Relatório de 2026-04-30
A conversão dos recibos da 4ª emissão de cotas e o desembolso da quinta parcela de aquisição redefiniram a estrutura de capital do **HPDP11** neste ciclo. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,82 para R$ 0,61 por cota, refletindo a diluição após a integralização de mais de 3,7 milhões de novas cotas, enquanto o saldo acumulado não distribuído encolheu de R$ 0,27 para R$ 0,15. No valuation do fundo, a cota patrimonial sofreu um ajuste expressivo, passando de R$ 108,73 no mês anterior para R$ 95,50. Operacionalmente, o carrego do ativo mostra resiliência: a vacância permaneceu estável em 1,2%, e o resultado operacional (NOI) de março registrou alta de 6,4% na comparação anual. A assinatura de um contrato com a Nike para uma área de 930 m² reforça a atratividade comercial do Parque Dom Pedro. Para investidores que avaliam se o fundo vale a pena, o balanço atual exige atenção às duas parcelas restantes da aquisição, que continuarão consumindo a reserva de caixa (atualmente com 11% do portfólio alocada em renda fixa).
Relatório de 2026-03-31
A redução da vacância para 1,2% e o crescimento de 2,1% no resultado operacional (NOI) marcam a estabilização do carrego do **HPDP11** após a recente expansão de sua participação no Shopping Parque Dom Pedro. Diferente do mês anterior, onde a desocupação pressionou os resultados, fevereiro registrou a entrada de seis novas operações comerciais, impulsionando a locação física do ativo. No âmbito financeiro, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,82 por cota, refletindo a normalização do fluxo de caixa após o pico de R$ 1,20, enquanto o saldo acumulado não distribuído recuou expressivamente de R$ 0,80 para R$ 0,27 por cota. O valor patrimonial sofreu leve ajuste, passando de R$ 109,13 para R$ 108,73, em um mês marcado pelo pagamento da segunda parcela de R$ 44,4 milhões referente à aquisição da nova fração ideal. As vendas do shopping mantiveram trajetória positiva, com alta de 4,2% na comparação anual, reforçando os fundamentos para investidores que avaliam se o fundo vale a pena no longo prazo, apesar das obrigações financeiras atreladas à inflação que ainda restam no balanço.
Relatório de 2026-02-27
O salto expressivo no pagamento de dividendos para R$ 1,20 por cota e a reavaliação do valor patrimonial marcam a consolidação da nova fatia adquirida pelo **HPDP11**. Com o pagamento da primeira parcela de R$ 44 milhões referente à aquisição de 12,086% do Shopping Parque Dom Pedro, o fundo passou a deter 22,616% do ativo, o que impulsionou o valor patrimonial da cota de R$ 96,71 para R$ 109,13. No carrego operacional, a dinâmica inverteu a tendência do mês anterior: a vacância subiu de 0,7% para 1,7% em janeiro, pressionada pela saída de oito operações comerciais, incluindo a Bono Pneus e o Si Señor. Esse movimento de desocupação impactou diretamente o resultado operacional (NOI), que recuou 1,4% na comparação anual devido ao aumento na cobertura de encargos de lojas vagas e queda na receita comercial. Apesar do recuo no NOI, as vendas do shopping cresceram 9,9% no mesmo período. O saldo acumulado não distribuído recuou de R$ 0,92 para R$ 0,80 por cota, refletindo o forte repasse de rendimentos mensais aos cotistas no fechamento de fevereiro e a estruturação do pagamento do preço da nova aquisição.
Relatório de 2026-02-06
O fundo **HPDP11** concluiu a aquisição de uma fração ideal de 12,086% do Shopping Parque Dom Pedro, elevando sua participação total no empreendimento para 22,616%. O preço total da transação foi de R$ 292.045.707,00, com base na data de 30 de dezembro de 2025, estruturado em pagamentos de sinal, reforço de sinal e parcelas remanescentes.
