Relatório de 2026-03-31
A alocação de R$ 10 milhões no CRI Hot Beach You 2 (IPCA + 13,75%) reduziu a posição de caixa do **HABT11** para 1,98% (R$ 15,39 milhões) em março de 2026, marcando a principal movimentação do portfólio no período e revertendo a alta de liquidez do mês anterior. O valuation patrimonial registrou leve retração, passando para R$ 777,11 milhões (R$ 95,62 por cota). Apesar da manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,95 por cota, o carrego acumulado em 12 meses continuou sua trajetória de queda, atingindo R$ 12,20 por cota, reflexo direto da defasagem da inflação mais baixa sobre a remuneração dos papéis indexados. A exposição ao IPCA subiu para 78,15%, reforçando o perfil da carteira. No mercado secundário, o volume médio diário de negociação apresentou avanço de 9% em relação a fevereiro, alcançando R$ 1,48 milhão, indicando maior liquidez para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena com base em seus fundamentos atuais e na gestão de recebíveis mensais.
Relatório de 2026-02-28
A retomada das movimentações no portfólio e a leve retração no valuation patrimonial marcaram a dinâmica do **HABT11** em fevereiro de 2026. O patrimônio líquido recuou para R$ 777,24 milhões (R$ 95,64 por cota), revertendo a expansão observada no mês anterior. Diferente da inércia de janeiro, a gestão ativou o giro da carteira com a aquisição de R$ 10 milhões no CRI Setai (CDI + 4,00%), além de registrar a venda de ativos com a alienação integral do CRI Gran Paradiso por R$ 7,59 milhões e a quitação antecipada do CRI Copacabana (R$ 1,46 milhão). Essas operações elevaram a posição de liquidez para 2,37% (cerca de R$ 18,45 milhões). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, contudo, o carrego acumulado em 12 meses sofreu nova compressão, caindo para R$ 12,25 por cota, reflexo direto da inflação mais baixa que continua pressionando os rendimentos mensais. A exposição ao IPCA, principal indexador, apresentou leve ajuste de baixa para 77,46%. No mercado secundário, o volume médio diário de negociação subiu 3%, atingindo R$ 1,35 milhão.
Relatório de 2026-01-30
A recuperação de 35% na liquidez média diária no mercado secundário e a expansão do patrimônio líquido ditaram o ritmo do **HABT11** em janeiro de 2026. O valuation do fundo imobiliário avançou para R$ 786,95 milhões (R$ 96,83 por cota), superando a marca de R$ 773,51 milhões do mês anterior. Diferente da forte movimentação vista em dezembro, a gestão optou por não realizar novas aquisições ou venda de ativos no período, o que resultou em uma leve elevação da reserva de caixa para 1,74% (cerca de R$ 13,71 milhões). O pagamento de dividendos permaneceu estabilizado em R$ 0,95 por cota, embora o acumulado dos últimos 12 meses tenha recuado de R$ 12,53 para R$ 12,38. A exposição ao IPCA, principal indexador da carteira, sofreu uma leve retração, passando de 79,38% para 77,67%, enquanto a gestão reforça que a inflação mais baixa segue pressionando o carrego dos rendimentos mensais, com os ativos em recuperação de crédito já precificados no atual patamar de distribuição.
Relatório de 2025-12-31
A forte redução da reserva de caixa para 1,42% e o recuo de 24% na liquidez média diária no mercado secundário marcaram a dinâmica do **HABT11** em dezembro de 2025. O valuation do patrimônio líquido apresentou leve expansão, alcançando R$ 773,51 milhões (R$ 95,18 por cota), enquanto a exposição ao IPCA subiu de 78,27% para 79,38%. O pagamento de dividendos foi mantido estabilizado em R$ 0,95 por cota, totalizando R$ 12,53 nos últimos 12 meses. A gestão destacou que a inflação mais baixa continua pressionando o carrego da carteira, mas o patamar de distribuição já contempla os ativos em processo de recuperação de crédito. No mês, o fundo realizou alocações expressivas que somaram R$ 37,57 milhões, com destaque para a compra de R$ 22,00 milhões no CRI Q2 Direcional e R$ 20,00 milhões no CRI GAV Porto 2 Life, além da venda de ativos com a alienação parcial de R$ 15,82 milhões no CRI BRDU.
