Relatório de 2026-03-31
A redução da inadimplência da carteira de CRIs para 9,7% e a recuperação marginal das receitas de juros para R$ 4,06 milhões marcaram o desempenho do **DEVA11** em março de 2026, embora o fundo continue pressionado pela queda na liquidez secundária e pela redução contínua de sua base de cotistas. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,30 por cota, sustentado pelo aumento das receitas operacionais, compensando o maior consumo de reservas de lucros. No entanto, a cota de mercado sofreu nova desvalorização, fechando a R$ 23,90, ampliando o desconto em relação ao valor patrimonial por cota, que subiu levemente para R$ 94,63. O perfil de risco da carteira de crédito ainda exige cautela, visto que a fatia de ativos em carência de juros subiu para 65,2%, elevando a dependência de reestruturações de longo prazo.
Relatório de 2026-02-27
A recuperação parcial nas receitas de juros, que subiram para R$ 3,93 milhões, estabilizou a distribuição de dividendos do **DEVA11** em R$ 0,30 por cota em fevereiro de 2026, mas a acentuada queda no valor patrimonial para R$ 94,52 e a desvalorização da cota de mercado para R$ 25,25 acendem o alerta sobre a precificação dos ativos. O perfil de risco da carteira de crédito apresentou uma leve melhora na inadimplência, que recuou de 12,1% para 11,3%, enquanto a fatia de ativos em carência de juros avançou sutilmente para 63,7%. No mercado secundário, o volume negociado manteve-se aquecido em R$ 18,94 milhões, indicando liquidez contínua mesmo diante da persistente redução na base de investidores, que encolheu para 78.652 cotistas. O carrego da carteira de CRIs fechou o mês com taxa média ponderada de IPCA + 10,66% ao ano, exigindo atenção quanto à capacidade de recuperação de garantias e reestruturações em curso.
Relatório de 2026-01-30
A forte retração nas receitas de juros, que recuaram de R$ 4,35 milhões para R$ 3,48 milhões, ditou o ritmo de queda no pagamento de dividendos do **DEVA11** em janeiro de 2026. A distribuição por cota encolheu de R$ 0,40 para R$ 0,30, refletindo uma deterioração direta na saúde da carteira de crédito: a taxa de inadimplência saltou de 7,6% para 12,1%, enquanto a fatia de ativos em carência de juros avançou levemente para 63,2%. No front dos riscos intrínsecos, a gestão precisou acionar a cobrança judicial e exigir a recompra total do CRI LR Loteamentos devido a atrasos, além de monitorar o CRI Pride, que encerrou o mês com o pagamento de juros pendente. O CRI Chemin também demandou reestruturação, com a aprovação de mais 12 meses de carência. Apesar da piora nos fundamentos e da contínua contração da base de investidores (que caiu para 79.443 cotistas), o mercado secundário reagiu de forma contrária: a cotação subiu para R$ 27,40 e o volume negociado saltou expressivamente para R$ 18,21 milhões, indicando um intenso giro de posições. O valor patrimonial manteve-se praticamente estável em R$ 98,19, exigindo do investidor uma análise criteriosa sobre o valuation atual frente aos desafios de carrego e recuperação de garantias.
Relatório de 2025-12-31
A liquidação integral do CRI Grupo CEM injetou R$ 16,7 milhões no caixa, mas não impediu o recuo no pagamento de dividendos do **DEVA11** em dezembro de 2025. A distribuição por cota caiu de R$ 0,44 para R$ 0,40, pressionada pela retração nas receitas de juros, que recuaram de R$ 5,16 milhões para R$ 4,35 milhões. No mercado secundário, a cotação apresentou recuperação, subindo para R$ 25,99, enquanto o valor patrimonial teve leve avanço para R$ 98,07. A dinâmica de risco da carteira evidenciou uma sutil deterioração: a inadimplência subiu para 7,6% e a fatia de ativos em carência de juros alcançou 62,8%. A base de investidores manteve a trajetória de contração, encerrando com 80.232 cotistas, acompanhada por uma queda no volume negociado para R$ 10,86 milhões. Adicionalmente, a gestão precisou reestruturar o CRI Colmeia Vision, postergando seu vencimento para 2026, o que reforça a necessidade de monitoramento contínuo dos ativos de crédito para avaliar se o carrego e o valuation atual compensam a exposição ao risco.
