilidade operacional, com o caixa superando a marca de R$ 20 milhões e abrindo margem para futuras alocações ou venda de ativos.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: 728.2836
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.