Relatório de 2025-11-28
A conclusão do acordo comercial do CRI ZAVIT – MEDBIL e a retomada de pagamentos da série subordinada ditaram o ritmo do **HABT11** em novembro de 2025, mês em que o fundo manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,95 por cota. O valuation do patrimônio líquido apresentou expansão frente ao mês anterior, subindo de R$ 770,02 milhões para R$ 773,32 milhões (R$ 95,16 por cota). Em paralelo, a exposição ao IPCA recuou de 80,80% para 78,27%, reflexo direto das novas movimentações do portfólio. A reserva de liquidez reverteu a trajetória de queda e saltou para 4,76% (R$ 36,80 milhões), impulsionada por um volume de alocações que somou R$ 37,57 milhões no período. O grande destaque na ponta compradora foi a aquisição de R$ 30,16 milhões no FII LPLP15 (Lago da Pedra), indexado ao CDI. No mercado secundário, a liquidez média diária das cotas reagiu positivamente, crescendo 11% e atingindo R$ 1,28 milhão. Adicionalmente, a gestão prorrogou a Consulta Formal para a troca de administrador até o final de dezembro, mantendo o foco na redução da taxa de administração para otimizar os rendimentos mensais futuros e mitigar impactos da deflação no carrego da carteira.
Relatório de 2025-10-31
A manutenção do patamar de dividendos em R$ 0,95 por cota marcou o mês de outubro para o **HABT11**, refletindo os impactos residuais da deflação de agosto nas parcelas indexadas. O valuation do patrimônio líquido apresentou leve recuperação frente ao mês anterior, subindo para R$ 770,02 milhões (R$ 94,75 por cota), enquanto a exposição ao IPCA avançou marginalmente para 80,80% da carteira. A reserva de liquidez continuou sua trajetória de queda, passando de 3,32% para 3,07% (R$ 23,67 milhões), impulsionada por novas alocações que somaram R$ 37,57 milhões no período. O destaque na ponta compradora foi a aquisição adicional de R$ 20,21 milhões no CRI GAV Gran Garden. No mercado secundário, após o salto de liquidez em setembro, o volume médio diário recuou 2%, estabilizando em R$ 1,15 milhão. Adicionalmente, a gestão avançou com a Consulta Formal para a troca de administrador, com votação aberta até novembro, visando a redução da taxa de administração para mitigar riscos e otimizar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-09-30
A deflação recente e o agravamento do risco de crédito no Grupo TMI pressionaram a distribuição de dividendos do **HABT11** em setembro de 2025, reduzindo o pagamento para R$ 0,95 por cota (frente aos R$ 1,05 do mês anterior). O fundo consumiu grande parte de sua reserva de liquidez, que despencou de 9,16% para 3,32% (R$ 25,46 milhões), para financiar novas alocações estratégicas. Destacam-se as aquisições de R$ 50,50 milhões no CRI Por do Sol III e R$ 30,16 milhões no FII XP Habitat Renda Imobiliária. Para equilibrar o carrego, a gestão realizou a venda de ativos, alienando parcialmente cinco CRIs por R$ 28,55 milhões. O valuation do patrimônio líquido sofreu leve contração, caindo para R$ 767,92 milhões (R$ 94,49 por cota), enquanto a exposição ao IPCA voltou a subir, atingindo 80,26% da carteira. No mercado secundário, a liquidez reagiu com força: o volume médio diário cresceu 52% MoM, alcançando R$ 1,18 milhão. Adicionalmente, o fundo iniciou uma Consulta Formal para troca de administrador, visando reduzir a taxa de administração e otimizar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-08-29
A forte movimentação no portfólio, impulsionada pelo pré-pagamento de R$ 54,49 milhões em CRIs da Por do Sol Urbanizações, marcou a dinâmica do **HABT11** em agosto de 2025, elevando a posição de caixa para 9,16% (R$ 71,14 milhões). O fundo realizou novas alocações que somaram R$ 37,57 milhões, distribuídas entre os CRIs Hot Beach You, GAV Gran Garden e Varandas Park II. O valuation do patrimônio líquido reverteu a tendência de contração do mês anterior, subindo para R$ 777,04 milhões (R$ 95,61 por cota). A geração de resultado líquido apresentou melhora expressiva, saltando de R$ 1,04 para R$ 1,13 por cota, o que permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,05 por cota, gerando um yield anualizado de 20,44% (com gross-up). A estratégia de carrego segue focada em proteção inflacionária, mas a exposição ao IPCA recuou de 80,52% para 77,21%, enquanto a parcela total alocada em CRIs caiu de 89,00% para 84,89%. No mercado secundário, a liquidez das cotas reagiu positivamente, com o volume médio diário crescendo 9%, atingindo R$ 780 mil.