Com a assinatura da Escritura de Venda e Compra sob condição resolutiva, o **HPDP11** passa a ter direito ao recebimento da integralidade do resultado operacional líquido (NOI) proporcional à nova participação adquirida, com vigência retroativa a partir da competência de 1º de janeiro de 2026.
Relatório de 2026-01-30
A assinatura da Escritura de Venda e Compra da fração ideal de 12,086% do Shopping Parque Dom Pedro e o pagamento do reforço de sinal de R$ 43,9 milhões consolidam a nova fase de alocação do **HPDP11**. Com a transação formalizada, o fundo projeta uma elevação na distribuição de rendimentos mensais ao longo do primeiro semestre de 2026, impulsionada pela apropriação integral do resultado operacional líquido da nova fatia. No carrego operacional, a vacância física do ativo renovou sua mínima, recuando de 1,0% para 0,7% em dezembro, refletindo um saldo positivo de locações com a entrada de novas operações gastronômicas. O resultado operacional (NOI) apresentou um salto expressivo de 19,1% na comparação anual, beneficiado pelo recebimento de antecipações de aluguel e multas rescisórias. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, permitindo que o saldo acumulado não distribuído saltasse de R$ 0,73 para R$ 0,92 por cota, conferindo robustez ao caixa para os próximos meses. O valor patrimonial da cota registrou leve alta para R$ 96,71, enquanto o mercado avalia se o carrego atual e o cap rate estimado de 9,4% justificam o valuation do fundo frente aos desafios macroeconômicos.
Relatório de 2025-12-31
A formalização da compra de uma fração ideal de 12,086% do Shopping Parque Dom Pedro redefiniu a alocação de capital do **HPDP11** no encerramento do ano. A transação, avaliada em R$ 292 milhões com cap rate estimado de 9,4% para 2026, consumiu um sinal de 10%, com o saldo a ser pago em seis parcelas corrigidas pela inflação. No âmbito operacional, a vacância física continuou sua trajetória de queda, recuando de 1,7% para 1,0% em novembro, impulsionada por um forte volume de locações que somaram mais de 1.200 m² de novas operações. O carrego financeiro mostrou resiliência nas vendas, que cresceram 7,4% no mês (desconsiderando saídas pontuais), embora o fluxo de caixa total tenha recuado 24% na comparação anual devido a maiores despesas com benfeitorias. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, enquanto o saldo acumulado não distribuído ajustou-se de R$ 0,77 para R$ 0,73, garantindo previsibilidade aos rendimentos mensais frente ao valor patrimonial de R$ 96,64.
Relatório de 2025-12-30
O fundo de investimento imobiliário **HPDP11** anunciou a assinatura de um Compromisso de Venda e Compra para a aquisição de uma fração ideal de 12,086% do empreendimento Shopping Parque Dom Pedro. A transação de venda de ativos e ampliação de portfólio totaliza o montante de R$ 292.045.707,00.
Essa aquisição pelo **HPDP11** é decorrente do exercício do direito de preferência, que foi proporcionalmente dividido entre os condôminos preferentes após a manifestação de interesse de outro coproprietário. O pagamento envolve um sinal inicial já realizado e o parcelamento do saldo remanescente sujeito a condições precedentes.
Relatório de 2025-12-22
O fundo **HPDP11** anunciou o início de sua 4ª Emissão de novas cotas, sob o rito de registro automático de distribuição da Resolução CVM nº 160. A oferta, destinada exclusivamente a investidores profissionais, prevê a emissão inicial de até 8.047.000 novas cotas ao preço unitário de R$ 83,71, com o objetivo de captar um montante total inicial de R$ 673.614.370,00.
Não será conferido direito de preferência aos atuais cotistas do **HPDP11**. O cronograma estimado do fundo estabelece sete janelas mensais de liquidação para subscrição e integralização, estendendo-se de dezembro de 2025 a junho de 2026, com correção monetária pelo IPCA/IBGE nas janelas de liquidação subsequentes.
