Relatório de 2026-04-30
A aquisição de dois novos CRIs no mercado primário e a reprecificação das cotas ditaram o ritmo do **CLIN11** neste mês, marcando uma transição na alocação do portfólio. O fundo expandiu sua carteira para 31 operações com a entrada do CRI JHSF (R$ 26,5 milhões) e do CRI Diálogo II (R$ 2,8 milhões). Essa movimentação tática diluiu levemente o spread médio, que passou de IPCA + 10,18% para IPCA + 9,67%, e reduziu a concentração no segmento residencial de 41% para 35%. No âmbito financeiro, apesar do recuo no lucro líquido gerado para R$ 0,87 por cota, a gestão sustentou o pagamento de dividendos mensais em R$ 0,95 por cota, utilizando reservas acumuladas. O preço de tela ajustou para R$ 90,49, elevando o Dividend Yield de mercado para 13,35% a.a., enquanto o valor patrimonial recuou para R$ 97,32. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena notarão que a adimplência global segue robusta, embora existam micro-inadimplências estritamente monitoradas em operações pulverizadas, reforçando a necessidade de acompanhamento das garantias de subordinação.
Relatório de 2026-03-31
A aceleração do IPCA no descasamento de dois meses (M-2) para 0,33% impulsionou fortemente a geração de caixa do **CLIN11**, elevando o lucro líquido para R$ 1,12 por cota e permitindo um aumento na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,95. Diferente do cenário anterior, o fundo apresentou um salto expressivo nos resultados, refletindo diretamente no Dividend Yield de mercado, que alcançou 12,12% a.a. O valor patrimonial encerrou o período em R$ 98,40 por cota, enquanto o preço de tela marcou R$ 91,88, mantendo um deságio para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena. A carteira segue 100% adimplente em suas 29 operações principais, com destaque para a venda integral das unidades do FII Helbor, que resultará na amortização quase total dessa posição. O carrego do portfólio permanece robusto, com spread médio de IPCA + 10,18% e forte concentração no segmento residencial (41%), beneficiado pelas recentes atualizações do programa Minha Casa Minha Vida.
Relatório de 2026-02-27
A continuidade na reprecificação dos indexadores e a movimentação tática no mercado secundário ditaram o ritmo do **CLIN11** neste mês. O pagamento de dividendos recuou para R$ 0,88 por cota, refletindo a dinâmica de carrego e amortizações extraordinárias, apesar da leve recuperação do IPCA (M-2) de 0,09% para 0,18%. A alocação estrutural em CRIs avançou para 87,28% do patrimônio líquido, impulsionada pela aquisição do CRI Direcional Carteira (IPCA + 9,07%). Essa nova entrada, combinada com a amortização do CRI Tenda Pós-Chaves (IPCA + 12,0%), resultou em uma compressão adicional no spread médio da carteira, que passou de IPCA + 10,54% no mês anterior para IPCA + 10,29% ao ano. No valuation, a cota patrimonial subiu marginalmente para R$ 98,20, enquanto a liquidez no mercado secundário (ADTV) apresentou leve retração, fixando-se em R$ 1,20 milhão. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o portfólio mantém 100% de adimplência, reforçando a resiliência quanto aos riscos de crédito em suas 29 operações ativas.
Relatório de 2026-02-27
A leve recuperação do IPCA no descasamento de dois meses (M-2) impulsionou os resultados do **CLIN11**, refletindo em um lucro líquido de R$ 0,1100 por cota e garantindo o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,0902. Diferente do ciclo anterior, marcado por forte deflação no indexador, a inflação de referência subiu de 0,09% para 0,18%, permitindo ao fundo entregar um Dividend Yield anualizado de 11,38% (equivalente a IPCA + 9%). No que tange ao valuation, a cota patrimonial ajustou-se para R$ 10,13, enquanto o valor de mercado encerrou cotado a R$ 9,80, evidenciando um leve deságio. A carteira atual consolida sua tese no segmento residencial paulista, com 56% do patrimônio alocado em operações de retrovenda e 35% em desenvolvimento (equity), mantendo um acompanhamento rigoroso dos cronogramas físicos e financeiros das obras para mitigar riscos de execução.
Relatório de 2026-01-30
A forte desaceleração do IPCA no descasamento de dois meses pressionou os rendimentos mensais do **CLIN11**, resultando em um recuo na distribuição. O índice de inflação de referência (M-2) caiu drasticamente de 0,48% para 0,09%, o que levou o pagamento de dividendos a R$ 0,95 por cota, revertendo a alta observada no ciclo anterior. Em termos de alocação estrutural, o fundo expandiu sua carteira para 29 operações, elevando o capital investido em CRIs de 81,08% para aproximadamente 85% do patrimônio líquido, impulsionado pela aquisição primária do CRI XPLG. Essa nova entrada gerou uma leve compressão no prêmio médio da parcela atrelada à inflação, que passou de IPCA + 10,61% para IPCA + 10,54% ao ano. No valuation, a cota patrimonial registrou desvalorização, recuando de R$ 97,81 para R$ 97,51. A liquidez no mercado secundário manteve-se estável, com o volume médio diário (ADTV) oscilando marginalmente de R$ 1,24 milhão para R$ 1,23 milhão. Para os investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, o portfólio segue resiliente quanto aos riscos de crédito, mantendo 100% de adimplência entre os devedores.