Relatório de 2025-11-28
A recuperação nas linhas de juros e o recebimento de prêmios por liquidação antecipada impulsionaram os rendimentos mensais do **DEVA11** em novembro de 2025. O fundo registrou um salto na distribuição de dividendos, passando de R$ 0,33 para R$ 0,44 por cota, reflexo direto do aumento nas receitas de juros (que saltaram de R$ 4,27 milhões para R$ 5,16 milhões) e da entrada de R$ 201 mil referentes ao pré-pagamento do CRI Thermas São Pedro Resort. No mercado secundário, contudo, a cotação aprofundou sua desvalorização, caindo para R$ 23,61, o que elevou o dividend yield anualizado para 20,50%. Em contrapartida, o valor patrimonial da cota subiu para R$ 97,78. A dinâmica de risco da carteira de recebíveis imobiliários mostrou uma leve melhora na inadimplência, que recuou para 7,5%, enquanto a fatia de ativos em carência de juros subiu para 62,0%. A base de investidores manteve a tendência de contração, encerrando o mês com 81.122 cotistas, apesar de um leve aquecimento na liquidez, com o volume negociado subindo para R$ 12,38 milhões. Adicionalmente, a gestão reportou a liquidação total do CRI Grupo CEM como evento subsequente em dezembro, o que deve reforçar o caixa no curto prazo.
Relatório de 2025-10-31
A retração nas receitas de juros e a formalização de novas extensões de prazos ditaram o ritmo operacional do **DEVA11** em outubro de 2025, resultando em uma redução no pagamento de dividendos para R$ 0,33 por cota. O carrego da carteira refletiu uma queda expressiva na linha de juros, que passou de R$ 5,56 milhões no mês anterior para R$ 4,27 milhões, acompanhada por um leve recuo na correção monetária para R$ 258,4 mil. No valuation de mercado, a cota aprofundou sua desvalorização ao atingir R$ 24,90, o que elevou o dividend yield de 12 meses para 19,40%, enquanto o patrimônio líquido registrou um leve avanço, com a cota patrimonial subindo para R$ 96,91. A dinâmica de saúde dos recebíveis imobiliários evidenciou uma migração de risco: a fatia de ativos 'em dia' caiu para 30,4%, a inadimplência recuou marginalmente para 8,4%, mas o volume de operações em carência de juros avançou para 61,2%. Esse movimento foi impulsionado por novas assembleias que aprovaram a reestruturação dos CRIs Brasil Parques, GPK, GPK II e Resort do Lago Park IV, estendendo carências e alongando vencimentos para 2030. A base de investidores manteve a tendência de sangria, caindo para 82.594 cotistas, em paralelo a uma forte contração na liquidez, com o volume negociado recuando para R$ 11,83 milhões. Como contraponto positivo, o mês registrou o pré-pagamento do CRI Thermas São Pedro Resort, injetando um prêmio de liquidação antecipada no caixa do fundo.
Relatório de 2025-09-30
O reconhecimento retroativo de resultados referentes a julho e agosto impulsionou o pagamento de dividendos do **DEVA11** em setembro de 2025, elevando a distribuição para R$ 0,35 por cota. Esse ajuste contábil, que alocou cerca de R$ 719,6 mil à reserva de lucros, compensou a leve retração contínua na linha de correção monetária, que fechou o mês em R$ 275,5 mil. No mercado secundário, a cota de mercado aprofundou sua desvalorização, recuando de R$ 27,94 para R$ 26,30, o que pressionou o dividend yield de 12 meses para 18,82%. O patrimônio líquido também registrou leve retração, com a cota patrimonial ajustando-se para R$ 96,62. A saúde da carteira de recebíveis imobiliários apresentou variações marginais: a fatia de operações 'em dia' permaneceu estagnada em 30,6%, enquanto a inadimplência recuou levemente para 8,5% e os ativos em carência de juros subiram para 60,8%. A gestão atuou ativamente na reestruturação de passivos, aprovando em assembleia novas concessões de carência para os CRIs OP Resort e Eco Resort, visando preservar o valuation e o carrego da carteira a longo prazo. A base de investidores manteve a tendência de queda, passando de 85.537 para 84.098 cotistas, acompanhada por uma leve redução na liquidez, com o volume negociado caindo para R$ 16,39 milhões.