Relatório de 2025-12-19
O fundo **HPDP11** comunicou aos seus cotistas e ao mercado o exercício tempestivo de seu direito de preferência para a aquisição de uma fração ideal de 25,86% do empreendimento Shopping Parque Dom Pedro. A manifestação ocorreu após a aprovação das matérias deliberadas na Consulta Formal que se encerrou na mesma data do documento, servindo como complemento ao Fato Relevante divulgado anteriormente em 1º de dezembro de 2025.
A administradora do **HPDP11** ressaltou que novas informações sobre o andamento e a evolução desta transação de aquisição de ativos serão oportunamente disponibilizadas ao mercado em geral.
Relatório de 2025-12-19
A administradora do **HPDP11** comunicou que o ativo imobiliário do fundo foi reavaliado a mercado pela empresa Cushman & Wakefield, em conformidade com as normas da Instrução CVM nº 516. O laudo técnico apontou que o valor justo do imóvel é 4,35% superior ao valor contábil atual registrado na carteira.
Essa atualização contábil do ativo do **HPDP11** gerou uma variação patrimonial positiva imediata de aproximadamente 4,08% no valor patrimonial da cota do fundo, com referência na data de 19 de dezembro de 2025.
Relatório de 2025-12-01
O fundo imobiliário **HPDP11** recebeu uma notificação formal concedendo o direito de preferência para a aquisição de uma fração ideal de 25,86% do Shopping Parque Dom Pedro pelo valor de R$ 625.000.000,00. O recebimento do comunicado ocorreu em 28 de novembro de 2025, iniciando o período regulamentar de análise.
A administradora do **HPDP11** está avaliando a conveniência e a oportunidade de convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para deliberar sobre a potencial aquisição de ativos, assegurando que manterá o mercado informado sobre os desdobramentos do caso.
Relatório de 2025-11-30
A aprovação da 4ª emissão de cotas para a aquisição de uma fatia adicional de 25,86% do Shopping Parque Dom Pedro redefiniu a perspectiva de crescimento do **HPDP11** neste mês. Com um montante total de R$ 673,6 milhões e cap rate estimado de 9,4% para 2026, o movimento marca uma expansão agressiva na alocação de capital do fundo. No plano operacional, a vacância física recuou expressivamente de 2,7% para 1,7% em outubro, impulsionada pela realocação da Lojas Americanas e pela inauguração da âncora internacional H&M, que ocupou 2.300 m². O carrego financeiro também apresentou evolução: o resultado operacional (NOI) cresceu 10,2% na comparação anual, enquanto as vendas totais ficaram estáveis (ou +4,1% desconsiderando as saídas de Carrefour e Telhanorte). No aspecto de valuation, o ativo passou por reavaliação a mercado, gerando um incremento de 4,08% no valor patrimonial da cota, que encerrou cotada a R$ 92,65. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, com o saldo acumulado não distribuído subindo de R$ 0,70 para R$ 0,77, conferindo robustez e previsibilidade aos rendimentos mensais de curto prazo.
Relatório de 2025-10-31
A inauguração da âncora internacional H&M e a reclassificação de áreas ditaram a dinâmica operacional do **HPDP11** neste ciclo. A taxa de vacância do Shopping Parque D. Pedro recuou de 3,3% para 2,7% em setembro, impulsionada pela absorção de 822 m² pela nova varejista sueca. Apesar da melhora na ocupação física, o empreendimento registrou a saída de duas âncoras relevantes (Carrefour e Telhanorte), cujos espaços foram remanejados para 'reserva técnica' para mitigar o impacto no indicador de desocupação. No carrego financeiro, as vendas totais apresentaram retração de 2,3% na comparação anual, reflexo direto da desmobilização dessas operações. Em contrapartida, o resultado operacional (NOI) saltou 20,1% frente a setembro do ano anterior, tracionado pela recuperação de inadimplência no aluguel mínimo e pelo aumento nas receitas de estacionamento. No aspecto de valuation, o valor patrimonial da cota subiu levemente para R$ 92,52, enquanto o valor de mercado recuou para R$ 86,58. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,56 por cota, elevando o saldo acumulado não distribuído para R$ 0,70 por cota, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais no curto prazo. A alocação do patrimônio segue estável, com 94% em imóveis e 6% em ativos de renda fixa.