Relatório de 2025-12-31
A recuperação do IPCA, que marcou 0,48% no descasamento de dois meses, impulsionou o pagamento de dividendos do **CLIN11** neste ciclo, elevando a distribuição para R$ 0,96 por cota. O movimento reverte a pressão deflacionária observada no mês anterior, quando o fundo distribuiu R$ 0,95. No mercado secundário, a liquidez apresentou avanço expressivo, com o volume médio diário de negociação (ADTV) saltando de R$ 973,7 mil para R$ 1,24 milhão. Em termos de valuation, a cota patrimonial manteve a trajetória de valorização, passando de R$ 97,61 para R$ 97,81. A estruturação do portfólio permaneceu estável em 28 operações, representando 81,08% do patrimônio líquido alocado em CRIs. A gestão optou por não realizar movimentações na carteira estratégica, focando apenas em alocações táticas de carrego para rentabilizar a posição de caixa. O prêmio médio da parcela atrelada à inflação sofreu nova e leve compressão, ajustando-se de IPCA + 10,77% para IPCA + 10,61% ao ano. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, os indicadores de risco de crédito seguem resilientes, com 100% dos recebíveis adimplentes.
Relatório de 2025-11-28
A deflação pontual do IPCA pressionou o pagamento de dividendos do **CLIN11** neste ciclo, resultando em uma distribuição de R$ 0,95 por cota, frente ao patamar de R$ 1,00 do mês anterior. O movimento reflete o descasamento médio de dois meses do indexador, que marcou -0,11% no período. Na estruturação do portfólio, a gestão executou um giro tático relevante: a alocação em CRIs recuou de 89% para 82,6% do patrimônio líquido, passando de 31 para 28 operações ativas. Esse ajuste ocorreu mediante a venda de ativos como os CRIs Mitre III e Lafaete, além da amortização integral do CRI BRPR. Em contrapartida, houve aquisição no mercado secundário do CRI MRV Flex Institucional. O prêmio médio da carteira atrelada à inflação sofreu leve compressão, ajustando-se para IPCA + 10,77% ao ano. Em termos de valuation, a cota patrimonial apresentou valorização, subindo de R$ 97,05 para R$ 97,61. Para os investidores que analisam se o fundo vale a pena, os dados de carrego indicam resiliência na qualidade de crédito, com 100% dos ativos adimplentes, enquanto o volume médio diário de negociação (ADTV) manteve-se estável na casa de R$ 973,7 mil.
Relatório de 2025-10-31
A recuperação da liquidez marcou o desempenho do **CLIN11** neste ciclo, com o volume médio diário de negociação (ADTV) saltando de R$ 747,8 mil para R$ 971,5 mil. Na estruturação do portfólio, a alocação em CRIs recuou levemente para 89% do patrimônio líquido, mantendo-se distribuída em 31 operações. O prêmio médio da carteira atrelada à inflação apresentou ligeiro avanço, passando para IPCA + 10,90% ao ano. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,00 por cota, o que reflete um dividend yield de mercado de 1,14% no mês. Em termos de valuation, a cota patrimonial sofreu uma leve retração, ajustando-se de R$ 97,22 para R$ 97,05. A gestão reporta que todos os ativos permanecem adimplentes, mitigando riscos de crédito no curto prazo. Para investidores que avaliam se o fundo vale a pena, os dados de carrego mostram resiliência, com alocações táticas pontuais no caixa enquanto novas operações estratégicas são selecionadas.
Relatório de 2025-09-30
A aquisição de R$ 24,8 milhões no CRI Diálogo Corporativo e a venda de ativos atrelados ao CDI (Tenda Pré e Pós-Chaves) marcaram a rotação tática do **CLIN11** neste mês, elevando a alocação em CRIs para 90,5% do patrimônio líquido. O movimento concentrou o portfólio em 31 operações e ajustou o prêmio médio da carteira de inflação para IPCA + 10,85%, ante os 11,15% do ciclo anterior. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 1,00 por cota, entregando uma rentabilidade mensal de 1,12%. Na frente de valuation, a cota patrimonial apresentou leve avanço, passando de R$ 96,91 para R$ 97,22. Em contrapartida, a liquidez recuou significativamente, com o volume médio diário de negociação (ADTV) caindo para R$ 747,8 mil (frente a R$ 1,02 milhão no mês anterior). A gestão reporta 100% de adimplência nos ativos diretos, mantendo o carrego saudável, dados essenciais para investidores que pesquisam se o fundo vale a pena no atual patamar de juros restritivos.