Relatório de 2025-09-29
A contínua retração na linha de correção monetária pressionou novamente o pagamento de dividendos do **DEVA11** no mês de agosto de 2025. O rendimento mensal distribuído recuou de R$ 0,34 para R$ 0,32 por cota, impactado diretamente pelo menor volume de amortizações no período, que fez a correção monetária despencar de R$ 0,53 milhão em julho para R$ 0,28 milhão. No mercado secundário, a cota de mercado sofreu uma forte desvalorização, caindo de R$ 32,75 para R$ 27,94, o que elevou o dividend yield anualizado para 18,07%. Em contrapartida, a cota patrimonial apresentou leve avanço, ajustando-se para R$ 96,93. A liquidez do ativo melhorou, com o volume negociado saltando de R$ 13,08 milhões para R$ 16,54 milhões. A saúde da carteira de recebíveis imobiliários manteve-se em estado de alerta: a fatia de operações 'em dia' estabilizou em 30,6%, a carência de juros oscilou levemente para 60,7%, e a inadimplência marcou 8,7%. A gestão segue focada na reestruturação e negociação de condições para os ativos que atravessam momentos de estresse, buscando preservar o valuation e o carrego da carteira a longo prazo. A base de cotistas também registrou queda, passando de 87 mil para 85.537 investidores.
Relatório de 2025-07-31
A forte queda no volume de amortizações e a liquidação de ativos no semestre anterior pressionaram o pagamento de dividendos do **DEVA11** em julho de 2025. O rendimento mensal recuou de R$ 0,46 para R$ 0,34 por cota, refletindo a redução drástica na correção monetária distribuída, que despencou de R$ 1,40 milhão em junho para R$ 0,53 milhão. A saída dos ativos São José e Vivendas do portfólio também cessou receitas que antes sustentavam o yield. No mercado secundário, a cota de mercado acompanhou o viés de baixa, retraindo para R$ 32,75, enquanto a cota patrimonial ajustou-se para R$ 96,51. O volume negociado apresentou leve retração, fechando em R$ 13,08 milhões. Na alocação de capital, a gestão realizou a aquisição do CRI RR Solaris por R$ 5 milhões, indexado ao IGP-M + 10,2% a.a. A saúde da carteira manteve a tendência de alerta: a fatia de operações 'em dia' cedeu para 30,6%, a carência de juros subiu para 60,6%, e a inadimplência permaneceu engessada em 8,8%, exigindo monitoramento contínuo das concessões de waivers para mitigar o risco de crédito.
Relatório de 2025-06-30
A leve recuperação no pagamento de dividendos do **DEVA11** marcou o mês de junho de 2025, com a distribuição subindo para R$ 0,46 por cota, frente aos R$ 0,45 do mês anterior. Apesar do incremento, o resultado gerado de R$ 6,19 milhões (R$ 0,44 por cota) continuou pressionado pelo menor nível de inflação (IPCA) no período, exigindo o consumo de reservas acumuladas para sustentar o patamar de rendimentos mensais. No aspecto de valuation, a cota patrimonial avançou para R$ 98,18 e a cota de mercado subiu para R$ 33,43, refletindo um aumento no volume negociado no mercado secundário, que saltou de R$ 11,18 milhões para R$ 13,40 milhões. A dinâmica da carteira, ponto central para quem pesquisa se o ativo vale a pena, mostrou uma leve piora na saúde dos recebíveis: a fatia de operações 'em dia' recuou de 31,2% para 30,7%, enquanto o volume em carência de juros subiu para 60,5%. A inadimplência permaneceu estável em 8,8%. No front de gestão de riscos, o fundo aprovou a adequação à Resolução CVM 175, garantindo responsabilidade limitada aos cotistas, e realizou reestruturações nos CRIs WAM e Pride, estendendo prazos de carência para mitigar o estresse de caixa dos devedores.