Relatório de 2025-09-30
O aumento pontual da vacância e a iminente inauguração da âncora H&M ditaram a dinâmica operacional do **HPDP11** neste ciclo. A taxa de desocupação do Shopping Parque D. Pedro avançou de 3,0% para 3,3% em agosto, impulsionada pela devolução de áreas de quatro lojistas, incluindo MMartan e SK Steakhouse. Apesar desse revés físico, o carrego financeiro do portfólio manteve-se robusto: as vendas cresceram 7,5% na comparação anual e o NOI (resultado operacional) registrou alta de 7,0% frente a agosto do ano anterior. No aspecto de valuation, o valor patrimonial sofreu um ajuste marginal para R$ 92,41, enquanto a cotação a mercado subiu para R$ 89,93. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,56 por cota, acumulando um saldo não distribuído de R$ 0,60 por cota, o que confere previsibilidade aos rendimentos mensais no curto prazo. A alocação do patrimônio segue inalterada com 94% em imóveis e 6% em ativos de renda fixa, preservando a tese central do fundo.
Relatório de 2025-08-29
A recuperação do resultado operacional e a leve queda na vacância ditaram o ritmo do **HPDP11** neste mês. O NOI do shopping Parque D. Pedro registrou um salto expressivo, crescendo 8,0% na comparação anual em julho, superando a marca de 2,7% vista no mês anterior. Esse desempenho impulsionou o resultado acumulado do fundo, que se recuperou de R$ 0,51 para R$ 0,59 por cota, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,56. No aspecto físico, a vacância recuou de 3,1% para 3,0%, reflexo de um saldo positivo nas movimentações comerciais, com a entrada de operações como Simmons Colchões e Milky Moo superando as saídas. Em termos de valuation, o valor patrimonial sofreu um ajuste marginal negativo para R$ 92,44, enquanto a cotação a mercado subiu para R$ 89,62. A alocação do patrimônio permaneceu inalterada, com 94% em imóveis e 6% em ativos de renda fixa, mantendo a estratégia de carrego do portfólio intacta.
Relatório de 2025-07-30
O aumento da vacância e a nova dinâmica de repasses da administradora ALLOS marcaram o mês do **HPDP11**. A vacância do portfólio subiu de 2,9% para 3,1% em junho, impulsionada pela desocupação de cinco operações, incluindo uma agência da Caixa. Apesar da leve pressão operacional que reduziu o crescimento do NOI para 2,7% na comparação anual (frente aos 10% do mês anterior), o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota. Para sustentar essa distribuição, o fundo consumiu parte do seu resultado acumulado, que recuou de R$ 0,59 para R$ 0,51 por cota. No aspecto de valuation, o valor patrimonial apresentou leve retração, passando de R$ 92,66 para R$ 92,53, enquanto a cotação no mercado secundário teve leve alta para R$ 89,13. A alocação do patrimônio também sofreu um ajuste marginal, passando a concentrar 94% em imóveis e 6% em ativos de renda fixa. Adicionalmente, a administradora implementou uma mudança no fluxo de caixa, passando a realizar adiantamentos de resultados dentro do próprio mês de competência, alterando a rotina de prestação de contas dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-07-03
A administradora do **HPDP11** divulgou comunicado reportando a reavaliação anual a mercado do imóvel pertencente à carteira do fundo, realizada em 30 de junho de 2025 pela empresa especializada Cushman & Wakefield. O processo de avaliação a valor justo determinou que o valor do ativo imobiliário é 0,75% inferior ao valor contábil anteriormente registrado.
Essa atualização gerou uma desvalorização contábil imediata no patrimônio do fundo, refletindo em uma variação negativa de aproximadamente 0,69% no valor patrimonial da cota do **HPDP11** com base na carteira de fechamento de junho de 2025.