Relatório de 2025-08-31
A alocação estratégica de R$ 18,2 milhões nos CRIs Souza Cruz I e II marcou a reversão da tendência de redução de portfólio do **CLIN11** no relatório gerencial de agosto de 2025. Com essas novas aquisições no mercado secundário, o fundo elevou sua exposição em CRIs para 89,6% do patrimônio líquido, distribuídos agora em 32 operações, e ampliou o prêmio médio da carteira atrelada à inflação para IPCA + 11,15%. Apesar do reforço no segmento logístico, o pagamento de dividendos recuou para R$ 1,00 por cota, refletindo um dividend yield anualizado a mercado de 14,33%, patamar inferior ao mês anterior. A cota patrimonial também registrou leve contração, passando para R$ 96,91. Na frente de liquidez, o volume médio diário de negociação (ADTV) apresentou recuperação, subindo para R$ 1,02 milhão. A gestão reporta 100% de adimplência na visão macro, mantendo o foco na originação de novas oportunidades para o caixa remanescente, dados essenciais de valuation e carrego para investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual ciclo de juros.
Relatório de 2025-07-31
A venda estratégica do CRI Arena MRV e a consequente redução na alocação ditaram a dinâmica do **CLIN11** em julho de 2025. O fundo reduziu sua exposição em CRIs para 87,1% do patrimônio líquido (ante 93,03% no mês anterior), passando a deter 30 operações após a alienação no mercado secundário, que gerou R$ 10,5 milhões em liquidez. No âmbito dos rendimentos mensais, o pagamento de dividendos recuou para R$ 1,10 por cota, refletindo um dividend yield anualizado a mercado de 15,16%, inferior aos 16,15% prévios. A liquidez também sofreu retração significativa, com o volume médio diário de negociação (ADTV) caindo de R$ 1,47 milhão para R$ 991,4 mil. Apesar da leve queda no prêmio médio da carteira atrelada à inflação (de IPCA + 10,91% para IPCA + 10,89%), a cota patrimonial apresentou avanço, passando para R$ 97,94. A gestão mantém o portfólio 100% adimplente na visão macro, enquanto aloca o caixa de forma tática aguardando novas oportunidades, fator que os investidores monitoram ao avaliar se o ativo vale a pena no atual patamar de valuation.
Relatório de 2025-06-30
O salto expressivo na liquidez diária e a confirmação da isenção tributária frente à MP 1.303 ditaram o ritmo do **CLIN11** em junho de 2025. O volume médio diário de negociação (ADTV) disparou para R$ 1,47 milhão, mais que o dobro do patamar anterior, refletindo maior tração no mercado secundário. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,15 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 16,15% a mercado (leve recuo ante os 16,66% prévios). A alocação do patrimônio líquido ajustou-se marginalmente para 93,03%, distribuída em 31 operações que seguem 100% adimplentes na visão macro do fundo. O carrego da carteira atrelada à inflação apresentou leve ganho de prêmio, com o spread médio avançando para IPCA + 10,91%. A gestão destacou a realização de investimentos táticos para rentabilizar o caixa enquanto estrutura novas alocações estratégicas. O fundo negocia com desconto patrimonial (P/PL de 0,94, considerando cota mercado de R$ 91,60 e patrimonial de R$ 97,35), fator monitorado por investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual nível de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-30
A aquisição da gestora Clave pelo BTG Pactual e o aumento no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota marcam a transição do **CLIN11** em abril de 2025. O dividend yield anualizado avançou para 16,66%, superando os 15,93% do mês anterior, impulsionado pelo carrego da carteira e reprecificação no mercado secundário. A alocação do patrimônio líquido recuou ligeiramente para 94%, enquanto a exposição ao segmento Minha Casa Minha Vida (MCMV) subiu para 39%. O spread médio da parcela atrelada à inflação ajustou-se para IPCA+10,8% (ante IPCA+11,1% no mês anterior). No lado das movimentações, o fundo adquiriu R$ 1,0 milhão adicionais do CRI São Carlos com deságio, elevando a taxa média do papel para IPCA + 9,30%. A liquidez no mercado secundário apresentou queda, com o volume médio diário negociado recuando para R$ 706,9 mil. O portfólio mantém 100% de adimplência geral, negociando com desconto patrimonial (P/PL de 0,91), o que atrai investidores avaliando se o ativo vale a pena frente aos rendimentos mensais atuais.
Relatório de 2025-03-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota marca a principal evolução do **CLIN11** neste mês, impulsionando o dividend yield anualizado para 15,93% (frente aos 15,35% anteriores). A alocação do patrimônio líquido recuou levemente de 97% para 95%, refletindo movimentações táticas e amortizações, enquanto o spread médio da parcela atrelada à inflação subiu de IPCA+10,8% para IPCA+11,1% ao ano. Para investidores que avaliam se o carrego atual vale a pena, o portfólio mantém 100% de adimplência e enquadramento de garantias, mitigando riscos de crédito. A gestão destacou o impacto positivo da criação da Faixa 4 do programa Minha Casa Minha Vida, segmento que representa 38% do PL do fundo, indicando potencial fortalecimento das operações de crédito imobiliário voltadas à habitação econômica. O volume médio diário negociado no mercado secundário fechou em R$ 841,5 mil, com a cota a mercado negociada com desconto frente ao valor patrimonial, sem a necessidade de venda de ativos para honrar compromissos.