Relatório de 2025-05-30
A desaceleração do IPCA impactou diretamente a geração de caixa neste mês, pressionando o pagamento de dividendos do **DEVA11**, que recuou para R$ 0,45 por cota (dividend yield de 1,39%). O resultado gerado caiu de R$ 6,97 milhões no mês anterior para R$ 5,75 milhões, consumindo parte da reserva de lucros, que agora se encontra em R$ 0,04 por cota. No valuation, a cota patrimonial subiu para R$ 97,18 e a cota de mercado avançou para R$ 32,42, reduzindo levemente o deságio. Diferente do ímpeto comprador anterior, a alocação de recursos foi tímida, limitando-se a R$ 546 mil no CRI Chemin II para a reta final de obras. A saúde da carteira exige atenção de quem avalia se o ativo vale a pena: a fatia de operações 'em dia' encolheu para 31,2%, enquanto a inadimplência subiu para 8,8% e o volume em carência de juros atingiu 60,0%. No front de reestruturações, o fundo aprovou a prorrogação de waiver do CRI Chemin até julho de 2025 e concedeu carência para o CRI Hope até junho de 2026, mediante o compromisso de rendimentos mensais extraordinários mínimos de R$ 500 mil.
Relatório de 2025-04-30
O repasse da inflação mais alta no período impulsionou o pagamento de dividendos do **DEVA11** em abril de 2025, revertendo a retração observada no mês anterior. O fundo distribuiu R$ 0,46 por cota, alcançando um dividend yield mensal de 1,55%, suportado por um resultado gerado de R$ 6,97 milhões. A cota patrimonial apresentou recuperação, subindo para R$ 96,65, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 29,63, ampliando o deságio no valuation. No front operacional, a gestão retomou a alocação de recursos com a aquisição de mais de R$ 20 milhões em CRIs, destacando-se os aportes no CRI Aquan Prime, Chemin II e Thermas de São Pedro. Paralelamente, o CRI Vivendas II seguiu gerando reforço de caixa via amortizações extraordinárias na ordem de R$ 7 milhões. A saúde da carteira mostrou leve melhora marginal: a fatia de ativos 'em dia' subiu para 32,6% e a inadimplência recuou para 8,0%. Contudo, investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar a alta concentração de operações em carência de juros, que ainda representa 59,4% do portfólio. O fundo encerrou o mês com uma reserva de lucros robusta de R$ 0,085 por cota para distribuições futuras.
Relatório de 2025-03-31
A forte geração de caixa oriunda de amortizações extraordinárias contrastou com a leve deterioração do perfil de crédito no fechamento de março de 2025. O pagamento de dividendos do **DEVA11** recuou para R$ 0,41 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,37%, inferior aos 1,52% do mês anterior. A cota patrimonial também sofreu retração, passando de R$ 96,78 para R$ 95,53, enquanto a cota de mercado apresentou leve recuperação no secundário, fechando a R$ 30,00. No front operacional, a gestão focou na reciclagem do portfólio, realizando a venda de ativos com a liquidação integral da posição no CRI HF Engenharia e recebendo pré-pagamentos relevantes nos CRIs Vivendas II, São José e Solaris Sul, que injetaram mais de R$ 17 milhões no caixa. Apesar da taxa média da carteira ter subido marginalmente para IPCA + 10,67%, o nível de ativos 'em dia' caiu para 31,9%, e a inadimplência avançou para 8,3%, exigindo atenção dos investidores que pesquisam se o ativo vale a pena diante da alta concentração de operações em carência de juros (59,8%). O fundo mantém uma reserva de lucros de R$ 0,05 por cota para distribuições futuras.