Relatório de 2025-06-30
A reavaliação patrimonial e a mudança no sistema da administradora ALLOS ditaram o ritmo do **HPDP11** neste mês. O valor patrimonial da cota recuou de R$ 93,33 para R$ 92,66, reflexo direto do novo laudo da Cushman & Wakefield, que marcou o ativo 0,75% abaixo do valor contábil anterior. No mercado secundário, a cotação também cedeu, fechando em R$ 88,79. Apesar da pressão no valuation, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, consumindo parte do resultado acumulado, que caiu de R$ 0,76 para R$ 0,59 por cota. Operacionalmente, as vendas de maio cresceram 10,8% na comparação anual, impulsionando o NOI em 10%. A vacância permaneceu estável em 2,9%, com uma troca de locatários que envolveu a saída da You Play e a entrada de operações como Traxart Pista de Roller e Ice Cream Roll. Vale notar que uma alteração no sistema da ALLOS postergou o reconhecimento de algumas receitas e despesas para o fluxo de caixa subsequente, impactando negativamente o resultado caixa reportado no período. A alocação do portfólio segue inalterada com 93% em imóveis e 7% em renda fixa.
Relatório de 2025-05-30
O descasamento do calendário do varejo, com a Páscoa celebrada em abril, impulsionou as vendas e reverteu a pressão operacional do mês anterior no **HPDP11**. O resultado operacional (NOI) de maio registrou crescimento de 9,9% frente ao mesmo período de 2024, superando o impacto negativo dos custos de entrada de novas âncoras vistos no último relatório. A vacância do portfólio recuou de 3,1% para 2,9%, refletindo um saldo positivo nas movimentações comerciais com as entradas da Fan Lab e Converse. No carrego e valuation, a cota patrimonial teve leve avanço para R$ 93,33, enquanto a cota a mercado apresentou forte recuperação, saltando de R$ 87,78 para R$ 90,80. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, com o resultado acumulado retido subindo para R$ 0,76 por cota, conferindo maior margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. A alocação de ativos permanece inalterada, com 93% em imóveis e 7% em renda fixa.
Relatório de 2025-04-30
A assinatura do contrato com a varejista internacional H&M e o consequente desembolso não recorrente para viabilizar a operação ditaram a dinâmica financeira do **HPDP11** neste mês. O resultado operacional (NOI) de abril registrou queda de 16,0% frente ao mesmo período do ano anterior, reflexo direto dos custos de entrada da nova âncora. Excluindo esse efeito, o NOI teria crescido 11,9%. A vacância do portfólio saltou de 1,8% para 3,1% em março, impulsionada por saídas como Mundo das Utilidades e Baby Calçados, embora a gestão já sinalize locações futuras que reduzirão o indicador para 2,2%. No carrego e valuation, a cota patrimonial teve leve avanço para R$ 93,31, enquanto a cota a mercado recuou para R$ 87,78. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, suportado pelo recebimento atrasado de R$ 0,12 por cota referente ao estacionamento de março, regularizando o descasamento de caixa anterior. O resultado acumulado retido ajustou-se marginalmente para R$ 0,71 por cota. A alocação de ativos permanece inalterada, com 93% em imóveis e 7% em renda fixa.
Relatório de 2025-03-31
O crescimento de 11,2% no resultado operacional (NOI) de março frente ao mesmo período do ano anterior ditou o ritmo do **HPDP11** neste mês, impulsionado pela performance das receitas e do estacionamento. A vacância do portfólio registrou nova alta, passando de 1,6% para 1,8%, influenciada pela saída da operação QGK e reclassificação de áreas temporárias, apesar das novas locações como TNG e Olympia Parfums. No carrego e valuation, a cota patrimonial recuou levemente para R$ 93,26, enquanto o valor de mercado fechou em R$ 88,00. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, mas o resultado acumulado retido caiu de R$ 0,89 para R$ 0,72 por cota. Vale notar um descasamento de caixa pontual: o equivalente a R$ 0,12 por cota referente ao estacionamento não foi recebido em março, sendo postergado para abril. A alocação segue estável com 93% em imóveis e 7% em ativos de renda fixa.