Relatório de 2025-07-31
A venda de ativos, especificamente a alienação estruturada do FGR Jardim Berlim por R$ 34,76 milhões, reconfigurou a alocação do **HABT11** em julho de 2025. Esse movimento impulsionou o caixa de 1,71% para 6,06% (R$ 46,14 milhões) e reduziu a exposição total em CRIs de 93,30% para 89,00%. Em paralelo, o fundo realizou a aquisição do CRI Gran Paradiso por R$ 9,72 milhões. O pagamento de dividendos sofreu um ajuste negativo, recuando de R$ 1,15 para R$ 1,05 por cota, embora a geração de resultado líquido tenha apresentado leve melhora, passando de R$ 1,01 para R$ 1,04 por cota, estreitando o descasamento histórico. O valuation do patrimônio líquido manteve a trajetória de contração, caindo para R$ 761,61 milhões (R$ 93,72 por cota). A estratégia de carrego com proteção inflacionária segue majoritária, mas a indexação ao IPCA recuou de 84,48% para 80,52%. No mercado secundário, a liquidez das cotas retraiu 19%, com o volume médio diário caindo para R$ 717 mil. No front de monitoramento de riscos, o projeto Infinity (Grupo TMI) apresentou inadimplência em aportes de juros e recomposição de garantias, exigindo negociações ativas da gestão.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 10,17 milhões em uma nova tranche do projeto GAV Gran Garden ditou o ritmo de investimentos do **HABT11** em junho de 2025, aprofundando a redução de liquidez da carteira. O caixa recuou de 2,07% para 1,71% (R$ 13,10 milhões), enquanto a exposição total em CRIs avançou levemente para 93,30%. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 1,15 por cota, a despeito de uma nova retração na geração de resultado líquido, que passou de R$ 1,12 para R$ 1,01 por cota, evidenciando a manutenção do descasamento entre a geração de caixa e os rendimentos mensais distribuídos. O valuation do patrimônio líquido manteve a tendência de leve contração, caindo de R$ 768,01 milhões para R$ 765,53 milhões (R$ 94,19 por cota). A estratégia de proteção inflacionária segue como pilar, com a indexação ao IPCA subindo de 84,13% para 84,48%. No mercado secundário, a negociação das cotas registrou um acréscimo marginal de 2% no volume médio diário, atingindo R$ 884 mil.
Relatório de 2025-05-30
A alocação de R$ 14,51 milhões em uma tranche adicional do CRI Hot Beach You marcou a principal movimentação do **HABT11** em maio de 2025, reduzindo a liquidez em caixa de 4,10% para 2,07% (R$ 15,92 milhões). O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,15 por cota, embora a geração de resultado líquido tenha recuado de R$ 1,35 para R$ 1,12 por cota no período, indicando um descasamento pontual entre a geração de caixa e a distribuição. O valuation do patrimônio líquido registrou leve contração, passando de R$ 768,86 milhões para R$ 768,01 milhões. A exposição da carteira ao IPCA avançou de 83,29% para 84,13%, reforçando a estratégia core de proteção inflacionária, enquanto a alocação total em CRIs subiu para 93,00%. No mercado secundário, o volume médio diário de negociação apresentou alta de 13% em relação ao mês anterior, atingindo R$ 869 mil.
Relatório de 2025-04-30
O salto na geração de resultado líquido para R$ 1,35 por cota impulsionou o aumento no pagamento de dividendos do **HABT11**, que atingiu R$ 1,15 por cota em abril de 2025, revertendo a necessidade de uso de reservas vista no mês anterior. O valuation do patrimônio líquido apresentou expansão, subindo de R$ 757,9 milhões para R$ 768,86 milhões. A alocação de carrego em CRIs teve um leve acréscimo para 92,46%, enquanto a liquidez em caixa avançou para 4,10% (R$ 31,50 milhões). A gestão realizou uma reciclagem ativa do portfólio, com a venda de ativos problemáticos somando R$ 15,42 milhões (CRIs Cumaru SP Golf e Natural Ville) e o direcionamento de R$ 26,13 milhões para novas operações e tranches, destacando-se a aquisição do CRI Gran Paradiso. A exposição ao IPCA subiu marginalmente para 83,29%, mantendo a aderência à estratégia core de proteção inflacionária.
Relatório de 2025-03-31
A redução no patamar de pagamento de dividendos para R$ 1,00 por cota e o recuo do yield anualizado para 15,48% marcam a dinâmica do **HABT11** neste mês, refletindo uma geração de resultado líquido de R$ 0,92 por cota que exigiu o uso de reservas para sustentar a distribuição. O valuation do patrimônio líquido apresentou leve contração, passando de R$ 761,2 milhões para R$ 757,9 milhões. A alocação de carrego em CRIs sofreu um ajuste marginal para 92,10% (ante 92,96%), enquanto a liquidez em caixa subiu para 3,31% (R$ 25,08 milhões). Durante o período, a gestão direcionou R$ 12,38 milhões para tranches futuras de operações já vigentes, especificamente nos CRIs GAV Gran Garden e Reserva do Vale. A indexação ao IPCA continuou sua trajetória de queda, atingindo 82,44% do portfólio. No âmbito operacional, o projeto Reserva do Vale realizou distratos de clientes inadimplentes, o que otimizou a razão de elegibilidade da carteira. Além disso, a consulta formal para a troca de administrador e custodiante foi prorrogada, mantendo o foco na redução de despesas operacionais e na eficiência dos rendimentos mensais.